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Crivella gera polêmica na internet ao ligar maconha a problemas em aviões da Fokker

Crivella é um pirado. Agora, os senhores imaginem o tamanho do baseado que o tio dele, o Edir Macedo fumou para ter a idéia de construir aquele pombal no Brás, na forma de Templo de Salomão, e depois, se auto nomear  Sumo Sacerdote. A matéria é de O Globo


Marcelo Crivella (PRB) durante debate na TV Bandeirantes - YASUYOSHI CHIBA / AFP


GLOBO

Tema gerou pico de comentários no Twitter; candidato reafirmou o caso em entrevista nesta quarta-feira




RIO — O tema era sério, mas arrancou risos. O candidato ao governo do Rio pelo PRB Marcelo Crivella, ao explicar por que é contra a liberação das drogas, ligou problemas em aviões da empresa holandesa Fokker, fechada na década de 1990, a um suposto consumo de maconha pelos funcionários da fabricante. Além da risada da plateia, a declaração do candidato repercutiu nas redes sociais, e o tema gerou pico de comentários no Twitter.

A resposta do bispo foi dada depois de o candidato Tarcísio Motta (PSOL) defender a legalização da maconha.

— Países e locais onde a maconha foi legalizada, o consumo diminuiu e o estado pôde controlar. E trataram o uso problemático como um problema de saúde pública — explicou Tarcísio sobre sua posição favorável.

Crivella, por sua vez, foi claro ao explicar sua discordância:

— Os países que adotaram isso retrocederam. A Holanda, por exemplo, teve empresas que foram fechadas porque seus funcionários estavam usando drogas, como a Fokker, por exemplo, e os aviões começaram a ter problemas. Inclusive no Brasil — explicou, arrancando risos.

Na internet, os argumentos de Crivella repercutiram. O debate sobre drogas gerou o maior pico de Tweets por Minuto (TPM): 442 postagens, de acordo com a rede social. Pelo Facebook, uma montagem do candidato com os dizeres "Bando de maconheiro derrubando aviões por ae" (sic) recebeu mais de cem compartilhamentos.

Ainda no microblog, usuários perguntaram se realmente o candidato havia ligado o consumo de maconha a problemas nos aviões da Fokker; outros replicaram a fala do candidato, sendo reprovada pelos demais internautas.




CANDIDATO CITA FOKKER EM ENTREVISTA


Em entrevista à rádio CBN na manhã desta quarta-feira, Crivella voltou a tocar no assunto. Ele reafirmou que funcionários da Fokker usavam drogas durante o trabalho — caso constatado, segundo ele, após "inspetoria internacional":

— Existe uma grande empresa de aviação chamada Fokker, que começou a apresentar em diversas partes do mundo defeitos em seus aviões. Então houve uma inspetoria internacional. E verificaram que os funcionários, por conta de ser legalizada, usavam drogas durante o serviço. Como a montagem de um equipamento requer minúcias, milhares e milhares de pequenas peças, esses problemas acarretaram no seguinte. Caiu no mercado que a notícia de que haviam viciados em drogas montando avião. As ações despencaram, acabou com fornecedor, acabou pessoas que queriam ligação com aquele negócio e a empresa quebrou — disse.

Em nota, a Rede Pense Livre, criada em 2009 com o objetivo de qualificar o debate sobre drogas, rebateu a afirmação de Crivella. De acordo com o grupo, "a legislação holandesa proíbe expressamente o uso de qualquer substância, inclusive o álcool, para o exercício da atividade de piloto de avião, carro ou qualquer outra modalidade motora".

A rede também informou que não existe documentos oficiais ou pesquisas acadêmicas que ligam “a legalização da maconha na Holanda com o aumento do consumo ou mesmo de quedas de aviões”.



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