terça-feira, 10 de novembro de 2009


  

Teleton que nada! O negócio é LOUVORTON!



Hermes Fernandes

Estou estarrecido! Já faz uma semana que o maior canal cristão dos Estados Unidos (TBN) vem promovendo a maior pedição de dinheiro de que já vi. Eles a chamam de PRAISE-A-THON, uma espécie de teleton, mas cuja verba arrecadada será revertida em benefício próprio.

Durante oito dias consecutivos, diversos profetas da teologia da prosperidade desfilaram num programa de auditório, pregando exclusivamente sobre DINHEIRO.

Enquanto pregavam, versos bíblicos escolhidos a dedo passavam no rodapé da TV.

Espero que a turma desta danosa teologia no Brasil não se inspire e faça o mesmo. Por favor, não contem pra eles!

Imaginem: 192 horas ininterruptas com o que há de pior dentre os pregadores televisos do Brasil, pedindo, pedindo, pedindo, profetizando riquezas, e passando o rodo.

Só em pensar, dá vontade de vomitar!

Se quiser conferir, dá uma espiadinha no site da TBN: www.tbn.org

Eles também são donos de uma espécie de Disneylandia cristã aqui em Orlando, conhecida como Holyland.

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Hermes Fernandes é também culpado do que se faz aqui no Genizah

  

A quem devemos seguir? IMPERDÍVEL !!!!

Este vídeo é bom demais! Não dá para não ficar emocionado ao ver. É hino para os ouvidos dos blogueiros apologéticos.







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Dica preciosa do Jonas Valente
Vídeo original do Reciptera
Letra: Luis Roberto Posich e Flávio Roberto Collaço Filho
SLIDES: Jonas e Josiane Sanfelice

  

Sobre os sacrifícios

Rubinho Pirola


"Creu Abraão em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça." Rm 4:3


Muita gente imagina que Abraão creu tanto, tinha tanta confiança em Deus, que sabia que, no final da história, não precisaria entregar o filho que amava em sacrifício.

Não é isso o que podemos ver na narrativa de Gênesis. O cara engoliu seco, imagino eu, que matou o filho vezes sem conta nos três dias em que se dirigiu a Moriá. A cada passo, o filme devia correr pela sua mente... e o sangue a gelar nas veias.

Deu tempo para se assustar, apavorar, ser tentado a dar meia volta, discutir, argumentar com Deus, ...fazer cambalachos do tipo que fazemos quando Deus nos pede algo que nos é precioso: deixa por menos, Senhor! Eu faço outra coisa, duas, mil coisas...

Mas abraão foi. Até ao fim. De um "Eis-me aqui Senhor!", quando recebeu a ordem, a um "Eis-me aqui, Senhor!" quando tinha o filho já imobilizado (não uma criança, mas um adolescente feito) sobre o altar.

Como fazemos as vezes todas em que a direção de Deus não caminha no sentido das nossas conveniências, tenho sempre a tendência de me lembrar de Abraão depois da tragédia toda, quando Deus troca o filho querido por um animal para o holocausto.

Mas a história não foi assim...

Acho que o segredo todo, não está no fato de Deus nos livrar na hora "h", mas no conhecimento que se pode ter do Seu amor que, de um jeito ou de outro, há de nos amparar no cumprimento da Sua vontade.

Tenho repetido isso à minha alma nesses últimos dias todos!



Rubinho Pirola é mais um membro da quadrilha do Genizah e que também tem uma inclinação terrível para evitar todo tipo de sacrifício...


  

Exorcismo na Universal


Em homenagem a Nani que está atrasada nas prestações da unção que eu vendi para ela...

  

Quando o conforto escraviza



Alan Brizotti


“Os iguais formam guetos”. (Provérbio latino)

O conforto se tornou uma espécie de deus da sociedade do consumo. Obviamente, não vivemos sem algumas doses de conforto. Seria anormal afirmar o contrário. Entretanto, há uma dimensão preocupante desses tempos: o conforto que escraviza. Quando esse tipo de situação acontece, estamos condenados a saciar uma fome que nunca acaba.

Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. A satisfação (entendida nesse contexto como conforto paralisante) carrega consigo os germes da escravidão. A mistura dessas “substâncias” é feita assim: a tirania absurda dos desejos, aliada aos apelos constantes, insistentes e manipuladores dos apóstolos do marketing, gera uma estranha obsessão por um “status quo” enganoso, uma espécie de malandragem existencial. Buscamos no conforto o que ele não pode produzir: paz! Engana-se muito aquele que acredita haver paz no conforto.

Não é por acaso que, uma das mais conflitantes sensações da experiência humana seja o tédio. A posse sem desejo. Essa sensação é visita constante dos que moram nos palácios. Parece até uma forma de ironia/compensação cósmica: quanto mais estrelas você alcançar, mais tédio sentirá. A chamada “sabedoria popular” trata esse “fenômeno” como “gente que tem tudo, mas não tem nada”. O gosto amargo da decepção. Giordano Bruno disse: “todas as coisas são feitas de contrários, razão pela qual não podemos experimentar nenhum prazer que não seja mesclado de amargura”. Bendito seja o tédio!

Algumas das pessoas mais amarguradas que conheço são as que vivem em função da manutenção de suas zonas de conforto. Jung chamou o vazio e a falta de sentido de “neurose geral moderna”. Gente que trabalha noite e dia no afã de possuir tesouros, mas não usufrui deles. Não experimenta a alegria de ver o crescimento dos filhos. Gente que não sabe o que é desfrutar o prazer de uma caminhada pelo parque. Gente que não vive, tenta sobreviver. Tudo em nome desse tal “bem estar”, ou “realização financeira”, ou ainda, “conforto”. Leões enjaulados. Crianças impedidas de brincar.

A constante exposição da mídia de uma espécie de “padrão perfeito de ser”, acaba gerando uma corrida em busca de adequação a esse “estilo de vida”. São os encarcerados pela epidemia midiática, a nova forma de escravidão. É aqui que se forma o gueto dos semideuses. À margem disso, uma gente tida por louca segue tentando driblar o caos proposto. Gente que acredita na vida, na arte, que não dispensa um fim de tarde, come chocolate lambuzando os dedos, insiste em se elevar para além dos muros da mediocridade. Gente que não fabrica sorrisos.

Devemos lutar por conforto, mas não podemos nos vender a ele. Sejamos senhores do conforto, ou, então, seremos seus escravos. Não é só uma questão de escolha, mas de sobrevivência. Não podemos amordaçar a alma em favor das “delícias” recheadas de cicuta, que a satisfação propõe.

Que o nosso conforto seja honesto. Que ele não ameace o mundo. Que não colabore com a destruição do planeta, tornando cinza a nossa Casa Azul.

Que o nosso caminho histórico seja pleno das realizações humanas, para que, confortavelmente, possamos dizer: “deixamos marcas não somente porque produzimos muito, mas também porque nos recusamos a destruir a vida”.

“A virtude de um homem é o que o faz humano”. (Aristóteles)


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Alan Brizotti colaborando ativamente na subversão no Genizah

segunda-feira, 9 de novembro de 2009


  

SODOMA É AQUI - Partes 2 e 3








Não deixem de assistir a todos os vídeos desta mensagem.



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Hermes Fernandes é também culpado do que se faz aqui no Genizah
 
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