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Genizah no Papo de Graça com Caio Fábio: ASSISTA AGORA!


Danilo Fernandes

Foi uma experiência maravilhosa esta ida à Brasília. Não restrita apenas ao programa, onde tivemos um papo fantástico com um dos maiores pensadores da cristandade. Para além disto, foi muito bom desfrutar da companhia do Caio e dos irmãos do Caminho, partir o pão com eles, dividir experiências e traçar planos para projetos futuros. Sem contar o sholder steak do Fogo de Chão, né Charlito?

Saber de Caio diretamente foi uma oportunidade especialíssima. No domingo anterior à entrevista conheci a sua sede recém-instalada em novo endereço e encontrei ali uma comunidade vibrante.

Caio pregando é soberbo. SOBERBO. Não tenho outra palavra. Se algum dia, você tiver a oportunidade de ouvir Caio pregar, não faça como eu que esperei dez anos: Vá!

A experiência começou pouco usual, porque eu já vinha falando com Caio ao telefone, já o tinha visto pregar em vídeo, vi dezenas de seus programas, cheguei mesmo a ver um fim de culto, em Copacabana, muitos anos passados, mas foi só o finalzinho. Portanto, conheci o Caio fora dos púlpitos, antes de conhecer o pregador, como é com a maioria. Sendo assim, o “susto” foi maior, até porque, TV lhufas: Ao vivo é que se conhece o pregador.

A mensagem daquele domingo foi maravilhosa, me encheu de alegria, esperança e renovo. Iniciando com a leitura da Palavra, tem-se ideia do destino da viagem. Caio, contudo, nos conduz, mesmo em território muito familiar, por caminhos de odisseia, daqueles onde a jornada é pura excitação, descobrimento, descortinar de novas paisagens... E somos levados de tal forma, que há certa hora, se fica esquecido do destino e desprovido da couraça escondendo as emoções, as podas da vida. O Espírito age!

Os sermões do Caio não seguem mesmo a trilha da obviedade. Não se pode perscrutar nem mesmo as linhas mais gerais do que nos será entregue. Caio é um daqueles poucos pregadores (eu conheço uns cinco ou seis, mas se der lista aqui sou homem morto, de morte matada, risos) capazes de revelar nas Escrituras a herança escondida, o alimento mais sólido guardado para nós até aquele momento. Porem, depois que comemos, parece que o pão sempre esteve ali. Não sobra nenhum ranço da papinha antes ali servida.

Naquela noite, Caio começa intimista, como se desse tempo ao Espírito preparar cada coração sedento. E vai aos poucos semeando a mensagem na seara de cada um, mesmo na sua própria. Entrega com convicção, com coragem e a audiência responde.

Caio prega olhando para cada um dos presentes, no controle total da sua audiência. Um azougue. Eleva a mensagem, carrega com ela a todos e eis que chega ao fastígio com uma exortação. Respira fundo, projeta a sua voz de maneira incomum, ultrapassando o limite da intimidade alheia, se cumplicia e... Silencia.

A ausência da sua voz constrange. Cravado numa quina de altar, seus olhos estão serrados. Todos os demais estão abertos e fixados naquela figura que passa a projetar seus braços no vazio, ergue a voz e, ainda no breu, passa a desfiar, revestido mesmo do Espírito, um longo fio de dádivas, vindas diretamente da Palavra para o coração de cada um... Umas afiadas, outras acolhedoras e, por fim, renovadoras.

E, irmãos, eu não sei se todos os presentes foram capazes de ouvir, mas os que têm ouvidos ouviram... Ah! Ouviram! Pois ali está um dom e uma unção. Homem algum pode negar, goste do Caio ou não: Daquela boca, entrega-se a Palavra mais afiada e cortante, como pouco se vê por ai.

Um parêntese:
Eu amei (e amo) todas as igrejas onde fui membro. Amo meus pastores. Tive os melhores, cada qual o perfeito, escolhido por Deus para aquele momento da minha vida. Um, em especial, será meu eterno amigo, Pedrão, meu irmão, o homem mais importante na minha vida em Cristo. Amo também estar na companhia dos irmãos em tantas outras igrejas e comunidades, dezenas mesmo, entre os muitos amigos que fiz nestes anos de caminhada em Cristo.
Digo isto tudo, para deixar claro que não desmereço ninguém, não estou venerando ninguém e nem dizendo que o que vi lá no Caminho da Graça seja melhor ou diferente do que vejo em muitos bons lugares. Contudo, depois de ter ouvido tantos juízos levianos, embora nunca tenha me emprenhado deles, reservas fundamentadas em absolutamente nada a não ser a vileza de certos corações e em eventos vinte anos passados, onde a Graça há muito abundou, mas a hipocrisia dos santarrões insiste em apontar... Não posso julgar o que talvez possa ter sido, ou não. Posso, contudo, falar do que fui ver e vi.
Ir até aquele lugar, presenciar o que o Senhor ali tem operado, conhecer o caráter daquelas pessoas, expostos, sem pudor, sem hipocrisia... E ver o acolhimento mútuo, a centralidade da Palavra, o amor entre os irmãos... Eu digo: Achem o que quiserem achar. Digam o que quiserem dizer. Aqueles irmãos estão muito bem servidos de Evangelho, muito felizes, amados, acolhidos, revestidos do Espírito e o Senhor é com eles.
Eu fui e vi.


A seguir, os irmãos poderão assistir aos vídeos do programa Papo de Graça com a participação do Genizah. No primeiro, a nossa entrevista, com a apresentação da Pesquisa O Crente e o Sexo.

O Segundo é um devocional do Caio sobre as origens dos desafios sexuais vividos pela igreja.


A entrevista


O Devocional



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