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Visão Mundial Brasil financia turnê ideológica comunista de Tico Santa Cruz





Visão Mundial promove turnê de debates em shoppings de grandes capitais com o líder da banda Detonautas. Evangelismo? Não.  Proselitismo esquerdista. 


A Visão Mundial está aparelhada. Recentemente, soubemos que a agenda esquerdista pode chegar ao apoio de terroristas islâmicos. (confira AQUI).  

No Brasil não é diferente. Basta constatar que o presidente da organização é o pastor Ariovaldo Ramos e as suas conexões com o petismo são muito conhecidas. 


Tico Santa Cruz

Apenas para exemplificar o tipo de "palhaçada ideológica" financiada com os recursos de doadores, durante o primeiro semestre de 2016, a Visão Mundial promoveu e financiou o périplo por diversas cidades de ninguém menos do que Tico Santa Cruz, o títere de Dilma e Lula para a  juventude emburrecida. E o quê este borra-botas metido a intelectual, este  "modelo ilibado para a juventude cristã" foi promover financiado por uma organização evangélica, pretensamente dedicada a ações sociais no âmbito do combate à pobreza e acolhimento de crianças? Uma campanha de doação? Oferecer um testemunho cristão? - Não!  Com este camarada, graças a Deus, não!

Tico Santa Cruz foi escolhido e aprovado pelo presidente da organização no país, o comunista Ariovaldo Ramos, para um ciclo de debates chamado “Juventude E-NovAção”, uma iniciativa da  Visão Mundial para trazer à tona, principalmente entre o público jovem, temas relativos a desafios sociais, soluções inovadoras para enfrentá-los e mobilização da juventude. Ou, leia-se como mais sinceridade: Usar o dinheiro das crianças para disseminar a agenda petista-comunista entre a juventude.

O tema dado ao "palestrante" Tico Santa Cruz foi: o extermínio da juventude negra. Uma bobajada esquerdista cuja a pièce de résistance são as estatísticas manipuladas no estudo financiado pelo governo do PT conhecido como o Mapa da Violência. 

O Mapa da violência é uma consolidação de dados e estudos estatísticos originados na IBGE, CNJ, MS e outros focando nos números da violência brasileira - mortes matadas, mortes de transito, etc. com cortes etnográficos e econômicos  das vítimas. O documento é recomendável, com algumas ressalvas. A conclusão do estudo aposta para uma verdade inquestionável indicando que são os jovens mais pobres o grupo mais vitimizado pelas mortes violentas. Tal fato não chega a ser um achado da estatística social, afinal o Brasil ainda é um país de piramide etária larguíssima na base. Somos um país jovem e com renda mal distribuída.


A grande ressalva ao estudo Mapa da Violência é a inclusão no mesmo de uma proposição feita para sustentar as teses da esquerda e de certos movimentos sociais que insistem no revisionismo e na vitimização da população de cor preta.

Explico:

O IBGE não classifica "cor negra". Isto não existe. As frequências são das amostras por cor: branca, parda, preta, amarela, etc. É o padrão mundial. A denominação "negra" é uma escolha política que tem significados diferentes em vários movimentos raciais mundo afora.

No censo do IBGE de 2010 a distribuição da população brasileira por cor e raça era como vista no gráfico acima. Brancos e pardos são a maioria, dividindo as ocorrências. Nos últimos anos, estudos como PNAD, do mesmo IBGE apontam para a inevitável dominância populacional dos pardos já no próximo censo.

Outros estudos afirmam que os pardos já são a maioria da população brasileira. Ora, se a maioria da população brasileira é parda (como será constatado no próximo censo, oficialmente), qualquer ocorrência negativa (mortalidade violenta, analfabetismo, pobreza extrema, etc.)  ou positiva (classe de renda superior, educação pós graduada, acesso a saneamento, etc.)  que se queira atribuir a um grupo que já é a maioria da população é, obviamente, inútil como capital político de movimentos sociais propondo ações afirmativas. Não há "ação afirmativa" para um grupo já é a maioria. 

Então, o que fazem os organizadores do Mapa da Violência a fim de facilitar a vida dos movimentos sociais "negros", precisando vitimizar a sua população com vistas a obter ações afirmativas na forma de benesses do estado (Exemplo: cotas para cargos públicos, universidades, etc.)  para os pretos

RESPOSTA: Os pesquisadores do estudo Mapa da Violência  oferecem o que se chamava na Escolinha do Professor Raimundo de "sambarilove". E não escondem o lance! Como pode ser visto no recorte abaixo, do próprio estudo Mapa da Violência em sua página 79:



Confira AQUI no próprio estudo as opções doutrinárias e as ressalvas técnicas.
Ou seja, os "espertinhos" criaram um novo grupo chamado de "negro" que é a soma do grupo majoritário brasileiro, o de cor  parda, com a minoria de cor  preta. E, como um passe de mágica estatístico, todas as ocorrências negativas do grupo dominante (mortalidade violenta, por exemplo) são transferidas para a vitimização políticas dos pretos. E , claro, as ocorrências positivas são ignoradas. Os pretos são minoria quando os interessa e transferem para si as mazelas estatísticas nacionais.


Munição para Tico e Teco Santa Cruz


Então, você vê uma cavalgadura como Tico Santa Cruz, que não sabe interpretar um estudo estatístico repetir feito um papagaio adestrado as marretadas da tabela abaixo:

 "Aiiii! Os jovens pretos estão sendo exterminados".

Então você vai nos dados reais e descobre que não é nada disto! A mortalidade violenta segue a distribuição da população por raça-cor do Brasil, sem nenhuma discrepância considerável capaz de justificar ação afirmativa por conta de minoria racial. O que temos, sim, é que morrem violentamente os mais jovens e os mais pobres (mas não entre as mortes violentas do transito! Neste caso, são os mais ricos). 


Manipulação esquerdista a gente vê por aqui

Caro leitor, são necessários apenas 30 segundos para deixar de ser manipulado pela petralhada. Basta comparar as duas tabelas abaixo com o gráfico "pizza" acima e você não será um papagaio como o Tico Santa Cruz a repetir a bobajada abaixo:


Pardos e pretos são somados para criar NEGROS vitimizados
Na tabela acima o "sambarilove" estatístico é exposto.
Número por número, preto no branco, em termos percentuais populacionais, a população de cor preta representa 7,61% do total da população e a sua vitimização foi 8,19% do total. Evidentemente, dentro da distribuição esperada. Já a população parda aparece mais bem mais vitimizada em termos proporcionais. Com um percentual superior ao de sua participação populacional. Contudo, se considerarmos que os dados da estatística de mortalidade são mais recentes e não acompanham o salto já antevisto da população parda na composição da população brasileira, conclui-se que as inferências raciais acerca da vitimização por morte violenta na população brasileira são absolutamente insustentáveis, ao menos nos termos da propaganda esquerdista de que se trata de um extermínio dos jovens negros brasileiros.

O Brasil vive uma tragédia na segurança pública. Não se discute isto, lamenta-se profundamente. O brasileiro é a vitima: brancos. pretos, pardos, amarelos... Todos nós. Se existe um "Nós contra Eles" neste país é: Governantes Corruptos X Cidadãos de bem.


Danilo Fernandes para o Genizah


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