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Escândalo na música gospel envolvendo verba pública. A Banda Resgate se recusa a participar da maracutaia.




Esta semana fomos presenteados com um exemplo de ética cristã e, antes de tudo, de cidadania. E para os cansados das "vergonhas"dos evangélicos, a boa notícia veio de onde menos se espera, o tal cenário musical gospel.

Bom, não tão inesperado assim para quem conhece os dinossauros do Rock da Banda Resgate, mas ainda assim, uma surpresa para a maioria.

Recentemente, a Prefeitura da cidade goiana de Anápolis, um dos municípios com maior percentual de população evangélica do país, andou pressionada (e cobrada) pela população organizada e pela mídia local por gastos no patrocínio de shows e eventos (gospel, inclusive). Em um momento em que o poder público não consegue prover com o que arrecada o mínimo nos serviços básicos de saúde, limpeza e educação, torrar centenas de milhares de reais em eventos de entretenimento não parece fazer o menor sentido.

No entanto, dois eventos "evangélicos", organizados na cidade parecem ter conseguido o "milagre da verba pública". O primeiro foi um encontro de jovens de uma Assembleia de Deus do ministério Madureira (Aff, quem imaginaria!) e o segundo o II Festival de Música Gospel. Juntos, os dois eventos custaram aos cofres públicos mais de 320 mil reais.

E foi justamente o II Festival de Música Gospel que produziu o verdadeiro milagre, não o dá captação da verba pública, mas o do vislumbre de quem há quem não tenha se dobrado à Baal no meio da música gospel. Sim. Há remanescentes!

A Banda Resgate ao tomar conhecimento de que o evento para o qual foram convidados seria financiado com verba pública em meio a grande celeuma da mídia local, se adiantou e cancelou a sua participação, conforme nota reproduzida a seguir. Outras personalidades convidadas, entre outras: Kleber Lucas e Disco Praise não aderiram ao protesto e devem se apresentar. 


Refrigerio é o que define. 


A vergonha gospel já está metida até as narinas na lama dos eventos musicais financiados com verbas públicas e à serviço da política eleitoreira. Em 2011, Ana Paula Valadão se envolveu em um escândalo na gravação de um DVD patrocinado pela prefeitura de Natal envolvendo um cachê de 250.000 reais e que foi objeto de investigação pelo Ministério Público. (confira AQUI).




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