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Uma semana sem Facebook faz-nos mais felizes, menos irritados e solitários



Não é difícil encontrar um estudo ou um advogado apoiando a noção de que o Facebook arruína vidas – e aqui está outro. O Happiness Research Institute, Instituto de Pesquisa de Felicidade, divulgou os resultados de um estudo que mostra como um grupo de participantes que parou de usar o Facebook por uma semana, se tornou mais feliz, menos preocupado, e menos solitário do que um outro grupo que permaneceu na rede social.

O grupo sediado na Dinamarca publicou os resultados do seu estudo no relatório “O Experimento Facebook: A mídia social afeta a nossa qualidade de vida?”. O experimento teve 1.095 participantes, metade dos quais saíram do Facebook por uma semana (grupo de tratamento).

“Depois de uma semana sem Facebook, o grupo de tratamento relatou um nível significativamente mais elevado de satisfação com a vida”, de acordo com o instituto. Antes do estudo, o grupo de controle classificou sua satisfação com a vida como sendo de 7,67 em uma escala de 1-10; após o estudo, o grupo classificou a sua satisfação em 7,75. Para o grupo de tratamento, a satisfação com a vida foi de 7,56 antes do estudo para 8,12 após o estudo.”

O Instituto de Pesquisa de Felicidade também investigou os humores de ambos os grupos no último dia do estudo: o grupo de tratamento era mais feliz que o grupo controle (88 % x 81 %), menos preocupado (41 % x 54 %), menos triste (22 % x 34 %), menos irritado (12 % x 20 %), mais entusiasmado (61 % x 49 %), menos deprimido (22 % x 33 %), menos solitário (16 % x 25 %) e mais decisivo (64 % x 56 %). O grupo de tratamento também disse ter curtido mais a vida que o grupo de controle (84 % x 75 %).

O grupo de tratamento também passou por um impulso maior em sua atividade social e sua satisfação com a sua vida social após o estudo, relatando também menos dificuldade de concentração e uma sensação de que desperdiçavam seu tempo menos do que antes.

“As pessoas no Facebook são 39 % mais propensas a se sentirem menos felizes do que os seus amigos,” de acordo com o relatório.

Isto, é claro, é muito diferente do primeiro estudo que anunciou os efeitos negativos que o uso do Facebook tem nas nossas vidas. Em 2012, um estudo realizado por sociólogos da Universidade de Utah Valley descobriu uma correlação entre a disposição de um usuário do Facebook sobre a sua vida e a quantidade de tempo que essa pessoa passa na rede social. Um estudo feito ano passado na Universidade Charles Sturt, na Austrália, descobriu que as mulheres que se consideram solitárias ou deprimidas estão mais predispostas a fazerem publicações de informações pessoais e reveladoras no Facebook.


Fonte: Psiconlinenews via Ovelha Perdida




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