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Crente que não gosta de cerveja não tem muita unção, diria Lutero.



Lutero não era nenhum Agostinho, obcecado com o proposito de refrear os impulsos da carne. Estava bem resolvido em Colossenses 2 18-23. Era dado a linguagem vulgar, a ironia cortante, com atestam os seus “cartoons”, as baladas e panfletos ácidos dirigidos a desafetos na Igreja Católica Romana, como o papa Leão e Tetzel. Lutero, não tinha, tão pouco vocação para eunuco. Não tardou a assumir seu romance com Catarina de Bora, ela mesmo, uma ex-freira e uma cervejeira de grande fama, a mulher perfeita para o um protestante daquele tempo que não dispensava uma boa cervejada nas discussões teológicas. Lutero foi profeta e antecipou grande verdade: sem uma cerva gelada é quase impossível aturar a chatice dos evangélicos. 

E que digam os puritanos que ao saírem da Europa rumo ao novo mundo –imagina um navio cheio de crentes, meses ao mar- levaram mais cerveja à bordo do que água. A coisa foi “profissional”, para se ter uma ideia a conta era de um galão por pessoa por dia – incluindo mulheres e crianças! E para não restar dúvida que os crentes daquele tempo gostavam de uma birita, saibam pois, crentes abstêmios que a primeira estrutura que os peregrinos puritanos construíram na Nova Inglaterra foi.... Uma igreja? Um hospital? Uma escola? Não! Foi uma cervejaria.

E para maiores esclarecimentos sobre a tradição ébria dos crentes, LEIA AQUI.


PS: Se você é crente e é fraco para bebida. Não consegue se controlar e faz besteira quando bebe, não coloque sua fraqueza na religião. Deixe seus irmãos que gostam de tomar um vinho e uma cerveja socialmente em paz e vá se tratar, internar, buscar o AA e não empata a nossa vida. 






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