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Não Tenho Culpa pela Tragédia do Menino Sírio





Braulia Ribeiro


A cosmovisão esquerdista não ensina as pessoas a pensarem, mas apenas a se emocionarem. Me desculpe aqui a afirmação, que imagino vai ofender aos poucos leitores que me restaram. Mas se você discorda me prove o equívoco. Argumente. Use a inteligência e não apenas generalizações metonímicas emocionadas.

Me cansei da exploração da imagem do menino morto nas águas. Esta imagem foi explorada para defender todo tipo de non-sense e estupidez. Pastores revoltados, espécie oriunda do anti-establishment religioso, defendendo seu anti-cristianismo. Anti-ocidentais idiotizados batendo na Europa, que consideram todo-poderosa, exigindo que as portas se abram para centenas de milhares de imigrantes sem considerar as consequências em curto e longo prazo para o futuro do continente.


Vamos traçar um paralelo aqui. O Brasil é cheio de moradores de rua. Podemos considerar o fato uma tragédia e até calamidade pública. Dezenas de milhares de pessoas moram nas ruas das grandes cidades do país, debaixo de frio, chuva sol. Imagine se houvesse uma campanha dê um quarto, ou a sala, ou a sua varanda aos moradores de rua. Você teria que aceita-los como são, com seus hábitos de higiene particular, muitos deles viciados em drogas, e em pequenos crimes. Abrigue-os! Abra as portas do seu lar com filhos pequenos para um grupo de pelo menos quatro moradores de rua!

Você teria obrigação moral de fazê-lo? Não é possível se encontrar na Bíblia uma defesa para o “não” numa circunstância assim?

Escrevi para o número atual da revista uma defesa do conceito “pátria”. Apesar de não enfatizarmos a legitimidade desta ideia porque compramos a balela do multi-nacionalismo como sendo virtude e a pátria como um mal em si mesmo. Não é isto que a Bíblia nos ensina. A Bíblia defende o poder embaixo, ou seja o mais perto do povo possível. Para isto a pátria tem que ser organizada e definida nos termos da população que tem. Assim como no lar, onde o pai, a mãe e os filhos criam a cultura que a família compartilha, na pátria a população define o país que querem ter, através de mecanismos democráticos e institucionais.

Me permitam fazer um pulo lógico e sugerir que os únicos que se beneficiam das fronteiras abertas são os advogam o estado super-poderoso que se ocupa de acumular poder e não de servir sua população.

Esta imensa onda de imigrantes primeiramente não vai assimilar a cultura europeia. Se aceitos em qualquer país, vão se entrincheirar em guetos culturais e exigir a prática legal da Sharia. Esta é a consequência lógica. Quantos mais centenas de milhares de imigrantes islâmicos a Europa pode receber sem deixar de ser o que é, um continente livre e secular? Além disto estatisticamente é provável que 10% deles já sejam radicais. 10%. O suficiente para queimar o Louvre e o museu do Prado, destruindo toda a herança artística renascentista, com duas bombas e justificar tudo como direito religioso.

A Europa não só tem o direito, mas o dever moral de defender suas fronteiras.

Lamento profundamente a morte de Aylan, e todos os inocentes da tragédia. Mas vamos cultivar a verdade, e usar a cabeça para analisar os fatos? Não adiantar nos emocionarmos com tragédia se não soubermos entende-la. E entende-la é essencial para evitar mais e mais tragédias do tipo no futuro. Minha primeira sugestão portanto é: Vamos parar de usar a imagem do menino Aylan pra causa errada? Não é culpa da Europa, dos EUA, da minha vida cristã, das igrejas pentecostais, da pregação da prosperidade, nada disto. O culpado único desta tragédia é o islamismo em todas as suas formas, radicais ou não. Esta é a cosmovisão que nutre este ódio mútuo entre as etnias do Oriente Médio, que justifica genocídio, que torno o mal em sua forma mais bruta em virtude.

Confira a coluna da Braulia na Ultimato


Nota do editor: E o odioso governo comunista do PT já tratou de querer trazer para o Brasil o ovo da serpente (CONFIRA AQUI) . Ineptos para resolver os muitos problemas do Brasil, são sempre muito ágeis nas suas tentativas de implantar o caos e a divisão na sociedade. Segundo a notícia no link supra, vamos nós acolher radicais islâmicos por aqui, como se já não tivéssemos problemas de mais. Nada contra os sírios, muito ao contrário. Mas esta leva de refugiados, com radicais infiltrados, não são do mesmo espírito dos nobres imigrantes sírios que aportaram por aqui nos século passados e ajudaram a fazer esta nação. Neste meio tem gente envolvida com décadas de luta armada e práticas terroristas e não há como se saber quem é quem.


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