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Muçulmanos não estão sendo necessariamente perversos. Eles estão sendo fiéis à sua religião.


"O Islã está envolvido numa 'guerra santa' para obter o controle do mundo!

Essa guerra foi iniciada pelo próprio Maomé no século VII, e continua a ser executada hoje por seus seguidores fiéis por meio do terrorismo. Esses terroristas não são radicais ou extremistas, como os meios de comunicação constantemente os rotulam. São, antes, fundamentalistas islâmicos fiéis à sua religião e aos ensinos do Corão, seguindo fielmente as pegadas de seu grande profeta, Maomé. Como um ex-muçulmano e erudito islâmico afirmou: 'Nunca devemos imaginar que tais muçulmanos estejam sendo necessariamente perversos. Eles estão simplesmente sendo fiéis à sua religião. A atitude que um bom muçulmano deveria ter para com um judeu ou um cristão não é segredo para ninguém. Na verdade, muito do incitamento à violência e à guerra em todo o Corão é dirigido contra os judeus e os cristãos que rejeitaram o que pensavam ser o estranho deus que Maomé tentava pregar'."

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A revista Veja publicou uma matéria com o historiador inglês Paul Johnson, que disse o seguinte:

"Há ensinamentos de paz no islamismo, mas eles não compõem o coração da doutrina. A palavra 'Islã' não significa paz, mas 'submissão'. Basta ler o Corão. A sura 9, versículo 5, decreta: 'Matai os idólatras onde quer que os encontreis, e capturai-os, e cercai-os e usai de emboscadas contra eles'. E mais adiante o livro insiste que nações, não importa quão poderosas, deverão ser combatidas 'até que abracem o Islã'.

A argumentação apresentada na sociedade é de que as ações terroristas não representam o verdadeiro islã, todavia não é isso que encontramos na teologia muçulmana e muito menos em sua prática, já que em todos os países em que o islamismo reina, a intolerância reina junto. Em todos os países de maioria islâmica a perseguições a outras religiões é impiedosa.

Para comprovar essa afirmação podemos citar duas Suras:


Sura 4.56: “…com relação àqueles que não crêem em nossas comunicações, faremos com que adentrem o fogo; com tanta freqüência que suas peles serão totalmente queimadas. Mudaremos elas por outras peles, para que possam experimentar o castigo; certamente Alá é poderoso e sábio”.


Sura 9:5 decreta: "Matai os idólatras onde quer que os encontreis, e capturai-os, e cercai-os e usai de emboscadas contra eles". E mais adiante o livro insiste que nações, não importa quão poderosas, deverão ser combatidas "até que abracem o Islã".


Deixamos as palavras de um dos maiores líderes islâmicos contemporâneos da atualidade, o já falecido, Aiatolá Khomeini:

"A mais pura alegria do Islã é matar ou morrer por Alá."


(Texto/Fonte: Fatos em Foco)

Em Revista Monergista


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