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Aos pastores militantes




O pastor que usa de seu prestígio e liderança espiritual para defender este ou aquele candidato é solidário com as malversação que este vier a cometer. Pastor metido em política abriu mão de sua autoridade profética por um prato de lentilhas, ou quem sabe, alguns pixulecos. Se o político "ungido" prevaricar e for condenado, deve o pastor também ser excluido de suas funções de liderança na Igreja. Não se pode servir a dois senhores. 

Não! Um pastor não é um cidadão comum. É um apascentador, um líder espiritual, uma voz profética, um rabbi. Pastor que se meter com política, vá arrumar um emprego e passe a falar por si.

Nos tempos de Jesus haviam muitas forças políticas. Uma destas, ao menos, se propunha a defender o direito dos excluídos e expulsar as forças "imperialistas". Qual destas forças Jesus apoiou? Nenhuma. E os apóstolos? Também não. E os líderes da igreja primitiva? Muito menos! Não houve contaminação da autoridade profética. 

Pastores do PT, do PSDB, PMDB, PSC, PQP, etc. façam como o profeta Natã, repreendam o rei em pecado ao invés de se voltarem contra o povo, pois clamam contra a corrupção. A ideologia é como a mesa do Rei. É veneno para o profeta. O partidarismo está silenciando os melhores púlpitos da igreja evangélica.


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