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A Religião de Hollywood



Danilo Fernandes


Os espiritas gostam de dizer que os evangélicos os perseguem. Esta é uma meia verdade. Alguns pretensos cristãos, nas décadas de 80 e 90, invadiram terreiros de macumba, destruíram imagens, comeram uns despachos, tomaram umas canas, etc. Foi a fase Robespierre do Edir Macedo, depois ele ficou mais manso (e mais rico). Hoje em dia, tirante um caso aqui  outro acolá, todos temos as nossas porções de fanáticos mal medicados...

Espiritismo de "crente".
Não dá para falar em perseguição. Longe disto! Afinal, tem uma banda do baixo gospel que até nutre simpatia pelo espiritismo, diz que não, jura que não, mas adora um tambor, um triângulo e sanfona. Toca para subir e descer os “espiritos” gospel, dançam e marcham rodopiantes e na falta de uma entidade para consultar, sobram profetinhas com seus “mixtérios”.

Ou seja, trocando os encostos em miúdos, temos mais um caso de solução criativa em prol da empregabilidade na indústria religiosa: o baixo espiritismo se encontra com o baixo gospel e os postos de trabalho são ocupados cá e lá conforme dita o mercado. Ex-pai de santo vira pastor e ainda ganha um trocado com o testemunho exótico e, cá prá nós, como tem muito pai de santo boiola,  tá cheio de ex pai de santo, ex gay, ex-pinguço, ex palmeirense faturando alto por ai! Só em Uberlândia em conheço dois!

Os cristãos evangélicos tradicionais costumam tratar do espiritismo de forma apologética e tranquila, com esforços de evangelização. Contudo, não nego, vez por outra, há uma certa irritação na abordagem. Mas é exceção. Coisa pontual. Sempre associada a duas questões: (1) A insistência dos espiritas em se dizerem cristãos; e (2) A máquina de propaganda do espiritismo nas indústrias do cinema e da televisão.

A questão do espírita se dizer cristão é uma batalha perdida, mas de muitas e interessantes baixas. Eu me explico: O evangelismo, a apologética trazem resultados. São as baixas possíveis na frente inimiga. Contudo, oficialmente, os espíritas jamais aceitarão perder a capa do “evangelho” na sua seita. A leitura deturpada de Kardec das Escrituras e a sua audácia de construir uma imensa heresia a partir dai é a base da doutrina. Ademais, a figura mitológica do Cristo, o grande mestre, pai da caridade, etc. é fundamental. Este Jesus espiritual e ecumênico colado na porta dos locais de prática da seita é como a música que tocava junto às câmaras de gás nos campos de concentração: a fachada perfeita para distrair os incautos.

Um “Jesus Cristo” desassociado das Escrituras Sagradas, nada mais é do que um ídolo. Assim é com o “Jesus” dos espíritas.

Espiritas não são cristãos, tão pouco seus doutrinadores, embora alguns insistam em afirmá-lo. Mas o meu tema aqui não é este. Sobre isto, ofereço este artigo aqui. Meu enrosco hoje eu já alcancei. A propalada conspiração hollywoodiana (e Global, no caso tupiniquim) em prol do espiritismo. Grande tramoia envolvendo até os Iluminati, risos.

A aterradora revelação é que existe mesmo uma conspiração em curso, uma força propulsora de propaganda do espiritismo nas indústrias do cinema e televisão! E, neste ponto, os teólogos amantes da escatologia aterrorizante gritam: - Eu sabia! E passam a falar das referências espiritas, começando por Avatar...

Contudo, devo informar para a decepção dos mesmos observadores aterrorizados, que por traz desta cooperação entre a indústria do entretenimento, o “espiritismo” e os Iluminatis (Ai, Ai, gargalhadas) há uma motivação meramente econômica. Simples assim: o sobrenatural vende mais do que o ordinário. E mais: Assim como é mais fácil retirar petróleo da terra do que do fundo do mar, também é mais fácil acertar um blockbuster com um roteiro cheio de fantasmas, mocinhos que morrem e voltam para se vingar, castelos assombrados e vampiros do que limitar o espaço da narrativa a nossa vidinha sem graça.

Sim, a indústria do entretenimento tem ligações com o espiritismo, iluminatis e novarerismo, mas não os vende - USA.

Ou seja, o espiritismo SERVE, desde sempre, à indústria de entretenimento, mas isto NADA tem haver com proselitismo religioso, mas com dramaturgia.

E foi assim, desde os primórdios da literatura, da tradição oral, das estórias contadas em torno do fogo, que a fantasia vence a realidade e, se a indústria do entretenimento, que esta ai para ganhar dinheiro e não para fazer seguidores de religião alguma, tem uma estória que envereda para o espiritual, tenha certeza, a religião escolhida será a que melhor servir à dramaturgia.

De tal maneira que as manifestações da inventiva dos escritores e roteiristas, a partir de relatos, tradição e escritos de natureza “espirita” de certas culturas terminaram por construir mitos da classe dos fantasmas perturbadores / opressores que vão daqueles que arrastam correntes em castelos, passam pelos espectros de piratas em seus navios assombrados e chegam ao poltergeist.

O espiritismo da dramaturgia não está a serviço de nenhuma doutrina específica ou religião e pouco se parece com a maioria delas, tão somente serve ao roteiro, a estória. O espiritismo de Hollywood, se mescla com a parapsicologia, HQ e  pop music, como foi o caso Os Caça-Fantasmas. E com o que mais for necessário para o espetáculo: tradições do Halloween para uma série de personagens marcantes e até no sistema de crenças do Vodu afro-caribenhos para criar uma forma horripilante de levantar alguém dos mortos: os zumbis! 


Temos de tudo, exceto algum bom filme servindo a difusão da doutrina espirita kardecista. Veja o caso do filme ghost, por exemplo. Muitos disseram ver kardecismo ali. Espiritismo hollywoodiano, com certeza. Mas foi só. Segundo os kardecistas, não é esperado que um desencarnado manifeste-se logo após a sua morte, tanto mais tal qual um indiana Jones, como foi o caso o marido da linda Demi que travou nova batalha de morte com seu assassino. Whoopi Goldberg, de Chico Xavier, pode até ser, mas o resto é espiritismo de cinema.

Vadinho tenta psicograbunda a sua viúva.
Mesmo aqui no Brasil, no grande sucesso Dona Flor e Seus Dois Maridos, vemos apenas um arremedo de espiritismo e muita sacanagem baiana para dar o tempero na estória. Na trama, o candomblé faz alguma figura, mas tem pouco a dizer sobre a “doutrina” apresentada no filme. É só um pano de fundo, afinal a estória se passa na Bahia! Como em ghost, o defunto volta ao convívio desencarnado, prematuro e pelado! (filme brasileiro da década de 70, safadeza subentendida., risos).

O desencarnado peladão, Vadinho, foge muito do padrão apregoado por Chico Xavier, nem caridade, nem instrução, o que o defunto quer é matar a saudade da fogosa D. Flor e, nesta hora, a assombração sem-vergonha ganha até alguma carnalidade, risos. Kardec que se lasque com a sua doutrina! No cinema, entre Nosso Lar e D. Flor e sua moqueca, o defunto Vadinho foi para Salvador. Tá errado ele meu rei?

O mesmo roteiro teve adaptação para o cinema americano. Não fez grande sucesso. Não tinha vadiagem, não tinha peladões e nem moqueca, era de se esperar!

O papel de D. Flor foi repaginado para uma senhora nova-iorquina de libido controlada e coube a Sally Fields assumir o papel da viúva feliz. 

Bruno Barreto passou para os gringos a estória original, mas no fim das contas na versão americana o espiritismo acaba sendo aquele de Hollywood. Meu adorável fantasma (Kiss Me Goodbye) segue aquela doutrina da religião do cinema que diz que se o morto deixa algo a resolver antes da morte o mesmo vira fantasma e ronda sua casa, etc. No caso, o James Caan (ator que interpreta o marido morto) era dançarino, coreógrafo de maneira que não poderiam faltar sapateados fantasmagóricos (mas com humor... americano né?) e dança romântica do defunto com a esposa saudosa... Kardecismo? Xongas.

O que não xongas? A religião de Hollywood que provavelmente influenciou Jorge Amado, no livro e a Bruno Barreto, como diretor. Por exemplo, no espiritismo de cinema apenas algumas pessoas podem ver o espírito morto, os demais não. Mediuns são sempre figuras a quem os protagonistas recorrem para entender o que lhes está ocorrendo, mas em geral os mesmos acabam sabendo menos do que o protagonista. E pior: depois de confirmarem que há um fantasma em ação, viram figurantes e praticamente somem do enredo. E a esta altura o leitor perguntaria porque os médiuns não são os protagonistas? Meu irmão, você já viu algum médium bonito? Nem em Hollywood! Ou seja, doutrina espirita ZERO.

 Os médiuns eram um conceito que Hollywood, até bem pouco tempo,  interpretava  somente dentro da iconografia da tradição cigana: Bolas de cristal, baralhos e que tais. Provavelmente ,dada a familiaridade do público em geral com o universo  dos parques de diversão (carnivals) que tem presença forte na cultura americana. O interessante é que as tais médiuns (psychs) de parque de diversão são figuras teatrais, guardam semelhança com a sua tradição, mas estão a serviço do showbuzz, portanto se fantasiam e usam adereços exagerados. São personagens de trem fantasma.


Espiritismo Chapa Branca 

Sim, temos até um ou outro evento perdido de tentativa de proselitismo. O mais famoso foi a venda da religião de Shirley Maclaine, uma ação mundial. Mistura princípios do espiritismo e de “nova era”. Vocês se lembram dos cordões prateados das viagens fora do corpo e os tuneis de luz no momento da morte; tudo detalhado em matérias no Fantástico? Meditação, integração com o universo e toda aquela sopa de entulho místico... Uma fusão de ensinos metafísicos de influência oriental, de crenças espiritualistas, animistas e paracientíficas. Pois é! Jesus me defenda!

Mas o fato é que a coisa fica na superficialidade do Fantástico, pois quando se pretende oferecer um produto realmente doutrinário a estória fica chata e bolorenta e logo mudam o assunto para Mister M, Yuri Geller, ou qualquer outra coisa que satisfaça o conceito do sobrenatural como entretenimento.

Mas tem crente que é doido e fica procurando indícios de propaganda novaerista nos filmes... Claro que irá encontrar! O engodo da novaera é justamente a mistureba de tudo o que é sobrenatural / místico em dezenas de seitas. Eles bebem da mesma fonte que Hollywood sempre bebeu!

No Brasil também tivemos tentativas de espiritismo chapa branca, a maioria por parte da Globo, que tem diretores artísticos adeptos do kardecismo. Fazem a novela espírita, mas a coisa não vai para frente. A trama fica restrita. Os diálogos atados à doutrina. Coisa chata. O IBOPE cai e a direção recebe uma intervenção “de cima” (no caso do alto escalão da Globo, risos). A novela é reconduzida ao feijão com arroz e Kardec rola na tumba. O velho padrão maniqueísta assume o universo fantasmagórico. Sem grandes enrolações, o fantasma bonzinho beija a mocinha viva, um reencarna ou a outra bate as botas e em coisa de segundos terminam em um rala e rola numa cachoeira paradisíaca. Há sexo depois da morte! Já o fantasma malvado acaba sendo sugado para o inferno.

Eu me lembro de vezes em que a própria Federação Espírita reclamou do desenrolar de uma trama  da Globo que de início a mesma aprovou.


A Religião de Hollywood 

Não é exagero afirmar que o resultado do empréstimo de elementos de doutrinas de várias religiões pela dramaturgia acaba criando uma religião do cinema. Com uma doutrina um pouco fluida, é verdade. Hoje, por exemplo, Hollywood está voltada para Índia por questões comerciais e para o wicca  (bruxaria) que está na moda entre os adoslescentes. O vampirismo já está em início de queda. O budismo já esteve na moda, o espiritismo, novaerismo, etc.

Contudo, há uma base “doutrinária”, e esta, pasmem, encontra prosélitos entre milhões de pessoas que se mantem distante de um algum envolvimento religioso. Uma turma que gosta de dizer que acredita em alguma coisa, mas não se envolve com religião, gente que diz ter uma relação pessoal com Deus nas suas próprias bases, etc.

Uma das características mais marcantes da religião de Hollywood, depois de sua doutrina própria do espiritismo, é a sua grande deferência ao catolicismo, o que não faz o menor sentido do ponto de vista comercial ou demográfico (já que o público consumidor americano é protestante, na maioria, e o resto do mundo ocidental não se importa com isto, da forma como protestantes ligam), nem tão pouco da indústria, pois se fizermos um censo entre os que tem algum poder em Hollywood, são os nossos primos judeus os manda-chuvas da indústria, seja do capital, da produção (diretores, atores, roteiristas, etc.) ou distribuição.

Então, porque em todo filme do tipo “fim do mundo, profecia e anticristo” as catedrais, os padres, os cardeais e Roma tomam o centro da trama e os protestantes nem figuram na estória?

Não, por favor! Não se trata de propaganda  anti-protestante (nem mesmo subliminar, risos). Não é também uma ação orquestrada pelos Iluminatis que dominam o Vaticano e Hollywood. A verdade oculta é: O catolicismo com seus rituais, seus paramentos e liturgia, as obras de arte, o canto gregoriano, a monarquia, as ordens religiosas, o Vaticano, as catedrais monumentais, as catacumbas, etc. servem muito mais à dramaturgia do que qualquer outra expressão religiosa. No cinema, só padre faz exorcismo. Sem batina, igreja gótica, agua benta que queima? Nem pensar!

Dos segredos no confessionário ao celibato; do exorcismo comme il faut às ordens secretas; qualquer padre serve melhor a dramaturgia do que um pastor. Portanto, se o vampiro vier em sua direção, corra para uma igreja católica daquelas antigas, diz o roteirista de Hollywood. E o conselho é bom, pois se você correr para a igreja do Malafaia além de mordido no pescoço, acaba mordido no bolso!


No que creêm os que não creêm; senão nos filósofos da sessão da tarde 

É de espantar, mas os seguintes “dogmas” únicos da religião de Hollywood “colam” na população de tal maneira que muitos americanos e brasileiros acreditam nos mesmos, muito embora nenhuma grande religião de linha espírita os sustente:

Desconfiei desde o princípio...
• Beltrano morreu, agora virou anjo: O defunto morto passa às esferas celestiais onde passa a servir como anjo da guarda na proteção de sua família.

• Quando alguém morre com algum assunto pendente a resolver este alguém vira fantasma e, como tal, vai à luta.

• Só vão para o inferno os assassinos dos mocinhos do filme, os demais vão para um “céu” onde aprendem a lidar com seus medos. Resolvido o problema, voltam mais ricos, mais bonitos e sem medo de serem felizes.

• Certos fantasmas são capazes de se apossar do corpo de outras pessoas e passam a viver a vida destes até que alguém especial desfaça a magia. Somente os cães logo percebem que a pessoa oprimida (pelo fantasma) não é o seu dono.

• Existe um anjo da morte. Com grande mobilidade e poder, o Grim Reaper. Ele cuida do processo da passagem. Sua origem é Helênica, o barqueiro a quem se devia dar algum dinheiro para a viagem. O mito está em muitas culturas, mas a imagem mais cinematográfica, o esqueleto coberto por capuz é céltica e chega a Hollywood pela tradição galesa. Hoje, atrizes lindas podem fazer este papel, tradição da Playboy...

• Monastérios católicos são bons para filmes de mistério, mas se o protagonista foi tráido, machucado, detonado e precisa sarar, a opção é SEMPRE um monastério budista, aonde além de saudável, ele sairá um exímio lutador de artes marciais e dono de uma memória de biscoitos da sorte, claro!  

Ou seja,  para Hollywood: Cristo salva, mas só Buda sara, risos.

GEORGE BURNS o eterno deus.
• Transplantes de órgãos são envoltos em mistério. Corações carregam sentimentos após a morte (e antes?). Quem recebe um coração recebe junto os sentimentos românticos do falecido doador por alguém. Em alguns casos, desejos urgentes por projetos (deixados incompletos pelo falecido) e até as habilidades especiais do morto.

• GEORGE BURNS é a imagem de “deus”, por maioria dos votos dos roteiristas de Hollywood tendo atuado como tal em vários filmes. Depois de sua morte (do ator, claro), os atores no papel de  deus seguem mantendo a mesma construção de personagem criada pelo notável Burns: “deus” é piadista, sarcástico, impaciente (mas simpático), escolhe os mais improváveis para desempenhar papéis importantes e está sempre querendo tirar férias e, portanto, cansado de tudo e de nós. Meus caros, deus é dadaista!

deus politicamente correto
Outro aspecto interessante é que este deus (meio relacional, risos) não me parece  ter as coisas sob contrôle, para o desespero dos calvinistas. Mas fica na impressão. Na teologia, como em Hollywood, deus bom é deus arretado. Ele começa a estória um deus meia boca, simpaticão, relacional, com um ar meio blazê, contudo quando a estória avança, na hora H, este deus mostra que tinha tudo planejado, o desfecho é perfeito, nada é esquecido, tudo explicado e até o último fio de cabelo do cavalo do mocinho termina o filme penteado.

Quase 15 anos depois de sua última atuação, Burns, notadamente, influenciou Morgan Freeman em sua representação de deus. Freeman é o deus oficial de Hollywood atualmente. Já atuou como o altíssimo em diversas oportunidades. Dois filmes foram mais marcantes: um com Steve Carell e outro com Jin Carey. O deus de Hollywwod não costuma dar espaço para o livre arbítrio, quem assistiu Carell como um Noé moderno sentiu que a mão pesa e o camarada só tem duas opções no filme: ou constroi a arca ou constroi a arca. Ou seja, Morgan faz o mesmo deus reformado do seu antecessor Burns. Segue simpático e entediado, apenas se veste melhor e deixou de fumar charutos. Graças a Deus!

• As madrugadas na TV guardam perigos inimagináveis. Pra mim, o pior é o Valdemiro Santiago, mas como Hollywood o desconhece, afirma que o bicho pega mesmo na estática de um canal livre. Desde Poltergeist é perigoso olhar para a tela sem programa e, com o passar do tempo, TV na estática foi ficando cada vez pior. Teve filme com gente engolida pela TV, tal qual uma Alice pós-moderna, ETs mandaram sinais assim e, recentemente, surgiu uma nova modalidade de ser espírita, que é  comunicar-se com mortos através de aparelhos receptores elétricos.  Seria o kardecismo 2.0. Tal prática até rendeu um filme chato com o Michael Keaton que falava com a sua falecida através da madrugada na Band, risos. Eu resumo a coisa assim: TV de madrugada é perigoso mesmo. Entre o Malafaia e a Polishop, alguém te ferra. Melhor pegar um livro.

Alguém irá dizer que apenas ignorantes acreditam nestas coisas. No ano passado, por ocasião da trágica morte de seu filho, vítima de um ato de violência e irresponsabilidade,  a atriz Cissa Guimaraes, ao comparecer a um evento no mesmo local do acidente de seu filho afirmou às câmeras: Meu filho agora é um anjo. De lá do Céu, Agora quem cuida de mim é ele.




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