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Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) recua sobre a "bíblia gay" após pressão da mídia



A primeira notícia sobre a polêmica, sobre a cessão do texto bíblico por parte da SBB (Sociedade Bíblica do Brasil) ao projeto da "bíblia gay" foi veiculada pelo suplemento local de Veja Brasília.

Genizah soube desta nota e publicou a matéria a vista AQUI, denunciando mais este descalabro mercantilista da SBB que desde 2012 segue editando versões comentadas com conotações heréticas, como é o caso da "bíblia apostólica" e outras absolutamente indecentes, como é a tal da "bíblia do Thalles Roberto".

Após esta primeira repercussão, alguns portais cristãos trataram de repercutir e confirmar a notícia. A principio, a SBB negou ter cedido o texto. Contudo, alguns editores de sites entraram em contato com o pastor Marvel Souza, da Comunidade Refúgio de Brasília a fim de confirmar a notícia.

Ao portal Gospel Prime, o referido pastor afirma  "que ficou dois anos pleiteando a autorização junto à SBB. Recebeu a Cessão de Direito para a Utilização em maio de 2014. Contudo, mesmo com contrato assinado a Sociedade Bíblica voltou atrás após a divulgação da imprensa. O pastor diz que houve consenso entre ele e a SBB após “os levantes por parte de grupos religiosos tradicionais que pressionaram a Instituição a desfazer o contrato!”.

Segundo informações apuradas por um colaborador do Genizah em Brasília, o pastor estaria de posse, tão somente de uma carta de intenções entre as partes (SBB e os editores da "bíblia gay"), não de um contrato assinado, mas um documento minimamente necessário para que os editores da versão brasileira da "bíblia inclusiva," pudessem negociar com os detentores internacionais dos direitos das notas e comentários bíblicos contidos na tal "bíblia gay". O editor pretendia batizar a versão brasileira  da publicação de Graça sobre Graça e buscar atingir outros grupos oprimidos.

Outra publicação de natureza semelhante é versão da bíblia gay em inglês que se utiliza do texto da King's James, dai o apelido de "Queen James Bible". Acredita-se que a versão em questão se utilizaria dos mesmos comentários e notas de apologética homossexual desta publicação, mas usando por base o texto bíblico na versão da Almeida Revista e Corrigida (ARC) cujos direitos pertecem à SBB.

O pastor Marvel Souza afirmou que pretende seguir perseguindo o objetivo de editar a bíblia gay em português brasileiro e, para tal disse que irá tentar obter outras versões do texto bíblico ou até, se inevitável, recorrer a parafrases. 

Salvos pelo gongo


Com este desfecho, a igreja evangélica escapa, por hora, de mais este escândalo envolvendo a SBB. Mais uma vez, Genizah lamenta profundamente a governança dada à SBB nestes dias e segue louvando os  irmãos sérios na fé fazem pressão sobre os atuais gestores da entidade a fim de que se arrependam e persigam uma direção digna na proteção da sã doutrina, conforme Tito 1:9,  não mais a via mercantilista. 








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