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Site do dep. Marco Feliciano é invadido. Malafaia apronta e sobra pra quem estava quieto




Site do pastor Marco Feliciano foi invadido por hackers da militância gay. A página central exibe a imagem que ilustra a matéria enquanto toca uma paródia da canção I will survive, sucesso na voz de Gloria Gaynor e que se transformou uma espécie de hino da causa LGBT. A canção, não a paródia.

Quem achar que deve, pode conferir a paródia (atenção: extremamente pornográfica)  AQUI, caso o site já tenha sido recuperado (até as 17:10h de 7/06/15 seguia invadido).

Indubitavelmente, Marco Feliciano esteve envolvido em diversas polêmicas com a comunidade LGBT e já foi alvo de diversos ataques e assédios de militantes (protestos na rua, na porta de sua igreja, no avião, etc.), mas nesta quizumba do boicote ao O Boticário, Feliciano é totalmente inocente. De fato, esta semana, durante toda campanha de ódio de Silas Malafaia, o perfil de Marco Feliciano seguiu postando versículos bíblicos sobre amor, refrigério em Deus e outros. 

Feliciano não participou da campanha de boicote ao O Boticário


Aliais, diga-se, não foi apenas o perfil de Marco Feliciano que ignorou a celeuma em torno do anúncio dos Dias dos Namorados de O Boticário. A imprensa em geral não fez o dever de casa e faltou em acusar que a bancada evangélica em geral se fez de morta durante a campanha do boicote ao O Boticário. 

Circula à boca pequena no Congresso um certo ressentimento em relação a Silas Malafaia e a forma como ele agiu durante a campanha contra a novela Babilônia e o seu beijo lésbico octogenário. Na ocasião, Malafaia entrou no episódio, de carona, depois que alguns parlamentares evangélicos se manifestaram nas redes sociais e logo tratou de passar à frente do movimento. Iniciou uma ladainha sem fim, dedicou um de seus programas de TV ao episódio e obteve os seus apoios. Contudo, em alguns dias, surpreendentemente, Silas começa a ligar para a deputados e senadores da bancada evangélica a fim de que todos dessem uma trégua no assunto. Ou seja, abafou o caso. Dias depois, lá estava Silas Malafaia, todo pimpão, no centro das atenções, debatendo no programa Na Moral da TV Globo. Pegou mal. 

Igreja Evangélica não tem nem papa, mas tem muitos príncipes. Cabeça que se levanta para a coroa, sempre acaba cortada.





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