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O BOM CRENTE ORA POUCO

Antônio Carlos Costa

Orar muito é sinal de novo nascimento? Nem sempre. A Bíblia nos apresenta patifes, fariseus e demônios orando: "Se nos expeles, manda-nos para a manada de porcos" (Mt 8:31).

Passar longos momentos em oração pode denotar a presença de forte espírito pagão na vida daquela que ora: "E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios: porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos" (Mt 7:7). 

O pagão (gentio) é aquele que se relaciona com Deus sem a mediação do evangelho. A marca do paganismo é trabalhar duro para chamar a atenção da divindade. O Senhor Jesus veio ao mundo para revelar um Deus descomplicado, doce e bom. Não precisamos falar muito para que nossa súplica tenha valor e seja ouvida.

Cristo ensinou seus discípulos a orar. Orar é o primeiro exercício da fé verdadeira. Passamos a crer e, imediatamente, somos levados a falar com aquele em quem agora, pela primeira vez na vida, confiamos.

Cristo passava longos momentos em oração. Porque amava o Pai. Assim deve ser conosco. Orar por deleite, saudade, dependência, gratidão e encanto.

Que a beleza desse Deus o mova a passar longos momentos em oração, mas sem jamais se esquecer que a oração mais simples e breve é acolhida por -aquele que tem como música para os seus ouvidos ouvir seus filhos se dirigirem a ele em fé e amor.


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