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O cigarro ungido e a loló de Manassés


-E ai pagou o pano de Manassés?
-Paguei apóstolo.

Que tal a erva?
- Ih! Esta aqui é "da lata"santidade..  
Cafunga ai meu filho!

-Agora cheira esta cola ungida aqui!
-Ih pastô, parei com o cigarro... Só quero esta cola ungida ai!

- Cai dentro ai, ai tia!



A ultima heresia do pacote de horrores da "Plenitude de Deus"é esta campanha para largar o cigarro.

Vestido de panos de saco (Para! Vou me borrar de tanto rir!) o apóstolo entrega um cigarro ungido ao viciado para que este o fume em pleno altar, dando longas baforadas. Depois, o néscio apresenta um pano da campanha ($$$$) de Manassés que lhe é posto na cara a fim de completar o ebó evangélico.

É aquela velha interpretação dos pontos de contato da fé, armadilha da idolatria que nos acompanha desde a idade média, quando havia quem passasse merda na cara para curar doenças espirituais... Coisa que a ICAR enterrou - não tem muito tempo, é verdade - nos seus episódios mais degradantes e os evangélicos ressuscitam.

E eu achando que os apóstolos apenas fumavam maconha estragada... Agora eles puxam a muamba nos púlpitos das igrejas. Por isto não canso nunca de repetir desde 2008, a ponto de ser copiado: Apóstolo bom é apóstolo morto.

Danilo Fernandes

E comentou meu amigo Hermes Fernandes no seu perfil:


A Plenitude da Idiotice! Um autoproclamado apóstolo unge os cigarros acesos no púlpito de sua igreja. Até onde vai a insanidade de uma fé desprovida de conhecimento? Sinto-me envergonhado e enojado daquilo em que se tornou o evangelho. Parafraseando Richard C. Halverson, "No início, a igreja era um grupo de homens centrados no Cristo vivo. Então, a igreja chegou à Grécia e tornou-se uma filosofia. Depois, chegou à Roma e tornou-se uma instituição. Em seguida, à Europa e tornou-se uma cultura. E, finalmente, chegou à América e tornou-se um negócio." Eu complementaria: quando chegou ao Brasil, tornou-se neste circo de horrores.

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