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Mais um caô gospel. Menino que disse que foi ao Céu mentiu para crentes tolos batererm palmas



Garoto que foi ao Céu contou a estorinha para obter atenção
E editores ganharem dinheiro!

Eu li o livro editado no Brasil pela CPAD (fui presenteado pela editora) e achei absolutamente fantasioso. Lamentei a escolha da competente casa publicadora, que quase sempre acerta. 

Na minha opinião,  o livro não acrescentava absolutamente nada e, a bem da verdade, apenas contribuía para a infantilização do crente exposto àquele lixo. Contudo, ao comentar isto com outros leitores, fui muito repreendido, acusado de cessacionista e até de ateu!

Acredito em milagres. Creio no Deus vivo que é Senhor da história, mas ao observar este tipo de "mover", busco logo as marcas de Cristo e, ali, não as vi. Aliais, se Deus quisesse mandar gente ao Céu para depois devolver para contar a "estória", teria liberado o Apóstolo Paulo a fazê-lo. No entanto, o fez manter segredo sobre o que viu e fez, permitindo que o mesmo revelasse pouquíssimo sobre a sua experiencia. 

Livros como este, constroem fantasias tão patéticas sobre o porvir que contribuem decisivamente para o questionamento da fé de quem não é néscio.

Lamento ainda mais o interesse dos crentes por este tipo de baboseira e o pequeno esforço despendido na direção da teologia reformada. Aos que se interessam sobre as questões relativas ao porvir, indico os livros e palestras acerca da chamada teologia da Glória do Dr. Heber Carlos de Campos.  

- Danilo Fernandes

 A matéria é o UOL.



O adolescente Alex Malarkey, 10 anos, desmentiu, cinco anos depois, a história contada no livro "O Menino que Voltou do Céu" (Ed. CPAD, 2010), onde relata sua viagem até o paraíso, o encontro com Deus e o retorno à vida. A notícia foi publicada no site do jornal "New York Daily News".

A suposta viagem ao céu teria ocorrido em 2004, após um gravíssimo acidente de carro quando ele tinha seis anos e que o deixou tetraplégico. Na ocasião, Alex ficou dois meses em coma e segundo seu relato, ele foi encaminhado por anjos até o paraíso.

"Eu não morri. Eu não fui para o paraíso", escreveu em uma declaração oficial. O impressionante relato de Alex fez o livro entrar na lista dos mais vendidos do jornal "The New York Times" e virou até filme. "Eu disse que fui para o paraíso porque eu acho que estava querendo atenção. Quando eu fiz aquilo, eu nunca tinha lido a Bíblia. As pessoas têm lucrado com mentiras. E continuam lucrando", completou.

A obra, inclusive, ajudou a inaugurar um novo filão literário, batizado pelo "The New York Times" como "heavenly tourism" (algo como turismo celestial). O filão já conta com best-sellers como "O Céu é de Verdade", "90 Minutos no Céu", "Cenas do Além" e "Meu Tempo No Céu", todos relatando viagens ao paraíso.

"Nada escrito pelo homem pode ser infalível", escreveu Alex. "Eu quero que todo o mundo saiba que a Bíblia é suficiente. Aqueles que comercializarem esses materiais devem ser chamados a arrepender-se e ter a Bíblia como suficiente".

A editora americana da obra, Tyndale House, disse ao jornal "Washington Post" que o livro será retirado de todas as livrarias e não será mais vendido. A edição brasileira está esgotada no fornecedor.

A mãe do garoto criticou a comercialização do livro e em uma declaração publicada em seu blog pessoal ela diz "É ao mesmo tempo intrigante e doloroso ver o livro não só continuar a vender mas, em sua maior parte, não ser questionado".







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