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Sete gols melhores


O vislumbre de um sonho de país que deixa de ser "o da bola" e se transforma no "do livro e da ciência".

No futebol, o Brasil tomou de 7 da Alemanha e já não somos mais o pais do futebol. Sempre fomos muito abençoados na seara dos craques, sem que tivéssemos que investir absolutamente nada para colher bons frutos. Ao contrário, o pais sempre adotou o extrativismo mais destrutivo possível: os piores dirigentes, corrupção desenfreada, exportação irresponsável de craques e a pior gestão possível. Até a taça do mundo conquistada a duras penas, deixamos ser roubada e derretida. E a Copa das Copas? Um péssimo investimento para um pais com tantas necessidades.

Curiosamente, depois da Copa do apagão, o país está sendo surpreendido por uma colheita muito incomum nesta terra que de tudo dá, até o que não se planta: Gênios da ciência.

Em um país que investe tão pouco em educação e produção cientifica e, ainda, incentiva o desempenho deletério com a aprovação compulsória, constatar que no nosso pé de limão brabo há maças doces para colher é uma alegria que compensa o sonho do Hexa que virou o pesadelo do Hepta. É coisa que só se explica pela Graça de Deus moldando o esforço tenaz de poucos, mesmo contra tudo e todos!



No últimos dias, Artur Ávila, matemático brasileiro, conquistou a Medalha Fields, o premio máximo da Matemática. O equivalente a um Nobel (que não premia Matemática) e, como se já não fosse o bastante, nossa goleada cientifica seguiu com a conquista de cinco estudantes secundaristas brasileiros (Allan dos Santos Costa, Daniel Charles Heringer Gomes, Daniel Mitsutani, Pedro Guimarães Martins e Felipe Vieira Coimbra) que conquistaram a medalha de prata por equipe na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica organizada e encerrada no último dia 10 na cidade de Suceava, na Romênia. O grupo também abiscoitou duas medalhas de bronze e três menções honrosas.

Somando a medalha de Ávila com as seis medalhas (e menções) dos meninos, temos uma marca de 7 para fazer sombra aos 7 petardos alemães. Mais do que isto: Há o vislumbre de dias melhores para um pais que poderia investir mais em escolas e menos em estádios.

Em tempo:


Um dos jovens campeões da ciência, Daniel Charles Heringer Gomes, 15 anos, é filho do Dr. Davi Charles Gomes, chanceler da Universidade Mackenzie. 

Aliais, Daniel junto com o seu irmão gêmeo Rafael Charles Heringer Gomes são atletas multi-medalhados em olimpíadas escolares, tendo conquistado diversas medalhas em matemática, português, astronomia, física, etc. São, enfim, atletas de “decatlo científico”! Nossos parabéns aos rapazes!



Danilo Fernandes, para o Genizah




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