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Série Especial: As religiões bizarras...



Igreja dos adoradores do Prince Philip

O Movimento do Príncipe Philip é um culto da tribo Yaohnanen no Sul da Ilha de Tanna, em Vanuatu. Eles acreditam que Prince Philip, marido da rainha Elizabeth II e Duque de Edimburgo, é um ser divino, o filho de um espírito da montanha irmão de John Frum. De acordo com os contos antigos, o filho viajou sobre o mar para uma terra distante, se casou com uma mulher poderosa e que voltou no tempo. Os aldeões observaram o respeito concedido à rainha Elizabeth II pelas autoridades coloniais e chegaram à conclusão de que seu marido, Prince Philip, era filho de suas lendas.

Esse movimento começou em 1950 e as crenças foram reforçadas pela visita oficial do casal a Ilha de Tanna em 1974 quando alguns aldeões tiveram a oportunidade de ver Prince Philip de longe. Ele, sabendo da religião que o tomava como Deus, trocou presentes com os nativos, e até chegou a visitar a tribo.



Religião de Pessoas com Poderes Cósmicos de Luz

Também conhecida como Pessoas do Universo, em tcheco se escreve “Vesmírní lidé sil sv?tla”, é um movimento religioso centrado em torno do checo Ivo A. Benda. Seu sistema de crença é baseado na existência de civilizações extraterrestres comunicando com o fundador e outros “contracteantes”, desde o ano de 1997, de modo telepático, sendo que mais tarde, eles relataram ter contato físico e pessoal. Segundo Benda, o fundador, essas civilizações operam com naves espaciais liderado por Ashtar Sheran, que orbita a Terra. Eles vêem de perto e ajuda os bons e estão apenas aguardando para transportar seus seguidores para uma outra dimensão. Os ensinamentos dessa religião, incluem vários elementos ufológicos, cristianismo (como se Jesus fosse apenas uma fina vibração) e teorias conspiratórias (as forças do mal estão fazendo planos para estraçalhar a população).





A teologia da prosperidade (dita evangélica) ou confissão positiva.

Esta religião lançou suas bases na leitura herética das Sagradas Escrituras por Kenneth Erwin Hagin, autor de O Toque de Midas e um dos principais expoentes do Movimento Palavra de Fé: Uma falsa doutrina que retorna a fé pela fé e transforma as Escrituras em um rol de de promessas escritas por um “deus” menor. Versos interpretados fora de seu contexto histórico, social ou de qualquer espécie, mas na literalidade, com validade para a aplicação imediata por coerção da fé declarada.

Bem assim, pode aquele que subscrever tal crença, independente de qualquer coisa ou concessão dada pelo subscritor (o “deus”) das referidas promessas, tornar-se credor das mesmas e, por: enfatizar dizer, declarar, ou confessar positivamente tais versos encontrados na Palavra de Deus, torna O Autor das promessas obrigado a cumpri-las, em menor prazo possível, ou em função do "tamanho" da fé do credor ou de sua determinação em "tomar posse" das promessas a que faz jus - Tudo chancelado, por direito de posse, garantido pelo sacrifício de Jesus na Cruz, que não é apenas expiatório e salvifico, mas a garantia fiduciária das promessas de prosperidade e abundância dos crentes neste mundo.

Jesus, portanto, morreu na Cruz, para todos os efeitos deste mundo e do presente século, para que os crentes tenham BMWs e mansões e seus pastores aviões e helicópteros.

A evolução doutrinária desta religião se dá pela contribuição de expoentes como Mike Murdock e Morris Cerrullo que ensinam lições de sabedoria inspiradas na Bíblia em reforço à fundamentação mística de técnicas de auto-ajuda, em especial, a programação neurolinguistica, visando oferecer aos seguidores um impulso extra de ordem religiosa às técnicas de liderança e sistemas cooperativos e motivacionais.

Crente vitorioso pronto para receber a coroa de Salomão em evento de Renê Terra Nova.

Os mentores desta estranha religião não hesitam buscar exemplos de grandes lideres bíblicos em diversas áreas (Salomão, riqueza; José, perseverança e liderança; Salomé, sensualidade e astúcia; etc.) de forma a reforçar positivamente determinados comportamentos dito "vitoriosos" (ou posturas pró-ativas na direção de objetivos financeiros, sociais, empresariais e outros) devidamente cercados de forte aura de misticismo de inspiração veterotestamentária e, se necessário, fazem uso de conceitos de outras fontes como: a cabala, a numerologia e outros conhecimentos ocultistas.

De forma a obter lucros na exploração destas idéias e práticas, os líderes desta religião vendem livros, seminários e, mais recentemente, liberam "unções" especiais (alegadamente vindas de "deus") em troca de altas somas de dinheiro. Tais unções prometem a transferência de poder mistico do lider para o comprador e podem ser destinadas ao público em geral ("unções financeiras" e "unções de salvação para entes queridos") ou a ministros de diferentes escalões de poder "celestial", dando ao comprador os poderes místicos do vendedor, como foi no caso recente em que Morris Cerrullo "ungiu" Renê Terra Nova com a "unção de Abraão", promovendo-o de apóstolo à paipóstolo e PATRIARCA.

Os principais expoentes desta nova religião utilizam-se dos mais poderosos instrumentos de programação neurolinguistica, entre estes: os desafios pessoais, onde o "crente" coloca-se em situação de buscar objetivos difíceis, desafiado (pela "fé") por apostas de alto risco e forte estimulo externo de seus líderes. Na religião da confissão positiva, estes estímulos são sempre financeiros. O desafiado é levado a investir dinheiro na “cobertura espiritual” de seu líder, em troca de apoio espiritual para o cumprimento de suas idéias e projetos pessoais.

Para o líder carismático, contudo, o tal “propósito”, também chamado de plantar sementes, torna-se fonte de renda, um negócio de alto rendimento impulsionado através de propaganda de massa com forte emprego de técnicas de hipnose, reforço e motivação, mensagens submilinares e terrorismo psicológico. Tudo disfarçado de programação televisiva de cunho religioso, desviando a atenção do poder público e de muitos inocentes úteis nas hostes evangélicas acreditando que alguns poucos minutos de sã doutrina na pregação do Evangelho e o entoar de alguns louvores de orientação antropocêntrica nos intervalos de horas de cassino religioso na TV justificam o apoio velado aos ministérios envolvidos: "Ao menos falam de Jesus..."


Franqueadores fornecem know-how, marca e tradutores especializados, mas não se responsabilizam pelo lixo tóxico.

O grande mal desta prática é
o estimulo da construção da fé nas bases irreais de uma interpretação ardilosa das Sagradas Escrituras, o que, certamente, levará à apostasia aqueles que tiverem seus sonhos frustrados. Ademais, carrega os prosélitos a um falso entendimento do Evangelho, que incentiva crenças em falsas promessas, estimula entendimentos equivocados e não leva ao arrependimento e a transformação pessoal necessários à salvação, ao contrário, dissemina o engano e a condenação. Isto, sem contar a repulsa dos não convertidos à Fé verdadeira, função do péssimo testemunho.

A disseminação desta religião se dá por sistema de franchising onde o detentor do know-how do logro religioso coopta líderes religiosos do terceiro mundo, em geral engajados em teologia frágil, frustrados na busca da liderança denominacional e ambiciosos ao extremo.




Aos franqueados da religião de mamon, os detentores do sistema oferecem apoio logístico, participação pessoal e “endorcement internacional" às campanhas de arrecadação, baseadas em sementes de prosperidade e liberação de bençãos financeiras. Ademais, oferecem subsídios de reforço moral para realizações pessoais, tais como a compra de jatinhos e mansões. Tudo após os pagamentos de royalties, claro. Exemplo de sucesso no Brasil: Silas Malafaia.



Danilo Fernandes viu as referências às estranhas religiões acima no Jornal da Ciência,
exceto a última que é do Genizah mesmo.




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