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PÚLPITO NÃO É PALANQUE - E NEM LATRINA



Por Carlos Fernandes


Reinaldo Azevedo é um colunista da Veja que, volta e meia, escreve sobre religião. E escreve com base em fatos, como um bom jornalista deve fazer. Agora, que se aproxima mais uma eleição, vale demais à pena você, que é membro de igreja evangélica, investir - isso mesmo, investir, e não perder - uns três minutinhos para ler o artigo.


Neste LINK: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/dilma-os-evangelicos-os-politicos-deus-e-o-capeta/




É possível que, depois disso, você passe a fazer como eu toda vez que meu pastor leva um candidato ao púlpito de minha igreja: eu simplesmente me levanto, à vista de todos, dou-lhe as costas e saio do recinto. Volto logo depois. 

Infelizmente, isso tem acontecido na minha igreja, a Maranata, e essa tem sido minha atitude, que é do conhecimento dos meus líderes. Nada tenho contra política (aliás, gosto de política) e contra um cristão almejar cargo eletivo. Se minha vida fosse diferente em alguns aspectos, inclusive na questão tempo e dinheiro, eu mesmo me candidataria, pois acho que eu até seria um bom parlamentar. Mas usar púlpito de igreja para apresentar candidato, orar por candidato ou pedir votos para candidato é errado. É usurpação indevida do culto a Deus e apropriação inadequada da plateia, já que, em um culto, não se espera que algum espectador se levante para fazer perguntas, questionar ou protestar contra o candidato. 

Como dizem os mais jovens, pronto, falei.


Carlos Fernandes é editor da revista Cristianismo Hoje


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