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A prestigiada organização Atos 29 desliga o pastor Mark Driscoll e recomenda que ele "se trate"

Em comunicado a seus membros, a Atos 29 informou que o pastor Mark Driscoll e a sua comunidade a Mars Hill Church de Seatle, Estados Unidos, estavam sendo desligados da organização.

Entre outros petardos, o board da Atos 29 recomenda que o pastor Mark também se desligue da liderança de sua igreja e busque "ajuda" -uma declaração enigmática insinuando que Driscoll se encontra debilitado e desorientado na esfera emocional e espiritual.

O fato é ainda mais surpreendente quando se considera que até 2012 Driscoll presidiu a organização e foi um dos responsáveis mais diretos por seu reconhecimento. 

A Mars Hill emitiu nota de apoio a seu pastor em um tom que foi considerado extremamente refratário ao acolhimento de críticas, as quais, convenhamos, são consideradas procedentes pela maioria esmagadora dos observadores.

Driscoll, que foi um pastor representando grande esperança na comunidade reformada, se transformou em um bufão da mídia se envolvendo em diversas polêmicas a partir de declarações impensadas de cunho homofóbico, racista, machista, para além de algumas heresias impensáveis para um pastor reformado. Porquanto se entenda o gosto de boa parte dos pentecostais por personalidades polêmicas, como Silas Malafaia e Pat Robertson, sempre envolvidos em balburdias da mídia, os reformados, em geral, desprezam este tipo de atitude personalíssima e buscam o equilíbrio e o profundo comprometimento com as Escrituras,  entre os atributos desejáveis para seus líderes, para além, obviamente,  das recomendações observadas em Tito 1 . 

Driscoll enfrenta acusações de plágio em alguns de seus livros e, recentemente, foi acusado –sendo réu confesso- de manipular a lista de best-sellers do Jornal NY Times em favor de seu livro a partir de compras falsas realizadas por empresa de marketing.

O site estadunidense da Christianity Today traz matéria (em inglês) completa sobre o caso.

Práticas de Seita na Igreja de Driscoll



Há alguns dias atrás, o Genizah tomou conhecimento de novas acusações envolvendo o pastor. Estamos resumindo e traduzindo os documentos contidos em blogs apologéticos estadunidenses. A principal peça é  um dossiê elaborado por um ex-membro influente da Mars Hill Church acusando (e demonstrando com provas contundentes) a Mars Hill de uma série de práticas típicas de seita, incluindo a idolatria cega ao pastor Mark. Em um dos documentos, é possível conferir  um tipo de KIT de exposição de pecado: Um modelo de carta de confissão pública -detalhada- de pecados do membro em disciplina (sexuais, morais, etc.), penalidades para o pecado (uma versão evangélica das penitencias católicas) e um tipo de périplo de humilhação pública, ao qual, o membro pego em pecado deve se submeter na Mars Hill, caso seja acusado de prática considerada libidinosa. Na nossa avaliação , até mesmo Neusa Ytioka consideraria a prática disciplinar um exagero, um ato do santo ofício do século XVI. 

Segundo um dos mais mordazes críticos de Driscoll, o que difere o pastor moderninho do doidivanas no Jin Jones - aquele pastor que levou sua comunidade ao suicido coletivo na década de 70 em uma comuna nas Guianas- é o corte de cabelo de adolescente e o êxodo para a América do Sul.

São dias perversos.
Livra-nos deste tipo de liderança, Senhor!



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