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Ativistas denunciados por incitação ao ódio contra evangélicos; Ontem na Câmara dos Deputados


Exclusivo
REDAÇÃO


Ontem presenciamos mais uma evidência da truculência da militância LGBT e dos ativistas da defesa do ensino da perniciosa da ideologia de gênero nas escolas contra os  evangélicos.

A assessora parlamentar Dr. Damares Alves, conhecida dos cristãos por sua defesa em favor dos valores da família e contra as investidas dos ativistas LGBT na educação escolar foi agredida verbalmente por militantes que gritavam a plenos pulmões na entrada do plenário da Câmara:

“TODOS OS EVANGÉLICOS DEVEM SER QUEIMADOS VIVOS EM UMA FOGUEIRA”.

A ocorrido  foi registrado em boletim de ocorrência (048/2014) no Departamento de Policia Legislativa da Câmara dos Deputados.

Damares Alves e o editor do Genizah, Danilo Fernandes, na Câmara dos Deputados


A seguir o relato dos fatos como enviado pela Dra. Damares ao editor do Genizah:


No Plenário 5 acontecia a votação do PNE - Plano Nacional de Educação. Por meses trabalhei assessorando os parlamentares para que fosse retirado do texto final a obrigatoriedade do ensino da ideologia de gênero nas escolas do Brasil.
Todos conhecem minha posição sobre o tema.

Vencemos! A obrigatoriedade foi retirada. O texto do senado era bem melhor, fala de combate a todo tipo de preconceito e não só o de gênero.

Eu acompanhava a votação deste item do PL de fora Plenário, ele estava lotado. Mas eu estava ali por perto, caso algum deputado precisasse de minha ajuda.

No final da votação do artigo sobre gênero fui ao Plenário pois nossos deputados ainda tinham outros artigos para votar. Fui orientá-los. É meu trabalho.

Não fiquei no Plenário mais que seis - oito minutos. Os ativistas pró-ideologia de gênero que estavam presentes, já com os ânimos alterados por terem perdido na votação, me viram orientado os parlamentares cristãos. Ao tentar sair do Plenário um ativista foi em minha direção e disse: "TODOS OS EVANGÉLICOS DEVERIAM SER QUEIMADOS VIVOS EM UMA FOGUEIRA NO BRASIL". [...]

Havia ódio no rosto e nos olhos dele. Pedi que ele repetisse o que disse. Cogitei ter entendido errado. Ele repetiu por mais duas vezes. Quando percebi a gravidade do que ele falava pedi que falasse alto para mais pessoas ouvirem, pois só os que estavam muito perto ouviram, mas ele não teve coragem.

No entanto, para minha surpresa, outro ativista que estava ao lado [...] começou a berrar: “TODOS OS EVANGÉLICOS DEVEM SER QUEIMADOS VIVOS EM UMA FOGUEIRA”; Gritava ainda que somos uma desgraça para a Nação e que temos que ser exterminados (sic).

[...]

Os policias legislativos viram e identificaram que havia incitação ao ódio e entenderam que eu corria perigo pois o Plenário estava lotado de ativistas. Os policiais foram em meu socorro; Fomos todos conduzidos para a delegacia da Câmara. 

Foi feito um Boletim de Ocorrência o os policias legislativos depois de meu depoimento me escoltaram de volta até meu local de trabalho pois eu ainda corria risco de ser agredida dentro da Câmara. [...] Eu estava só fazendo meu trabalho de forma muito discreta, como faço todos os dias na Câmara. Sou uma senhora, estava em uma situação vulnerável, pois no local por onde passei dentro do Plenário eles eram maioria [...] Eu poderia não ter feito nada, poderia ter dito aos policias que eu estava bem, que era só mais uma manifestação calorosa. Mas tudo que ouvi me incomodou de verdade. Não é a primeira vez que ouço: “morte aos evangélicos”. Mas desta vez senti que algo tinha que ser feito. [...] Não vou ficar apenas no Boletim de Ocorrência, quero continuidade, quero vê-los processados por crime de ódio.


No vídeo a seguir, o deputado evangélico Arolde de oliveira denuncia a violência dos ativistas LGBT e as agressões sofridas ontem por sua assessora:





O mais novo Cardeal da ICAR, Orani resume a questão em mensagem dirigida aos cristãos:

Convergência. Orani: Ideologia revolucionária, sorrateira e perigosa.
O documento a ser votado contém, no entanto, uma afronta às famílias brasileiras responsáveis pelas novas gerações, pois introduz, oficialmente, no ensino nacional a revolucionária, sorrateira e perigosa “ideologia de gênero” desmascarada mais de uma vez por estudiosos de renome.

É importante saber que a palavra gênero substitui – por uma ardilosa e bem planejada manipulação da linguagem – o termo sexo. Tal substituição não se dá, porém, como um sinônimo, mas, sim, como um vocábulo novo capaz de implantar na mente e nos costumes das pessoas conceitos e práticas inimagináveis.

Nesse modelo inovador de sociedade, não existiria mais homem e mulher distintos segundo a natureza, mas, ao contrário, só haveria um ser humano neutro ou indefinido que a sociedade – e não o próprio sujeito – faria ser homem ou mulher, segundo as funções que lhe oferecer.

Vê-se, portanto, quão arbitrária, antinatural e anticristã é a ideologia de gênero contida no Plano Nacional de Educação (PNE) e que por essa razão merece a sadia reação dos cristãos e de todas as pessoas de boa vontade a fim de pedir que nossos representantes no Congresso Nacional façam, mais uma vez, jus ao encargo que têm de serem nossos representantes e rejeitem, peremptoriamente, a ideologia de gênero em nosso sistema de ensino.

Objetivando esclarecer os leitores de Genizah que desconhecem a questão, a Ideologia de Gênero é uma proposta defendida e conduzida por elementos do PT e que, oferecida com a embalagem de "luta contra o preconceito", quer doutrinar as crianças nas escolas na cartilha da libertinagem sexual.




 

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