681818171876702
Loading...

Projeto oferece terapia religiosa como opção a prostitutas

No Arizona, EUA, a prostituição é considerada crime. Projeto de 2011 oferece terapia como opção às prostitutas que não 'quiserem ir para cadeia'


No projeto, as mulheres recebem cuidados de saúde, moradia e instruções religiosas para mudarem de vida. Foto: Getty Images
TERRA

A prostituição é considerada crime no Estado da Arizona, nos Estados Unidos, mas um programa entre a polícia e servidores sociais, chamado Projeto ROSE, tem trazido novas opções às prostitutas - que não seja a prisão. Segundo informações do site de notícias americano RT, desde 2011, a polícia da cidade de Phoenix faz varreduras nas ruas e na internet em busca de trabalhadoras do sexo, porém, ao encontrá-las, em vez de leva-las à prisão, elas são levadas algemadas para uma sala da Igreja – onde recebem instruções sobre o programa ROSE e podem escolher se participarão ou não.

No projeto, as mulheres recebem cuidados de saúde, moradia e instruções religiosas para “mudarem de vida”. Criado pelo professor de Sociologia e diretor do escritório de pesquisa sobre a Intervenção no Tráfico de sexo, Dominique Roe-Sepowitz, o ROSE já ajudou mais de 350 pessoas desde seu início.

De acordo com o site, um policial da cidade de Phoenix contou que o projeto oferece ajuda para o problema de prostituição, que é complexo, uma vez que, quando eram presas, as prostitutas eram rapidamente resgatadas pelos “cafetões” e voltavam às ruas.

Porém, ativistas a favor do direito à prostituição dizem que o programa não dá opções às trabalhadoras do sexo e é uma forma de obrigar as mulheres a seguirem doutrinas religiosas e de fazerem escolhas. Segundo alguns manifestantes, o ROSE “impõe moralismos”.

Uma prostituta ativista disse que já passou pelo projeto, mas que saiu porque eles não retratam a prostituição de forma realística, trazendo informações erradas. “Eu sou prostituta e não tenho vergonha disso. Eu não conseguia falar sobre este meu sentimento no projeto ROSE. Eles não falam, mas eu tenho direito sobre meu corpo”, concluiu.






 

prostituição 3226086205448793047

Postar um comentário

Página inicial item

Siga por e-mail