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Marcha para Jesus no MS reúne 40 mil e Malafaia dispara contra gays

Malafaia conclamou os presentes a "parar de ser trouxa"                   (foto: Marcos Ermínio)

CAMPO GRANDE NEWS




A Marcha para Jesus reúne cerca de 40 mil pessoas pelas ruas de Campo Grande nesta segunda-feira (26), segundo estimativa da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito). Presença mais esperada no evento, o pastor Silas Malafaia não se preocupou com polêmicas, e disparou fortes palavras contra os homossexuais e o casamento gay no Brasil.

Durante o discurso, o pastor chegou a taxar de “abominação” o casamento gay, segundo ele “integrado com a safadeza”, e defendido por ateístas e anarquistas.

Sempre muito aplaudido durante o discurso, realizado na Praça do Rádio, Malafaia conclamou os presentes a “deixarem de ser trouxas”. “Nós declaramos que vamos tomar posse dos meios de comunicação, das redes de internet, do processo político, nós vamos fazer a diferença, vamos influenciar o Brasil com o evangelho de Jesus”, pregou.

Malafaia afirmou ter a convicção, segundo ele baseada nos seus “valores”, de que tem a obrigação de tentar derrubar a aprovação do casamento gay no STF (Supremo Tribunal Federal).

“Mesmo que não consiga (acabar com o casamento gay), a geração seguinte vai perceber que aqui passou alguém que não concorda com essa abominação, integrada com a safadeza”, disparou.

Segundo o pastor, existem pelo menos 800 projetos em trâmite no Congresso. “Todos para detonar os conceitos cristãos, para destruir os valores morais da sociedade, destruir tudo. Por trás disto temos ateístas e anarquistas, querendo construir um novo paradigma, apoiado, sustentado na libertinagem e na safadeza”.

Apoio – Segundo estimativa da Agetran, cerca de 40 mil pessoas acompanham a Marcha para Jesus em Campo Grande, que contou com três trios elétricos. A professora de história Cristina Chagas, 32 anos, é uma delas. “Vemos um mundo que precisa desse amor, dessa presença de Deus”, afirmou.

Cristiana estava acompanhada da filha Ester, de um ano e oito meses, e do marido Ademir, 32 anos. “Estou aqui por conta da família, da família tradicional, homem e mulher. Não sou contra homossexuais, mas isso é uma decisão, uma escolha, e não uma orientação”, opinou.

Marcos Feliciano – Organizando um grupo de 50 jovens, o pastor João Bono, 31 anos, da igreja Shalon do bairro Pioneiras, foi até a marcha mostrar apoio ao deputado federal Marcos Feliciano. “Entendo as críticas a ele, mas só critica quem não conhece. Não sou contra os homossexuais, mas a Bíblia condena”, garantiu.

A concentração do evento, realizado pelas igrejas evangélicas, ocorreu na Praça do Rádio Clube, às 15 horas.

Os fiéis sairão em marcharam até a Prefeitura pela avenida Afonso Pena. A via ficou interditada e vários motoristas entraram na contramão para poder sair da avenida.










 
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