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Deborah Secco como Irmã Dulce é uma aberração cinematográfica

Oi, Irmã Dulce. Tudo bem com a senhora? (Foto: Divulgação)


R7
Odair Braz

Não dá para existir pior combinação do que Deborah Secco interpretando a irmã Dulce. É difícil imaginar uma escalação mais esquisita. Seria como colocar Marilyn Monroe para viver Madre Teresa ou Chuck Norris para ser Gandhi.

Não estou duvidando da capacidade interpretativa de Deborah Secco, que até dá suas tacadas felizes como atriz de vez em quando, como acontece em Bruna Surfistinha, por exemplo. Mas entende como é a coisa? Ela interpretou Bruna Surfistinha nas telas e na TV vive sendo periguete em diversas novelas. Simplesmente não dá liga, não combina ser uma religiosa. Não fica crível.

Imagine você no cinema vendo este longa aí: você estará lá olhando para Deborah Secco como uma freira e lembrando dela como Bruna ou no papel de Natalie L'Amour, a gostosona de Insensato Coração.

Amigos, não rola.



Eu ri muito com esta matéria. Conheci irmã Dulce, a beata Dulce dos pobres. Chamada de anjo da Bahia. Dedicou sua vida aos desvalidos. Comparada a Madre Tereza de Calcutá... A idéia de um filme sobre a beata coma Débora Secco no palpel da freira dos pobres foge ao entendimento...  Pobrezinha, não merecia isto não, rs.








 
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