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Pare de conjugar o verbo sofrer




Nesta próxima quarta-feira, dia 24 de abril, teremos o lançamento do mais novo livro do pastor Ariovaldo Ramos na Igreja Batista de Água Branca.

Pare de conjugar o verbo sofrer”, foi escrito, nas palavras do próprio Ariovaldo Ramos, despretensiosamente, mas acabou por trilhar caminhos imprevisíveis e alcançar lugares impensáveis para um livro "evangélico".

A obra oferece uma resposta contundente a uma das questões mais importantes da nossa existência espiritual: o sofrimento. O tema muitas vezes explorado por grandes autores, mas raramente dentro da verdadeira essência do cristianismo, costuma ser a peça que coloca em xeque a fé das pessoas. 

Ariovaldo oferece um olhar sobre a questão do sofrimento para além das circunstâncias de nosso caminhar nesta existência, para além da "provação" e,  fugindo do lugar comum, a resposta do autor ecoa como uma epifania para o leitor, que logo reconhece a centralidade da mensagem cristã e descortina novo e poderoso olhar sobre as Escrituras e sobre o ambiente que permitiu o ato da criação, no qual, todos vivemos. 

Eu realmente acredito que este livro do Ariovaldo Ramos tem missão. E para além da esfera cristã. Eu penso que esta exposição da questão do sofrimento será capaz de sensibilizar, dar sentido e tornar plausível a Mensagem aos grupos que se escravizam, e se consolam, na falsa  doutrina do carma, como justificativa para a condição humana de sofrimento. 

Parece muito, não? Você precisa ler este livro.

A própria história da edição do livro é muito interessante. 
Reparto com vocês.

Segundo nos contou o próprio autor, o livro foi inicialmente recebido de forma morna por um grande editor cristão. A recepção quase levou Ariovaldo a engavetar o projeto até que um grupo de irmãos decidiu capitanear a idéia e propor uma edição de excelência -com novos olhares- envolvendo profissionais de primeiro time do mercado editorial secular. A partir dai, a obra começa a mostrar a que veio e se revela capaz de falar ao coração de um grupo de pessoas distantes do Evangelho. 

A edição é primorosa. Ousada. Criativa. A primeira surpresa já aparece entre os profissionais (não cristãos) envolvidos na edição do livro. Uma conversão. Mais uma alma para Cristo. Depois, outros encontros com pessoas impactadas pela mensagem. Logo adiante, o livro cai nas mãos de Caetano Veloso, que se diz movido pelo tema e livro e se prontifica a escrever a "orelha" da obra. Depois é a vez de Chico Buarque que, reconhecidamente ateu, decide ler o livro e torna pública a sua opinião positiva sobre um livro cristão!

Testemunham também: Ed René Kivitz e Ricardo Bitun.



Danilo Fernandes para o Genizah


Vamos lá?


Dia 24 de Abril.

Igreja Batista de Água Branca: IBAB
R. Robert Bosch, 116 São Paulo, 01141-010, Brasil
+55 11 3618-3030












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