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"Otoridade" evangélica encerra show de Thalles Roberto


A cena é típica desta sindrome de sumo sacerdote acomentendo a vida de alguns líderes evangélicos. O ungidão poderoso contrata um show de música dançante para o evento -daquelas que não se consegue parar sentado- e depois manda a garotada assistir sentado e, de preferência sem bater o ritmo com o pé. Qual a razão? E precisa? A autoridade quer assim e ai de quem não obedecer. A igreja é dele!

Quer o cantor da moda, o gingado ungido para encher a igreja! O povo vem e lhe tascam logo a cangalha no ombro! Aqui tem "otoridade" cabra!

 Reparem no primeiro vídeo: Clarimundo manda parar o show e dá a ordem e depois, sem noção alguma do ridículo da sua atitude, fica parado feito um segurança ungido, ao lado do cantor, no meio do palco, para conferir o cumprimento da sua ordem. Uns dois gaiatos se levantam e pronto! Para o show! 

Uma autoridade que não se constrói na verdadeira liderança espiritual e gosta de se impor no estilo dos coronéis do sertão. São os coronéis ungidos! Faça-me o favor! Naquele momento, o espaço estava sendo usado como uma casa de show, nada demais.

O negócio não prestou não! Agora, com as redes sociais, o pessoal botou a boca no trombone. Teve gente querendo o dízimo de volta... Vai vendo! No dia seguinte, teve show dançante na igreja... E o pastor? Será que dançou?



Leia a seguir a matéria original do Pavablog:





Realizado pela Igreja Assembleia de Deus Ministério de Anápolis, o Congresso de Mocidades Evangélicas Pentecostais (COMEPE) surgiu em 1964 e tem sido realizado todos os anos no período de Carnaval.

Segundo a fan page, o evento foi criado para proporcionar “informação de qualidade, conscientização sobre direitos e deveres, convivência social e como viver uma vida digna resgatando os valores familiares”.

No último sábado, a presença do cantor Thalles Roberto provocou superlotação do templo e o líder da igreja solicitou à galera presente algo quase impossível: que assistisse ao show sentada.

Como não foi obedecido, o pr. Clarimundo César não teve dúvidas e encerrou o show. “Cada povo que se comporta coletivamente contra uma autoridade, tem que pagar pelo que ele fez. Está encerrado o culto. Uma minoria prejudicou a maioria.”

O show curto dividiu opiniões e muitos internautas manifestaram seu descontentamento nas redes sociais. No dia seguinte, Thalles se apresentou (vídeo abaixo) com o povo de pé e sem nenhum incidente.



PS: o site do evento foi hackeado.



 

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