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A respeito dos pastores multimilionários caguetados pela Forbes




A revista americana Forbes - sinônimo de listas das pessoas mais ricas do mundo - debruçou-se sobre a fortuna dos “multimilionários” líderes evangélicos brasileiros. Para a Forbes, a indústria da fé é um “negócio altamente lucrativo” no Brasil, liderada pelo chefe da Igreja Universal do Reino de Deus, Edir Macedo (veja lista abaixo). 

“A religião sempre foi um negócio rentável. E se acontecer de você ser um pregador evangélico brasileiro, as chances de ganhar na loteria celestial são realmente muito altas hoje em dia”, diz a matéria.

O bispo Edir Macedo lidera a lista da publicação com uma fortuna estimada em 950 milhões de dólares, com um grupo que conta ainda com a Rede Record, a Folha Universal, uma gravadora, entre outros.

O levantamento da Forbes não adota a mesma metodologia usada para chegar à fortuna dos nomes mais ricos do mundo. A reportagem se amparou em dados de revistas brasileiras, principalmente, assim como do Ministério Público e da Polícia Federal, também publicados pela mídia. Não revela, assim, nada que já não tivesse saído no país.

A Forbes afirma que o aumento da fortuna dos pastores ocorreu junto com o crescimento da religião evangélica no país. Ascensão esta possível, segundo a publicação, com o fenômeno da classe C, de pessoas que “encontraram na religião uma forma de serem gratas por sua sorte, assim como uma desculpa para desfrutar do novo status na sociedade, sem culpas”.

Uma das explicações para o crescimento do protestantismo no país é que, enquanto o catolicismo ainda prega um olhar conservador de vida após a morte em vez de riquezas terrenas, para o evangélico, especialmente o "neo-pentecostal", ser próspero é uma vitória. 

A "teologia da prosperidade", é o que marca a fundação das igrejas evangélicas de maior sucesso no Brasil.

Esses fatores reunidos teriam sido os responsáveis por fazer de algumas igrejas negócios altamente lucrativos e transformar alguns líderes em milionários. É o que a revista chamou de a "indústria da fé".

A publicação lembra ainda que, além de um bom negócio - já que as igrejas são isentas de impostos no Brasil - os pastores detêm um grande poder, principalmente devido ao número de fiéis que arrebatam. Muitos receberam passaportes diplomáticos nos últimos anos e alguns chegam a ser cortejados pelos políticos em época de eleição. 

Confira, abaixo, os pastores brasileiros milionários com as maiores fortunas no país.


PastorAtivosFortuna
Edir MacedoCom mais de 10 milhões de livros vendidos, Macedo é o fundador e líder da Igreja Universal do Reino de Deus, controlador da Rede Record , atualmente a segunda maior emissora no Brasil. Seus ativos incluem além da TV, um jornal, a Folha Universal (circulação de mais de 2,5 milhões), o canal de notícias Record News, selos musicais, várias propriedades e uma empresa de jatos privados, a Bombardier Global Express XRS, avaliada em US$ 45 milhões.  US$ 950 milhões
Valdemiro Santiago Ex-integrante da Igreja Universal do Reino de Deus, Santiago é o fundador da Igreja Mundial do Poder de Deus, com mais de 900 mil seguidores e 4.000 templos.US$ 220 milhões  
Silas MalafaiaLíder do braço brasileiro da Assembleia de Deus, maior igreja pentecostal do Brasil. O pastor é seguido no Twitter por mais de 440 mil usuários. Lançou uma campanha chamada " O Clube do Um Milhão de Almas ", que pretende levantar US$ 500 milhões (R$ 1 bilhão) para a sua igreja, a fim de criar um rede de televisão global, que seria transmitido em 137 países. US$ 150 milhões 
Romildo Ribeiro Soares (RR Soares) Fundador da Igreja Internacional da Graça de Deus e também ex-membro da Igreja Universal do Reino de Deus, Soares é um dos rostos mais regulares na televisão brasileira.US$ 125 milhões 
Estevam Hernandes Filho e "Bispa" Sonia Fundadores da Igreja Renascer em Cristo, supervisionam mais de 1.000 igrejas no Brasil e no exterior, incluindo várias na Flórida, Estados Unidos. O casal apareceu nas manchetes internacionais em 2007, quando foi preso em Miami, acusado de transportar mais de US$ 56 mil em dinheiro não declarado. Somente O o jogador de futebol brasileiro Kaká, que deixou a instituição em 2010 alegando mau uso do dinheiro, teria doado mais de US$ 1 milhão (R​​$ 2 milhões) para a igreja. US$ 65 milhões 








































Com informações das Agências de Notícias/Exame/EpocaNegócios/Yahoo Notícias







 

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