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A igreja de Gizus está cada vez mais relevante e envolvida com a sua missão


Como a burrice grassa descontrolada em nosso meio evangélico, convém alertar que a chamada da matéria é pura ironia!

Não poderíamos estar mais sem rumo. Líderes deslumbrados visitam a TV Globo e pleiteiam personagens evangélicos honrados na dramaturgia da emissora: pastores honestos, zelosos e engajados na luta pelo bem-estar da população no entorno de suas comunidades e mulheres pudicas e virtuosas. Em troca, os líderes oferecem apoio aos projetos comerciais da emissora. 

A idéia é boa! Os novos "evangélicos" adoram ficção: Pregam o que não vivem, exceto pelo teatro  dominical, quando todos são anjos e tementes a Deus!

Jesus vai vomitar esta igreja (Apocalipse 3:14-22)





Líderes evangélicos querem o horário nobre da Rede Globo


Sul 21 - Redação



O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, está articulando desde novembro do ano passado a ampliação do espaço dos evangélicos na principal emissora de comunicação do país. Nos próximos dias, ele almoçará com o coordenador dos projetos especiais da Rede Globo, Amauri Soares para discutir interesses comuns entre a emissora e os evangélicos.

Soares já recebeu 17 líderes evangélicos no Projac, os estúdios do canal no Rio, em novembro de 2012. Durante horas, os religiosos acompanharam gravações e negociaram apoio e cobertura para a Marcha para Jesus, o Dia do Evangélico e o Dia da Bíblia. Por sua vez, os líderes prometem apoiar o Festival Promessas, que a Globo criou em 2011 para divulgar a música gospel. A emissora confirma os encontros, mas não comenta detalhes das conversas.

Para os pastores chegou a hora de a Rede Globo investir em personagens evangélicos na teledramaturgia. Quiçá numa mocinha do horário nobre. Evangélicos veem mais holofote em outras religiões. Os casamentos em folhetins são geralmente católicos. Novelas espíritas são constantes. E, se há personagens evangélicos, “é crente, mas vagabundo. É pastor, mas safado”, dispara Malafaia.  Por que será? KKK

“A emissora considera a contribuição relevante, assim como as que recebe de vários segmentos da sociedade, inclusive de outras religiões”, informou a Globo em nota.

“Nos últimos cinco anos, a Globo se aproximou desse público porque tem lhe conferido não somente peso de formação de opinião, mas também de mercado consumidor”, explica Karina Bellotti, doutora da Unicamp que estuda mídia e religião. Para ela, “é importante destacar que a bancada evangélica cresceu no Congresso, assim como o poder aquisitivo de muitos evangélicos que ocupavam a classe C”.

Quatro autores procurados pela Folha se recusaram a falar sobre o tema. Silvio de Abreu foi exceção. “Sinto muito, nunca tratei de personagem religioso em nenhuma novela nem pretendo”.









 

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