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Gloria Perez: ‘Não vejo protestos de evangélicos, vejo outra coisa’

"Não se deve ampliar a voz dos imbecis" 

Disse Gloria Perez, citando Millôr Fernandes, referindo-se aos recentes ataques ocorridos nas redes sociais contra sua trama. Ela é autora de "Salve Jorge", nova novela da emissora.

Abaixo, entrevista na integra, do blog de Patrícia Kogut


Feliz com a estreia de sua novela, Gloria Perez comemora os números de “Salve Jorge” e fala à coluna sobre a repercussão da trama que substituiu "Avenida Brasil" na faixa das 21h, na Globo. A autora está feliz com os índices de audiência obtidos pelos primeiros capítulos e falou sobre os protestos que evangélicos têm feito na rede contra o folhetim.

Que balanço você faz desses primeiros dias no ar?

Achei surpreendente: estreamos no primeiro dia de horário de verão, quando todo mundo se atrapalha com a hora, enfrentamos o horário político, e ainda assim chegamos aos 40 pontos em São Paulo (a média foi de 35 pontos). O segundo capítulo (teve 37) fez mais um gol: desde 1985, com “Roque Santeiro”, um segundo capítulo não bate a audiência do primeiro.

Que repercussão está sentindo nas ruas e na internet?

Sinto que a novela pegou.

Como reagiu aos protestos de evangélicos em redes sociais sobre o fato de a novela “adorar” Ogum?

Não vejo protesto de evangélicos, o que vejo são interesses comerciais apelando para o fundamentalismo. E penso que, em casos assim, o pessoal da imprensa deveria seguir o sábio conselho do Millôr Fernandes: “Não se deve ampliar a voz dos imbecis”.



O Zé viu essa, e crendo que tem crente que lê "Caras" quando vai no cabeleireiro, trouxe para a redação do Genizah para apimentar a fofoca.




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