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Tribunal de Justiça Corta as Asas da Igreja Batista da Lagoinha




Tribunal de Justiça manda a Câmara de Belo Horizonte paralisar projeto de lei que permite construção de um templo evangélico da Lagoinha em área pública e ainda prejudicando moradores locais humildes.



A denúncia foi feita no Genizah em junho de 2012. LEIA AQUI e envolve sério abuso de poder por parte de político ligado a "igreja" dos Valadão.

A Câmara Municipal de Belo Horizonte terá de suspender a tramitação do Projeto de Lei 1802/2011, que prevê a venda de três ruas no Bairro São Cristóvão, na Região Nordeste da capital mineira, para dar lugar a um novo templo da Igreja Batista da Lagoinha, conforme determinação de decisão liminar do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. A proposta foi aprovada em segundo turno em agosto, com 23 votos favoráveis. Além da venda do espaço público, estão em jogo duas casas localizadas na Rua Ipê que ficariam ilhadas com a construção do templo.

Lagoinha II: Templo financiado com dinheiro público e ainda construído em via pública!

O presidente da Câmara, vereador Léo Burguês (PSDB), disse não ter recebido ainda a notificação da Justiça, por isso, a proposta foi enviada nesta semana ao Executivo para veto ou sanção, mas agora terá de voltar ao Legislativo. O projeto de lei que beneficia os evangélicos estabelece o parcelamento do pagamento, com correção pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), e juros de 1% ao mês. A proposta de João Oscar também autoriza o município a receber como pagamento pelo terreno ocupado um imóvel de valor menor, desde que a diferença em relação ao preço da área vendida seja paga pelo comprador.

Vereador de Estimação

O pivô da gracinha é o vereador de Belo Horizonte (MG) João Oscar (PRP), vereador de estimação da (e eleito pela) Igreja Batista da Lagoinha e chapinha de Márcio Valadão. É de sua autoria o inusitado projeto subvertendo o conceito de bem público a fim de beneficiar a Igreja Batista da Lagoinha, que pretende ampliar seu templo, com um novo estacionamento a ser construído em uma RUA PÚBLICA onde, inclusive, residem pessoas em imóveis perfeitamente regularizados e que se aprovada a decisão terão destino incerto. Vizinhos INVISÍVEIS, por mais de 50 anos, da "ensimesmada" comunidade evangélica.

Ferindo o principio da moralidade, norteador da administração pública e o conceito mais básico do que venha ser um bem público, isto é: um bem público de uso comum do povo, os quais, são, por natureza jurídica, considerados bens indisponíveis, ou seja, não podem ser objetos de venda, permuta, doação, etc. o vereador pretende expropriar o que pertence ao povo para viabilizar a construção de um estacionamento de sua igreja e, por tabela, ainda irá desapropriar o lar de diversas famílias humildes.

Encravada em meio a uma enorme comunidade carente há 50 anos, a Lagoinha testifica que uma igreja de 50.000 membros, antes de promover a mudança radical em seu entorno, sendo sal e luz e levar à frente a missão integral da igreja, sequer consegue enxergar a miséria que lhe cerca e a seus vizinhos mais próximos. Este não é "evangelho" capaz de causar mudança radical na sociedade. Não muda nem um quarteirão. Na Lagoinha, Jesus anda de BMW e está se lixando pra os seus vizinhos miseráveis.








 





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