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Olimpíadas Rio 2016: Gay e espírita por decreto


REDAÇÃO GENIZAH


Como se já não bastasse o Brasil estar sendo vendido como polo de turismo gay com a chancela oportunista de alguns evangélicos proeminentes, que ao definir apoio eleitoral querem rechaçar o candidato do kit gay em São Paulo, mas apoiam o candidato da propaganda gay no Rio de janeiro...

Temos agora de aturar propaganda da umbanda na cerimônia de encerramento dos Jogos olímpicos londrinos.

Por decisão das autoridades olímpicas brasileiras, o país foi apresentado ao mundo como o país do futebol, samba e da macumba – a tônica das performances de Pelé, Marisa Monte com uma homenagem a rainha do Mar e Seu Jorge.

No encerramento também não faltaram homenagem a mulher (fruta) brasileira, a capoeira, maracatu, etc.

Tudo muito lindo e até legítimo. É a cultura nacional. 

Contudo, concernente à questão religiosa,  alguém precisa explicar:

- Por que a religião da minoria (se é que alguma precisa ser representada em um evento olímpico) é a que representa a imagem do país?

- Para onde foi aquele discurso agressivo, preconceituoso contra os evangélicos, quando os jogadores da seleção de futebol (olímpica e profissional) exibiam a sua religiosidade? Naquela ocasião, os mesmos que oferecem esta ode à iemanjá, diziam que tais manifestações religiosas não tem lugar no esporte ou em espetáculos que representam o país... Como são as mesmas autoridades esportivas que tomaram uma decisão e outra, pergunto: Vender o Brasil como um país de misticismo, turismo sexual gay e macumbaria pode, mas permitir que os meninos do futebol façam uma oração em campo após a vitória, não pode.

 Pode isto, Arnaldo?









 

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