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Banda Resgate e Genizah perambulam de van no Tribal Generation 2012!




Dia destes, li em um jornal do Rio que nas vans da cidade acontece de tudo. Parece se tratar de um tipo de fenômeno automotivo, que não se sabe bem a razão, cria lá seus encontros e circunstâncias pra lá de exóticos.

Como eu não ando de van, decidi crer no cronista e me diverti com os causos misturando o melhor da fauna carioca reunida em encontros pitorescos nestes veículos de portas corrediças que zapeam como loucos no caos do trânsito do Rio.

Foi preciso experimentar para constatar que a fama tem lá a sua razão de ser, estes veículos desconjuntados têm mesmo os seus mistérios. Eu não sei bem o que é, se um destes portais de dimensão paralela capazes de promover encontros inefáveis, ou se é algum encosto coreano aprontando as suas gracinhas... Seja como for, foi.

Tá certo que não era uma van comum, mas uma “izicutiva”. Cheia de confortos. Transporte destes dias de Tribal Generation.



Tribal Generation é um evento internacional que este ano aconteceu em Uberlândia, Minas Gerais. Uma benção das boas! Ali passei momentos muito especiais. Marcantes mesmo. Nestes dias pude ver com meus próprios olhos, o que já me diziam, mas eu tomava por exagero: a grandeza da obra que Deus tem feito no meio daquele povo. Ao longo dos próximos dias vou repartir com vocês do que vi e vivi.

Começo contando deste encontro muito legal com a Banda Resgate.

Como todos sabem, eles estiveram ligados ao ministério Renascer em Cristo por muito tempo e, como todos também sabem, bem... Por diversas oportunidades – tipo um dia sim e no outro também, risos – o Genizah desce a lenha no casal apostólico, hoje em vias de se tornar santíssimo duo – Ave Soninha perua celestial e Estevam Jeová Jr. Ops! Abafa o caso, risos.

Claro que já tem um tempo que eles saíram da Renascer e, nós aqui, do Zé Bruno, sempre falamos muito bem... Até porque, sabemos, por amigos que estão por lá na Renascer, ser a teologia do bispo Zé Bruno (hoje, pastor e servo, como sempre se sentiu melhor) bem outra...

Mas, mesmo assim, fica-se ressabiado. Eu, pelo menos, fico... Estou sempre procurando “malafaias” debaixo da cama, trás das portas, risos.

Voltando ao “causo”, lá estava eu hospedado no mesmo hotel que eles, indo para o mesmo evento, na mesma hora, de maneira que quando a van veio me pegar... Pensei:

- Putz! Os caras irão juntos...

E dito e feito.

E o pior é que eu estava com aquela camisa que o herege do Rubinho Pirola fez, a tal com o Genizah de todo o tamanho, querendo meter porrete em apústula (pequeno detalhe que eu só me dei conta quando já estava sentado na van...). E antes que eu pudesse pensar em sair para trocar de camisa, já apontou a primeira guitarra porta à dentro... Eram os manos do Resgate chegando cheios de gás... Todo mundo amarradão de estar ali, rindo, estendendo a mão a quem já estava dentro...

Agora, foi! – pensei.


O transporte zarpa, o lugar do evento era longe... Papo, brincadeira e eu de braço cruzado escondendo a camisa, risos.

Nem sei se eles perceberam, mas fomos conversando. Eu gosto muito do som deles e já tinha tempo que lia os sinais, temos conhecidos em comum, deste tempo que eles ficaram na Renascer tentando mudar as coisas de dentro...

Eu sei que tem muita gente assim lá, dando o que pode dar, um função de uma comunhão que vem de longe, um amor unindo uma geração e que é maior do que uma circunstância que está desviando toda uma história bonita - trajetória de muita gente transformada pelo Evangelho, um celeiro de líderes...

Enfim, admiro quem combate o bom combate de dentro e quem também percebe que deu o limite, que já esta ficando doente e ouve o Senhor chamar para um desafio mais relevante para o Reino em outro lugar. Afinal, é isto: Antes de tudo o Reino. O Espirito sopra, mostra a direção e nós servimos.





Estas coisas todas foram passando pela minha cabeça...

E como sempre se reconhece um irmão no olhar. Resolvi me identificar – antes que o Junior, um mano da turma desse com a língua nos dentes (piada interna).

E, para o meu espanto total, os caras me receberam na maior festa. Disseram admirar o trabalho do Genizah, reconhecendo a importância do que fazemos e a coragem de dar à cara a tapa para apontar o erro. Falamos sobre apologética, o humor como ferramenta de combate... E eles contando que mesmo quando estavam dentro da Renascer seguiam o Genizah.





E, como eu bem merecia, ainda me zoaram muito: “A gente pensou que você fosse de mentirinha, só a caricatura. Tu existe!

Tem dias que eu sou mesmo uma abstração, risos.



E o pior é que do jeito que falaram das matérias do site provaram que são leitores assíduos. Teve alguém que falou: A gente te segue no twitter você não sabia? (eu não sabia! Como uso um API e muitos perfis, não tinha percebido, risos). Do jeito que curto o som deles, se soubesse já tinha twittado alguma gracinha para eles!

Foi muito legal o encontro. Rimos de gargalhar.

Isto tudo é muito gratificante, porque ninguém está aqui para fazer a crítica pela crítica, mas fazer pensar, alertar, sempre esperando que o resultado seja a revisão dos rumos e a retomada de uma caminhada saudável e relevante. Nem todos percebem que junto com as criticas, publicamos, em dobro, inspiração, direção, boa semente...

Foi DEMAIS saber que eles entendem a proposta e curtem.

Eu já sabia, por amigos, que a Casa da Rocha - nova casa desta turma boa -  é uma comunidade vibrante, amorosa, acolhedora e que se esforça muito para ser relevante, sal e luz e que busca despertar em quem vai caminhar com eles o empenho no serviço. Contudo, conhecer estes irmãos de perto e contatar que são gente querendo servir, manos que fogem do estrelismo gospel para deixar só Cristo brilhar... Enfim, foi muito bom. Aliais, como é sempre muito bom encontrar unidade em Cristo.

E mudando o papo para música...

- Veí, vocês são feito vinho! Cada dia estão melhores!

Vou contar um lance bacana acontecido por lá...

Quando vocês foram passar o som, eu sentei perto de uma meninada bem novinha. Eles eram de uma banda local, penso eu. Pelas roupas, tattoo, piercing e que tais tinham toda a pinta de gostar de outro tipo de som. Ai vocês começaram a tocar, e os meninos que estavam falando animadamente, param e “vidram” no som de vocês. Um vai e comenta a levada da batera, o outro fala do baixo... E eu ali de samambaia, disfarçado na decoração, quieto, só vendo os pés marcando o ritmo e os dedos tentando clonar os acordes... Mais uns minutos e chega um grupo de amigos deles, ainda mais novos, e um menino que já estava ali grita:

- Nússs, fulano, para tudo! Estes tiozinhos tocam muuiiito. Você já conhecia? Eles estão zunindo a tampa da chaleira. Olha a pressão dos caras!


Eu ri muito!

 - Zé, Hamilton, Jorge e Marcelo se liguem na pressão! 12:8! Bicho!

Nestes próximos dias o Genizah irá entrevistar a Banda Resgate. Os leitores podem aguardar que vai ser DEMAIS. Eles toparam e eu vou perguntar! A tampa da chaleira vai voar! Risos. 


Danilo Fernandes, para o Genizah




 

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