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Avon dá pé no Malafaia.



Com atualização as 15:00h de 22 de junho de 2012


No mais recente folheto “Moda e Casa” da Avon, divulgado no dia 13 de junho, sumiram os livros da Editora Central Gospel, do pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

A Avon não deu uma explicação para retirada desses livros do seu catálogo, mas é certo que a sua decisão decorreu da campanha feita na internet por ativistas gays contra o apoio da empresa a um pastor tido por eles como homofóbico.

Um dos livros da Central Gospel comercializados pela Avon era o “A estratégia: o plano dos homossexuais para transformar a sociedade”, do pastor Louis Sheldon. Malafaia nega que edita livro com conteúdo preconceituoso.

O catálogo continua oferendo livros de temática religiosa (ou espiritual), como “Jesus. O maior psicólogo que já existiu”, de Mark W. Baker e editado pela Sextante, “Encontro Deus na Cabana”, de Randal Rauser, da Planeta, e "Encontro Diário com Deus" (orações e mensagens organizadas pela Editora Vozes). Há também livros espíritas de Zibia Gasparetto.

No auge da polêmica, em abril, a Avon emitiu nota com a afirmação de que respeita a diversidade sexual e que vende livros em mais de 100 países sempre observando a “pluralidade de preferências, ideias e estilos de vida”.

Mas ainda assim a empresa se comprometeu na época em analisar as reclamações de quem se opunha à venda dos livros da editora do pastor.

Houve quem sugerisse um boicote aos produtos da Avon, possibilidade que foi minimizada pelo Malafaia. “Nós, evangélicos, representamos pelo menos 30% das vendas de produtos Avon, e os gays, talvez 2%”, disse.

A retirada do catálogo dos livros da editora de Malafaia representa perda financeira para ambos os lados.

A Central Gospel, a segunda maior do mercado evangélico, vende cerca de 1 milhão de exemplares de livros por ano, e quase metade desse total era comercializada por intermédio das representantes da Avon.

Para a empresa de cosméticos, contudo, haverá o ganho de desatrelar a sua marca da imagem do pastor evangélico mais polêmico da atualidade.

Atualização

Com atualização em 22 de junho de 2012

Silas Malafaia  desmentiu a informação divulgada pelo site "A Capa", do movimento gay, e reproduzida por este blog (Paulo Lopes) segundo a qual a Avon tirou do seu catálogo os livros da Editora Central Gospel.

Para o pastor, trata-se de “mais uma mentira e safadeza de ativistas gays, o que é bem peculiar do caráter deles”. 

Na versão de "A Capa", no folheto “Moda e Casa” que a Avon divulgou no dia 13 de junho não tem nenhum livro da editora de Malafaia e que isso, segundo o site, é o desdobramento da campanha que ativistas gays moveram na internet contra a empresa de cosméticos. 

Malafaia informou que a Bíblia que consta no folheto é de sua editora e que é comum em algumas quinzenas a Avon não divulgar os livros da Central Gospel. Afirmou que o acordo entre a editora e a Avon tem uma programação de distribuição de livros até o final do ano.

O pastor criticou os sites evangélicos que deram crédito ao "A Capa" sem fazer uma checagem da informação. “O que não pode acontecer é o povo de Deus ‘comer pela mão dessa gente’”, disse. 


Fonte: Paulopes com informações do catálogo da Avon.


Lamentamos

Genizah reproduziu a notícia de PauloLopes e foi um dos sites que não obteve confirmação de Silas Malafaia. Nos solidarizamos aos que lamentam pelo equivoco. 
Erramos em conjunto.

Lamentavelmente, confirmar informações com a assessoria de Silas Malafaia é tarefa inglória. Quando demos o furo exclusivo acerca da compra de seu avião, com base em informações de testemunhas no território estadunidense, pedimos confirmação da notícia por parte da AI do telepastor. Aguardamos até hoje resposta. O mesmo ocorreu em diversas outras ocasiões com este e outros sites. Se a AI de Malafaia  pretende oferecer nova política de agora em diante, tanto melhor.


Quanto ao "comer pela mão desta gente" nos desculpamos pela grosseria habitual deste pastor. O evangélico verdadeiro mantém o respeito ã dignidade humana, mesmo se não concorda com as práticas e escolhas da pessoa. Os bons jornalistas evangélicos não pretendem passar a exigir, no futuro, "carteira de heterosexualidade" a fim de creditar notícias.







 

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