Mais uma de Jordicleison Messias de Jesus, o divino


Digão

Jordicleison era um sujeito lesado na vida. Tão lesado que queria ser marinheiro, mesmo morando a milhares de quilômetros do mar. Desde que descobrira que Robaldo Furtado, o pastor de sua igreja, era seu pai perdido, desistiu da idéia de entrar na Marinha.

Quando assumiu as rédeas da igreja em que fora batizado por engano, Jordicleison teve grande sucesso. Fez com que a membresia quase triplicasse, o que o encheu de orgulho pelo bom trabalho que ele havia feito, sem depender de ninguém, nem mesmo de Deus. Mas começou a ficar incomodado. Achava que essa história de ser chamado somente de pastor não estava certo. Ele queria algo mais. Afinal, ele havia semeado a semente certa, colhido no tempo propício, determinando sua cota de sucesso, e agora desfrutava a merecida glória.

Mas não sabia do que seria chamado. Bispo? Não, estava muito batido. Reverendo? É, seria uma boa, além de dar uma cara mais séria ao seu negócio. Mas só a cara. Afinal, Jordicleison era lesado, mas não era bobo.

Assim, o agora autodenominado rev Jordicleison começou nova etapa em sua escalada de sucesso. Queria alcançar sua cidade, Palmitópolis, depois o Brasil, e finalmente o mundo, com sua mensagem de boa-vontade, perseverança, prosperidade e sucesso acima de tudo. 

Jordicleison achou também que era hora de curar sua solidão. Afinal, tinha 37 anos e não tinha namorado ninguém. Mas quem iria querer namorar um sujeito lesado, pobre e feio como ele? Mas agora era diferente: como tinha conquistado poder, ele não era mais lesado, era uma pessoa “além do seu tempo”; não era feio, apenas tinha uma “beleza interior e exótica”; e, definitivamente, não era mais pobre, o que fez com que ele passasse, da noite pro dia, de Tiririca a Brad Pitt aos olhos das moças (e de alguns rapazes mais efusivos) da igreja. 

Como agora estava por cima da carne seca, resolveu implantar a unção de Salomão, mas só para si. Tudo bem que na igreja dele não havia mil mulheres, mas ele ia se contentar com o maior número possível. Então, a cada semana ele convidava uma para comer um bolinho no seu escritório pastoral, cuja única estante estava repleta de livros de mestres como Haggin, Copeland, Cerullo, Murdock, e o mestre de todos, Walt Disney, além de apostilas do Instituto Universal Brasileiro e edições antigas da revista Contigo.

Mas, antes de começar a passar o rodo na mulherada da igreja, descobriu que, junto com a unção de Salomão havia também a maldição hereditária das sogras de Salomão. Afinal, uma coisa é ter mil mulheres; outra bem pior é ter mil sogras e cunhados. Assim, resolveu aplicar nova unção, a de Esdras, e disse a todas as mulheres da igreja: “tchau e bença”. Resolveu ficar apenas com Joaquina Raimunda, que era feia de cara, mas boa de forno e fogão. Com ela teve dois filhos, Raicleison e Jordiquina, que estranhamente se pareciam, cada um, com dois dos presbíteros da igreja.

Mas Jordicleison queria mais. Afinal, ele precisava mandar, todo mês, uma mesada para sua mãe, dona Farinácea, e Robaldo Furtado, que ainda estavam em lua de mel em Guarapari. É que Robaldo estava estudando a área para novos investimentos, ou seja, abrir mais uma igreja, e precisava de dinheiro para se manter. Dizia que era para missões. Mesmo que sua única missão fosse acordar às 10 da manhã, dar um pulo na praia, voltar, almoçar e dormir o resto da tarde.

Assim, Jordicleison lançou um novo programa de investimento ministerial. Dizia que precisava comprar material de construção para construir as mansões celestiais. E o povo, mais lesado que ele, acreditou e injetou mais dinheiro ainda. Assim, Jordicleison construiu um heliponto, uma piscina no quintal (mesmo tendo medo de água), mandou Joaquina Raimunda implantar silicone e aplicar botox, e abriu um centro de operações em Boca Raton, Miami, aonde ia sempre que a coisa apertava por aqui. Mas não colocava dinheiro nem na Bíblia e nem na cueca, não. Os dólares iam no sutiã de Joaquina Raimunda, onde cabia mais.

Ainda assim Jordicleison não estava satisfeito. Achava que precisava de mais reconhecimento. Precisava de mais estudos, ser conhecido como doutor. Mas isso fica pra próxima.



Digão não é ave-maria, mas está cheio de graça aqui no Genizah


Leia AQUI o início da saga de Jordicleison.





Terra Novas's thoughts (12) Enfermaria lotada.



A sabedoria do
mito para  a sua edificação diária!











Este merece um pitaco... Das duas uma, se é Deus é quem favorece com milagres (craro né crovis!), Deus elabora mal? 

Agora.......... Se quem arruma uns "milagres" é o falso profeta, tá claro que nem sempre os atores prestam, o público tá distraído, a luz tá boa...

Mas o pior do disparate é que mais de vinte retuitaram achando lindo... Ou seja, já dá para encher uma enfermaria no hospício e ou comprar Rivotril no atacado, né não?





Um oferecimento de
PurLaxante de Gizuz, 
o seu laxante neopentecostal.



Genizah
Dica do Adão Marin










O arrebatamento da bispa labarachuias!


 

Esta pérola eu vi no blog Contorno da Sobra do mano Hélio que a respeito escreveu: 



O "arrebatamento" da bispa Joselita acontece ali pelos 7min:29s do vídeo abaixo. Enquanto isso, aproveite o tempo pra ler a Bíblia, isto vai evitar que você pague um King Kong cóspel desses:





Após o espetáculo, fui ao canal no YOU TUBE onde é possível ler no campo de descrição do vídeo (sic):
 
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QUE DEUS TE ABENÇÕE EM NOME DE JESUS...
Igreja Evangélica Salvação em Cristo

Ao que tudo indica, assim como no Rio de Janeiro onde centenas de centros de macumba foram convertidos em igrejas evangélicas, por questões de adequação de mercado, vemos, agora em Salvador a repetição do fenômeno.

Lá e cá, profissionais liberais da exploração da fé e da crendice popular seguem arrancando dinheiro fácil do povo com a mente mais espiritual do mundo (praticamente uma alma penada, risos). 

O analfabetismo funcional é um estrago. No dia que o evangélico descobrir a Bíblia, dois terços das igrejas deste país fecha. Se eu fosse pastor de uma destas lojas do baixo evalgélio, definitivamente, iria continuar repetindo

A letra mata, mas o dízimo ressuscita, risos. 











Bispo Manuel Ferreira entrega o púlpito da Assembleia de Deus de Brasília a filho do " reverendo Moon ".

O bispo Manuel Ferreira já denunciado por ligações com a seita do “reverendo Moon”, autodeclarado, “messias”, sela, de vez, o destino de “sua” denominação com a franca apostasia.

No ano passado, Manuel Ferreira foi acusado de participar de uma cerimônia de “casamento espiritual” entre as Assembleias de Deus sobre a sua influencia e a seita de Moon, como atestam diversos vídeos disponíveis na internet gravados no templo de Moom com a presença do bispo estampada e clara, para quem quiser ver, atuando na cerimônia de "casamento espiritual". 

Agora, em outubro último, Manuel Ferreira profanou o altar da Assembleia de Deus de Brasília ao permitir que o próprio filho de Moon apresentasse o seu projeto satânico disfarçado de “plano de paz mundial”. 

Vejam no que a Assembleia de Deus Madureira está se transformando! Precisa falar?

Não foi por falta de aviso. Veja aqui a atuação do filhote do bispo, aqui mesmo na sede do Brás, em São Paulo. Resta alguma dúvida?





CASO MOON FERREIRA 2011 A PROFANAÇÃO por GenizahVirtual_Humor







Edir Macedo assume o espiritismo.



 Alguém ai pode me dizer de onde, nas Sagradas Escrituras, o Macedo retirou a doutrina de que as pessoas recebem “espíritos” de parentes mortos? Ele trocou a Almeida pela Kardek?

O vídeo é do canal oficial do Edir Macedo. Fizemos uma cópia, por vias das dúvidas.

Eu sei que é pedir muito aos amigos que assistam a tudo, então se atentem à sequencia a partir de 14’.

Este é o tipo de “ensinamento” a ser confrontado quando nos aproximarmos de um membro da seita IURD. Afinal, revela um desvio forte na doutrina da seita em direção ao espiritismo, oferecendo, assim um questionamento direto ao prosélito que se julgue cristão.

Não se trata mais de um sincretismo com espiritismo kardecista, umbanda ou simpatias populares que possa ser disfarçado, ou justificado, pelos líderes com o propósito implícito de oferecer um "ponto de contato” da fé, coisa corriqueira dentro do arcabouço da confissão positiva e recorrente entre os neopentecostais. 

Tão pouco se trata de uma influência espúria de ensinos do movimento de batalha espiritual. Não há registro de tais ensinos em nenhuma das vertentes do movimento citado.

Mesmo na IURD, onde o peso doutrinário dos ensinos de batalha espiritual sempre foi mais restrito às seções de descarrego para a expulsão de demônios, nunca se admitiu, ou se ensinou, que alguém pudesse receber ou estar possuído por homens desencarnados.

Ao contrário, toda a forte aposição feita ao espiritismo e ao catolicismo que marcaram o início da trajetória da Universal e se constituía na sua principal estratégia de conversão era baseada na negação da comunicação e interferência dos mortos, de maneira que a veneração de santos (chute-se a santa!) e os pedidos de intercessão destes seriam inócuos, assim como as ditas manifestações de parentes mortos em seções de espiritismo não passariam da ação de demônios enganando a quem procura a comunicação com seus entes queridos falecidos.

Desta forma, as afirmações de Macedo indicam um turning point na seita tão grande quanto àquele representado pela defesa do aborto por este mesmo falso profeta. Macedo se afasta a passos largos do cristianismo.

Finalmente, é muito intrigante a nova teoria dos games perturbadores e, principalmente, o novo mote da Universal, usado no final do vídeo: Vamos arrebentar em nome de Gizuz!







 Danilo Fernandes para o  Genizah
Dica do vídeo: Wesley A

 



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Deus não morreu

William Lane Craig


 Nos últimos tempos, o mercado literário tem sido inundado por títulos defendendo o ateísmo. Boa parte deles viraram best-sellers – caso de Deus, um delírio, de Richard Dawkins, o mais ruidoso lançamento recente nesta linha. Pode-se supor, à primeira vista, que seja impossível aos pensadores modernos defender intelectualmente a existência de Deus. Todavia, um exame rápido nos livros do próprio Dawkins, bem como de autores como Sam Harris e Christopher Hitchens, entre outros, revela que o chamado novo ateísmo não possui base intelectual e deixa de lado a revolução ocorrida na filosofia anglo-americana. Tais obras refletem mais a pseudociência de uma geração anterior do que retratam o cenário intelectual contemporâneo.

O ápice cultural dessa geração aconteceu em 8 de abril de 1966. Naquela ocasião, o principal artigo da revista Time, um dos maiores semanários da imprensa americana, foi apresentado numa capa completamente preta, com três palavras destacadas em vermelho: “Deus está morto?”. A história contava a suposta “morte” de Deus, movimento corrente na teologia naquela época. Porém, usando as palavras de Mark Twain, a notícia do “falecimento” do Senhor foi prematura. Ao mesmo tempo em que teólogos escreviam o obituário divino, uma nova geração de filósofos redescobria a vitalidade de Deus.

Para entender melhor a questão, é preciso fazer uma pequena digressão. Nas décadas de 1940 e 50, muitos filósofos acreditavam que falar sobre Deus era inútil – aliás, verdadeira tolice –, já que não há como provar a existência dele pelos cinco sentidos humanos. Essa tendência à verificação acabou se desfazendo, em parte porque os filósofos descobriram simplesmente que não havia como verificar a verificação! Esse foi o evento filosófico mais importante do século 20. O fim do império da verificação libertou os filósofos para voltarem a tratar de problemas tradicionais que haviam sido deixados de lado.

Com o renascimento do interesse nas questões empíricas tradicionais, sucedeu algo que ninguém havia previsto: o renascimento da filosofia cristã. A mudança começou, provavelmente, em 1967, com a publicação de livro God and Other Minds: A Study of the Rational Justification of Belief in God (“Deus e outras mentes: um estudo sobre a justificação racional da crença em Deus”), de Alvin Plantinga. Seguiram-se a ele vários filósofos cristãos, que militaram escrevendo em jornais eruditos, participando de conferências e publicando suas obras nas melhores editoras acadêmicas. Como resultado, a aparência da filosofia anglo-americana se transformou. Embora talvez ainda seja o ponto de vista dominante nas universidades americanas, o ateísmo hoje é uma filosofia em retirada.

Em um artigo recente, o filósofo Quentin Smith, da Universidade Western Michigan, lamentou o que chama de “dessecularização” da academia, que no seu entender evoluiu nos departamentos de filosofia desde o fim dos anos 60. Ele se queixa da passividade dos naturalistas diante da onda de “teístas inteligentes e talentosos que entram na academia hoje”. E conclui: “Deus não está morto na academia; voltou à vida no fim da década de 60 e hoje está vivo em sua última fortaleza acadêmica – os departamentos de filosofia”.
 
Teologia natural – O renascimento da filosofia cristã foi acompanhado pelo ressurgimento do interesse na teologia natural, ramo que tenta provar a existência de Deus sem usar a revelação divina. O alvo dessa teologia natural é justificar uma visão de mundo teísta ampla, que é comum entre cristãos, judeus e muçulmanos – e, claro, deístas. Embora poucos os considerem provas atraentes da existência de Yahweh dos cristãos, todos os argumentos tradicionais a favor da veracidade de Deus, além de alguns novos, encontram hoje defensores hábeis.

O argumento cronológico, por exemplo, defende que tudo o que existe tem uma explicação para sua existência, seja na necessidade de sua natureza ou em uma causa externa. E, se há uma explicação para a existência do universo, essa é a existência de Deus. Trata-se de um argumento com validade lógica, já que uma causa externa para o universo tem de estar além do espaço e do tempo; portanto, não pode ser física nem material. O argumento cronológico é defendido por estudiosos como Alexander Pruss, Timothy O’Connor, Stephen Davis, Robert Knoos e Richard Swinburne, entre outros.  

Já o argumento cosmológico considera que tudo que começa a existir tem uma causa; portanto, se o universo passou à existência, também ele tem uma causa. Stuart Hackett, David Oderberg, Mark Nowacki e eu, particularmente, o defendemos.  A premissa básica com certeza parece mais plausível do que sua negativa – afinal, acreditar que as coisas simplesmente comecem a existir sem uma causa é pior do que acreditar em mágica. Ainda assim, é surpreendente o número de ateus que evitam tal explicação. Tradicionalmente, os ateus defendem a eternidade do universo. Há, porém, muitos motivos, tanto filosóficos quanto científicos, para duvidar dessa eternidade. Para a filosofia, por exemplo, a idéia de passado infinito é absurda; se o universo nunca teve início, então o número de eventos históricos é infinito. Essa idéia é muito paradoxal, e, além disso, levanta um problema: como o evento presente poderia acontecer se houvesse um número infinito de eventos para acontecer antes?
Além do mais, uma série notável de descobertas astronômicas e astrofísicas do século passado conferiu nova vida ao argumento cosmológico. Temos, hoje, evidências bem fortes de que o universo não é eterno no passado, mas que teve um início absoluto há cerca de 13,7 bilhões de anos, em um cataclismo conhecido como Big Bang. Esta tese é espantosa porque representa a origem do universo a partir de praticamente nada – afinal, toda matéria e energia, inclusive o espaço e o tempo físicos, teriam derivado dele. Os recentes experimentos com o LHC, o mega-acelerador de partículas instalado nos Alpes suíços, caminham justamente nesta direção. Alguns cosmólogos até tentaram fabricar teorias alternativas para fugir a esse início absoluto – porém, nenhuma delas foi aceita pela comunidade científica.

Em 2003, os cosmólogos Arvind Borde, Alan Guth e Alexander Vilenkin conseguiram provar que qualquer universo que exista, em estado de expansão como o nosso, não pode ter passado eterno; mas teve, necessariamente, um início absoluto. “Os cosmólogos não podem mais se esconder atrás da possibilidade de um universo com passado eterno”, diz Vilenkin. “Não há como fugir – eles têm de encarar o problema do início cósmico”. Segue-se, então, que precisa ter havido uma causa transcendente que trouxe o universo à existência. Uma causa plausível no tempo, acima do espaço, e portanto, imaterial e pessoal.
 
“Assinatura de Deus” – Resta o argumento teológico. Este permanece firme como sempre, defendido, em várias formas, por gente como Robin Collins, John Leslie, Paul Davies, William Dembski e Michael Denton. Ultimamente, com o movimento denominado Projeto Inteligente, boa parte destes pesquisadores prosseguem na tradição de encontrar exemplos da “assinatura de Deus” nos sistemas biológicos. Todavia, o ponto sensível da discussão enfoca a recente descoberta da sintonia do cosmos com a vida. Essa sintonia assume dois aspectos – primeiro, porque quando as leis da natureza são expressas em equações matemáticas, como a da gravidade, apresentam certas constante. Logo, não determinam esses valores. Segundo, há certas variantes arbitrárias que fazem parte das condições iniciais do universo – a quantidade de entropia, por exemplo. Essas constantes e quantidades se encaixam em um alcance extraordinariamente pequeno de valores que permitem a existência de vida. Se fossem alteradas em valor inferior ao da grossura de um fio de cabelo, o equilíbrio que permite a existência e sustentação da vida seria destruído – ou seja, não haveria vida.

A essência dessa argumentação é de que a existência do universo, tal qual o conhecemos, decorre do acaso ou de um projeto. Quanto ao acaso, teóricos contemporâneos cada vez mais reconhecem que as evidências contra a sintonia são quase insuperáveis, a não ser quese esteja pronto a aceitar a hipótese especulativa de o nosso universo ser apenas um membro de um hipotético conjunto infinito e aleatório de universos. Nesse conjunto, pode-se imaginar qualquer tipo de mundo físico, e obviamente só encontraríamos um onde as constantes e quantidades são compatíveis com nossa existência.
Claro que todos esses argumentos são objeto de réplicas e contra-réplicas – e ninguém imagina que algum dia se chegará a consenso. Na verdade, há sinais de que o gigante adormecido do ateísmo, após um período de passividade, vai despertando de sua soneca e entrando na briga. J. Howard Sobel e Graham Oppy escreveram livros grandes e eruditos criticando os argumentos da teologia natural, e a Cambridge University Press lançou Companion to Atheism (“Companheiro do ateísmo”) no ano passado. De toda forma, a simples presença do debate na academia prova como é saudável e vibrante a visão de mundo teísta hoje.
 
Relativismo – Muita gente pode pensar que a reaparição da teologia natural em nossos dias seja apenas trabalho desperdiçado. Afinal, não vivemos em uma cultura pós-moderna, onde o apelo a argumentos apologéticos como esses deixaram de ser eficazes? Hoje, não se espera mais que argumentos para defender o teísmo funcionem. Não por outra razão, cada vez mais cristãos apenas compartilham sua história e convidam outros a participar dela.

Esse tipo de raciocínio carrega um diagnóstico errado, desastroso para a cultura contemporânea. A suposição de que vivemos em uma cultura pós-moderna não passa de mito. Na verdade, esse tipo de cultura é impossível; não poderíamos viver nela. Ninguém é relativista quando se trata de ciência, engenharia e tecnologia – o relativismo é seletivo, só surge quando o assunto é religião e ética. Mas é claro que isso não é pós-modernismo; é modernismo! Não passa do antigo verificacionismo, que sustentava que tudo que não se pode testar com os cinco sentidos é uma questão de preferência pessoal.

Fato é que vivemos em uma cultura que continua profundamente modernista. Se não for assim, não haverá explicação para a popularidade do novo ateísmo. Dawkins e sua turma são inegavelmente modernistas e até científicos em sua abordagem. Na leitura pós-modernista da cultura contemporânea, seus livros deveriam ter sido como água sobre pedra – porém, as pessoas os agarram ansiosas, convictas de que a fé religiosa é tolice.

Sob essa ótica, adequar o Evangelho à cultura pós-moderna leva à derrota. Deixando de lado as armas da lógica e da evidência, deixaremos o modernismo nos vencer. Se a Igreja adotar esse curso de ação, a próxima geração sofrerá conseqüências catastróficas. O cristianismo se tornará apenas mais uma voz em meio a uma cacofonia de vozes que competem entre si – cada uma apresentando sua narrativa e alegando ser a verdade objetiva sobre a realidade. Enquanto isso, o naturalismo científico continuará a moldar a visão da cultura sobre como o mundo realmente é.

Uma teologia natural consistente é bem necessária para que a sociedade ocidental ouça bem o Evangelho. Em geral, a cultura do Ocidente é profundamente pós-cristã – e este estado de coisas é fruto do iluminismo, que introduziu o fermento do secularismo na cultura européia. Hoje, esse fermento permeia toda a sociedade ocidental. Enquanto a maioria dos pensadores originais do iluminismo eram teístas, os intelectuais de hoje, majoritariamente, consideram o conhecimento teológico impossível. Aquele que se dedica ao raciocínio sem vacilar até o fim acabará ateísta – ou, na melhor das hipóteses, agnóstico.

Entender nossa cultura da forma correta é importante, porque o Evangelho nunca é ouvido isoladamente, mas sempre no cenário da cultura corrente. Uma pessoa que cresce em ambiente cultural que vê o cristianismo como opção viável estará aberta ao Evangelho – mas, neste caso, tanto faz falar aos secularistas sobre fadas, duendes ou Jesus Cristo! Cristãos que depreciam a teologia natural porque “ninguém se converte com argumentos intelectuais” têm a mente fechada. O valor dessa teologia vai muito além dos contatos evangelísticos imediatos. Ao passo que avançamos no século 21, a teologia natural será cada vez mais relevante e vital na preparação das pessoas para receberem o Evangelho. É tarefa mais ampla da apologética cristã, incluindo a teologia natural, ajudar a criar e sustentar um ambiente cultural em que o Evangelho seja ouvido como opção intelectual viável para pessoas que pensam. Com isso, lhes será conferida permissão intelectual para crer quando seu coração for tocado.


William Lane Craigé professor pesquisador de filosofia







Era o que faltava! Passa a régua gospel!

 Hélio do Contorno da Sombra

Agora vai! Por falta do que fazer, já que vivemos num país super ético em que tudo anda a mil maravilhas, sem nenhuma mazela social ou econômica, e o povo até já está com saudade daquela época em que o dinheiro público era desviado ou mal gasto, o deputado federal da Igreja Renascer em Cristo Marcelo Aguiar (PSD/SP) apresentou ao Congresso, no último dia 23, um projeto de lei, de nº 2766/2011, que institui a Semana Evangélica em todo o território nacional, com os seguintes teor e justificativa: 


O Congresso Nacional decreta:

Art. 1º Esta Lei Institui a Semana Evangélica em todo o território nacional.


Art. 2º A Semana Evangélica será comemorada, anualmente, de 26 de outubro a 1º de novembro.


Art. 3º A Semana Evangélica destina-se ao congraçamento das Igrejas Evangélicas, independente da denominação.


Art. 4º Durante a Semana Evangélica serão promovidos eventos pela comunidade evangélica, tais como peças teatrais, exposições, simpósios, palestras, seminários, cruzadas evangelísticas e outros acontecimentos semelhantes com o aproveitamento e a utilização dos logradouros públicos cedidos para tal finalidade, quando solicitados.


Art. 5º As Igrejas Evangélicas por intermédio de seus pastores e dirigentes, em conjunto criarão e executarão todos os eventos da semana evangélica a que se refere esta lei.


Art 6º As despesas com a organização da Semana Evangélica, correrá a cargo das igrejas, suplementadas se necessário.


Art. 7º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.


JUSTIFICAÇÃO


O trabalho que as igrejas fazem é fundamental, não só no caráter religioso, mas engloba uma série de outros benefícios sociais e culturais. Temas importantes como a prevenção de uso de drogas, doenças sexualmente transmissível, contra a Pedofilia e muitas atividades de evangelização, através de peças teatrais, shows, feiras evangélicas apresentação de coral e músicos, gincanas desportivas e intelectuais, feira de livros evangélicos entre outros serão trabalhados na Semana Evangélica.


Dessa forma, solicito o apoio dos meus pares nesta Casa Legislativa no sentido do acolhimento do presente Projeto de Lei.
Perceba o amado irmão e a amada irmã que o art. 4º do projeto de lei prevê a utilização de "logradouros públicos" para o congraçamento do povo gospel da cidade, mediante requisição, como se não custasse nada ocupar os espaços e equipamentos públicos de um município por uma semana ou para certas cruzadas evangelísticas que custam milhões de reais. Além disso, o art. 6º prevê que "as despesas com a organização da Semana Evangélica, correrá [sic] a cargo das igrejas, suplementadas se necessário". Suplementadas por quem, cara-pálida? Claro que é pela viúva, ou - no popular - pelos cofres públicos, não é mesmo?

Aí a gente se pergunta: por que é que se elegem deputados "evangélicos"? Para conseguir uma boquinha nas tetas do governo? Pra conseguir algum poder de barganha (de voto) caso o líder da denominação precise de uns benefícios ou que alguma autoridade feche os olhos e tampe o nariz diante de um malfeito? Que povo "cristão" é esse que precisa de favores governamentais pra se "confraternizar"? Acho que nunca ouviram falar em "amor" e "serviço". Também não leem a Bíblia mesmo, né! Por que pregam "prosperidade", então? Prosperidade com o dinheiro dos outros é moleza, né não?...

Tem gente se "desconvertendo" de vergonha... Sério!






Ana Paula Valadão divulga no FACEBOOK resposta a Edir Macedo



A postagem foi feita na madrugada desta segunda-feira (05/12/11 02:00h e também no Twitter oficial da cantora.




Então tá...





Valdemiro Santiago larga a toalha "Sê tu uma benção" e opera o joelho no Hospital Albert Einstein.

Hospital Albert Einstein: Aqui "deus" opera!
Nada de carnê da coluna. Quando se trata de sua própria saúde, Valdemiro Santiago prefere o carnê do plano de saúde de primeira linha.


O jornal O Globo de ontem (4/12/11) publicou uma grande matéria com o “rei do gado” gospel, sua santidade, Ap. Valdemiro Santiago, o homem que carrega sobre si os nossos carnês. 

 Na referida matéria, o destaque é o rápido crescimento da seita fundada há apenas 13 anos, como uma dissidência da Universal. Para quem não sabe, Valdemiro foi da Universal por décadas e atingiu o seu auge na organização como bem-sucedido bispo da seita na África. Valdemiro era conhecido na IURD como o “bispo negro” (sic) . 

Na avaliação de O Globo, o fenômeno atual entre as seitas neopentecostais é uma acirrada disputa comercial entre duas concorrentes no mercado religioso e aponta como exemplo a questão simbólica da “guerra celestial imobiliária”- a disputa entre as suas seitas para a construção da maior e mais grandiosa das sedes. Como sabemos, a Mundial está construindo uma cidade em Guarulhos, próxima ao Aeroporto de Cumbica com capacidade para receber a lotação de alguns estádios, enquanto a IURD investe numa réplica do templo de Salomão.

A matéria segue apresentando o inicio humilde da Mundial e a grande reviravolta financeira que colocou Valdemiro e sua esposa aboletados em carrões e helicópteros e cercados de fausto sustentado pelo esforço agressivo de arrecadação da seita: 

Ele e a mulher, a bispa Francileia, de 46 anos, vivem num condomínio de luxo em Alphaville, na Região Metropolitana de São Paulo. Usam helicóptero e avião para se deslocarem. Hoje, tenho o fogão que eu quiser. Como o que quiser, moro onde quiser. Não dependo dez centavos da igreja, nenhuma moeda da igreja, você que frequenta sabe disso conta o líder da Mundial no vídeo. 

Valdemiro é dono, com a mulher e um terceiro sócio, de uma empresa de comunicação e uma gravadora de CDs. Francileia ainda é sócia da editora de livros e DVDs da igreja. Em 2010, o nome da igreja parou nas páginas policiais, quando dois pastores foram presos pela Polícia Rodoviária Federal em Mato Grosso do Sul. Levavam fuzis que abasteceriam traficantes, disse a polícia.

Fora a ênfase bem agressiva de O Globo em sua avaliação comercial do fenômeno, não há nenhum fato novo relativo aos bastidores deste negócio lucrativo que se tornaram as seitas neopentecostais, com a exceção da seguinte informação surpreendente:

No dia 21, foi operado no Hospital Albert Einstein, uma das melhores unidades privadas do país. 

Então deixa eu entender este negócio: 

Valdemiro cura de prisão de ventre até câncer com a sua tal toalhinha ungida. Com esta, também se paga dívida de banco e há até quem faça buchada da mesma para curar paralisia e até cegueira. E na hora de tratar do joelho, Valdemiro vai ao Einstein? 

Então esta toalha de “...” não cura joelho não? 

Mas o Valdemiro não é o ungidão que faz descer fogo do céu se pedir e outros balacubapos como disse ao Ratinho outro dia? 

Era muito pecado... O joelho não aguentou!


Não é o mesmo camarda que come e bebe na teologia de que crente doente é crente sem fé? 

Não é na Mundial que deus opera? Não é isto que o Valdemiro grita na TV sempre? O que houve? "deus" estava dando plantão no Albert Einstein naquele dia e o Valdemiro foi obrigado a operar seu joelho por lá? Se é assim, é bom saber e avisar aos fiéis para que nas terças-feiras não mais procurem a Mundial. Terça-feira deus faz residência em hospital particular do Morumbi. E faz todo o sentido, sendo um hospital israelita!

Esfrega esta toalha no joelho, ô bandidão! 

Então o deus de Valdemiro só segura o joelho do malandro na hora de subir o morro carregando os carnês dos patrocinadores ou os galões de água benta? 

Sei não... acho que até aqueles vídeos de subida do monte são FAIL, gente!

 Pelo sim, pelo não, façam como o Valdemiro Santiago: 

Troquem os seus carnês de igreja por carnês de planos de saúde. #FICA A DICA 



Danilo Fernandes para o Genizah





O Silêncio dos Diferentes



Carlos Moreira

No século XVII a sociedade humana foi surpreendida por um fenômeno designado por Michael Foucault, filósofo francês, como "O Grande Confinamento". Tratava-se do exílio dos "desviantes" ou "diferentes" para os asilos psiquiátricos. Entre os que foram amputados da vida, estavam os sifilíticos, os bêbados, os homossexuais, as prostitutas e os doentes mentais. Essa foi, desgraçadamente, a única forma que aquela geração achou para se livrar do incômodo que tais pessoas produziam.

Dois séculos se passaram e o diferente continua sendo expurgado da vida e nós, cristãos, somos talvez, o grupo que mais os esmaga! Desde Cornélio, soldado romano que foi evitado por Pedro, que era judeu, até os dias atuais, o "diferente" continua sendo tratado como alguém a margem da vida, a beira do caminho.

Nesta mensagem, que trata de um "diferente", o cego Bartimeu, sentado a entrada de Jericó, vamos aprender o que de fato Jesus queria quanto expôs a Boa Nova do Evangelho. Mas a questão é: você tem coragem de assistir?

*mensagem pregada em 04 de dezembro de 2011 na Catedral da Trindade da Igreja Episcopal Carismática do Brasil.






O caminho em direção ao outro



Rubinho Pirola


Ou... o verdadeiro caminho da santidade, o exercício eficaz para parecermo-nos com Deus!

E por eles me santifico a mim mesmo, para que
também eles sejam santificados na verdade
”. João 17:19


Durante muito tempo, cri que santificação era o caminho do crente para agradar a Deus. Isso é bíblico, é verdade, mas esse caminho tinha , no final, um sentido que apontava noutra direção: eu mesmo.

Ou seja, queria eu, caminhar para agradar a Deus, mas no fundo, era uma forma de me ver livre de problemas.

Agradando a Deus, eu me veria livre todo tipo de azares: calo, unha-encravada, caspa, notas baixas na escola e contaria ainda com o favor das menininhas bonitas da escola e subiria um degrau como cristão, sendo merecedor de mais medalhas do céu (ou, de um tijolinho a mais no conjunto habitacional celeste, onde tinha garantido uma propriedade sendo construída).

Santidade, era aquele caminho, acreditava eu, de agradar a Deus e isso era traduzido mais por coisas que teria de deixar de lado e que me eram tão gratas, para no fim ser beneficiado de algum modo. Como por exemplo: tinha de deixar de lado os bailaricos da escola, o cabelo comprido que os “boyzinhos” da moda usavam, o não ir aos clubes nos finais de semana, pois Domingo era o “Dia do Senhor” e, santo que é santo, não pode faltar à igreja e outras coisitas.

Santidade era mais um tipo de “vacina” para ver se ficava livre de dores de cabeça.

Santidade era mais uma tentativa de “comprar” o favor de Deus, do que um caminho que nos leva para cima, um exercíco físico, ou mais, uma cirurgia plástica para ficarmos cada dia mais com a cara e o jeito de Deus. E isso, descobri só bem depois, ser a mais pura cascata (para os portugueses, mentira, treta e da brava!).

Olhando para esse verso, onde está registrada a oração linda que Jesus dirigiu a Deus por cada um de nós, ele nos deixa uma dica tremenda: santidade é algo que diz respeito, que dirige o nosso olhar de nós mesmos, para… os outros!

“… por ELES me santifico!” É por nós. E o que significa isso?

Santificar-se para Jesus, era algo a ser buscado que beneficiaria as pessoas, não a si próprio! Tinha a ver com o botar a sua própria agenda, os benefícios, o seu prazer, em segundo plano… em função dos outros.

Não tinha a ver propriamente com Jesus ter de cortar o cabelo à militar para não escandalizar a irmãzinha da sinagoga, ou em evitar de ir à padaria no Shabat, fazendo esforço físico em dia de paragem total, ou em realizar todos aqueles ritos para garantir uma recompensa celestial; mas em ele abster-se de um prazer até legítimo, desde que alguém ganhasse.

Por exemplo, tais como deixar de ir à pesca com Pedro e os outros companheiros para ir até a casa do centurião para curar-lhe o servo acamado. Ou então deixar de provar um bacalhau à lagareiro (com muito azeite e alho, na brasa!) com os discípulos, provar aquele vinhozinho de safra especial e jogar uma boa prosa (talvez acerca do céu, ou até não, podia ser só para rirem, contando piadas de fariseus hipócritas, de religiosos vazios - tal como contamos as de papagaio ou de sogras), na companhia gostosa de cem (100!) dos seus amigos para ir à procura de um (1!) amigo em crise, num beco qualquer…

Ao invés de ganhar pontos como julgamos ser possível obter com “exercícios” solitários e vazios de significado na tentativa de agradar a Deus, sabia ele que, na contabilidade do Pai, quem caminha na direção do irmão, caminha na verdade, na direção dos céus e do… coração do Senhor Todo Poderoso.

Para Jesus, quanto mais somos de Deus, tanto mais somos dos outros.

Ser santo, santificado, para Jesus, não significava somente ser separado, exclusivo, mas separado e exclusivo para um fim apenas – ser bênção para os outros, o pobre, o enfermo e o perdido, custasse literalmente o que custasse.

Santificar-se, no sentido prático do termo significa certamente topar o sujeito chato, o irmãozinho mau cheiroso, o patrão tirano, a “sogra cascavel”,… por de lado as nossas conveniências, as nossas preferências no armário e o “salva-te a ti próprio”, enterrado a sete palmos, para ser uma espécie de sacrifício vivo em favor do bem de outrem.

Assim, aprendi uma lição. Se quero mesmo agradar a Deus e ser santo, parecido com Ele, ganhar o seu jeitão, a sua cara… então tenho de me dedicar ao próximo. Como Jesus fez. E todo mundo ver em nós, como viu, afinal, a cara de Deus estampada na de Cristo.




 Rubinho Pirola é reú neste processo chamado Genizah




Receita infalível para o fracasso de qualquer comunidade...



1. Não frequente a Igreja, mas quando for lá, procure algo para reclamar.

2. Se comparecer a qualquer atividade, encontre falhas no trabalho de quem está lutando pela obra de Deus, entretanto, sem indicar o caminho para corrigir as mesmas.

3. Nunca aceite incumbência, lembre-se de que é mais fácil criticar do que realizar.

4. Se os líderes pedirem a sua opinião sobre o assunto, responda que não tem nada a dizer. Depois, espalhe como deveriam ser as coisas.

5. Não faça mais do que somente o necessário. Porém, quando os líderes estiverem trabalhando com boa vontade e com interesse para que tudo corra bem, afirme que sua Igreja está dominada por um grupinho.

6. Não leia os cartazes no mural da Igreja e muito menos ouça os avisos. Afirme que ambos não trazem nada de interessante, e, melhor ainda, diga que não os recebe regularmente.

7. Se for convidado para um departamento qualquer, recuse alegando falta de tempo e depois critique com afirmações do tipo: "Essa turma quer é ficar sempre nos mesmos cargos...".

8. Quando tiver divergência com um líder, procure com toda intensidade impor-se.

9. Coloque-se sempre na posição defensiva ou de ataque.

10. Sugira, insista e cobre a realização de cursos, palestras e novas programações. No entanto, quando a Igreja realizá-los, não se inscreva nem compareça.

11. Se tiver oportunidade de dar sugestões, não o faça. Se a liderança não adivinhar as suas idéias e pontos de vistas, critique e espalhe a todos que é sistematicamente ignorado.

12. Após toda essa colaboração espontânea, quando cessarem as publicações, as reuniões e todas as demais atividades, enfim, quando a Igreja morrer, estufe o peito e afirme com orgulho: Eu não disse?







Divulgação Genizah



A profecia Maia do fim do mundo vai acabar em guacamole.

 Ele voltaria em 2012 para comer uns burritos e julgar os mexicanos, risos.



Parece que aquela profecia maia do fim do mundo para 2012 já fez água, e os supersticiosos de plantão podem já ir preparando as tortillas pra receber o deus maia Bolon Yokte, que seria responsável, entre outras funções, por uma espécie de juízo final. 
Só vai ficar ruim pros ateus explicarem como a civilização maia, tão distante e distinta das civilizações do Oriente Médio, e sem nenhuma comunicação com eles, também tinha previsto o retorno de um deus para o julgamento final de uma era. Agora, com o perdão do trocadilho infeliz, se ele não retornar e der bolo no ano que vem, tudo bem, já estava escrito no nome dele. A notícia é do Estadão



Maias previam retorno de um deus em 2012 e não o fim do mundo, diz estudo
 


Segundo especialistas, o ano de 2012 marcaria o término de uma era e ao começo de outra, com o retorno do deus Bolon Yokte



MÉXICO - As previsões dos maias para dezembro de 2012 não se referem ao fim do mundo, mas ao retorno do deus Bolon Yokte, que voltaria ao término de uma era e ao começo de outra, segundo uma nova interpretação divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) do México.


Os especialistas Sven Gronemeyer e Barbara Macleod, da Universidade da Trobe (Austrália), divulgaram uma nova interpretação das inscrições maias do sítio arqueológico de Tortuguero, durante a 7ª Mesa Redonda de Palenque, realizada no estado mexicano de Chiapas.


A data de 21 de dezembro de 2012 citada nas inscrições do povo indígena maia gerou diversas especulações sobre supostas "profecias maias do fim do mundo", versão que foi rejeitada pelos arqueólogos e epigrafistas. 
 Segundo os especialistas, os maias criaram um calendário com base em um período de 400 anos, denominado Baktun. Cada era é composta por 13 ciclos de 400 anos, que somavam 5.125 anos, e, segundo a conta, a era atual concluiria em dezembro de 2012.


Gronemeyer explicou que, de acordo com a visão maia, no final de cada era, completava-se um ciclo de criação e começava outro. Nesta inscrição, menciona-se que 21 de dezembro "seria investida a deidade Bolon Yokote", um deus vinculado à criação e à guerra, que participou do começo da atual era, iniciada em 13 de agosto do ano 3.114 a.C.


O epigrafista alemão indicou que essa inscrição está ligada à história da cidade maia de Tortuguero, na qual se cita o governante Bahlam Ajaw (612-679 d.C.) como futuro participante de um evento do final da era atual.


O texto de caráter narrativo, segundo Gronemeyer, mostra que os governantes maias deveriam "preparar o terreno para o retorno do deus Bolon Yokte, e que o Bahlam Ajaw seria o anfitrião de sua posse".


Conforme este prognóstico, o deus Bolon Yokte presidiria o nascimento de uma nova era, que deverá começar em 21 de dezembro de 2012, e supervisionaria o fim da era atual.


"A aritmética do calendário maia demonstra que o término do 13º Baktun representa simplesmente o fim de um período e a transição para um ciclo novo, embora essa data seja carregada de um valor simbólico, como a reflexão sobre o dia da criação", comentou Gronemeyer.


O epigrafista mexicano Erik Velásquez disse que, para os escribas maias, a história como uma narração de eventos humanos foi uma preocupação secundária. Eles se centravam nos rituais de qualquer tipo, por isso, "as inscrições mostram relações complexas entre o tempo, as esculturas e os prédios".


"Na antiga concepção maia, o tempo se construiu tal como as esculturas e os prédios que as continham, os períodos tinham consciência, vontade, personalidade e se comportavam como humanos", acrescentou Velásquez. 






O Que é Pior: o “Profeta” que Mente ou o Pierrô que Fala a Verdade?

Carlos Moreira

São 6:00h. da manhã. Em alguns instantes vou postar este texto no blog... Estou escrevendo tão cedo porque acabei de ser acordado. Vida de pastor... Telefone sempre ligado para atender pessoas que possam estar com problemas...

Eram 5:30h. quando o Leandro me ligou. Obviamente estou usando um nome fictício. O Leandro converteu-se há pouco tempo. Vem de uma história de vida complicada. Era um cara rico que, de repente, se viu sem nada. Perdeu tudo: casa, dinheiro, amigos, dignidade, esposa e filhos. A culpa maior é dele e ele sabe disso. Não reclama, não usa de auto-indulgência, não faz racionalizações; tem feito como Davi: “pequei contra Deus”.

Quando o telefone tocou e eu vi seu nome no aparelho já sabia do que se tratava... Atendi com voz rouca, pois estou doente desde quinta. Do outro lado havia alguém chorando. A voz embargada tornava-se ainda menos inteligível pelo estado de embriaguês. Sim, meu amigo estava bêbado, saindo de uma festa, desencontrado de sua alma, sozinho no meio da multidão.

“Pastor!”, disse ele, “Eu acabei de pregar para os seguranças da festa. Sei que estou bêbado, mas falei do amor de Deus e da misericórdia de Jesus. Agora estamos todos aqui chorando: eu, porque não deveria ter vindo a esse lugar, esse ambiente não pode me acrescentar mais absolutamente nada, simplesmente não faz parte de mim. Eles porque, mesmo sóbrios, estão esvaziados de significados, estão vivendo sem um propósito, sem conteúdos e valores que possam ressignficar suas consciências e trazer-lhes vida ao ser”.

Não havia muito que eu pudesse fazer... Ainda estou com febre... Dei-lhe algumas orientações e voltei para a cama. Não consegui mais dormir... Levantei e liguei a TV. Em certo canal, um “apóstolo” estava pregando a “palavra” de “deus”. Loucura! Nada do que dizia era Evangelho, tudo estava torcido para atingir seus propósitos: enganar os incautos, iludir os desesperados, alienar os desiludidos, arrebanhar os perdidos, espoliar os que nada possuem, roubar a esperança dos desgraçados, “quebrar o caniço esmagado e apagar o pavio que ainda fumega”.

Mudei de canal. Essa gente me dá náuseas! Caiu num filme do Harry Potter. Era bem melhor! Prefiro o feiticeiro de “verdade” ao de mentira... Fiquei vendo as imagens na tela, mas minha mente não estava ali... No meu íntimo fazia conjecturas: “o que é menos danoso ao ser: um falsário sóbrio ou um bêbado verdadeiro? É melhor ouvir a mentira do “profeta”, que fala sem ter ingerido álcool, ou a verdade do pierrô que passou a noite “enchendo a cara”?”. As perguntas se amontoavam em mim... Lembrei de Nietzsche: “o fantasioso nega a verdade para si mesmo; o mentiroso apenas para os outros".

Triste o povo que não tem profetas para admoestá-lo! Em meio à aridez humana de nossos dias, “quando tudo pede um pouco mais de calma, até quando o corpo pede um pouco mais de alma”, prefiro ouvir as “loucuras” do bêbado às “verdades” do “santo”. Não obstante, ambos estão errados: o primeiro em seu proceder; o segundo em suas intenções.

Do fundo do coração, todavia, acho mais fácil a pregação do “pierrô” surtir efeito, pois trás em si a Palavra carregada de paixão, sem distorções ou manipulações, ainda que o “pregador” não esteja em um de seus melhores dias, do que o sofisma eloqüente do “profeta” mal intencionado, que fez “alquimia” das Escrituras com vistas a iludir aqueles que nada sabem sobre a Verdade e, por isso, acabam, como “embriagados”, se satisfazendo com o veneno que lhes é despejado goela abaixo...


Carlos Moreira é culpado por tudo o que escreve. Ele posta no Genizah e na Nova Cristandade.




Participe da campanha do Dia da Bíblia 2011

 

Campanha do Dia da Bíblia é lançada pelo Brasil

Entre os meses de setembro e outubro, houve uma série de lançamentos, em cada região do país, da campanha pelo Dia da Bíblia 2011. Cerca de mil pessoas, entre pastores e líderes religiosos, compareceram aos eventos promovidos pela SBB em oito estados brasileiros.

Celebrada tradicionalmente no segundo domingo de dezembro, a data especial tem como tema, este ano, “A Bíblia para o Jovem” e está baseado em Provérbios 3.6: “Lembre de Deus em tudo o que fizer, e ele lhe mostrará o caminho certo”.

No Pará, o encontro ocorreu em 27 de setembro, na Secretaria Regional da SBB em Belém, onde estiveram presentes cerca de 140 lideranças. Um dia depois, o lançamento da campanha aconteceu simultaneamente em quatro locais: no Centro Cultural da Bíblia no Rio de Janeiro (RJ), na Igreja Batista Filadélfia de Porto Alegre (RS), no Seminário de Educação Cristã em Recife (PE) e na Secretaria Regional da SBB em Belo Horizonte (MG). Cada lugar teve, respectivamente, 50, 80, 85 e 80 participantes.

Em 8 de outubro, o auditório da Faculdade Evangélica de Brasília (DF) recebeu 50 lideranças para se engajar nas celebrações dedicadas ao Livro Sagrado. Já no dia 13 de outubro, 430 pastores e líderes cristãos lotaram o Museu da Bíblia, em Barueri (SP), durante a apresentação nacional da campanha. Por fim, em 14 de outubro, a Secretaria Regional da SBB em Curitiba (PR) reuniu cerca de 80 pessoas no encontro realizado na Igreja Metodista Central.

Ainda dá tempo! Os interessados em participar da campanha do Dia da Bíblia 2011 podem buscar todas as informações no hotsite Dia da Bíblia. Participe! 







O Dia da Bíblia surgiu em 1549, na Grã-Bretanha, quando o Arcebispo Thomas Cranmer, da Igreja Anglicana, incluiu no Livro de Oração Comum, um dia especial para que a população intercedesse em favor da leitura do Livro Sagrado. A data escolhida foi o segundo domingo do Advento – celebrado nos quatro domingos que antecedem o Natal. Foi assim que o segundo domingo de dezembro tornou-se o Dia da Bíblia. No Brasil, o Dia da Bíblia passou a ser celebrado em 1850, com a chegada, da Europa e dos Estados Unidos, dos primeiros missionários evangélicos que aqui vieram semear a Palavra de Deus.

Durante o período do Império, a liberdade religiosa aos cultos protestantes era muito restrita, o que impedia que se manifestassem publicamente. Por volta de 1880, esta situação foi se modificando e o movimento evangélico, juntamente com o Dia da Bíblia, se popularizando.

Pouco a pouco, as diversas denominações evangélicas institucionalizaram a tradição do Dia da Bíblia, que ganhou ainda mais força com a fundação da Sociedade Bíblica do Brasil, em junho de 1948. Em dezembro deste mesmo ano, houve uma das primeiras manifestações públicas do Dia da Bíblia, em São Paulo, no Monumento do Ipiranga.

Hoje, o dia dedicado às Escrituras Sagradas é comemorado em cerca de 60 países, sendo que em alguns, a data é celebrada no segundo Domingo de setembro, numa referência ao trabalho do tradutor Jerônimo, na Vulgata, conhecida tradução da Bíblia para o latim. As comemorações do segundo domingo de dezembro mobilizam, todos os anos, milhões de cristãos em todo o País.






Saiu o resultado do sorteio de As crônicas de Aedyn da Hagnos



O resultado do sorteio foi:



URL do Sorteio:  http://sorteie.me/fb/5wY

 Contemplados: Isaac Hiko Lopes   e Edimar José

Parabens aos dois. O livro é uma delicia de leitura.



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As crônicas de Aedyn - os escolhidos 
Alister McGrath , Voytek Nowakowski
 
 Sinopse

A terra de Aedyn é um paraíso que está além de toda a imaginação.

No entanto, quando tudo desaba, estranhos de outro mundo são chamados para lutar pela verdade.

Pedro e Julia nunca suspeitaram que a viagem para a casa de seus avós teria algo fora do comum... Isso, porém, foi antes de Julia tropeçar em um jardim misterioso que brilhava em noites sem lua.

Não foi, também, por acidente que ela caiu no lago e puxou seu irmão consigo. No entanto, eles agora estavam perdidos em outra dimensão, em um mundo estranho e sem saber em quem confiar.

Será que poderiam acreditar nos lordes encapuzados? No monge idoso que só aparecia quando não era esperado? Ou nos escravos silenciosos com seus tenebrosos segredos?

Em um mundo habitado por animais diferentes, com ruídos e barulhos esquisitos, duas crianças chamadas de um mundo paralelo terão de descobrir quem realmente são, travar uma intensa luta interior e, depois, liderar uma grande revolta.