Comentário “cê tu uma bença” da semana (13) O ato chulético

As pérolas desta semana foram atiradas às nossas matérias sobre a marcha para genésio 2011:

O chulé de GIZUZ tem poder.



Os crentinos ficaram furibundos com os nossos comentários depreciativos sobre a palmilha coletora de chulé profético para Gizuz... Foi tiroteio brabo por parte dos neopentecostais.

E vocês sabem que depois da matéria eu fiquei bolado com a crítica feita? Afinal, se a Palavra nos encoraja a dar o nosso melhor... Vai que chulé é o melhor deles?


cleyton disse...






VCS NUNCA OUVIRAM FALAR DE ATO PROFÉTICO NÃO???

DEIXEM DE SER IGNORANTES SÓ FICAM CRITICANDO OS OUTROS.... VCS IRÃO SER PUNIDOS POR JESUS POR CAUSA DISTO!

FAÇAM CURSOS, ESCOLAS PROFÉTICAS, VÃO ESTUDAR CAMBADA DE ADÚLTEROS!!!

ASSIM COMO ELIAS E ISAIAS FAZIAM ATOS PROFÉTICOS, NÓS TEMOS QUE FAZER TAMBÉM...



Não é que o camarada tem razão? Eu devia ler mais a briba! Se eu fosse aplicado, a esta hora, já estaria em um vôo para Israel matriculado na Escola de Profetas do Baixo Jordão, onde os grandes profetas da antiquidade estudaram... Ou na pior hipótese, numa franquia tupiniquim no Cambuci, bairro paulistano.

 
Se o caso acima é uma mistura de exejegue, lobotomia apostólica e maconha estragada, o caso a seguir é torpeza pura!
 
O Sr. Cleyton deixa claro que merece seus apóstolos. 
Diante da agressão sofrida por irmãos, dos poucos que não se dobraram a Baal, durante  protesto na Marcha para Gizuz, o moço comentou:


cleyton disse...





VCS SÓ QUEREM FAZER CONFUSÃO...

NÃO MEXAM NOS PASTORES E APÓSTOLOS UNGIDOS POR DEUS... ELES SÃO VARÕES VINDOS DO CÉU PARA CONDUZIR O POVO ATÉ DEUS!!! É BÍBLICO!

MAS O Q VCS FAZEM NÃO É BÍBLICO!

VÃO SE CONVERTER!


Registrado, Sr. Cleyton. Pode deixar! Vou virar crente. Vou tirar diploma de profeteiro na escola de profetas de algum Jeová Jr. e, na sequência, me rendo a um varão mandado do Céu e sigo o sacerdote até Miami, com a minha briba recheada dos dólares arrecadados dos Cleytons da vida.

E...  Pode ficar frio. Não me esqueço de você, meu nobre mestre! As minhas meias usadas serão enviadas para você,  em ato profético, risos.

Ah! Já ia esquecendo. Como você gosta de estudar, deixo a indicação destes artigos sobre atos proféticos:

Atos profeticos e feitiçaria gospel

Atos proféticos?

Atos proféticos e atos DE profetas

Não se trata de pontos de contato da fé! Foi uma das grandes declarações do Cristo!





Liderança gay pede cassação do registro de psicólogo de Silas Malafaia

Líderes do movimento gay apresentaram ao CRP (Conselho Regional de Psicologia) do Rio de Janeiro pedido de cassação do registro profissional do pastor Silas Malafaia (foto), 52, sob a acusação de práticas homofóbicas.

O pastor se formou em psicologia clínica e não exerce a profissão, mas faz com frequência menção a sua formação nas pregações aos fiéis.

O CFP (Conselho Federal de Psicologia), ao qual o CRP está atrelado, baixou em janeiro de 1999 resolução proibindo os psicológicos de se referirem à homossexualidade como distúrbio e também de fazer declarações em público discriminatórias contra os gays.

Malafaia é pastor da Assembleia de Deus, da subdenominação Vitória em Cristo. Ele tem se destacado por sua pregação contra o movimento reivindicatório por igualdade dos gays.

No começo do ano, ele distribuiu no Rio outdoors com a mensagem de que “Deus fez o macho e a fêmea”. Depois, em maio, em uma audiência pública na Câmara dos Deputados sobre a reforma do Estatuto das Famílias, disse que a legalização do relacionamento homoafetivo -- que acabou ocorrendo -- seria o primeiro passo para se aprovar “tudo o que se imaginar”, inclusive relação sexual com cachorro e cadáver. (ver vídeo)

O MP (Ministério Público) abriu inquérito para apurar se a intenção do pastor, com essas declarações, foi pregar a homofobia.

O CRP-Rio já tinha recebido no ano passado uma reclamação contra Malafaia, mas não deu em nada.

'Vamos colocar na lei tudo que se imaginar'


Publicou o Zé, da redação do Genizah, via Paulopes






Ativistas gays atacam os cristãos








Postou Jamierson Oliveira, no Genizah





Orando Simples e Orando Sempre!


 com CARLOS BREGANTIM




Pr. Carlos Bregantim é mentor da Estação São Paulo do Caminho da Graça 
Av. Lins de Vasconcelos, 3390 - Vila Mariana (perto da Estação Vila Mariana do Metrô)
 TODOS OS DOMINGOS ÀS 18H30






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Afinal: Você Confia ou não Confia?


Carlos Moreira


Ontem à noite eu me vi diante de uma cena inusitada... Minha filha Gabi colocou na orelha um brinco e ele entrou na pele, o que fez com que a região inflamasse e sua retirada se tornasse algo extremamente doloroso.

Sei que Gabriela ama a mãe loucamente, confia nela cegamente, mas aquela situação a fez agir de forma inusitada. Ela corria de um canto para outro e não deixava a gente, sequer, se aproximar para ver o que precisava ser feito. Em certo momento, senti a angústia nos olhos de Fabiana, algo do tipo: “milha filha, ou você confia ou não confia!”.

É fácil manter a confiança quando o contexto é favorável, quanto o problema é contornável, quando os envolvidos são confiáveis, quando as medidas a serem tomadas são palpáveis. Mas, e quando não?...

Aqui surge uma questão: como confiar quando os fatos são contrários, quando Deus se torna “indisponível”, ou o céu mostra-se impermeável, quando o “telefone” do Altíssimo fica dando “caixa postal”? O que fazer no momento em que as coisas, aparentemente, não possuem sentido ou lógica, e o caos aproxima-se de nós com um apetite voraz? 

Como todos sabem, gosto muito do profeta Habacuque. Trata-se de um homem suigeneris, pois, ao invés de começar seu ministério confrontando aos homens, ele parte para questionar o próprio Deus. Por isso, de cara, me apaixonei por ele, pois em Habacuque não existem “salamaleques” para com o sagrado, ele é um ser perplexo em busca de respostas, assim como eu.

A questão central no livro de Habacuque é o afastamento de Israel da comunhão e intimidade com Deus. Profeta do período pré-exílico, ele constatou que o bem se afastara da vida dos seres humanos, assistiu ao desvirtuamento das relações, viu o poder sendo usado para esmagar o próximo, o estabelecimento da corrupção, da volúpia por sangue, da ganância, do desamor como praxis, ou seja, a inexistência de todos os matizes dos quais é constituída a matriz de valores do Evangelho.

Depois de insistentes questionamentos sobre o fato de Deus está, aparentemente, inerte a toda aquela situação, Habacuque recebe, então, a sua resposta. Foi impossível não lembrar de Guimarães Rosa “esperar é reconhecer-se incompleto”. Ah, coisa difícil é esperar... sobretudo, esperar por Deus... Ele parece sempre estar indisponível no dia da calamidade, da dor, da solidão, da tragédia.

Todavia, a resposta que Deus deu ao profeta não lhe agradou. Ele estava preparando, como “vara de juízo” sobre o Seu povo, uma nação ainda mais perversa, corrupta e dura: os Assírios. Aí o profeta foi à loucura! “Como assim Deus?! Você vai nos disciplinar usando gente mais corrompida do que nós mesmos?!”.

Sei que não está escrito no livro de Habacuque, mas, neste ponto, penso que Deus questionou o profeta: “afinal, você confia ou não confia?”. E é justamente aí, em meio à perplexidade, ao inexplicável, ao ilógico, ao contraditório, ao irracional, ao desconexo, que surge um homem resignado a obedecer e aceitar os desígnios do amor de Deus, pois, mesmo quem ama, tem de ser firme.

Ouvi isso, e o meu íntimo estremeceu, meus lábios tremeram; os meus ossos desfaleceram; minhas pernas vacilavam. Tranqüilo esperarei o dia da desgraça que virá sobre o povo...”. 

A lição que tiramos da vida deste homem é que confiar não é uma ação que nasce na consciência, mas no coração. Confiar é lançar-se no absurdo, no insondável, é abrir mão de racionalizações, de conjecturas. Confiar é resignar-se, aquietar-se, render-se, sublimar-se, é ir na contra-mão, no contra-fluxo, esperar o inexplicável, aguardar o improvável, ter a certeza de que, ainda que contra todas as evidências, Deus nos fará bem e nos trará a paz.

Habacuque nos ensina que ainda que o fluxo natural da existência  – “mesmo não florescendo a figueira, não havendo uvas nas videiras; mesmo falhando a safra de azeitonas, não havendo produção de alimento nas lavouras, nem ovelhas no curral nem bois nos estábulos”, seja, por algum motivo, alterado, ainda assim ele confiará no Senhor, pois diz: “exultarei no Senhor e me alegrarei no Deus da minha salvação”.

O nome Habacuque significa “abraçado por Deus”. Não sei o que se passa em sua vida, mas eu, particularmente, tenho vivido dias muito difíceis... Algo, entretanto, me fala ao coração: “filho muito amado, foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei, recebe o abraço do teu Pai”. E eu lhe pergunto: “do que mais precisarei?”. 









Marcha para Jesus na Bahia vira lavagem do Bonfim Gospel

O Correio OnLine,  publicação regional do Globo na Bahia, estampa a seguinte notícia sobra a Marcha para Jesus: 


4ª Marcha Com Jesus leva multidão de foliões evangélicos para a Avenida Oceânica


Em um dos 15 trios que passaram pela avenida estavam Cacique Johnny, ex-Chiclete com Banana e até Débora Brasil, ex-dançarina do É o Tchan

 

Algumas da igrejas que participaram da Marcha Com Jesus venderam abadás que padronizaram os evangélicos, aumentando ainda mais a semelhança do evento com o Carnaval 

 

E não está certo? Não são foliões?

Faço coro com a jornalista baiana, este fuzuê ai é festa pô!

 

O noticioso segue com o enterro da moral gospel nacional:


Camila Mello | Redação CORREIO


O Carnaval passou faz tempo, mas, na tarde de ontem, muitos baianos voltaram a vestir abadás e a pular atrás do trio. Era a 14ª Marcha Com Jesus que, além de reunir evangélicos de igrejas de várias denominações pentecostais e neopentecostais, como Renascer em Cristo e Assembleia de Deus, trouxe de volta à avenida vários artistas do axé music que fizeram sucesso na década de 80 e 90 e que, dessa vez, desfilaram pela Avenida Oceânica louvando a Deus. Mas, embora o propósito agora seja diferente, o ritmo continua o mesmo.

Em um dos 15 trios que passaram pela avenida estavam o Pastor Ivan Dias, que começou a carreira na banda Laranja Mecânica; Cacique Johnny, ex-Chiclete com Banana; Julinho Cavalcante, que tocou na Banda Reflexus; e até Débora Brasil, ex-dançarina do É o Tchan, que  se juntaram para animar os “foliões” tocando axé. A diferença agora é que, ao invés de tirar os pés do chão, eles sugerem "pisar na cabeça do Diabo". 

O ex isto e a ex aquilo agora são gospel e cantam para os Extúpidos.
Outro jornal baiano lembra que o Axé é um ritmo saído dos terreiros de candomblé e os temas das levadas sempre são: Sexo, macumba e baixaria.

Ivan Dias explica: "Tocamos o mesmo ritmo, mas a mensagem é diferente. É uma mensagem de vida. Oramos para a família, para a cidade, no intuito de resgatar alguns valores que foram perdidos. A Bíblia afirma que Davi dançava, Moisés dançava. Então não há nada que não seja bíblico aqui".

Então tá! Passa amanhã!

Eu gosto muito do povo baiano. Num tem conversa com esta gente honesta. Na maior cara limpa, na doçura e na leveza típica deste povo alegre, a verdade sai da boca, sem conversinha fiada. O que é, é. O que não é, não é. De maneira que se o povo está na folia, é folião.Que mané fiel! Fiel é o cachorro.

Se o cabra é hipócrita e está rebolando, mas diz que está marchando para Jesus, pisando na cabeça do rabudo, o baiano olha, coça o queixo e manda sem piedade: Tá no axé meu rei! Esta batida eu conheço desviado! 

E cá para nós, capetas fora, tem muita cabeça aboletada neste trio elétrico merecendo um pisão

Quer dançar? Dança, pô! Vai de Axé? Que seja. Bota o abadá, rebola, ataca a irmãzinha no canto, pinta os canecos que está tudo lindo. O problema é só seu. Suas decisões. Agora, não vem espiritualizar a coisa, botar Jesus na conversa, pois o Senhor não está pedindo o seu rebolado profético e nem a sua baixaria ungida! Seja, ao menos, coerente!

E vai prá décima quarta edição desta avacalhação  e o capeta quanto mais é pisado, mas se abanca em Salvador. Tão pisando mesmo cambada? Ou estão fazendo cafuné no rabudo? Vocês pisam em junho e o carcará logo tá livre e soltinho na micareta, carnaval, lavagem do escolete e mais aquela tonelada de festa porreta que tem em Salvador...

Se liga malandragem! Fica esta safadeza de líder explorando o poder político da marcha, crentino indo por causa da festa que gospelzinho pode ir e a xonga toda indo para o ralo. 

Na boa? Se o negócio é fissura, vai no carnaval normal mesmo! Pelo menos, não será hipócrita.

Conhecer a Palavra que liberta e fazer desta a sua única regra de fé e prática, ninguém quer! A turma só quer saber de fazer ato profético carnavalesco. 

Vou falar um negócio: Quando eu quero dançar, eu danço e Deus me livre de música gospel. Danço Rock, danço pop, dança a meleca toda que eu quiser. Se quero comemorar, comemoro do jeito que achar melhor, pago minhas contas, sou vacinado e livre em Cristo. Portanto, faço a festa que eu acho que me convém (ICo 6:12). Agora... É na minha conta, na minha responsabilidade. Não carrego testemunha para espiritualizar o meu lazer.  Só levo amigos. Não faço micareta e chamo de louvor.







Os teonomistas mordem?

Solano Portela

Vou colocar algumas informações sobre os teonomistas (Theonomists), também conhecidos como dominionistas (Dominonists), amplamente extraídas da memória, portanto, com possíveis lapsos e imperfeições e sem nenhuma pretensão de dar todos os ângulos sobre o movimento, ou sobre as pessoas que têm recebido esse rótulo.

Como indica o próprio nome, teonomia tem a ver com a lei de Deus. Mais especificamente com o papel da lei de Deus e sua aplicabilidade em todas as eras. Ainda mais restritamente, com o entendimento da abrangência da lei de Deus. Os chamados teonomistas dizem que as expressões da lei de Deus representam um modelo a ser emulado em qualquer época ou sociedade - não aceitando sem muitas qualificações a clássica divisão entre lei civil ou judicial; lei religiosa e cerimonial e lei moral. O movimento começou na década de sessenta, do século passado, nos Estados Unidos e destaco os seguintes pontos a relembrar e a ponderar:


1. O Guru do movimento foi o já falecido Rousas J. Rushdoony (1916-2001), brilhante teólogo reformado e apologista cristão, seguidor do pensamento do apologista e teólogo Cornelius Van Til, do Westminster Theological Seminary, especialmente na sua identificação como um "pressuposicionalista" (contrapondo-se aos "evidencialistas").

2. Possivelmente, o livro mais famoso dese teólogo foi o seu "Institutes of Biblical Law". Nesse livro ele faz uma exposição principalmente dos Dez Mandamentos, mas também de inúmeros pontos da legislação judicial mosaica, representando uma coletânea de ensaios ético-teológicos, sobre os diversos aspectos da lei de Deus, com considerações práticas na história e na vida contemporânea. Um dos pontos defendidos, no livro, é o da aplicabilidade da legislação civil a todas as sociedades, em todas as eras. Nesse sentido, a tarefa dos cristãos seria reconstruir uma sociedade formada à luz da lei de Deus, pela pregação do evangelho e por esforços de pressão e persuasão junto ao governo e legisladores. Daí serem chamados, também, de reconstrucionistas, além de teonomistas.

3. O movimento atraiu muitos reformados, principalmente dentro do campo presbiteriano (especialmente na Igreja Presbiteriana Ortodoxa - OPC, denominação de vários de seus proponentes, por vários anos). Também fez progresso no meio de vários Batistas Reformados; veio, entretanto, tomar uma forma mais teórica com a publicação de um livro do Greg L. Bahnsen em 1977, chamado: "Theonomy in Christian Ethics". Bahnsen, escritor eficaz e debatedor de primeira linha (dizem que os ateus temiam debatê-lo) lecionava no Reformed Theological Seminary e o livro ajudou a popularizar o movimento e a atrair, também, muita oposição.

4. O pós-milenismo veio a tornar-se uma das características do movimento, pois os que se identificavam com a linha viam a ação do cristianismo como fonte de uma sociedade futura justa e controlada por princípios emanados da Palavra. Rushdoony escreveu um livreto, que teve ampla circulação, defendendo esse pós-milenismo (que difere do pós-milenismo clássico - que via uma melhoria progressiva na raça humana; e do pós-milenismo puritânico - que via o milênio como o resultado de um reavivamento operado por Deus pela igreja), chamado: "Eschatology of Victory".

5. Logo muitos livros foram publicados e um peródico acadêmico ("Journal of Christian Reconstruction"), contendo vários artigos profundos sobre temas correlatos, era publicado duas vezes por ano. Os artigos produzidos e outras publicações emanadas do campo teonomista sempre tinham uma boa profundidade e grande dose de erudição, bem como a tentativa de fundamentação bíblica às idéias apresentadas. Um dos autores que mais escreveram, nessa linha, foi o Gary North (genro de Rushdoony). North, economista de formação - e não teólogo, espinafrou com competência as políticas inflacionárias dos governos. Um dos ótimos artigos publicados no "journal" já mencionado, teve o título: "Isaiah's Critique of Inflation", e baseava-se na condenação que Isaías faz dos que adulteravam a prata. North comparava isso ao abandono de um padrão monetário fiel e chama explicitamente de roubo. Hoje ele está muito mais dedicado a artigos econômicos do que a ensaios teológico-sociais, como antigamente.

6. Uma outra publicação que cresceu e se estabeleceu, foi a revista (no início, era apenas uma newsletter) chamada "Chalcedon Report", que existe até hoje, acredito. Na realidade, o movimento foi abrigado pela Chalcedon Foundation, cujas atividades foram bem além da publicação da revista: distribuía sermões e palestras gravadas (outro grande meio de divulgação, nos States), publicava livros e empregava, em tempo integral vários dos pensadores do movimento (site atual: http://www.chalcedon.edu/) .

7. Pelo que sei, patrocinaram uma faculdade e fizeram sua presença sentida em quase todos os seminários de linha reformada, desde a década de setenta até o presente, provocando grandes debates e alinhamentos entre alunos e, por vezes, envolvendo professores nas controvérsias. Na década de noventa atraíram para o quadro de articulistas o Rev. Steve Schlissel, grande pregador e escritor de Nova York, que foi expulso da Christian Reformed Church porque se insurgiu contra várias diluições doutrinárias naquela denominação, especialmente com relação à abertura progressiva dela ao homossexualismo. Ele produziu (produz?) inúmeros artigos interessantes, inclusive uma série de oito ou dez artigos sobre o princípio regulador no culto, no qual defende uma posição, com várias diferenças das normalmente apresentadas na tradição puritana, com muita competência e precisão.

8. Os teonomistas nem sempre foram caracterizados por graça na defesa apaixonada de suas posições. A linguagem era, por vezes, virulenta contra irmãos na fé. Na área de obediência às leis, defenderam, por muitas vezes e em muitas situações, uma postura de desobediência civil. Alguns radicais, do campo, chegaram a advocar a concretização da resistência ao governo "ímpio e corrupto", na forma de recusa no pagamento de impostos - principalmente o "de renda" (não fiquem tentados...). No cômputo final, terminaram por brigar consideravelmente entre si. Gary North brigou com o próprio sogro (Rushdoony) e continua escrevendo bastante, mas em rumo separado dos teonomistas.

9. O link que coloquei, acima, provavelmente é uma das melhores fontes do estado atual do movimento. Na minha avaliação, os teonomistas têm muito a nos ensinar, mas não posso embarcar na visão anacrônica e não bíblica da aplicabilidade da lei judicial ou civil de Israel aos dias de hoje (quiçá da cerimonial), nem na visão de uma sociedade controlada e transformada pela lei, em vez de "salgada" e "iluminada" pelo evangelho (e, assim, na providência divina, preservada até o tempo do julgamento de Deus). Gosto muito de Rushdoony e ele tem uma leitura interessante e elucidativa de vários aspectos da lei moral de Deus. Na área filosófica, um dos expoentes do reconstrucionismo foi o Dr. Gordon Clark [1902-1985] - mente brilhante, um dos meus favoritos (Um dos seus grandes livros é: "A Christian View of Man and Things").

10. No Brasil, algumas pessoas têm se interessado pela corrente, ou por alguns de seus expoentes. Se o teonomismo encontra dificuldades e resistência em uma terra que tem raizes (e ainda algumas nuances) cristãs, imagine em uma sociedade secularizada e dicotomizada (religião x sociedade civil) como a nossa! No rescaldo, vejo-me aprendendo uma coisa aqui e outra ali, dos tenomistas, enquanto exerço minha liberdade cristã de rejeitar vários dos fundamentos defendidos por eles. Não aceito "comprar o pacote completo", nem descartá-los como inconsequentes e não bíblicos em tudo. São, via de regra, gente séria e sincera, que tem muito a ensinar, principalmente no apreço pela Palavra de Deus e em encontrar uma forma de aplicação dos principios das Escrituras nas questões do dia a dia da vida. Uma nota curiosa, é que encontrei já vários segmentos neo-pentecostais que se alimentam da filosofia e das idéias dos reconstrucionistas (principalmente um determinado grupo, da Guatemala, liderado pelo pastor Harold Caballeros - da Igreja El Shaddai e do Movimento Apostólico). Aparentemente os ensinamentos dos teonomistas, de entrelaçamento com a sociedade civil e de conquista (reconstrução), encontraram eco em pontos tipicamente neo-pentecostais relacionados com batalha territorial, conquistas e respeitabilidade social, mesmo com a identificação que os reconstrucionistas fazem, de si próprios, como verdadeiros expositores e abraçadores da teologia da reforma.







Os Hernandes vivem como nababos com o dinheiro dos fiéis, enquanto os templos são despejados e seus fiadores prejudicados.


Vergonhoso! Renascer prega prosperidade mas acumula dívidas


A administração da Igreja Renascer não cumpriu o acordo de pagamento do aluguel no valor de R$40 mil reais. Segundo ação que tramita na 5ª vara Cível de Santana, a Renascer não cumpriu o acordo de parcelamento da dívida com proprietário do imóvel, por isso, o juiz Mauricio Campos da Silva Velho autorizou o despejo e o uso de força policial: "expeça-se mandado de despejo ficando, desde logo, autorizada a requisição de força policial e o arrombamento das portas de acesso ao imóvel" diz a sentença proferida no ultimo dia 4 de julho.

Leia a sentença:

"Ante a notícia de descumprimento do acordo, expeça-se mandado de despejo ficando, desde logo, autorizada a requisição de força policial e o arrombamento das portas de acesso ao imóvel, caso a providência se revele necessária ao oficial de justiça. Anoto que o exequente deverá providenciar os meios necessários ao cumprimento da ordem, a saber: caminhão para remoção dos bens e depósito no caso de o locatário não ter onde guardá-los, bem assim chaveiro no caso de necessidade de arrombamento. Após o cumprimento da ordem, não havendo outras obrigações a serem cumpridas na avença, ao arquivo, dando-se baixa no sistema SAJ. Int. Fls. 50: Torno sem efeito a certidão de trânsito em julgado lançada às fls.47. Anote-se. Publique-se a sentença de fls.38. Cumpra-se fls. 48, expedindo-se o mandado. R.sent. fls. 38: Homologo o acordo noticiado neste processo e, em consequência, JULGO-O EXTINTO, com resolução do mérito, nos termos do artigo 269,III, do CPC. Em face da inexistência de interesse recursal, certifique-se de imediato o trânsito em julgado da sentença e comunique-se a extinção do processo no sistema SAJ, que alimenta os bancos de dados dos organismos de proteção ao crédito. Fica, por via de consequência, liberada eventual restrição a bens e direitos, caso não houver disposição em contrário no termo acordo. Providencie o cartório a confecção dos expedientes necessários inclusive eventual mandado de levantamento se constar da avença. Aguarde-se em arquivo o integral cumprimento da avença. No caso de inadimplemento, a parte poderá iniciar sua execução, nos termos do artigo 475-J, do CPC, incluindo na memória de cálculo o valor referente à taxa de desarquivamento e providenciando o cartório a reativação do processo no sistema SAJ. P.R.I.C."  Processo: 0048899-80.2010.8.26.0001

De acordo com um bispo, a Renascer tem vários processos em andamento na região de Santana: "Isso virou rotina. Existem salões com dívidas que vão de 90 mil (reais) pertencente à JBG Assessoria até 900 mil (reais) da Ouro Verde. Todos esses (salões) a igreja perderá e terá que desocupar. Infelizmente essa é a realidade. Está tudo errado" disse. Perguntado se as dívidas são uma vergonha para uma igreja que prega prosperidade, o bispo desabafou: "Para alguns isso é normal. Prosperidade é algo que alguns líderes não vivem e nunca viverão. Digo, dever aluguel é vergonhoso e nada cristão." disse. 

Também em Santana, a Renascer localizada na Avenida General Ataliba Leonel tem dez dias para sair do imóvel já que não pagou os alugueis atrasados que ultrapassam os R$900 mil reais.



Fonte:  Folha Renascer
Escrito por: Daniele Rech


Danilo Fernandes comenta:

O engraçado é que este "deus" deles só faz milagre financeiro na conta dos Hernandes e da bispada. Até carro importado aparece do nada. Não dava para vender um destes carros ungidos e pagar o aluguel não? Claro que não! Afinal não são os nomes deles que estão na reta do fiador...

Não fosse a Palavra a dizer que os seguidores desta gente já estão condenados por Deus e se acham presos a esta armadilha, ficaria dificil compreender a razão deste seguir burro e cego.

Ele fará uso de todas as formas de engano da injustiça para os que estão perecendo, porquanto rejeitaram o amor à verdade que os poderia salvar. Por essa razão Deus lhes envia um poder sedutor, a fim de que creiam na mentira, e sejam condenados todos os que não creram na verdade, mas tiveram prazer na injustiça. [2Ts.2:10-12]

Gizuz sorteia mais uma BMW glorificada!

Gizus, eu também quero! Esta fila não anda não?!






Deus se arrepende? לָשׁוּב versus לְנַהֵם - COMO É O ARREPENDIMENTO DE DEUS?


Dr. Agnaldo L. Sacramento


Das tantas dúvidas surgidas em textos das Escrituras, uma das que mais causam polêmica, por sua dificuldade interpretativa, é aquela relativa ao   " arrependimento de DEUS!  " 

SEGUE ABAIXO, UM TEXTO QUE É TREMENDAMENTE ESCLARECEDOR SOBRE O ASSUNTO!


01. Números 23:19 “Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá”?

 (לֹא אִישׁ אֵל וִיכַזֵּב וּבֶן־אָדָם וְיִתְנֶחָם הַהוּא אָמַר וְלֹא יַעֲשֶׂה וְדִבֶּר וְלֹא יְקִימֶנָּה׃)

02. Jeremias 18:8 “Se a tal nação se converter da maldade contra a qual eu falei também eu me arrependerei do mal que pensava fazer-lhe”.

 (וְשָׁב הַגּוֹי הַהוּא מֵרָעָתוֹ אֲשֶׁר דִּבַּרְתִּי עָלָיו וְנִחַמְתִּי עַל־הָרָעָה אֲשֶׁר חָשַׁבְתִּי לַעֲשׂוֹת לוֹ׃ ס)


03. Jonas 3:10 “Viu Deus o que fizeram, como se converteram do seu mau caminho; e Deus se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria e não o fez”.

וַיַּרְא הָאֱלֹהִים אֶת־מַעֲשֵׂיהֶם כִּי־שָׁבוּ מִדַּרְכָּם הָרָעָה וַיִּנָּחֶם הָאֱלֹהִים עַל־הָרָעָה


אֲשֶׁר־דִּבֶּר לַעֲשׂוֹת־לָהֶם וְלֹא עָשָׂה׃


04.
LÊNAHÊMM ( לְנַהֵם ) VERSUS LASHÚV (לָשׁוּב

05.Em foco a declaração: “Deus se arrependeu” ou “Eu me arrependerei”. Números 23:19 diz: que Deus não é filho do homem (u-Bênn Adâmm - וּבֶן־אָדָם ) para que se arrependa. É conveniente lembrar que os verbos usados são diferentes em relação a Deus e ao homem nos texto hebraicos:

06. O verbo LênaHêm, ( לְנַהֵם ) “arrepender” para Deus, no sentido de pesar o coração: PESOU-LHE O CORAÇÃO. O verbo Lashúv, ( לָשׁוּב ) (arrepender) para o homem, significa voltar, voltar atrás, arrepender-se.

07. Lashúv, ( לָשׁוּב ) é o equivalente à palavra grega no Novo Testamento, METANÓIA ( ), mudança de mente, conversão, arrependimento. Jeremias 18:8 – Na versão de Moffat que diz: “...I wil change my mind” – Eu mudarei de idéia – ou opinião.

08. O arrependimento humano envolve fracasso moral / derrota, ERRAR O ALVO! Deus é Todo-Poderoso, mas é flexível quando as circunstâncias humanas se aliam com a sua santidade e propósito, como no caso do povo de Nínive (Jonas 3:10).

09. Para Deus é o verbo LenaHêm / לְנַהֵם (pesar o coração) e não Lashúv / לָשׁוּב , que envolve arrependimento de fracasso moral!

10. Curiosamente, Jeremias 18:8, começa: ( וְשָׁב הַגּוֹי הַהוּא ) Vê-shav há-gói há-hú (E aquela Nação se arrependeu – SHAV / שָׁב (shóresh-raíz) de Lashuv / לָשׁוּב , arrependimento! Sof-sof / סוֹף-סוֹף , enfim, finalmente, a versão de Moffat está no espírito de LênaHêm / לְנַהֵם , (rak la-Adonai / רַק לַאֲדוֹנָי , somente para Deus). 



Dr. Agnaldo L. Sacramento veio do blog do Bonani, que não é banana.



Seitas & Heresias: devemos ou não testemunhar o Evangelho?

por Johnny T. Bernardo

O que você tem feito pela evangelização das seitas? Essa é a pergunta que eu faço a mim mesmo todos os dias e por meio da qual convido outras pessoas a refletirem sobre a problemática da fé.

J. Cabral escreveu que a humanidade vive um tremendo caos espiritual. Essa é a mais pura realidade. As seitas e religiões falsas estão por toda parte a procura de mentes ávidas para enganar com falsas promessas de prosperidade, igualdade com Deus, desfrute carnal nos céus, holismo, cura para traumas emocionais etc. É uma avalanche de doutrinas espúrias a dominar a mente e o coração dos incautos. Nem mesmo os salvos estão seguros diante da sedução das religiões. Jesus nos advertiu para que tomássemos cuidado para que ninguém nos engane, pois muitos virão em seu nome, dizendo: “Eu sou o Cristo”, e enganarão a muitos (Mt. 24. 4,5).
Luiz Carlos Ávila escreveu algo que acredito ser uma síntese do que presenciamos hoje no mundo.


“As pessoas sentem-se atraídas pelas ofertas que o misticismo faz (...) O brasileiro, por suas raízes e herança colonial, é de modo geral propenso a crer na influência que exercem em sua vida bruxas, astros, anjos, ondas positivas e magnetismo de pedras e outros amuletos. O crescimento veloz dessas práticas místicas no Brasil segue o modismo que tomou conta do mundo inteiro nos últimos tempos, vendendo milhões de exemplares em livros, filmes e discos que procuram oferecer fórmulas de ocultismo e soluções mágicas para os problemas espirituais, econômicos e sociais”. [1]

O quadro descrito pelo autor reflete de maneira nítida o estado caótico que o mundo se encontra. Seria hipocrisia nossa dizer que a igreja cristã tem dado a devida atenção a essa problemática. Há um certo conformismo por parte de alguns cristãos que acham que as seitas estão longe de mais para serem alcançadas; que devemos evitar o contato com sectários. Foi ao ouvir uma dessas interpretações que uma irmã, cansada de ser incomodada por testemunhas-de-jeová, colocou uma placa na frente de sua casa com os seguintes dizeres:

“Não recebo testemunhas de Jeová. Sou evangélica. Não insista”.

Quando me contaram essa história inicialmente achei engraçada, mas logo passei a refletir: com que frequência isso acontece em nosso meio? Será que Jesus não incluiu os perdidos nas seitas ao delegar a grande comissão de Mateus 28.19? Cheguei à conclusão que embora alguns crentes não sejam iguais à irmã que se recusava receber testemunhas-de-jeová, de uma maneira diferente eles também evitam qualquer contato com sectários. Esse pensamento tem sido em parte estimulado por uma análise equivocada de 2 João 1.10. De acordo com essa passagem, não devemos receber em nossa casa, ou até mesmo saudar, pessoas cuja doutrina não é baseada nas Escrituras Sagradas. Mas será que isso deve ser interpretado literalmente? Como isso se aplica a um sectário?

Walter Martin foi expressivo ao dizer que os adeptos das seitas são almas preciosas, pelas quais Jesus Cristo se sacrificou; que são seres humanos com lar, família, amigos, emoções, problemas, sonhos, temores e frustrações como todos os outros. Eles são especiais apenas no sentido em que se consideram “profundamente religiosos”, e por causa dessa noção são dos mais difíceis de ser alcançados pelo evangelho de Jesus Cristo. Ainda segundo Martin, não há nada na Bíblia que nos exima de nossa responsabilidade como embaixadores de Cristo, e as seitas não constituem uma categoria especial para o evangelismo. [2]

Notas


1. ÁVILA, L.C. O Brasil Místico, o caso Rosacruz, São Paulo – SP: Multiletra, 1995, pág. 17.

2. MARTIN, W. O Império das Seitas, volume II, Belo Horizonte – MG: Editora Betânia, primeira edição, 1992, pág. 195.





Johnny T. Bernardo é colaborador do Genizah











É o FARMVILLE de GIZUZ! Conquiste as carteiras dos crentes!

A novidade no Facebook é um game prá lá de polêmico, o Holy Town (Cidade Santa), no qual o usuário assume o avatar de pastor, missionário, bispo, etc. abre uma igreja, conquista fiéis e ganha moedas com pregação.

Agora foi!


O jogo ainda está na versão beta e algumas funcionalidades não foram acrescentadas ainda, como a cobrança de dízimo (só tem ofertas), o paletó de Gizuz e a briba de R$ 900,00. Seu criador, Maiko Martin informou que aos poucos o Holy Town obterá novas funcionalidades. Vai ser uma beleza!

Para participar, o usuário escolhe um avatar e uma igreja e suas instalações, as quais vão sendo aprimoradas naquele esquema que já conhcemos, mas como uma cara norte-americana. Há vários modelos, desde igrejinhas humildes até as catedrais, templos temáticos e por ai vai...

Será que dá para escolher o avatar de um pastor famoso? Por enquanto não, mas quem sabe na versão final do jogo...  Quando puder, eu quero ser o Malavéia pra ter meu avião!  O jogo já tem mais de 300 mil usuários. Entre eles, por enquanto, há poucos brasileiros, o que se explica: os estrageiros levam isto na brincadeira, já os brasileiros sustentam os apóstolos na real!

Clique na imagem ao lado para ver o jogo no FACEBBOK.

O objetivo do jogo é conseguir o maior número possível de fiéis, fazer caridade, colecinar almas, etc.  A pregação consiste em digitar palavras do vocabulário gospel: como “salvador”, “sacrifício”, “perdão”, "atos proféticos", "chove e faz chover", "campanha", "jejum", "tá amarrado", "oferta" e “dízimo”. Súba no seu púlpito virtual e pregue até cinco vezes por dia. Quanto mais pregação, mais fiéis e mais grana.

O Holy Town se inspirou no FarmVille (um jogo de criação de vacas... Se tem vaca, porque não ovelha, burros e lobos?

A idéia não é nova. Genizah já publicou um dois posts da Nani Rezende com jogos apostólicos de Gizuz e um impagável, de um subversivo mexicano que tem até vídeo. Olha ai:

EVANGELIOPOLY! O jogo do crente vitório$o em Gizu$!


MALAPOLY - Seja o Malafaia do monopólio gospel!




Eu não quero o upgrade!

 Maurício Zágari

Hoje eu entrei no Twitter e deparei-me com uma ameaça imposta numa tarja laranja, bem berrante, que dizia: “you will automatically be upgraded to New Twitter very, very soon” (ou, numa tradução livre: “seu Twitter automaticamente sofrerá um upgrade para o Novo Twitter muito, muito em breve”). Por alguns segundos fiquei ali, parado, meio estarrecido com a imposição de algo que não quero, meio decepcionado por perder uma interface que caminha comigo há dois anos e que me atende perfeitamente bem. Quando lançaram o novo twitter eu tentei usar, confesso – mas odiei. O visual é confuso, não encontrava as funcionalidades que mais usava… o caos. Estressado e meio perdido, cliquei no botão salvador que me levou de volta à segurança do meu bom e velho twitter. Ah, sim, agora eu estava em casa! Que upgrade que nada, deixem-me em paz com aquilo que funciona bem e que tem funcionado tão bem há tanto tempo!

Isso é fruto de uma mania: nossa sociedade vive a ditadura do upgrade. Meus aplicativos do iPhone vivem recebendo upgrades, toda semana tem algum. Até mesmo meu notebook tem as famigeradas “atualizações automáticas” (ou seja: upgrades que independem de eu clicar em qualquer botão) que, por diversas vezes, já causaram problemas no meu computador. Tem momentos em que tenho vontade de gritar: “Deixem-me em paz! Não preciso de mais upgrades! Deixem-me com o que funciona!”. Aí a Apple lança a versão 2.1.0.2.3.5 do Ipad e aquele meu amigo, com a gana típica da sociedade de consumo, corre à meia-noite para a fila da loja para adquirir o último modelo, antes que… Bem, antes que nada, porque se ele permanecesse com seu antigo Ipad continuaria tão feliz como antes, resolvendo sua vida tão bem como antes e jogando paciência da mesma forma que antes.

Mas fato é que vivemos numa sociedade de consumo. Se você para de consumir, as empresas param de ganhar dinheiro. Então não tem a menor importância para elas nem é vantajoso para elas que aquilo que você tem atenda perfeitamente suas necessidades: por meio da propaganda e do marketing as companhias vão te convencer de que você precisa de um upgrade, do mais recente, da novidade, caso contrário você será o mais desgraçado e anacrônico homem das cavernas. IPhone 3GS? Fala sério, seu velho! Carro modelo 2009? Ah, faca-me rir. Windows XP? Meu Deus, em que mundo você vive? (Só a título de registro, uso até hoje o Win XP e só troco sob decreto presidencial, pois essa antiga versão é bem melhor do que as que lançaram depois – os malditos upgrades).


O Upgrade Burro da Igreja

A verdade é que vivemos na era do upgrade. Que é uma era ditatorial. Se não fazemos upgrade de tudo é sinal que somos ultrapassados, múmias caquéticas de um tradicionalismo vazio, escravos de antigos pensamentos, retrógrados descontextualizados, pessoas que não querem se adaptar e falar a linguagem dos nossos dias, ortodoxos que não entendem a cultura do século 21. E esse pensamento tem invadido tsunamicamente a Igreja. E, em especial, os redutos jovens da Igreja.

O cristianismo tem 2 mil anos de vida. Nesses dois milênios tanta coisa aconteceu! Mártires deram suas vidas por Cristo, homens sinceros e tementes a Deus discutiram com firmeza e honestidade de fé as doutrinas verdadeiras da Bíblia, hereges e seus pensamentos foram deletados pelo crivo de homens conhecedores das Escrituras, pensamentos apócrifos foram derrotados pela prova do tempo, milhões de cristãos anônimos chegaram ao conhecimento da salvação pela igreja institucional e hoje nos aguardam no descanso celestial. A Igreja também errou muito, como absolutamente qualquer agrupamento ou comunidade formada por seres humanos erra: errou na Inquisição, errou nas cruzadas, errou na omissão diante do nazismo, errou com as indulgências  Sim, errou, como eu erro e como você, leitor, erra. Mas vislumbrou os erros, pediu perdão publicamente por muitos deles e, com esse reconhecimento, hoje podemos não cometer os mesmos erros – cometemos novos, não os mesmos.

A comunidade de fé cristã passou por reformas, tem sobrevivido heroicamente ao câncer do liberalismo teológico, trouxe a neo-ortodoxia, conheceu o Movimento Pentecostal moderno, viveu grandes despertamentos e épocas de trevas e frieza espiritual. Hoje a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo é uma senhora vivida, experiente, que carrega consigo a sabedoria dos séculos. E que chegou até nós oferecendo ao cristão do século 21 tesouros do conhecimento bíblico, preciosidades da vivência daqueles que testaram de tudo antes que nós sonhássemos em nascer.

A Igreja de que você faz parte hoje carrega em si o sangue dos mártires, o heroísmo dos reformadores, o conhecimento de centenas de estudiosos e pensadores, a devoção de pessoas maravilhosas, como Francisco de Assis, Teresa D’Ávila, Thomas-à-Kempis, John Wesley e outros seres humanos magníficos… Ou seja, eu e você recebemos de herança na nossa era o legado de uma Igreja que foi provada e aprovada pelos milênios, que aprendeu, feriu e foi ferida, errou, acertou e chegou cheia de cicatrizes mas também cheia de vida até nós. Uma vida insuflada pelo Espírito Santo, que fortalece, aperfeiçoa e vivifica a Noiva do Cordeiro.

Aí um dia eu acordo de manhã e descubro que estão querendo fazer um upgrade na Igreja.

Assustado, vejo grupos que querem acabar com a igreja institucional. Outros que querem legitimar uniões que a Bíblia não legitima. Olho para os lados e vejo denominações fazendo um upgrade na missão da Igreja, transformando-a de piedade em prosperidade material. “Que vida humilde que nada, a nova versão da Igreja oferece carro do ano, emprego, fortuna e fama”, promete o rótulo da caixa. 

Outros ainda que acham que a versão 2.0.1.1 da Igreja está descontextualizada da nossa cultura e que por isso devemos abandonar tudo o que vivemos em 2 mil anos, vestir calças jeans rasgadas e pregar Cristo como se Ele fosse um rock star. Que devemos falar palavrões, ouvir músicas com letras questionáveis, frequentar antros onde pulula o pecado, chamando isso de “contextualização”. Mas esse upgrade que querem fazer não é contextualizar, é simplesmente transformar filé mignon espiritual em papinha de neném, porque, afinal, o mundo engole papinha com mais facilidade. Queremos dar papinha para o mundo engolir algo que nunca precisou dessas estratégias “contextualizadas” para ser engolido. Há ainda muitas outras formas de upgrade do cristianismo puro e simples, que tenta dar caras novas e funcionalidades novas para algo que funciona muito bem, obrigado, há 2 mil anos – conduzindo pessoas ao conhecimento de Cristo e à salvação de suas almas.

O upgrade do Evangelho não é a resposta. Podcasts moderninhos não vão revolucionar a pregação da Palavra. Falar e se vestir como qualquer pessoa do mundo underground não vai fazer a antiga tradição de homens de fé como Agostinho, Wesley, Whitefield, Atanásio, Bunyan e outros perder sua validade. Com todo respeito, esse é um upgrade burro. Pois simplesmente não traz nada de novo que sirva para melhorar algo antigo que estava ruim. É só uma nova embalagem, coloridinha, bonitinha, mas de um papelão bem sem qualidade. Que não soma nada vezes nada à mensagem da Cruz.

“Ah, Zágari, mas se não contextualizarmos o Evangelho as novas gerações não aceitarão Cristo”. Chego a rir quando ouço isso. Os que propõem esse upgrade se esquecem dos jovens que durante dois mil anos viveram uma vida com Cristo sem precisar de nenhuma novidade, nenhuma contextualização que fuja dos padrões ortodoxos. Os jovens metodistas de Oxford viveram a fé porque conheceram o amor de Cristo e não porque um deles pintou o cabelo de vermelho. Os morávios não glorificavam em paz o Senhor ante o risco iminente da morte porque alguém falou gírias e palavrões a eles. Os jovens cristãos que foram dilacerdados por feras no Coliseu não estavam nem aí para o que a sociedade em que viviam dizia. Os jovens pietistas, os puritanos, os monges pré-reformados, tantos e tantos, jovens e mais jovens e mais jovens viveram o cristianismo versão 1.0 por séculos sem precisar de upgrade algum. Basta ter um mínimo de conhecimento histórico para saber dissso.

Tudo o que eles tinham era a Palavra. E a pregação da Verdade. E isso ainda é tudo de que nossos jovens precisam hoje. E nada mais.

Quem não vier a Cristo pela simples proclamação do plano de salvação, meu amigo, pode ter certeza de que não virá porque no upgrade da fé ligaram pedal de distorção na guitarra, puseram pedal duplo no bumbo e falaram gírias no meio da pregação. Isso é pura criação de nicho, embalada pela lógica da sociedade de consumo. Isso mesmo. O que um ou outro líder quer fazer para encher suas igrejas e ganhar notoriedade é lançar uma versão do cristianismo com upgrade. Upgrade de prática, de discurso, de aparência, de métodos e estratégias, de liturgias, de jargões e de locais de reunião. 

Upgrades que só mudam o hardware do Evangelho e não melhoram em nada o software. Pois esse não precisa de nenhuma mudança, nunca precisou e nunca vai precisar. É o que é. Sempre foi e sempre será. E sofro por ver legiões de jovens que não enxergam isso, agarrados ao desejo consumista de ter a nova versão, de conseguir o produto com upgrade, de mostrar para os amigos que não fazem parte da fé “velha” e “tradicionalista”, mas que estão na crista da onda da modernidade cristã. Que são cool. Uhu!

Uhu? Fala sério…

No dia em que meu Twitter sofrer o upgrade automático eu ficarei triste. E peço a Deus que o Evangelho nunca tenha que enfrentar nenhum upgrade. Pois Ele é o mesmo ontem, hoje e será para sempre. Se encontrar um jovem pecador, seja onde for, em que época for e em que ambiente social for, eu lhe direi: “Você é um pecador, mas Jesus Cristo morreu e ressuscitou pelos seus pecados e se você entregar sua vida a Ele hoje e passar a viver como um discípulo do Mestre ele te justificará, regenerará, adotará e te fará caminhar com Ele por toda a eternidade, numa vida de amor, justiça, paz e devoção de um ao outro”. Depois, e só depois, eu me preocuparei com esse papo de contextualização. Mas, sinceramente? Aí eu acho que isso já nem será necessário, pois, uma vez que a Palavra da Salvação é proclamada, o Espírito Santo é suficientemente capaz de salvar quem Ele quiser dentro do contexto que Ele quiser. O resto é pura invencionice humana.


Paz a todos vocês que estão em Cristo.


Zágari escreve no Apenas 1



Ai daquele que tocar neste pato!


Você tem inveja do ministério do Pato Donald!
Pato Donald é um ungido de Deus!

Da série Patópolis é aqui! (3)


Danilo Fernandes

Já disseram sobre mim que eu sou o mais pentecostal dos presbiterianos, fosse isto possível.

Mas o fato é que eu sou mesmo uma pessoa de oração e adoro um Deus muito vivo e presente, que me ensina todos os dias o significado da Graça e me deixa atento, testemunha ocular, da livre e freqüente manifestação do Espírito Santo ao meu redor. Deus que a todo momento me faz parar de olhar para meu próprio umbigo e olhar o outro. Coisa que Ele faz manifestando-se.

Deus me livre de partir de mim o desejo de querer dirigir, determinar ou limitar a ação do Espírito de Deus. Eu sou é servo, escravo, louco para ser usado, mandado e despachado a Seu serviço! Só quero olhar para Ele!

Contudo, isto não é razão para eu deixar de seguir o conselho paulino e avaliar, sob esta ótica, aquilo que vejo e escuto em muitas igrejas de hoje. E, fazendo assim, acabo por discernir melhor as coisas. Percebendo o que vem de Deus e exortando os meus irmãos novos na fé a seguirem o mesmo proceder dos mais nobres, os bereanos.

O que eu não suporto é gente enganadora que fala o que não vive e engana as crianças na fé com manifestações que provém da mente humana, ou do capiroto, ou da nega do leite, de qualquer lugar menos de Deus, pois não edificam. Ou alguém vê edificação nas estripulias do pastor pilão e congêneres. Para mim, são coisas tão improváveis quanto o Pato Donald falar, orar e tanto mais em línguas estranhas (e, em se tratando do Donald, qualquer coisa fora do QUAC já é estranho, mas deixa quieto...)!

Um dia escrevi em um comentário no blog do Pastor Ciro Zibordi: “Dou graças a Deus pela vida dos blogueiros apologetas pentecostais. Pois foram eles os primeiros a se levantarem para denunciar a cozinha do inferno que se instalou em certas congregações. Glórias a Deus pela vida deles! Aqui e nos Estados Unidos, há muito, eles já clamavam pela ordem e pelo retorno ao texto bíblico, enquanto os reformados em geral, eu incluso, nos omitíamos como se nada daquilo fosse conosco”. Agora que a teologia da prosperidade, o reteté, a idolatria, o estelionato gospel deixaram de ser erva daninha, para virar o gramado de muitas igrejas tradicionais, surgem mais batedores neste “panelaço”! E há ainda quem peça silêncio! Passa amanhã! Batam as caçarolas!

Discernimento sim. Silêncio não. Uma nova amiga, desde Portugal, disse sobre o Genizah:

[...] Estarei a compará-los a estes profetas? Quem sabe! O vosso chamado e consciência espiritual é que podem dar-lhes a resposta cabal para o propósito da vossa vida. Mas esta carta tem um outro fim “profético”. Estava a ler o primeiro capítulo de Jeremias e a ordem do Senhor para este profeta foi: “...ponho-te...para arrancares e derrubares, para destruíres e arrumares e para edificares e plantares” (Jer 1:10) Não há dúvida que muito tem sido derrubado, arrancado, destruído, através da vossa acção. Infelizmente, haverá ainda muito mais. Mas como profetas deste tempo tendes que fazer a outra parte: arrumar, edificar, plantar. [...]


A amiga está certa! Fizemos mea culpa. Devemos aqui nesta blogoesfera apologética também edificar e mostrar, aos que veêm os destroços, que há quem faça o bem, falar das igrejas sérias, as muitas boas obras; Ou como disse o Rubinho, quando nos conhecemos: Pois se fica a crítica pela crítica, a piada pela piada e não mostramos nada, não apontamos para Cruz, somos falhos como os que criticamos.

Então, que o Senhor e nossos amigos nos ajudem neste fim, pois aqui todos pensamos desta forma.

Dito isto, aviso que não faço generalizações. Portanto, se qualquer pessoa entendeu minhas afirmações e críticas como genéricas, desentenda agora. Eu faço humor e faço humor anti-iconoclasta e sarcástico. Sou um tipo dadaísta. É meu dom que com a Palavra fazem a minha apologética. Meu humor não é só protesto, é exortação antes de tudo. Estou mais do que convencido que o humor é capaz de provocar reflexão em momentos em que outros meios não conseguem.

Todas as vezes que ouvi um ímpio ridicularizar a nossa fé, o ouvi também afirmar (de forma explicita ou implícita) que somos todos “farinha do mesmo saco” ou, no mínimo, se não o somos, devíamos tratar esta gente, seja por instrução, seja por amor, disciplina, rótulo, vergonha o que for! Até o famoso: Que seja anátema!


Melhor é nos mostrarmos ao mundo como pessoas que são coerentes na crítica, adultos na fé, seguros o bastante para lavar nossa roupa suja, antes que façam por nós (Já estão!). Rir de nós mesmos e daqueles que são vistos como iguais é forma de diferenciar e levar a reflexão. É melhor sermos nós os críticos. Como nossos grandes exemplos Bíblicos o foram, desde os primeiros profetas:

- Esta gente tímida, contida, pudica e simpática, que na sua polidez diplomática, foi calmamente aos seus irmãos em erro levar a mensagem do Criador em tantas passagens do novo e do velho testamento...

- Ops! Não foi assim não?

- Então João Batista não chamava as autoridades eclesiásticas em franca blasfêmia e pedia para juntos orarem por seu arrependimento? Não? João não agia assim? Sério?

- João os xingava de vendidos e serpentes e os mandava para aquele lugar? Fazia troça deles? Que herege este João Batista! Sim, eu sei que a corja não queria saber de escutar o pobre João. E ainda maldizia quem o procurasse lá no deserto! Mas vamos combinar... ir naquele deserto quente... Almoçar gafanhoto com o fedido do João? Não! Não tem desculpa! É um absurdo o João falar desta forma dos ungidos de Deus! Não é a toa que ele deu com a cara no pó! Bem feito!


- Que ousadia do João criticar aqueles que vendiam sacrifícios nas portas dos templos e depois passavam a dentro para se meter em negociatas e festas! Que absurdo João criticar os vendilhões! Ir nas águas não bastava? Muitos foram ter com ele no jordão! João queria o que? Que os vendilhões dessem frutos de arrependimento? Acabassem com o comércio? Louco! Não sabe João que o ministério tem altos custos e que para a Torah e os escritos dos profetas serem levados às novas gerações há um preço? E alto! Programa de TV custa caro! Ops, pergaminhos são raros e importados! Novecentos denares o rolo! Criar rolinhas perfeitas está pela hora da morte! E novilhos sem mácula?! Vocês acham que é fácil? Capim santo, escova todos os dias... E as ofertas de manjares?! Trigo importado, leite kosher, ervas e aromas! E os shofares? Quem paga os chifrudos?

- E o João? Quem é o João para criticar um Malafaia (ops, um Caifás)? Eu nunca vi obra de crítico, você já viu? Eu sei quem é Caifás! O mistério dele está ai próspero! Uma família de levitas há séculos no negócio de tomar conta da Arca da Aliança! Se não fosse “de Deus”, os saduceus estariam todos no pó! Mas e o João? Este é um mané a quem Deus deixa viver em trapos no deserto. Um coitado! Não tem templo, ou catedral, nem mesmo uma capelinha! Um cabra desqualificado a quem Deus ainda vai permitir que lhe cortem a cabeça apenas pelo desejo de uma princesinha libidinosa qualquer! Pode esperar! A justiça não tarda para os que ousam tocar nos ungidos de Deus!




Desculpem-me. Eu sou mesmo um palhaço. Não consigo falar de coisas sérias.


***
Danilo foi amigo do Pato Donald no passado, mas a margarida deu "mole" pra ele e teve um "rolo" que o Donald ficou sabendo e o couro comeu (ou seriam as penas?). Como nenhum dos três é casado, não foi assim o caso do Faisquinha ou do Revoltado meterem o dedo na cara da gente. Enfim, ninguém "caiu" aqui no Genizah. Mas as águas se dividiram no lago de Patópolis, Risos.

(1) Série de respostas aos comentários irados no post do Pato Donald orando, incluindo a resposta do companheiro Alan Brizotti que iniciou a série Patópolis é aqui.