Quando Nordestinos se Transformam em Samaritanos

Carlos Moreira

No dicionário Michaelis, xenofobia é:
 aversão às pessoas e coisas estrangeiras. Falar de xenofobia é falar de discriminação, de juízo temerário, de sentimentos como prepotência, orgulho e superioridade racial, política, religiosa, sexual, intelectual ou cultural. Me daria mais prazer, citando Rousseau, escrever sobre a minha preferência em ser “...um homem de paradoxos que um homem de preconceitos”. Mas, a esta altura do campeonato, eu já aprendi que a vida é bela, e o mundo é mau...

Eu não sei quantos de vocês acompanhou o último “boom” do
 microblog Twitter que aconteceu no domingo dia 31 de outubro com mensagens ofensivas aos habitantes do Nordeste do Brasil. Os escárnios começaram por conta de se atribuir a vitória de Dilma Rousseff aos votos dos nordestinos. Ledo engano. Apesar de não ter votado nela, constato que a futura presidente ganharia mesmo não sendo computados os votos do Norte e do Nordeste.



O caso mais extremo, entretanto, me pareceu ser o da estudante de direito Mayara Petruso, de São Paulo, que escreveu em seu
 blog: “Nordestino não é gente. Faça um favor a SP, mate um nordestino afogado!”. Como era de se esperar, imediatamente explodiu na net todo tipo de manifestação, tanto em defesa como contra o post. Ao final, o episódio apenas reacende o velho conflito regional que marca a cena sócio-histórica-cultural brasileira há décadas. Nada de novo...


Do ponto de vista do direito e da legalidade, e é bom que se diga, diversos segmentos estão fazendo protestos e entrando com representações no Ministério Público de Pernambuco e de outros Estados contra o triste episódio. Segundo o presidente da OAB-PE, Henrique Mariano, Mayara deve responder por crime de racismo (pena de dois a cinco anos de prisão, mais multa) e incitação pública de prática de crime (cuja pena é detenção de três a seis meses).
 No Brasil, a Lei nº 1.390, de 3 de julho de 1951 trata da questão do preconceito e da discriminação racial e a Lei nº 7.716, de 15 de janeiro de 1989, a qual foi modificada pela Lei nº 9.459, de 13 de maio de 1997, alarga significativamente as questões interpretativas, apontando expressamente a discriminação e acrescendo os crimes resultantes de preconceito ou discriminação de etnia, religião ou procedência nacional.


Mayara, que provavelmente acompanhava o que estava acontecendo e, sabedora de que na internet tudo ganha “volume” e “intensidade” de forma assombrosamente rápida, ainda na madrugada da segunda-feira
 apagou os posts que continham essas informações e, logo em seguida, tornou seu perfil “privado” para que ninguém mais pudesse ver absolutamente nada em seu blog. Impossível me foi não lembrar de Einstein: “triste época essa que vivemos! É mais fácil desintegrar um átomo do que quebrar um preconceito”.

Diante do exposto, trago algo semelhante nas Escrituras;
 "Um homem descia de Jerusalém para Jericó, quando caiu nas mãos de assaltantes. Estes lhe tiraram as roupas, espancaram-no e se foram, deixando-o quase morto. Aconteceu estar descendo pela mesma estrada um sacerdote. Quando viu o homem, passou pelo outro lado. E assim também um levita; quando chegou ao lugar e o viu, passou pelo outro lado. Mas um samaritano, estando de viagem, chegou onde se encontrava o homem e, quando o viu, teve piedade dele. Aproximou-se, enfaixou-lhe as feridas, derramando nelas vinho e óleo. Depois colocou-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e cuidou dele. No dia seguinte, deu dois denários ao hospedeiro e disse-lhe: ‘Cuide dele. Quando voltar lhe pagarei todas as despesas que você tiver’. "Qual destes três você acha que foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes? " "Aquele que teve misericórdia dele", respondeu o perito na lei. Jesus lhe disse: "Vá e faça o mesmo". Lc. 10:29-37.

Os Samaritanos eram um povo que, depois do cisma entre as 12 tribos, acabaram constituindo o Reino do Norte – Israel, cuja capital, por volta do século IX a.C. era Samaria. As disputas entre o Reino do Sul – Jerusalém e o Reino do Norte – Samaria – se estabeleceram por centenas de anos, chegando ao ponto d
os hebreus mais ortodoxos não considerarem os Samaritanos judeus, nem mesmo filhos de Israel, mas sim descendentes de estrangeiros. Assim, nos tempos do Galileu, os Samaritanos eram um povo isolado, distanciado de Jerusalém, das práticas da religião judaica, que havia criado seu próprio código sagrado, seus preceitos e seu templo.

Todas estas questões históricas, religiosas e culturais havia os tornado execráveis e, por conta disto, eles eram odiados pelos seus próprios compatriotas. Por isso, não raras vezes, vemos Jesus quebrando, como de costume, paradigmas existentes usando os Samaritanos como modelo de espiritualidade. O fato é que Jesus era contra todo preconceito, toda acepção de pessoa, todo julgamento presunçoso, toda discriminação, toda separação. E Ele sabia onde “pisava”, pois ali estava uma nação separada por “confrarias” religiosas, num mundo dividido em castas – ou seria melhor dizer carmas. Mas Sua mensagem sempre foi em favor das minorias, dos excluídos, dos caídos, dos esquecidos, dos sofridos, dos ardidos, dos deprimidos, dos expurgados, dos enxotados, dos que nada tinham.


Trouxe a passagem apenas para refrescar nossa mente cauterizada e viciada em interpretações de prateleira, em exegeses enlatadas. Sim, porque nela Jesus estabelece como modelo de espiritualidade um homem da escória em detrimento da elite espiritual, dos que possuíam pedigree, dos descendentes de Abraão, dos politicamente corretos, dos “teologicamente reformados”, dos “gospels”, dos “apóstolos”, “bispos” e “levitas da música”. Todos estes passaram ao largo e deixaram o moribundo entregue a própria sorte. Todos iam pelo mesmo caminho, mas apenas um deles caminhava de forma diferente. E sempre é assim, pois o caminho é um só, mas a maneira como se caminha é que faz toda a diferença. Uma coisa é conhecer o caminho, outra é caminhar por ele.

D
eus está atrás de gente, não de crente, está em busca de adoradores, não de cantores ou pregadores, está desejoso de encontrar corações quebrantados, não egos super-inflados. Quero lhe perguntar: Como se sentiria um travesti sentado no banco de sua “igreja”? Como se sentiria um casal de lésbicas assistindo a escola dominical em sua denominação? Como se sentiria uma garota de programa no culto da juventude de sua comunidade? Eles seriam aceitos? Eles seriam tratados com respeito? Eles teriam a oportunidade de ir e vir como os adúlteros, os sonegadores de impostos, os fofoqueiros e os avarentos?

Estamos mesmo prontos para receber os “perdidos” da Terra? Nossos encontros são acolhedores? Nossas “igrejas” estão com suas portas abertas para o diferente? Nossas casas podem receber gente que não se parece com a gente? O mundo quer respostas e nós dizemos que Jesus é a solução, mas nós não sabemos o que eles perguntam, por isso nossas respostas nada dizem, são retórica verborrágica sacralizada, e não amor encarnado no chão da vida.


Foi vergonhoso este episódio!  Fiquei triste de ver os meus conterrâneos Nordestinos tratados de forma xenofóbica como também um dia foram tratados os Samaritanos. Foi deplorável a posição de Mayara, ainda que eu ache que ela, no caminhar da existência, deva merecer a chance de se reposicionar e se arrepender. É triste ver que existe dentro de nosso país tanta segregação, tanto preconceito, tanta acepção, tanta anestesia de alma, tanta indulgência com a injustiça, tanta cumplicidade com a inverdade, tanta flexibilidade com a contradição, tanta hipocrisia, tanto desamor.
 O preconceito, no Brasil, é silencioso, disfarçado, travestido, hipócrita, dissimulado. Não é escancarado como em outras partes do mundo. Aqui ele é sutil, quase intelectual, por vezes recoberto de pensamentos político-filosóficos. Mas ele existe e está aí. É o preconceito contra os Negros, contra os Deficientes, contra os Toxicômanos, contra os ex-Presidiários, contra os Homossexuais, contra os Nordestinos, contra as Garotas de Programa...

Fiz questão de escrever todos estes grupos humanos com letra maiúscula porque é justamente assim que os vejo. Como gente maiúscula! Alguns fizeram escolhas e devem ser respeitados em suas opções. Eu, por outro lado, devo pregar sobre o amor, a graça, a misericórdia e o desejo de Deus de que, em Cristo, todo ser humano encontre o padrão para ser e existir. Mas isto tem de ser feito com amor, pois, sem ele, o que sobraria da mensagem do Evangelho? Por isso, por vezes penso se não é verdade a afirmação de William Haslitt quando diz:
 Quase toda a seita do cristianismo representa uma perversão da sua essência, com a finalidade de adaptá-lo aos preconceitos do mundo”. Você tem coragem de refletir sobre isto?...

Carlos Moreira é culpado pelo que escreve e réu do Genizah. Outros textos seus podem ser lidos em A Nova Cristandade



Doce Sentimento - Voz & Violão




MASMORRA MEDIEVAL

Faz um ano e meio que o Rio de Paz, movimento de defesa dos direitos humanos que presido, tem feito trabalho humanitário na Polinter de Neves, uma das carceragens da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Sabemos que essa ajuda tem sido valiosa. Levamos aos presos atendimento médico, odontológico, jurídico e, devido à forte presença de cristãos da Igreja Presbiteriana da Barra como voluntários, o evangelho tem sido pregado, o que já levou à experiência de conversão vários detentos. Eu mesmo já batizei uns 20. Nesse último sábado, foi comovente ver o quebrantamento que houve entre os presos da ala da facção criminosa chamada de Comando Vermelho. Muitas lágrimas de arrependimento e decisões por Cristo.

Só falta agora aquilo acabar. Já levamos lá para dentro a BBC de Londres, a Al Jazeera, o jornal o Globo (inclusive com primeira página, que mostra a foto de um dos nossos voluntários com  um termômetro na mão, apontando a temperatura de 56.7 graus celsius). Mas até agora não houve nenhuma reação das autoridades públicas responsáveis pela vida daqueles homens, que se encontram sob a custódia do Estado. Minha esperança é que alguém veja esse vídeo e nos ajude a socorrer aqueles rapazes nos mutirões, bem como acabar com essa masmorra medieval.

Antônio Carlos Costa
Presidente do Rio de Paz







O Programa de Rádio Genizah está chegando...


Já são 4 rádios FM e 5 webradios querendo retransmitir esta bagunça... 

Perai! Bagunça sim, mas bem organizada! Afinal é filhote de um site que recebeu quase quatro milhões de visitantes únicos nos últimos 9 mêses! 

Portanto, não é qualquer lixo (genizah em hebráico) é um caminhão cheio! Não! É um aterro sanitário de capital!

Vai daí, que se você tem rádio ou webrádio e quer transmitir este lixo de sucesso, deixe ai um recado no post.

Um programa inteligente, com acabamento de alta qualidade, com streamming ao vivo após alguns pilotos necessários para que ninguém surte no estúdio...

Com a turma do Genizah, falando de 4 continentes aqueles absurdos que vocês estão acostumados, mas com muito bom humor, apego às Escrituras, total falta de cerimonia com os untados de Genézio, mas muito temor e tremor a Deus! 

Aceitamos também felicitações e as murmurações gospel dos "ungidões" de costume... Contudo sinto muito, mas:

O Genizah de ORELHA chegou para ficar!  


Conheça, comente, critique as vinhetas:







Malafaia, o Dick Vigarista Gospel, passa a sacolinha ungida mais uma vez.

Segundo o Portal Gospel +

O Pastor Silas Malafaia lançou uma nova campanha de arrecadação, o alvo agora é custear um evento para pastores em uma área de luxo em São Paulo. Assim como as últimos campanhas do pastor, os colaboradores ganharão livros dependendo da quantidade de dinheiro doado.

O evento denominado Segunda Eslavec será realizado em Água de Lindóia e estará fechado apenas para pastores e pretendentes ao cargo, começará no dia 29 de novembro e terminará no dia 4 de dezembro. Além do pastor Silas Malafaia como preletor principal, também haverá palestras dos pastores dr Myles Munroe (teologia da prosperidade), dr Rob Thompson (teologia da prosperidade), Marco Antônio (Comunidade Internacional da Zona Sul), Pastor Jabes de Alencar (Assembléia de Deus), Ap Rina (Igreja Bola de Neve), entre outros pastores e cantores.

Apesar do Pastor Silas Malafaia pedir para que os fiéis custeiem o evento, os inscritos estão pagando pela participação valores de até R$741 por pessoa pela estadia e alimentação. Apesar do evento ter se iniciado aberto a qualquer pastor, só quem pôde entrar foi quem a Associação Vitória em Cristo selecionou. Após as inscrições se encerrarem e a seleção também a associação do Pastor Silas abriu mais 1500 vagas para quem quiser participar, porém esses terão que pagar separadamente a estadia, a alimentação e o preço do ingresso para ver o evento. Como o transporte não está incluso no pacote e deve ser pago pelo participante, Silas Malafaia pediu que as passagens para Águas de Lindóia fossem compradas pela TAM Viagens porque está, segundo ele, estaria dando mais “comodidade”. Inclusive a marca da empresa aérea é estampada na página do evento.

Para os fiéis que não vão ao evento, mas que querem “custea-lo”, o Pastor Silas criou planos diferenciados para a contribuição. O valor mínimo que deve ser ofertado é de R$100 e a associação do pastor lhe dará “como gesto de gratidão”, segundo os próprios, os livros “7 Passos para a Vitória Pessoal” e “Guia do Sucesso Financeiro”, ambos da Editora Central Gospel de Silas Malafaia. Há também um plano de oferta de R$1000 que além de dar os livros já citados, oferece mais dois também da editora do pastor.

A campanha afirma que o dinheiro será para “patrocinar um aluno” (no caso um pastor), e que cada aluno tem custo médio de R$1000. Em uma rápida conta realizada pela Redação Gospel+ percebemos que sendo 2500 vagas “custeadas” pela Associação Vitória em Cristo o valor gasto é de R$2.500.000 e não mais de R$3 milhões como está sendo anunciado e pedido aos fiéis. A grande maioria das inscrições já foram pagas e os que quiserem comprar os outros ingressos para as 1500 vagas restantes devem ligar para a associação do pastor e escolher uma das formas de pagamento.

As últimas campanhas do pastor foram a da oferta de R$900 em troca de prosperidade financeira, a do pedido do dinheiro do aluguel e o clube de um milhão de almas que inicialmente era para conseguir um milhão de novas conversões a Cristo e depois mudou o foco para a o aluguel e tradução do programa evangelístico de Silas Malafaia para outras línguas, o que não aconteceu.


Resumo da Ópera (ou do Genizah):

Silão, o leso, está pedindo dinheiro para construir seu próprio império do mal! De evangelho este curso não tem nada! Ali, a cacofonia é da língua inglesa. Eslavec é o esculete! É escola para slavers da teologia da prosperidade. Quem contribui, está dando dinheiro ao capeta. Basta olhar os preletores. 

Os que vão com tudo pago são os vendidos que estão sendo separados para a nova denominação do Malafaia. Portanto, é só um adiantamento do dizimo futuro e dos royalties da AD vitória em Cristo. Mas que na verdade acabam sendo finaciados pelos trouxas contribuintes que estão formado uma alcateia que depois irá lhes arrancar sementes em troca de favores de um "falso deus; Bando de serpentes!  

Meu irmão, minha irmã, se o seu pastor pedir grana da igreja para ir neste antro de publicanos de milagres (Eita que ficou boa a definição!). Paguem! Mas só a passagem de ida!

Novidade é o Rina da Bola de Neve nesta bagunça. O Apóstulo surfista já é chegado a todo tipo de vento de doutrina e agora já está entrando na teologia da prosperidade para segurar seu rebanho já crescidinho. Este entrou na mina lista. Em breve vou fazer um especial falso profeta com ele! Vai voar prancha de surfe ungida pra todo lado. Vou soltar todos os podres dele! Se arrependa cobra!






Nova Geração - Salmos 24


Você que acessa o Genizah está acostumado com a peripécias de alguns "Figurões Góspis" que nos causam indignação, fúria, raiva, ira e coisas semelhantes a estas.

Comentamos com humor essas práticas, mas no fundo mesmo, nos sentimos tristes!

Eu me sinto triste. Triste em ver o evangelho sendo vendido mais barato que um pingado do boteco do "seu Zé". É líder batendo em líder na tv, é pastor pedindo o trízimo, é apóstolo (será?) se nomeando patriarca....

Não vou ficar ditando aqui o cenário que você pode ver com os próprios olhos.

Me dói ver supostos pastores, bispos, apóstolos ou sei lá mais o que, vendendo o evangelho engarrafado com supostas águas milagrosas fazendo um filho de DEUS depositar sua fé no objeto e não em seu PAI.

Diante disso, tem ardido em meu coração o desejo de ver o SENHOR levantando uma nova geração!

Esta é a geração daqueles que buscam, daqueles que buscam a tua face, ó Deus de Jacó.
Salmos 24:6


Quero fazer parte dessa geração! Que abre mão de si mesmo para poder ver JESUS glorificado e reconecido. Que não mancha a noiva de CRISTO, antes, a limpa! Que deseja ver o nome de JESUS acima do seu próprio!

É necessário que ele cresça e que eu diminua.
João 3:30

Que seja reconhecida naquele maravilhoso dia do encontro com seu mestre.

Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?
E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.
Mateus 7:22-23

E que o SENHOR nos livre do brilho do status, da fama e do poder que a tantos grandes homens já cegou.

Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.
1 João 2:15-16



Antes, que nos gloriemos NELE, que coloquemos ELE acima de tudo!
Essa frase parece óbvia não? Mas a realidade de hoje (infelizmente) é outra.

E ele, respondendo, disse-lhes: Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, Mas o seu coração está longe de mim.
Marcos 7:6


Já fiquei preso por muito tempo em uma luta, já me senti podre e sujo por causa disso, mas quando descobri que tudo o que faço é baseado em sua misericórdia e graça e não na minha perfeição e capacidade de realização então fui liberto!

Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.
João 15:5

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertar.
João 8:32


Você, jovem, levante-se e comece uma revolução!

Arrependa-se verdadeiramente, reconheça que você é um fraco que depende desesperadamente da graça de JESUS. Se fortaleça na palavra e prepare-se para ser aprovado e usado por DEUS para ser exemplo de uma nova geração.


Você, pasor, cuide, incentive e alimente suas ovelhas com a pura e simples palavra de DEUS. Lute e dê sua vida por eles. Sua recompensa será poder contemplar uma geração que venceu através do sangue do Cordeiro, pela palavra do Seu testemunho e não amaram sua vida até a morte!

DEUS, levanta essa geração e permita-me a honra de participar dela!


Fernando Ortega não tem sangue de Che Guevara mas quer revolucionar e faz parte da quadrilha armada do Genizah.



ilútica ósão

Ilútica de Ósão
Um heus de Domem.
Um cremático carente.
Uma igrente preseja.
Uma viação de adorida,
tudo ilútica de ósão...
A comunêutica terapenidade,
o podavra da palder,
a comuntos dos sanhão,
ilútica de ósão...
O louberta que livor,
a underosa poção,
a ministrura de cação,
a ilútica ósão...
Vamos farença dizer!
Vamos comigo o inimbater!
Vamos declória a vitarar!
Vamos tosse pomar!
Vamos à ilútica de ósão...


Do ótimo blog do Wilson Tonioli , Verticontes !



Portal Mádua oferece Cd do OFICINA G3 para a TRIVIA do Genizahl

ENCERRADO


SAIU O RESULTADO!


DE ACORDO COM O SORTEIO EM RANDON.ORG


O COMENTÁRIO COM A RESPOSTA CORRETA DE NÚMERO 12 FOI O CONTEMPLADO

Nilton Júnior, Natal-RN

Irá receber o CD em casa, sem despesas.






Nesta Edição 11 quem oferece o prêmio do sorteio da Trivia é o Portal Mádua - a mais completa loja de livros, filmes, DVDs e música evangélica da internet brasileira.

Vale a pena conhecer a Mádua!



Para participar do sorteio, basta responder (deixando um comentário neste post) a seguinte, e muito dificil pergunta:


Em que versos um grupo de jovens morre por ter chamado um servo de Deus de careca?

 
Guardem este exmplo, bando de escarnecedores!

Vamos sortear 1 CD entre os primeiros 50 leitores que responderem corretamente. Não publicaremos nenhum comentário até termos 50 respostas corretas. Os participantes queiram deixar seu e-mail para contato.

O sorteio será feito no RANDON.ORG tão logo o número de respostas corretas atinja 50. Os contemplados receberão o livro em casa diretamente da Mádua, sem despesas, em qualquer lugar do Brasil.

 


CD - Oficina G3
 Depois da Guerra

MK Music







Quinto CD do Oficina G3 pela MK Music, Depois da Guerra. O álbum marca uma nova fase da banda " que tem mais de vinte anos de estrada e duas indicações ao Grammy Latino no currículo. Uma das novidades é a chegada do novo vocalista, Mauro Henrique, ao grupo.São 15 faixas, que trazem o mais puro rock " dessa banda que é uma das precursoras no estilo " e ainda as mais lindas baladas, que os roqueiros sabem fazer como ninguém. Em Depois da Guerra o Oficina G3 consegue tudo isso e muito mais: manter sua característica ministerial e o propósito confiado a eles por Deus: fazer do rock uma ferramenta de evangelismo e, claro, uma ótima música para os ouvidos, e para os pés (para quem gosta de tirá-los do chão).  
Faixas:

1.  D.A.G.
2. Meus próprios meios
3. Eu sou
4. Meus passos
5. Continuar
6. De joelhos
7. Tua mão
8. Muros
9. Depois da guerra
10. A Ele
11. Incondicional
12. Obediência
13. Better
14. People get ready
15. Unconditional







Por favor...não me chame!

Roberta Lima 

Não me chame para participar de campanhas, atos proféticos, mapeamentos territoriais, propósitos ou coisas similares a esta, cujo objetivo é barganhar e não adorar;



Não me chame para fazer orações determinando e ordenando a benção em “o nome de Jesus” e que não fazem Dele Senhor, mas FORNECEDOR;


Não me chame para falar mal de pastores, ministérios, zombar ou criticar, sem, no entanto, nada acrescentar;


Não me chame para fazer parte de grupos religiosos sectários;


Não me chame para correr de lá para cá atrás de moveres, conferencistas e inúmeros ventos de doutrina;



Não me chame para crer mas não pensar;


Não me chame para ser massa de manobra ou curral eleitoral para eleger pessoas interessadas em proteger seus feudos e não expandir o Reino;


Não me chame para coar o mosquito e engolir o camelo;


Não me chame para fazer de usos e costumes regras de fé e prática;


Não me chame para validar coisas que tão somente a “igreja” proíbe, mas a bíblia permite;


Não me chame para estender a mão e dar o pão ao próximo com o único intuito de praticar proselitismo e não exercitar o puro e simples amor ao próximo;


Não me chame para viver minha fé como se estivesse num gueto e não no Reino que é Dele e permeia todas as coisas;


Não me chame para julgar, sentenciar, reprovar e excluir os pecadores do Reino que a eles foi dada preferência; [Mateus 21:31]


Não me chame para mostrar a superioridade dos “ungidos” do Senhor;



Não me chame para praticar bibliomancia ou consultar “profetas” que mais parecem cartomantes gospel;



Não me chame para aplaudir manifestações espirituais caricatas – em bom evangeliquês: retetés e riplaplás – mas que em nada transformam;



Não me chame para falar evangeliquês;



Não me chame para falar em nome Dele, brigar em nome Dele, mas nem sequer tentar amar como Ele;



Não me chame para reformar o irreformável;



Não me chame para restaurar o irrestaurável;



Não me chame para recuperar o irrecuperável;


Por favor, não me chame!

Mas se for para tentar viver a simplicidade do evangelho puro e verdadeiro, cristocêntrico e sobretudo relacional, por favor ME CHAME!







Roberta Lima é uma das superpoderosas do Genizah e do Meninas do Reino



Desesperado com o Inesperado


"Na vida, você precisa ou de inspiração ou de desespero". Anthony Robbins. O desespero é algo universal e todos os homens o vivenciam, mesmo não tendo consciência plena dele.

Soren Kierkegaard, teólogo e filósofo dinamarquês do século XIX, um dos pais do existencialistmo, dedicou sua vida para entender o desespero no qual o ser humano, pela sua condição de estar no mundo, vive cotidianamente. Na sua obra "Desespero Humano - Doença até a Morte", ele procura refletir sobre o seu significado, tendo como questão principal a seguinte temática: será que o desespero advém, exclusivamente, de acontecimentos externos?

A princípio, para a grande maioria das pessoas, sim. É que a tragédia não marca nem dia nem hora para acontecer; materializa-se surgindo do nada e é sempre acompanhada por um poder avassalador. Num abrir e fechar de olhos destrói sonhos, desfaz esperanças, suspende projetos em andamento, acaba com relacionamentos afetivos, desconstrói histórias de sucesso, faz até mesmo cessar a vida, arrasa tudo o que encontra pelo caminho.

De fato, o desespero é muito mais do que um fenômeno social motivado apenas por fatores externos, mas, consiste também, de questões emocionais e interiores que podem nos remeter ao fracasso ou ao triunfo. O homem em desespero costuma se considerar uma vítima das circunstâncias, porque o desespero acaba revelando a nossa miséria e a nossa grandeza, trata da oportunidade de nos chegarmos a nós mesmos, ao nosso eu próprio. Quando esta “estação da vida” chega, surge com ela um momento singular, pois a crise pode levar-nos à superação de muitas de nossas interjeições e desencontros. Por isso, cabe perguntarmos: o que devemos fazer diante da perplexidade das tragédias? É legítimo, em situações como estas, indagar: será que existe Deus? Será que Ele me ama? Por que isto aconteceu justamente comigo?
Olhar para a tragédia exige um olhar desprovido de autocomiseração. É preciso, antes de tudo, entendê-la como sub-produto do fato de existir, do acumular nos pés a poeira que se faz pelo caminho da existência humana. Por isso, mesmo nas situações mais adversas, é possível semear no coração algo de bom, ainda que haja de se ter reverência para com a dor. Mas isto só é possível quando não sucumbimos em meio aos raciocínios simplistas, as construções fatídicas. Na verdade, o dia da perplexidade e do desespero sempre chega, e ele, invariavelmente, é solitário, por que surge da aparente indisponibilidade de Deus para conosco. Seu maior perigo não está na concretude dos fatos em si mesmos, mas nos desdobramentos que, a partir deles, podem sobrevir sobre a alma humana.
Foi justamente isto o que aconteceu com Jó, um homem atingindo por uma das maiores catástrofes narradas pela Bíblia Sagrada. Nela encontramos a “anatomia da tragédia”, a forma concatenada e quase planejada como, por vezes, a vida parece conspirar contra nós. E é aqui, neste vale da sombra da morte, onde teremos de escolher entre apaziguar o coração e aquietarmo-nos diante do inexplicável e do imponderável, ou darmos vazão a ira, ao ódio, ao medo, e permitir que se instaurem em nós as pulsões geradoras da amargura e da morte.
Mas quem é Jó? Curiosamente, não é um Hebreu, não é um “homem de Deus”, um membro da “fé institucionalizada” de Israel. Ele está para além das genealogias do sagrado, das heranças baseadas no “DNA de Abraão”. Contudo, no texto escrito cerca de 2.500 anos a.C., nos deparamos com um homem inculpe, reto, que teme a Deus e se desvia do mal. Casado, pai de 7 filhos e 3 filhas, Jó é um latifundiário próspero, dono de muitas terras, de rebanhos e manadas. Tem a seu serviço servos e servas e é tratado como o maior de todos os do Oriente. Não fosse isso bastante, é ainda um indivíduo devotado a valores – generoso, solidário e leal.

O texto do livro que tem o seu nome, por ser de estilo poético, e não narrativo, sem as preocupações sócio-históricas que dariam contornos outros ao seu drama, não retrata com detalhes a dimensão da desgraça que lhe sobrevém. O fato é que certo dia, Jó, sem qualquer explicação, sem que haja um motivo aparente, sem que exista uma lógica mensurável, sem que se delineie uma questão plausível, é alcançado pela tragédia. Vitimado por duas calamidades da natureza, fogo do céu e ventos do deserto, perde todas as suas plantações e terras e, conjuntamente a tudo isto, recebe a pior de todas as notícias de sua vida: seus filhos, filhas e netos estão todos mortos.

O desdobramento de todos estes fatos produz a desconfiguração existencial de Jó. Alquebrado pela vida, vitimado pelo inesperado, descontruído emocionalmente, ele começa a somatizar suas perdas através de tumorações que lhe rasgam a carne, feridas que vão dos pés até a cabeça. Não fosse isto o bastante, ainda tem de lidar com três amigos santarrões que, a todo custo, tentam lhe convencer de que tudo aquilo é fruto de um grande pecado que ele cometera e que insistentemente não confessara a Deus. Até a sua própria mulher, que já não suporta mais vê-lo em tais condições, dá-lhe como conselho o seguinte: “blasfeme contra Deus e morra!”.  

Como você se comportaria diante de algo desta magnitude? Eu penso que, o mínimo a ser feito, é requerer da vida uma explicação, um motivo, uma justificativa. E Jó vai em busca dela... Ele procura respostas, pede e até as exige. A sua boca se abre e dela sai uma dor que não se compara a nada. É a dor que dói por fora e por dentro, de dia e de noite. E é aí, neste estágio, não raro extremamente perigoso, onde começam os infindáveis e insondáveis questionamentos da razão humana: por que nasci, diz Jó? Por que isto me acometeu? Por que não morro de uma vez? Por que permites isto, Senhor? Por quê? Por quê? Por quê? É a queixa de um farrapo humano desesperado com o inesperado!

Mas, para todo inexplicável, sempre há algum tipo de explicação... Os existencialistas dizem que não há qualquer padrão na ordem dos fatos e das coisas e que tudo se desenvolve a partir de um movimento desordenado das escolhas humanas. Os espiritualistas dizem que a vida desenvolve-se a partir de um carma pré-concebido e que os seres humanos têm de experimentar as tragédias para poderem purgar os males de existências passadas. Os filósofos acreditam que o universo físico é regido por leis exatas, mas que a desordem e as injustiças não combinam com a existência de um Deus soberano. Assim, a tragédia é um acontecimento aleatório e sem qualquer propósito. Os religiosos falam que o trágico é conseqüência de uma teologia moral de causa-efeito que remete o ser humano a experimentar a desgraça sempre que ele faz algo que vai de encontro a Deus. Se alguém está sofrendo, é porque pecou.

E eu, na minha perplexidade, como alguém que já se deparou com o desespero muitas vezes, que conhece estes “ambientes” não apenas de ouvir falar, não de vislumbrá-los em livros, olho para estas definições de gaveta e não me satisfaço com nenhuma delas. Sim, de fato, elas não me servem como possibilidades de explicar a dor e o desespero humano, se é que isto, em si mesmo, pode supor algum tipo explicação. Jó, como bem diz Caio Fábio no seu livro “O Enigma da Graça”, tenta a partir de sua dor e desespero descatastrofizar a existência alcançada pela catástrofe, de tal forma a poder se livrar de todos os seus medos, inquietações e frustrações. Ao final o que encontramos no seu Livro é uma porção das Escrituras que fala da Graça, e não da desgraça. É o depoimento de um homem que mesmo em meio ao caos total, busca encontrar um bem maior, um sentido mais amplo, um propósito mais sublime para o que lhe acontece, pois, diz Jó, “eu sei que o meu Redentor vive e, por fim, se levantará sobre a Terra”.  

E assim, após cessarem todas as indagações, após retirarem-se todas as indulgências pessoais, após secarem-se as lágrimas e subtraírem-se todas as lamúrias, após o mar revolto ter se aquietado e os ventos tornarem-se brisa suave de fim de tarde, quando a escuridão da noite se fez luz do amanhecer que veio abraçar o raiar do dia, Deus pôde, enfim, falar com Jó. E aquele homem, desencontrado de si mesmo e de sua própria alma, começa a ser reconstruído, de dentro para fora, num novo ser, pois diz Jó, capítulo 42:1 “sei que podes fazer todas as coisas; nenhum dos teus planos será frustrado”.

No fim das contas, a melhor coisa que a tragédia pode fazer é nos levar a rendermo-nos a soberania absoluta e inquestionável de Deus. A dor, talvez, jamais nos deixe, mas, se serve como consolo, “temos esse tesouro em vasos de barro, para mostrar que este poder que a tudo excede provém de Deus, e não de nós. De todos os lados somos pressionados, mas não desanimados; ficamos perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos. Trazemos sempre em nosso corpo o morrer de Jesus, para que a vida de Jesus também seja revelada em nosso corpo. 2ª Co. 4:7-10.

Carlos Moreira é membro da quadrilha e está em plena operação subversiva!
Seus textos também podem ser encontratos em
A Nova Cristandade.



Dica do Genizah e do Portal Mádua: Mangá Metamorfose





Imagine o mundo de cabeça para baixo... Um movimento alarmante prolifera, como um vírus, por todos os cantos... As autoridades não conseguem impedir seu avanço... De repente... a vida nunca mais é a mesma. Trata-se do Armagedom ou do despontar de um novo Gênesis? Baseado no livro de Atos e nas Epístolas do Novo Testamento O MANGÁ METAMORFOSE É TODO COLORIDO! 



O quase marketeiro da Dilma,,,




A “Shekiná” de Deus está aqui. “Shekiná”?

Pr Marcello de Oliveira


É normal ouvir em nossos cultos, congressos, seminários, a palavra “Shekiná”. Desde adolescente ouço esta palavra na igreja. Pregadores a usam com freqüência. Os “ministros do louvor” têm o hábito de usá-la. Temos até um cântico muito conhecido: “Derrama a tua “shekiná” sobre nós.

Agora pergunto: De onde tiramos a palavra “shekiná”? O que significa esta palavra? Será “shekiná” uma expressão encontrada nas Escrituras?

Começando pela última pergunta, a palavra “shekiná” não é encontrada em nenhum lugar das Escrituras! Penso que você neste momento está perplexo. Esses dias atrás, pregando em uma grande igreja aqui em São Paulo, falei sobre isto no púlpito e imagine a reação que isto causou no plenário, bem como nos obreiros que ali estavam. Após o término do culto, várias pessoas me pararam e diziam: Pr Marcelo, já ouvimos vários “pregadores de renome” falar desta palavra, e agora o sr está dizendo que não existe? Será que o sr não está enganado?

Exatamente aqui reside nosso problema. Nós ouvimos os “grandes pregadores” falarem, e aceitamos tudo. Não procuramos pesquisar, averiguar, perscrutar. Tudo o que é novidade, e é falada por alguém de “peso”, nós aceitamos e logo começamos a falar. Falta em nosso meio, cristão bereanos, que analisam a cada dia as Escrituras, para verem se está correto ( At 17.11). Notemos que era Paulo que estava pregando! Homem de cultura invulgar, conhecedor de toda lei judaica, e acima de tudo, um dos maiores pregadores que o mundo conheceu. Ora, se Paulo teve que passar no crivo dos bereanos, o que dizer de nossos pregadores? Serão estes maiores que Paulo?

Mas voltando ao assunto da palavra “shekiná”, este vocábulo não aparece na Bíblia Judaica [ Tanakh] nem no N.T, sendo uma palavra derivada da raiz hebraica -ש-כ -נ(sh-k-n), cujo significado é “habitar”, “fazer morada”. Se perguntarmos a qualquer irmão, o que significa esta palavra, todos dirão: a glória de Deus, presença de Deus. Acontece que, “shekiná” não significa nada disso! O vocábulo “glória” no hebraico é “kavód” – o peso da glória de Deus. Então, quando cantamos: Derrama tua “shekiná” aqui, estamos dizendo: Derrama a tua habitação aqui. Soa estranho, não? Pedir para o Eterno derramar a habitação Dele sobre nós? Não consigo entender! Pois Ele já habita em nós, através da pessoa do Espírito Santo ( ICo 6.19)
A “shekiná”, como uma idéia concreta, aparece só na literatura rabínica, havendo somente “alusões” a esta presença divina, no meio do povo de Israel, na Torá, quando Deus disse ao seu povo “וְעָשׂוּ לִי מִקְדָּשׁ וְשָׁכַנְתִּי בְּתוֹכָם” – “e fareis um santuário para Mim, e habitarei no meio deles (dos israelitas)”[1];”וְשָׁכַנְתִּי בְּתוֹךְ בְּנֵי יִשְׂרָאֵל, וְהָיִיתִי לָהֶם לֵאלֹהִים” – “e habitarei no meio dos filhos de Israel, e serei-lhes por Deus”[2]; e “יְהֹוָה צְבָאוֹת הַשֹּׁכֵן בְּהַר צִיּוֹן” – “o Eterno dos exércitos, aquele que habita em Sião”[3].

Conclusão

Vimos por meio deste singelo estudo que a palavra “shekiná” não está nas Sagradas Escrituras. Aprendemos também que “shekiná” não significa : glória, presença de Deus. Ela vem da raiz “shakhan” que significa – habitar, fazer morada. Esta idéia de “skekiná” aparece somente na literatura rabínica, onde os judeus cabalistas [4] começaram a usá-la a partir do séc XIII. Devemos estar sempre prontos a aprender e não ir além da Escritura. Foi o que Lutero disse para Erasmo: “ A única diferença entre eu [ Lutero] e você [Erasmo] é que eu me coloco debaixo da autoridade das Escrituras, e você se coloca acima dela”.


Pr Marcello de Oliveira é hebraista.

Notas:

[1] Exodo 25.8 – “Shakhan’ti” [ habitarei]
[2] Exodo 29.45 -”Shakhan’ti” [ habitarei]
[3] Isaías 8.18 – “Shakhen” [ habito]
[4] Cabala é um sistema religioso-filosófico que investiga a natureza divina. Kabbalah (QBLH) é uma palavra de origem hebraica que significa recepção. É a vertente mística do judaísmo.



MALAFAIA, MACEDO, SWAGGART E JIM BAKKER, O QUE ELES TÊM EM COMUM?

Calvino Rocha

Vergonha! Nos últimos dias me senti envergonhado ao acompanhar a troca de farpas entre Edir Macedo e Silas Malafaia.

No dia 16 de outubro, Edir Macedo postou no seu blog um texto cujo título chama a atenção: “Cuidado com o profeta velho”, onde acusa Silas Malafaia de mudar seu apoio a Marina Silva para José Serra, deixando a seguinte pergunta no ar: “O que fez o pastor Malafaia mudar de lado? Ele vai continuar apoiando o Serra?”

Diante das palavras de Macedo, Silas Malafaia resolveu dar uma resposta em um vídeo, que está bombando na internet. O referido vídeo serve apenas para troca de acusações, pois como declarou Malafaia: “Você Macedo é um falso profeta mentiroso” ou ainda: “Você tem ganância de poder, ganância econômica e ganância religiosa”
Depois de uma noite de sono, percebi que estes dois líderes religiosos estão ficando parecidos com outros líderes religiosos dos anos 80, Jimmy Swaggart e Jim Bakker. Eles, naqueles dias, usavam a mídia para fazerem troca de acusações, tentando com isto, atingir o ministério e a vida pessoal do outro.

É constrangedor ver homens, que deveriam ser maduros, agindo como crianças. Malafaia diz que, em 1995 quando Macedo foi preso “injustamente”, ele foi chamado, participou do programa “Vigésima Quinta Hora” e usou o seu programa, sem ninguém pedir, para defender Macedo. Ou seja, no passado, eles se identificavam e trocavam figurinhas e agora, trocam acusações, quando, na verdade, se fossem maduros, teriam procurado resolver os problemas pessoais com um encontro e perdão.

Até que provem o contrário, a briga entre esses homens parece, apenas, uma briga pelo poder. Como escreveu Ronald Sider; “Infelizmente os cristãos estão vivendo exatamente como o resto do mundo”.

Espero, sinceramente, que os dois líderes religiosos brasileiros só tenham em comum com os dois líderes religiosos norte-americanos (Bakker e Swaggart) a imaturidade.


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Siga as pistas certas


Por Hermes C. Fernandes

A contagem regressiva já havia começado. Em algumas horas, Jesus seria entregue aos Seus algozes. Ainda assim, Ele desejou celebrar a última festa com Seus discípulos. Não era uma festa comum. Tratava-se da mais importante celebração do povo judeu: a Páscoa.

Já havia o propósito, só faltavam os preparativos. Jesus, então, envia Pedro e João com a missão de preparar-Lhe a Páscoa.

Imbuídos da missão, eles perguntam: "Onde queres que a preparemos?" (Lc.22:9).

Não basta o propósito certo, no momento certo. Importa saber o lugar certo. É Deus quem determina o lugar que servirá de cenário para a execução de Seu propósito.

Jesus poderia simplesmente dar-lhes um endereço. Seria mais conveniente. Mas Ele não costuma ser tão óbvio. Ele prefere nos dar pistas, para que encontremos por nós mesmos o lugar escolhido.

Veja a resposta que Jesus lhes dá:

"Quando entrardes na cidade, encontrareis um homem levando um cântaro de água. Segui-o até a casa em que ele entrar" (v.10).

Não tinha um sinal melhor do que um homem carregando um balde d'água? Que tal uma estrela no céu, como a que guiou os magos?

O problema é que somos viciados em coisas extraordinárias. Queremos o espetáculo, só pra ter o que contar mais tarde. Mas nem sempre os sinais enviados por Deus são espetaculares. É preferível um sinal ordinário que nos leve direto ao ponto, do que sinal extraordinário como a estrela de Belém, que antes de nos levar ao recém-nascido, faça uma breve escala no palácio de Herodes.

Provavelmente, aquele homem era um servo, um escravo, que havia saído em busca de água para o seu senhor.

Não parecia razoável ter que seguir alguém como ele. O que ele tinha para oferecer?

O Senhor das circunstâncias é aquele que promove conexões misteriosas. Ele é o arquiteto das contingências, que promove encontros inusitados.

Se quisermos encontrar o lugar certo, peçamos a Deus que faça com que as pessoas certas cruzem nossos caminhos. Não é o que elas possam oferecer que importa, e sim aonde elas podem nos levar.

Aparentemente, aquele escravo não tinha nada a oferecer para contribuir no preparo da festa para Jesus. Mas ele era a pessoa certa, que conduziria os discípulos ao lugar determinado.

Temos que cuidar para que não nos deixemos extraviar, seguindo às pessoas erradas. Nem podemos sair em busca de pessoas por aquilo que elas tenham a oferecer. Essas devem ser amadas pelo que são, e não pelo que possuem.

Muitos acham que podem pegar carona na fama de celebridades que se convertem, achando que isso poderia trazer algum benefício ao Evangelho. A causa do Reino jamais precisou disso. Geralmente, são pessoas anônimas e humildes que são usadas por Deus, para nos conduzir aos lugares certos.

Seguindo-o, os discípulos entraram na casa onde trabalhava. Jesus os orientou: "Dizei ao dono da casa: O Mestre manda perguntar-te: Onde está o aposento em que comerei a páscoa com os meus discípulos? Então ele vos mostrará um grande cenáculo mobiliado. Fazei aí os preparativos" (vv.11-12).

Somente famílias muito ricas e importantes da sociedade tinham um grande cômodo destinado às refeições. O cenáculo não era uma sala qualquer. Era como um salão de festa, todo mobiliado com uma grande mesa e muitas cadeiras. Sempre que havia uma festa, familiares vinham de várias partes para celebrar.

Talvez, quando Pedro e João viram o lugar, se espantaram com seu tamanho, e com o número exagerado de cadeiras. Afinal, aquela ceia seria para apenas treze pessoas, contando os discípulos e Jesus. Pra quê tanto espaço? E aquelas cadeiras que ficariam vazias?

Para aqueles discípulos responsáveis pelos preparativos da Páscoa, aquele lugar lhes serviria apenas como cenário para aquela festa. Mas Jesus tinha outros planos...

Cristo via para além do horizonte imediato. Aquele cenáculo Lhe seria útil mais de uma vez.

Em Atos, somos informados que tão logo Jesus ascendera ao céu, os discípulos "subiram ao cenáculo, onde permaneciam" (Atos 1:13). Ficamos sabendo que além dos apóstolos, também estavam lá as mulheres, Maria, mãe de Jesus, e seus irmãos. Ao todo, totalizavam quase 120 pessoas! (vv.14-15).

Enquanto Pedro e João preparavam a ceia de Páscoa, eles pensavam apenas nos doze (contando com Jesus, treze). Mas Jesus já pensava nos quase 120 que ali permaneceriam à espera da Promessa do Espírito Santo.

"Cumprindo-se o dia de Pentecoste, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados" (2:1-2).

Repare que Jesus havia dito que o cenáculo que eles encontrariam estaria todo mobiliado. Agora, somos informados que todos os quase 120 discípulos reunidos estavam devidamente aconchegados, sentados, quando o Espírito finalmente foi derramado.

Pedro e João se preocupavam com a Páscoa. Jesus já preparava o cenário para outra festa: Pentecoste.

Deus sempre foca o futuro. Ele nunca exagera na pitada. Sua provisão abarca necessidades que ainda surgirão.

E no cenário/cenáculo provido por Deus, há lugar para todos. Ninguém precisa tomar o lugar do outro. Ele garantiu que nos prepararia lugar, e de fato, preparou.

Para encontrarmos nosso lugar, sigamos a pista certa. Lembrando que nem sempre é óbvio, ou mesmo conveniente. Deixemos que Ele escolha os canais, aqueles que carregam cântaros de água, que nos levarão ao lugar certo.



As mentiras e a prisão das Testemunhas de Jeová

Você já viu alguém tocar a campanhia de sua casa, no domingo de manhã, bem na hora que você se levantou para ir ao banheiro e decidir que vai dormir mais porque a EBD da sua igreja é sem vida, e você então abre a janelinha da porta de entrada e diz: São eles!? Eu gosto de evangelizar as TJs com amor, não com sono, porque vira pesadelo. Sabe, eu considero o método de "evangelismo" dessa seita um dos mais ardilosos entre tantas outras. Sabe por quê? Porque eles jamais põem as cartas na mesa. Deveriam, com toda a honestidade, apresentar-se da seguinte forma:

- Bom dia! Tudo bem com você? Meu nome é Charles e o do meu companheiro é Russell. Estamos nesta manhã falando com seus vizinhos e é um prazer conhecê-lo. Gostaríamos muito  que o senhor se tornasse Testemunha de Jeová, porque nós somos um grupo com as seguintes crenças:
  • Só nós somos a única religião verdadeira e, por isso, se Jesus voltasse hoje, apenas 1 em cada 1.000 pessoas poderia ser salva.
  • Somos um povo que recusa doar sangue ou receber uma trnasfusão de sangue. Inclusive, se o senhor desejar armazenar seu próprio sangue para usar numa cirurgia 15 dias depois, não poderá fazê-lo.
  • Todavia, aceitamos remédios feitos com frações de sangue dos outros, mas nós mesmos não doamos sangue para ajudar a fabricar esses remédios para beneficiar outras vidas.
  • Agora, preste atenção nisso senhor: Nós somos a única religião no mundo que já mudou 314 vezes de ensinos, ou até mais, porque a Bíblia diz que a luz brilha para o justo mais e mais, até ser dia (Provérbios 4:18), assim, se mudamos de ensinos é porque a luz de Jeová está sobre nós, não sobre as outras religiões.
  • Outra coisa importantíssima sobre nós, senhor: Nossos filhos e nem nós comemoramos aniversários natalícios, natal e ano novo, e nem aceitamos presentes referentes a essas festividades, a menos que nos sejam dadas no dia seguinte. Assim, nem bolo de aniversário, ou ovo de páscoa, comemos no dia dessas celebrações, pois são coisas do diabo, de origem pagã. Todavia, usamos alianças de casamento e vestidos de noiva, cujas origens são pagãs também, mas perderam seu significado religioso.
  • Somos a única religião no mundo que já previu, por zelo e confiança na Bíblia, a volta de Jesus para 1914, 1925 e 1975, inclusive, na última vez, em 1975, alguns dos nossos tiveram tanta fé em Jesus que chegaram até a dizer: "Se Jesus não voltar em 1975, a Bíblia é mentirosa", e outros chegaram a vender seus bens, principalmente em 1974, para gastar seu dinheiro com a pregação de casa em casa nos últimos meses antes de Jesus voltar. Que zelo, não acha?
  • Somos também, de acordo com Mateus 24:45-47,  a única religião cujos líderes recebem de Jeová, através do Escravo Fiel e Discreto, conhecido como Corpo Governante,  o alimento que Ele nos dá, ou seja, alimento espiritual, na forma das páginas de nossas revistas, A Sentinela e Despertai! e outras publicações. Assim, ninguém de nós pode discordar dos ensinos de nosso querido Corpo Governante, composto hoje por 8 pessoas, pois se discordarmos deles, seremos expulsos da nossa Associação, e perdendo o contato com eles, segundo a revista A Sentinela de 1 de agosto de 1982, página 27, não avançaremos na estrada da vida, não importa quanto leiamos a Bíblia". 
  • Somos também a única religião no mundo que expulsa de verdade quem não segue a verdade direito, e quando expulsamos, (preste atenção senhor!!!!), ninguém de nós pode conversar com essa pessoa expulsa, nem dizer oi para ela, e se essa pessoa expulsa for nossa mãe, poderemos, se quisermos, conversar só o necessário com ela, conforme o Folheto chamado Ministério do Reino, de Agosto de 2002, página 4, parágrafo 13. 
  • Somos também a única religião a ter a melhor Tradução da Bíblia do Mundo!!! Sabe, dos 400 eruditos em grego e hebraico reconhecidos mundialmente, 20 elogiam a nossa Bíblia. Eu disse 20!, e todo eles pertencem às religiões falsas que nós sabemos que serão destruídas por Deus através de todos os políticos que fazem parte da ONU, que é a imagem da Besta do Apocalipse. 
  • Somos a única religião verdadeira no mundo, inclusive, que proíbe nossos irmãos de lerem livros das religiões falsas, mas graças a Jeová podemos usar os Dicionários e Cometários que esses 20 peritos em grego e hebraico lançaram, para provar que a nossa Bíblia é a melhor que existe!
  • Senhor, não que pretendamos cansá-lo, mas somos a religião verdadeira porque ensinamos nossos irmãos a não irem nas guerras, expulsando inclusive uma TJ que se tornar policial, porque policial serve ao diabo. Mas olha que Deus maravilhoso que adoramos: Deus permite que a gente, quando nossa casa está sendo assaltada, chame a polícia, ou seja, o servo do capeta para prender e se precisar até matar o bandido! É verdade! Não é maravilhoso servir a Jeová, que usa até os servos do capeta para prender ou matar quem rouba da gente?
  • Olha, estou tão empolgado em falar sobre a verdade. Permita-me apenas mais alguns minutinhos. Senhor, somos a única religião verdadeira porque anulamos nosso voto nas urnas, por não confiarmos nos governos humanos. Todos eles, conforme Daniel 2:44, serão destruídos, porque servem ao Diabo. Mas claro, o nosso Deus Jeová permite que, quando precisemos de uma ajuda dos políticos, para nos doar um terreno para construir um Salão do Reino, ou nos beneficiarmos de alguma emenda, então podemos pedir a ajuda desses servos do Diabo! Lindo, não acha?
  • E sobre o Tiro-de-Guerra, ou servir ao Exército, Marinha ou Aeronáutica? O senhor nem faz ideia do que pensamos! Quando nossos jovens vão se alistar, entramos com pedido de eximição à prestação do Serviço Militar, porque quem tem a reservista tem um documento do Diabo, pois significa que está alistado para guerrear se for necessário. Com isso, já aconteceu de muitos de nossos jovens perderem os direitos políticos, não poderem concorrer a vagas públicas, e perdem tudo isso por amor a Jeová. Mas nem tudo é tão ruim! Os nossos anciãos (pastores) que se tornaram TJs depois de seu alistamento militar não precisam entrar nas Juntas de Serviço Militar para cancelarem suas reservistas. Isso não é também maravilhoso?
  • Ah, lembrei de algo importante: Nós, TJs, acreditamos que 99,8% de nossos irmãos só seremos filhos de Deus daqui, no mínimo, mil anos, e isso se passarmos no teste final. Por enquanto, somos amigos de Jeová, não filhos. Mas não se desespere, senhor, pois dentre as quase 8 milhões de TJs no mundo, há umas 10 mil que são filhos de Deus, porém ainda não estão salvas, mas são junto com os 99,8% candidatas à salvação. E só esses 10 mil podem tomar do pão e do vinho, naquilo que o senhor chama de Ceia. O senhor nem imagina como fico emocionado de, uma vez por ano, estar nessa comemoração da morte de Jesus, e nunca ter tido a oportunidade de ver alguém tomando do veio e comendo do pão! Ah se Jeová me concedesse esse privilégio!
  • Ah senhor, queria tanto falar mais, mas o tempo não nos permite. Quando poderíamos estudar a Bíblia juntos?
Então, você sabe por que as TJs não falam isso na primeira visita? Porque são sinceramente enganadas a esconder sua hipocrisia, seu fundamentalismo e seu orgulho doutrinário. Isso é característico de quem faz lavagem cerebral. Eu sofri isso, na forma de doutrinamento. E sabe o que as TJs responderão diante do que escrevi acima? Que nós escondemos a verdade também, por não revelar de "cara" que há pastores ladrões, maçons, falsos profetas em nosso meio. Todavia, a Bíblia não ensina a ser assim, por isso nos atemos às verdades, não ao comportamento incorreto. E as TJs - Será que "de cara" falam no que creem e praticam? Graças a Deus fui liberto "disso", mas amo as TJs.


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