Mesa Diretora da CGADB divulga nota oficial rebatendo acusações de Silas Malafaia e do 1º tesoureiro demissionário.

NOTA DE ESCLARECIMENTO
PROMOÇÃO SONY TE LEVA AO JAPÃO !!!(o dó)
E ainda:
Uma TV Led Full HD de 90" (decodificador digital incorporado), Bíblia Dake, unção apostólica para 1000 almas, além da coleção de estudos em DVD de Mike Murdock!
Vale a pena tentar! Para ganhar a viagem é simples: Basta acertar as seguintes perguntas a respeito da foto abaixo:

1) quem está com sono?
2) quantas mulheres há no grupo?
3) quem acordou agora?
4) quais são os dois gêmeos?
5) quem está com raiva?
6) quem está alegre?
Ordenada a primeira mulher sacerdote na Itália
Longhitano foi ordenada sacerdote durante uma cerimônia na Igreja Anglicana no centro da capital italiana e agora poderá abençoar e rezar missa na paróquia Jesus de Nazaré em Milão.
Tony Gentile/Reuters
Maria Vittoria Longhitano tornou-se a primeira sacerdote da Igreja Vétero Católica em Roma"É um ato importante que rompe com tradições milenares", assinalou o sacerdote vétero-católico que oficiou a posse, destacando o trabalho da nova sacerdotisa em Milão "em favor dos doentes, das crianças e dos necessitados".
Longhitano afirmou saber que "abriu um novo caminho", embora tenha destacado que "foi um percurso de emoção e medo". "Sem as mulheres, o catolicismo, que quer dizer universalidade, fica mutilado", disse.
A sacerdote criticou ainda a proibição da Igreja Católica de ordenar mulheres.
No meu tempo de menino se dizia na hora de apostar corrida: O último que chegar é muLHER do padre, agora... #COMOFAS
A mais importante das questões

A questão é: A quem se deve dar glória? Quem deve ficar com os créditos?
Todas as demais questões partem daí. Quem tem o direito de se gloriar?
Somente Deus é digno de receber glória. E por quê? Se não entendermos o porquê, nosso culto não será racional, como prescrito por Paulo em Romanos 12.
Há três razões pelas quais Ele é o único Ser digno de glória. São elas:
1a. Ele é a origem de todas as coisas – O que Ele tem, não recebeu de quem quer que seja. Foi Ele mesmo que criou.
Em Apocalipse 4:11 lemos: “Digno és, Senhor nosso e Deus nossos, de receber a glória, a honra e o poder, pois tu criaste todas as coisas, e por tua vontade existem e foram criadas.”
Se Ele as criou, tem o direito de possuí-las. Todas as coisas são Dele. E quanto a nós?
Em 1 Coríntios 4:7 lemos: “Pois quem te faz diferente? E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te glorias , como se não o houveras recebido?”
O que nos iguala a todos os demais homens é o fato de que o que temos não se originou em nós mesmos, mas recebemos de Deus. Só teríamos de que nos gloriarmos, se houvesse em nós algo que não tivéssemos recebido, e que tivesse surgido de nós mesmos.
A única coisa que temos, e que não originou-se em Deus é a nossa fraqueza. Por isso Paulo afirma: “Se é preciso gloriar-me, gloriar-me-ei no que diz respeito à minha fraqueza (...) Portanto, de boa vontade me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo” (2 Co.11:30; 12:9b).
É por isso que a salvação só pode ser pela graça, e não pelas obras.
Romanos 4:2 diz: “Se, de fato, Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar, mas não diante de Deus.”
Paulo declara em Efésios 2:8-9: “Pois é pela graça que sois salvos, por meio da fé – e isto não vem de vós, é dom de Deus – não das obras, para que ninguém se glorie.”
2a. Ele é o sustentador de todas as coisas – Tudo quanto há subsiste nEle. Não temos poder sobre nossa própria existência. Não podemos garantir que temos mais cinco minutos de vida.
Hebreus 1:2a diz: “O filho é o resplendor da sua glória e a expressa imagem da sua pessoa, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder”.
“Se Deus quisesse, e retirasse o seu espírito e fôlego, toda a carne juntamente expiraria, e o homem voltaria ao pó” (Jó 34:14-15).
É por isso que Deus diz em Isaías 2:22: “Parai de confiar no homem, cujo fôlego está no nariz. Em que se deve ele estimar?”
E o salmista faz coro a este conceito ao orar: “Faze-me conhecer, ó Senhor, o meu fim, e a medida dos meus dias; faze-me conhecer a minha fragilidade. Mediste os meus dias como a palmos; o tempo da minha vida é como nada diante de ti. Todo homem é com um sopro”(Salmo 39:4-5).
E em Jó 14:5 lemos: “Os dias do homem estão determinados, contigo está o número dos seus meses; puseste-lhe limites, além dos quais não passará.”
Jesus disse: “Qual de vós poderá, com as suas preocupações, acrescentar uma única hora ao curso da sua vida?” (Mt.6:27).
Se parássemos por aí, a vida perderia o sentido. Ficaríamos desesperados, nos lamentando o tempo inteiro pela falta de significado da nossa existência. Se não temos do que nos gloriar, se não temos o controle sobre nossa própria vida, o que será de nós?
Já sabemos que a vida origina-se em Deus, e que Ele mesmo é o seu sustentador. Somos dEle, e existimos por meio d'Ele. Mas a pergunta que vai dar sentido à vida é: Para quê fomos criados? Com quê propósito existimos?
Lembremo-nos de que todas as coisas são Dele, por Ele, e para Ele.
Ele não é apenas o início, e o meio, mas também o fim. Ele não apenas a origem, e o sustentador, mas também deve ser o alvo de nossa vida. Viver para Ele é que nos confere sentido e significado.
Enquanto o homem insiste em vive para si mesmo, ele está se autodestruindo. Viver para si, faz do homem um ser infeliz e mortal. Viver para Deus, lhe faz um ser pleno e eterno.
3a. Todas as coisas são para Ele – Paulo diz: “Todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós também por ele” (1 Co.8:6).
Paulo declara com autoridade apostólica: “Pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste”(Col.1:16-17 ).
Portanto, toda honra e toda glória devem ser atribuídas Àquele que era, que é, e que há de vir.
Sola Deo Gloriae!
Crônica de uma efeméride televisiva

Nesse programa, a que assisti pacientemente, pude ouvir vários testemunhos seguidos do famigerado evangelho da prosperidade, alma e espírito daquela empreja (empresa + igreja).
Já estava rolando de rir de ver a entrevista de um rapaz num evento, distraído e com um copo de bebida na mão, dizendo que havia ficado rico; antes estava endividado e agora tinha carro, mansão, empresa, etc. - bastou procurar a Igreja Universal do Reino de Deus.
Uma das coisas mais interessantes dessas emprejas que pregam o evangelho da prosperidade é que há uma diferença muito óbvia entre o evangelho que elas pregam e o evangelho de Jesus Cristo: enquanto o evangelho bíblico é centrado na pessoa de JESUS e mostra o que ELE já fez na cruz por você para que você receba a GRAÇA e o perdão de Deus de que NECESSITA, o evangelho da prosperidade mostra o que VOCÊ pode fazer pela igreja deles para que JESUS faça o que você QUER.
Num evangelho você encontra o Deus soberano lhe buscando. No outro Você busca um deus subserviente. Num evangelho, você é recebido como filho de Deus (Jo 1.12), no outro você encontra o Gênio-da-Lâmpada-Mágica, que - espero que você já tenha descoberto isso - não existe.
Enfim, o cordão dos testemunhos de gente salva da miséria, pobreza e desvalia para o luxo, riqueza e ostentação continuou, no espetáculo da fé da IURD, até que veio uma mulher cujo testemunho lavou minha alma. O pastor perguntou-lhe como era sua vida antes e depois da IURD, mas ela respondeu como era sua vida antes e depois de Jesus Cristo. O pastor insistia em que ela depusesse sobre o que mudou na sua vida financeira, e, embora ela tenha relatado um pouco dos problemas de saúde, familiares e financeiros resolvidos, ela destacou com afinco que era uma pessoa pecadora que precisava de amor, perdão e salvação e que encontrou tudo isso em Jesus Cristo.
Era hilário ver o pastor insistindo para que ela destacasse no testemunho a prosperidade ou a IURD para fazer propaganda, mas a mulher insitiu em falar de Jesus e da transformação que ele fez em sua vida.
Isso me deixou muito alegre, porque, pelo menos uma vez na vida, vi um programa da Universal gastando dinheiro a contragosto para que o nome de Jesus fosse engrandecido em detrimento da empreja.
Logo depois, um pastor, pregou o evangelho e a necessidade de conversão a Cristo, aproveitando o testemunho da mulher. Qual não foi o meu espanto? Eu fiquei impressionado! O cara pregou o evangelho direitinho: disse que nós somos pecadores (Rm 3.10) e não podemos salvar a nós mesmos por nossas boas obras (Rm 3.23); e que, porque Deus nos amou, ele mandou Jesus para morrer por nossos pecados (Rm 5.8-9), para que, pela fé nele, pudéssemos, gratuitamente, receber o perdão dos nossos pecados (Rm 5.1), que foram punidos na cruz de Cristo (Rm 5.6).
Naquele momento, o pastor ainda pregava a mensagem da cruz, e um raio de intenso amor e misericórdia atingiu meu coração (era tarde, e eu já estava me levantando com o controle remoto na mão para desligar a TV e dormir - bastante feliz pelo que vi) e eu pensei: "Meu Deus, me perdoe por julgar demais as pessoas. Com certeza, na Igreja Universal ainda há pastores que prestam e estão lá para te servir!"
E quando eu terminei a prece e disse "Amém!", o pastor começou a pregar o evangelho da prosperidade outra vez, pedindo que os telespectadores pusessem um copo d'água sobre o aparelho de TV. Então, um raio de sobriedade e indignação atingiu meu coração e passou pelo meu braço. E meu dedo repousou ferozmente sobre o botão "desligar", que pressionei com gosto em direção à TV, dizendo: "Não presta um. Como eu sou burro!".
Ativação Profética: Onde fica o botão? #COMOFAS

Eu me pergunto, onde ficam as Escrituras nessa história toda e onde está aquele povo bereano que tanto pregava contra as doutrinas humanas e acréscimos à revelação de Deus, fazendo frente ao misticismo, pragmatismo e sincretismo religioso? Será que pouco a pouco as fileiras das igrejas sérias também foram sendo substituidas por uma nova classe de crentes envagelicais adeptos de todo lixo da nova era?

Venha ser profeticamente ativado na dimensão sobrenatural e receber as estratégias proféticas para desfazer as obras do diabo sobre o território em que nos encontramos!
Quanto a essa suposta ativação profética, eu pergunto: porque a igreja não precisou desta novidade em 2000 anos? Ana Paula já disse que foi discípula de Valnice Milhomens, são adeptos do G12 e várias outras doutrinas com base no ocultisto puro, é o outro evangelho. É bem verdade que nesse meio isso não é de se admirar, o que lamento é a quantidade exagerada de mentes influenciadas por eles, multidões, inclusive de membros de denominações históricas sendo levados à apostasia, como acontece com toda novidade que aparece por ai, elas passam por uma lavagem, são mascaradas e pouco a pouco as pessoas vão se acostumando com os termos e expressões destes ensinos antíblicos que começam por ser usados nas orações e "ministrações" dos grupos de louvor que copiam tudo que escutam nas músicas do Diante do Trono, é muito duro ver isso acontecer novamente, isso é um retorno à idade das trevas, ao misticísmo e abandono das Escrituras.
Não precisa ser "ativado" espiritualmente para ver o que está acontecendo, pra quem está firme na verdade é assustador ver nitidamente o avanço do engano dentro do evangelicalismo brasileiro e o quanto, mesmo as igrejas mais sérias, são afetadas e influenciadas por estes ensinos, temo que a tendência seja mesmo piorar, pois os males das falsas doutrinas são como o câncer, se multiplicam e se reproduzem com grande rapidez, e é cada vez mais difícil combater suas variantes e mutações dentro de nossas igrejas.
Mas a palavra do Senhor permanece para sempre. (1Pedro 1:25)
A teologia da lata de Nescau

Digão
Certa vez, li um livro interessante com um título curioso: A teologia do cachorro e do gato. Nele, os autores fazem comparação entre as atitudes desses dois animais em relação aos donos (o gato, manhoso, queria se satisfazer, enquanto que o cão, leal, queria agradar) e nosso relacionamento com o nosso Dono.
Achei a analogia dos autores muito interessante, e fiquei pensando se é possível criar “teologias” a partir de coisas cotidianas, como, no caso, dos animais domésticos. Até que, um dia, eu tive um estalo, a partir da brincadeira de minhas filhas pequenas.
Crianças (e alguns adultos) gostam muito de fazer barulho. A coisa que elas mais apreciam é fazer uma batucadinha. Minhas meninas gostam de pegar latas vazias de alumínio, dessas de Nescau, e fazer uma bateria improvisada. Vendo aquela lata de Nescau agredindo meus ouvidos, comecei a formular a teologia da lata de Nescau.
Todos sabem como é a lata de Nescau. O alumínio faz um barulho danado se batermos nele. Mas a lata de Nescau só faz barulho se estiver vazia. Experimente fazer batucada em uma lata de Nescau cheia, de preferência lacrada, que você acabou de comprar no supermercado. O som que sairá é mínimo, comparado com uma lata vazia.
Na minha caminhada com Jesus, tenho visto muita “lata de Nescau vazia” nos templos. Pode reparar. É gente oca de vida, sem conteúdo, sem relacionamento sadio e santo com Deus, mas que, no entanto, faz um barulho danado. O barulho que fazem, na verdade, não é para atrair a atenção para o Senhor, mas sim para si mesmos. Quanto mais vazios, mais barulhentos.
Felizmente há também muita “lata de Nescau cheia”. Gente que não atrai a atenção para si, e sim para o seu conteúdo – a vida de Deus neles. Gente que não se importa com holofotes, gente com um relacionamento com Deus baseado na Graça. O conteúdo de suas vidas ocupa todo o espaço, não deixando que chamem a atenção para si, e nem precisam. Naturalmente eles exalam aquilo que Paulo classificou de bom perfume de Cristo (2 Co 2.15).
Quando vamos a um supermercado, não nos interessamos pela embalagem. Queremos saber se o conteúdo do produto é bom, se satisfaz as nossas necessidades. Tanto é que, quando o produto acaba, jogamos a embalagem fora. Uma lata de Nescau vazia só terá utilidade se for reutilizada para outros fins (guardar quinquilharias, como pregos enferrujados, por exemplo). Caso contrário, o seu destino é a lata de lixo. O que queremos, portanto, é o conteúdo, e não o invólucro.
Não é à toa que a Bíblia nos exorta tanto a estarmos cheios do Espírito (Ef 5.18), tendo em nossas mentes somente aquilo que presta (Fp 4.8). Na medida em que nosso conteúdo for o de Deus, despertaremos a atenção para Deus, e poderemos realizar o nosso papel de sal da terra e luz do mundo.
Porém, se estivermos vazios, seremos como o sal insípido, que só serve para calçamento (Mt 5.13), ou seja, ser pisado (outro termo poderia ser “humilhado”) pelos homens. E, no final, ser jogado no lixo da história.
Fica, então, a admoestação de Deus: viva cheio dEle. Busque-O sempre (Is 55.6). Molde seus padrões em conformidade aos dEle, e não tente fazer o contrário (Rm 12.1, 2). Enfim: seja uma lata de Nescau cheia, plena, e não uma lata vazia, barulhenta e sem significado.
Digão também gosta de Nescau, só que agora só toma diet no Genizah.
A contra-marcha para GIZUZ (o falso Jesus)
Vera Siqueira
Um dia após a marcha para Jesus 2010 em São Paulo, ficam as reflexões sobre o movimento. Mas antes, um breve relato de como foi o dia de ontem.
Estávamos um pouco preocupados em como chegaríamos ao local, estação Tiradentes do metrô, onde se inicia a marcha. No ano passado, era quase impossível andar na estação por conta do grande número de participantes. Esse ano, porém, graças a Deus a chegada foi bem tranquila.
Como no ano passado, nos posicionamos ao lado do primeiro trio-elétrico, o que leva o casal Hernandes e a elite da marcha. Qual não foi nossa surpresa quando o próprio Apóstolo Estevam leu uma de nossas faixas: “Voltemos ao Evangelho!!!”. Porém, ele não enxergou ou não quis ler o restante da mensagem: “puro e simples, o $how tem que parar”. Mas tudo bem, já é um começo!
Esse ano levamos 4 faixas, duas com a mensagem de volta ao Evangelho puro e simples, e duas com versículos bíblicos (1 Tm 6.3-10 e 2 Pe 2.1-3). Por incrível que pareça, as faixas mais defenestradas por quem nos abordava eram as dos versículos bíblicos. Fomos chamados até de doentes mentais, pois em nossas bíblias havia esses versículos e, aparentemente, na bíblia desses “crentes” não. Quando as pessoas preferem dar ouvidos a homens a simplesmente ler a bíblia, vemos que a situação de muitas das igrejas ditas evangélicas é pior do que se pode imaginar, sendo apenas centros de arrecadação para crescimento próprio e de seu “papa” em particular.
Diferente do ano passado, a multidão em conjunto não nos hostilizou. Penso até que foram instruídos nesse sentido, ficando as ofensas e ameaças em nível individual. Mesmo grávida de 9 meses, uma garota que não gostou da faixa que eu segurava me deu um empurrão num local estratégico em minha atual situação, mas tive tempo de posicionar meu braço de modo a evitar danos ao bebê. Meu marido chegou a ouvir que ainda iria levar um tiro na cara. O Júlio foi ameaçado de prisão, aliás a atuação da polícia merece um parágrafo especial.
Nesse ano, resolvemos parar num posto da Petrobras (não, essa empresa não patrocinou nosso movimento!
, pois havia uma viatura no local e, de certa forma, isso nos dava uma certa segurança em meio aos mais exaltados. Porém, em certo momento se aproximou de mim um policial e uma senhora bastante exaltada, que depois vim saber que era uma pastora. Essa senhora, com contundência, me disse que era advogada, que aquela era uma passeata de evangélicos, que estávamos atrapalhando e ofendendo a passeata com as faixas (repito, versículos bíblicos conforme todos podem conferir nas fotos), que poderia nos processar, nos mandar prender, blablabla. O policial, constrangido, me pediu para que caminhássemos ao invés de ficarmos ali parados, pois assim as pessoas que estavam reclamando com ele sobre nossa presença não o forçariam a apreender nossas faixas. Via-se que ele tinha apenas que cumprir ordens (aliás, quem disse que ia prender o Júlio, se não me engano, era um oficial membro ou simpatizante da igreja dominante no local, mas isso o Júlio pode explicar melhor no blog O Proponente, em seu artigo sobre o assunto – eu não estava próxima quando isso aconteceu e por isso só posso especular). Enfim, nos mantemos no local, porém sabendo que a qualquer momento as faixas seriam retiradas. Nesse interim, passou por nós a “tropa de apoio” da marcha (digo isso por serem um grupo de homens bem fortinhos, de óculos escuros, sendo que o último da tropa ficou o tempo todo olhando para nós, não sei se admirando a beleza dos nossos componentes ou se tentando de alguma forma nos intimidar). Só sei que, um tempo depois, não havia apenas uma viatura, mas um monte de policiais e guardas metropolitanos ao nosso redor. Mas enfim, não mexeram conosco (não foi dessa vez que passeei de camburão).
Claro, também houve quem apoiasse nosso movimento, inclusive um integrante de um trio-elétrico, por incrível que pareça (ele fez sinal de positivo para nós). Muitas das senhoras que marchavam tocavam em meu barrigão e o abençoavam, num espírito verdadeiramente cristão. Duas meninas, de uns 12, 13 anos, vieram nos perguntar se éramos contra a marcha. Após a explicação de que não éramos contra marchas para Jesus, mas contra o uso do nome Dele de forma mercantilista, elas sorriram, concordando conosco, e voltaram a marchar felizes. Isso realmente me emocionou, não me esquecerei da carinha daquelas duas meninas, peço a Deus que dê a meu filho essa mesma consciência de querer provar todas as coisas, para ver se realmente vêm e são de Deus.
No final da marcha, uma situação meio inusitada. O pessoal de apoio veio com vassouras, dizendo para nós ajudarmos a varrer a rua (mas o fizeram de forma meio irônica, meio provocativa, “já que vocês não fazem nada, façam alguma coisa, ajudem a gente”). Na mesma hora me dispus a fazer isso, peguei uma vassoura e passei a ajudar, pois mesmo sem ter jogado nada no chão (mal bebi, pois grávida vai ao banheiro a cada uma hora e eu não poderia me dar a esse luxo naquele dia), porém como participei da marcha, também era responsável pelo lixo deixado no local. Iria mesmo varrer toda a rua com eles, mas acho que nesse momento se constrangeram e me agradeceram, que não precisava ajudar, que a caminhada até o final era longa, blablabla. Bom, nós nos dispusemos, pelo menos, pois ali todos somos irmãos, mesmo os que nos ofenderam, apenas vemos o Evangelho de Cristo de forma diferente, e melhor do que faixas e camisetas é a evangelização através do exemplo de vida, através do amor, que é a linguagem de Deus.
No mais, tudo mais ou menos igual ao ano passado. Terminada a marcha, o Pablo colheu algumas entrevistas e fomos embora, felizes por saber que alguns dos que leram nossas faixas e camisetas serão importados pelo Espírito Santo de Deus a buscar nas Escrituras a Verdade, e assim se abrirá o caminho para que realmente venham a ser homens e mulheres livres de todo o jugo religioso, que só serve para manter no poder e enriquecer os “papas” locais. O Evangelho puro e simples de Jesus nos traz a Graça, de graça: nos traz a liberdade.
Que Deus abençõe e capacite aos que, corajosamente, estiveram esse ano na marcha: Vinicius e sua esposa Regiane (blog Refletindo a Graça), Alex Martins, Ailton e sua noiva Daniele, Tiago, Mambalt, Reinaldo Black (blog Tamu Junto), Laudinei (blog Exemplo Bereano), Julio (blog O Proponente), Pablo Silva (canal de video) Joaquim Lucas (em sua 2a. marcha, mesmo antes de nascer – alguém duvida de que será protestante?) e o Paulo. Se não citei alguém me desculpe, parece que houve pessoas que ajudaram a carregar as faixas e depois saíram, mas Deus não se esquece de vocês jamais. Sentimos muito a falta do Vitor Cid, do Diogo Bocchio, , da Mayara, da Sandra, da Rose, do Sergio, de pessoas que, por vários motivos, não puderam participar, embora houvesse o desejo no coração. Mas fiquem tranquilos, ano que vem tem mais!!! (o bom seria marcharmos todos unidos apenas por Cristo, mas a bíblia diz que nos últimos tempos muitos apostatarão da fé, que a iniquidade vai crescer, que surgirão falsos cristos e falsos profetas, então a tendência, infelizmente, não é de melhora em tão curto tempo).
Que Deus possa levantar homens e mulheres com ousadia nos quatro cantos do país, para que proclamem o verdadeiro Evangelho, que não é obtido a preço de prata ou ouro, pois já foi pago pelo sangue derramado por Cristo na cruz.
Obs1.: aguardem em breve o vídeo produzido por Pablo Silva.
Obs2: o Apóstolo Estevam Hernandes disse, em reportagem do portal Guia-me, que em número éramos insignificantes em relação à multidão que marchava. Concordo plenamente, nesse quesito, com o apóstolo. Afinal, somos insignificantes mesmo, e se alguma coisa acontecer a partir do nosso protesto silencioso, toda a honra e glória será apenas para Deus.
Publicado em Uma Estrangeira no Mundo
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Malafaia, o nosso Caetano

Estive cá pensando com meus botões…
Ambos tiveram um começo de carreira muito bom.
Ambos influenciaram positivamente suas áreas de atuação.
Ambos falam pelos cotovelos.
Como a Bíblia afirma que no muito falar não falta transgressão (Pv 10.19), ambos são transgressores contumazes.
Ambos perderam o bonde da história.
Ambos se consideram a última coca-cola gelada no deserto.
Mas ambos são relevantes apenas para seus fãs mais obstinados.
Ambos são peças de museu de 2ª linha, onde as atrações valem mais pela excentricidade, como um museu de atrações freak de circo mambembe.
Nenhum dos dois é levado realmente a sério.
Ambos lutam com todas as garras pelos holofotes e pela atenção da mídia.
Ambos estão ultrapassados, mas não se deram conta disso.
Das trevas para a escravidão eclesiástica

Enfim ─ disse ele ─, irei provar dessa libertação que não está associada a nenhuma sorte de sacrifício.

Decorridos dez anos de atividade eclesiástica, ele tinha se acostumado a uma frenética rotina, que denominava de “divina”. Não perdia um culto. Sentia-se como se estivesse sendo cobrado por Deus quando por algum motivo perdia as reuniões na sua igreja. Foi por esse tempo que começou a se dedicar ao exercício da meditação em suas madrugadas insones.
Certa vez, em uma de suas profundas reflexões, chegara até pensar que não era um convertido, isto é, que não tinha nascido de novo. Mas, nessas ocasiões em que a dúvida sorrateiramente assomava a sua alma, algo em si dizia: “Se deixaste de fumar, de beber é porque és um crente”. Ele então se acalmava.
Na verdade, em suas horas de desvelamento, ele já vinha vislumbrando que algo não estava batendo com o verdadeiro evangelho de Cristo.
Foi então por esse tempo, que ele descobrira a razão de sua tão alta ansiedade. Vivia se mortificando, se sacrificando cada vez mais, à medida que se achava culpado por não ter alcançado aquela virtude que ainda lhe faltava. Chegava a orar por horas seguidas, intercaladas por dois ou três dias de jejum durante a semana.
Na sua visão atrofiada pela neurose eclesiástica, agora, ele não via só dez mandamentos, via mais de trinta, requerendo dele mais esforço, mais empenho, mais desprendimento. Ele ainda não acordara para entender que aquilo que pensava que era amor, na verdade, era apenas uma artificialidade com seu rol de aspectos exteriores. Aquela preocupação doentia em produzir para Deus, não passava de outro tipo de escravidão.
Para completar o quadro, ele começou a sentir medo, medo de errar, medo de tomar decisões erradas. Algumas vezes, o que surgia em sua imaginação o deixava ainda mais culpado e tenso. Perguntava constantemente para si mesmo: “Crente pode isso?” “É pecado tal coisa?”. Começou a se cobrar mais. Era tão intensa a sua vida espititual, que já não tinha nem mais tempo para o lazer com sua esposa e filhos. Achava-se tão culpado que sentia como se a ira de Deus estivesse pesando sobre sua cabeça.
Quanto mais ouvia sermões de admoestações, mais longe ficava da imagem perfeita de Deus. Por não poupar os seus erros, o sentimento de culpa ia lhe sufocando mais, a cada dia que passava. O ritual, mesmo que meticulosamente por ele executado, não era suficiente para trazer paz a sua consciência embotada pela necessidade premente de práticas expiatórias.
Ele agora se via naquela figura temerosa de criança, recebendo ordens severas do pai. Sua vida de crente parecia mais a de uma criança adotada e insegura.
Talvez, um dia, quem sabe, ele viesse a ter consciência de que as suas práticas religiosas, não passavam de uma penitência inútil pelos erros cometidos em sua vida pregressa. Um dia, talvez, ele pudesse despertar da letargia religiosa que o prendera em uma outra prisão que, tal qual a de antes o tinha condenado a viver de sacrifício em sacrifício, tentando apagar uma culpa, que só Cristo como verdadeiro amigo e irmão poderia redimi-lo.
“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8 : 36)
Marcha soldado, cabeça de papel...
O trio elétrico com o Apóstolo Estevam Hernandes e Bispa Sônia parou sobre o Rio Tietê para mais um momento de oração. “Vamos orar sobre estas águas para que Deus acabe com a miséria desta cidade e mude a história desta nação. Vamos profetizar e denunciar todo o vício e a miséria”, declarou o apóstolo. Durante a oração, ele lembrou que Jesus foi levantado para destruir as obras do diabo. Ele orou: “Tú és o Senhor de toda a bênção e dos milagres. Declaramos que depois dessa marcha, este país não será mais o mesmo. Que este poder e unção entre em cada casa e que esta terra, o Brasil, seja bendito! A Ti, Jesus, seja a glória, o poder, o domínio e a majestade. Amém!”
Hermes Fernandes é também culpado do que se faz aqui no Genizah
O povo adora uma profetada...

Ao término as pessoas deviam se dar por satisfeitas por terem cantado, ouvido uma palavra participado das orações, mais o que acontece?
Fazem uma filinha para receber mais uma oração, uma revelaçãozinha extra, quem sabe Deus ainda não falou o que precisava.
Ai começa dar bóde...
As vezes entramos nessa de profeta meio que empurrado...
Comigo acontecia muito sempre após orar pela pessoa, ouvia a seguinte pergunta:
- O que Deus falou irmão? viu alguma coisa?
Quando falava algo, a pessoa delirava, falava em línguas, pulava, etc...
Quando falava que nada tinha visto, ou ouvido a pessoa baixava a cabeça e ficava triste.
O pastor, evangelista, obreiro, bispo, apóstolo, profeta que não tem bíblia na veia tem que recorrer ao misticismo a todo instante para ganhar o respeito de ser visto como homem de Deus, homem espiritual.
Quem conhece a Palavra, aconselha dentro Dela e não inventa modas para alegrar quem o procura, porém isto não é nada popular e também não dá lucro.
O que move a massa e traz muita grana são as bênçãos já! Por atacado, promessas de curas, prosperidade, unção e muito poder, fechando com previsões sobre o futuro.
A galera corre atrás disto, este é o evangelho respeitado, o evangelho aonde o pensar e o conhecimento é desprezado.
Quando descobre-se que o tsunami não é marolinha vem a decepção, o desespero e a tristeza de ter perdido tanto tempo e dinheiro correndo atrás destes mercenários da fé.
Desde sempre existe pessoas que tiram proveito da vontade que outras tem de ganharem rápido e de forma fácil o que não merecem.
São os famosos estelionatários, a cada dia inventam novas formas de ludibriar os que se acham muitos espertos.
Quem não lembra do bilhete premiado? Aposentadoria rápida ? Notebook apreendido? e tantos outros....
Todo dia sai nos telejornais, mas não faltam vitimas....
Assim são os que buscam atalhos nas igrejas, comunidades entre profetas ou pessoas que julgam ter mais intimidade com Deus.
Não passam de vitimas de sua própria ambição e do desprezo que tem pela Palavra de Deus.
O FATO, O ESPÍRITO E O SACRAMENTO

O problema é que fizeram do sacramento um fato em si, enquanto o fato não é outro senão a obra de Cristo.
Cristo deu sua vida em nosso favor; este é o fato. Nossa participação no corpo e sangue de Cristo se dá sacramentalmente pelo pão e o vinho e espiritualmente pela fé em Cristo e obediência aos seus mandamentos.
Nem o que é sacramental, nem o que é espiritual devem ser compreendidos como factuais. Se o sacramento fosse o fato, não haveria sentido em Paulo afirmar que se Cristo não houvesse ressuscitado, vã seria nossa fé (I Cor 15.14,17). Desta afirmativa, entendemos que a validade dos sacramentos não está em si, mas no fato de Cristo ter morrido e ressuscitado. A Eucaristia é, então, o ato sacramental que alude e infunde a fé de que somos participantes espirituais da morte e ressurreição factual de Cristo.
É importante observarmos que a Ceia do Senhor não foi instituída como a temos hoje. Nos primórdios tratava-se de um verdadeiro banquete. Entretanto, hoje, todos concordam que seu cumprimento é satisfeito na participação de uma pequena partícula de pão molhada ao vinho. Seria ela absolutamente insignificante, diante do fato que representa, se não fosse o valor sacramental que lhe é atribuído pelo Espírito. Sendo Cristo Aquele que sacia nossa alma, seria uma discrepância servir, na Eucaristia, algo menor que um farto banquete. Mas como sacramento não é mais que um sinal visível de uma graça invisível e um meio de graça que nos une ao fato, basta-nos uma partícula para que participemos da plenitude do que Ele nos serve à sua mesa.
Quanto ao batismo não é diferente. Logo, aqueles que exigem tamanha quantidade de água para que seja válido o batismo, cometem o delito de fazerem do sacramento o fato. Pois não é o batismo que nos regenera, nem é no batismo que somos sepultados. Na verdade, pelo sacramento do batismo somos sepultados espiritualmente na morte de Cristo, fato consumado na cruz, onde o sangue que nos redime e nos purifica foi, de fato, derramado. Conforme disse o Apóstolo São Paulo em Romanos 6.4, pelo sacramento do batismo somos sepultados espiritualmente na morte factual de Cristo. Não somos sepultados em água, nem em terra, nem mesmo na gruta em que o próprio Cristo foi, de fato, sepultado. Somos sepultados na sua morte. Logo, o termo sepultado ganha aqui o sentido figurado de escondidos (na morte de Cristo), submersos (na morte de Cristo), esquecidos (na morte de Cristo), ocultados (na morte de Cristo), recolhidos (na morte de Cristo), ou separados do mundo (na morte de Cristo). Mas nada disso tem outro lugar de execução senão na cruz. Não é o sacramento que torna isso um fato, mas o fato (a morte de Cristo) é que faz o sinal sacramental suficiente para a efusão desta graça espiritual em nossa vida.
Não é a água que tem poder de apagar os pecados, mas sim o sangue de Cristo. Nem é o pão e o vinho que saciam nossa alma, mas sim Cristo em sua Palavra e Espírito. Logo, não será a quantidade dos elementos usados nos sacramentos que os validarão, mas sim a ação do Espírito que por eles opera. “Se esta ação do Espírito de Deus faltar, os sacramentos não poderão oferecer ao nosso espírito mais que aquilo que a luz do sol pode oferecer aos cegos, nem mais que o que uma voz altissonante pode dar a ouvidos surdos” (João Calvino). A quantidade de água num batismo pode ser importante para os hindus que conotam o fato da purificação ao poder das águas do Rio Ganges. Para eles o poder espiritual deriva do rio, para nós é derivado da cruz; para eles é o banho que os purifica, mas para nós o poder da regeneração não vem das águas... vem do alto.
Quanto ao fato, tudo foi consumado na cruz e nada mais há para se fazer, pois o sacrifício de Cristo é absolutamente suficiente. Quanto ao Espírito, é por Ele que, em Cristo, somos sepultados, submersos e esquecidos, para que pelo mesmo Espírito possamos ressurgir para uma nova vida em Cristo. Quanto aos sacramentos, não cabe ser, nem mesmo complementar o fato, mas sim proporcionar sinal visível e efusão da graça espiritual realizada por Jesus, dando-nos a certeza de que o próprio Cristo “marca com um sinal a testa dos homens que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem” (Ezequiel 9.4) e guarda da morte os que têm “o selo de Deus sobre a fronte” (Apocalipse 9.4).
Com base nisso, não temos dúvida alguma que na aspersão ou efusão das águas batismais, nosso espírito é imerso em Cristo, da mesma forma que na ministração de um pequeno pedaço de pão, nossa alma é contemplada com o farto banquete divino.
Por fim, a presença de Cristo que nos é infundida pelos sacramentos (não que a presença de Cristo dependa dos sacramentos, mas por eles ela é selada) só é eficaz quando se manifesta na obediência aos seus mandamentos, que por sua vez se resumem no amor. Portanto, para que o sacramento seja de fato válido, deverá impreterivelmente ser uma expressão do amor de Cristo. Este amor gera compreensão, unidade, humildade, inclusividade e respeito à diversidade e a multiforme graça de Deus. Então os sacramentos propiciarão à nossa alma algo ainda mais resplandecente do que as cores que a luz do sol irradia aos olhos de quem enxerga; algo mais harmonioso do que o som das notas musicais aos ouvidos de quem ouve.
“Quem tem ouvidos ouça”.
Julio Fernandes é conspirador como o Genizah
Crente pirata

Que o brasileiro médio não valoriza o educador, todos sabemos. Basta conferir a penúria dos holerites dos professores. Outro sintoma da mesma doença é o desrespeito em relação aos direitos autorais, fruto do esforço intelectual, neste país. Agora, surpresa mesmo, é constatar que parcela considerável dos crentes brasileiros não apenas tomam parte do crime da pirataria, mas criam, eles próprios, estruturas destinadas à distribuição de conteúdo evangélico roubado.
A enormidade de sites exclusivamente dedicados ao download ilegal de música gospel causa muito incômodo, mas há sempre o atenuante de que o consumidor deste tipo de música não é, necessariamente, crente. Assim como não o é boa parte da música comercializada com este rótulo. Contudo, quando se constata o crescimento descontrolado de sites dedicados ao acesso ilegal a literatura cristã, percebe-se estar diante de uma mudança radical no padrão ético médio do evangélico brasileiro.
De acordo com dados da Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR), houve um aumento de 140%, em menos de três meses, no número de denúncias. Que o diga o pastor Ciro Zibordi, autor do bestseller Erros que os adoradores devem evitar (CPAD). Em recente artigo publicado em seu blog (cirozibordi.blogspot.com), o pastor admoesta o povo de Deus acerca do pecado inerente a essa atividade. O próprio autor é vitima do crime. Basta digitar o título de seu livro no buscador google e observar a profusão de links disponibilizando cópias ilegais de suas obras... Sem que ele sequer saiba e, muito menos, tenha autorizado.
Zibordi esgota todos os argumentos legais e bíblicos sobre o assunto. Quem irá contradizer tal ensinamento? Que tipo de crente cometeria um crime, ou seja, pecaria, com o objetivo de obter um livro de ensinamentos cristãos? Pois pasmem os leitores, no fórum do artigo não foram poucos os evangélicos se manifestando em favor desta prática insidiosa! Como não poderia deixar de ser, o artigo gerou muita polêmica e, agora, desperta em alguns blogueiros conhecidos o desejo de pôr adiante uma campanha no sentido de livrar, ao menos, a web cristã dessa praga que não poderia ter lugar, jamais, em nosso meio. Entre os que se manifestaram a favor da pirataria, contamos alguns sinceros enganados, mas a maioria apresentou justificativas descabidas, como interpretações equivocadas do artigo 184 do Código Penal, dando conta de que o crime não está em fazer cópias, mas na obtenção do lucro. Há quem aponte o elevado preço dos livros, reivindique o direito de acesso à educação e até combata o comércio de obras baseadas na Palavra de Deus.
Claramente, a lei não descriminaliza a cópia sem o objetivo de lucro, mas tão somente penaliza mais quem obtém dividendos sobre a propriedade de terceiros. Portanto, em todos os casos, cópia não autorizada de obra alheia, salvo as que jazem em domínio público, é crime, e pronto. O direito fundamental ao acesso à educação tampouco justifica a pirataria – ora, a saúde também é fundamental, mas não se vê crentes saqueando farmácias.
Quem se dedica ao ensinamento da Palavra e produz material cristão deve ser remunerado. E mais – qual crente iria discordar da importância de incentivar esta atividade em um mundo onde a pornografia e a literatura de autoajuda dominam a produção editorial? Pirataria é pecado contra Deus (I Co 6.12; 11.23,31). E. no caso dos livros cristãos, quem a pratica está prejudicando um irmão em Cristo. Autores, editores e gráficas sofrem prejuízo; e irmãos na fé perdem seus empregos. Isso, sem falar que a disseminação de estudos sobre a Palavra – ferramenta importante no anúncio do Reino – fica prejudicada.
Quem quiser engajar-se na luta contra a pirataria no mercado cristão tem alguns caminhos virtuais para isso, de acordo com a categoria do produto ou serviço:Livros e revistas
• Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR) – http://www.abdr.org.br/site/
• Os autores e editores das obras, através de seus sites
Música e filmes
• Associação Antipirataria de Cinema e Música – http://www.apdif.org.br/
Softwares
• Business Software Alliance http://www.bastadepirateria.com/
Outros produtos e serviços
• Ministério da Justiça http://portal.mj.gov.br/combatepirataria
• Delegacias de crimes virtuais, existentes em algumas capitais brasileiras
Bons recursos contra a pirataria na WEBCriative Commons (http://creativecommons.org/) é um serviço muito útil para quem produz para a web e quer reservar seus direitos. É mecanismo ágil, sustentado em sistema autorregulatório, que vem ganhando reconhecimento em alguns países
COPYSCAPE (http://www.copyscape.com/)
É uma ferramenta de extrema utilidade. O usuário deve informar o seu site ou blog, e o serviço estrutura blocos de informação de seu conteúdo e busca por cópias dos mesmos na internet. Cópias piratas são identificadas em segundos, para o tormento dos ladrões virtuais

Esta é a minha coluna na Edição 16, já nas bancas de jornais em todo o país.
Ratinho esculacha Estevam Hernandes, diz que os demônios dele são meia boca e chama o apóstolo para um esfrega!

Fato é que o marido da bispa de umas semanas para cá deu pra ficar expulsando demônios na TV, uns exus "meio paraguaios" que viviam no Brás e que agora deram para passear na Mooca... Vai saber (2)!
Mas o negócio era muito meia boca... Os demônios saiam assim sem muita guerra, a pessoa caia no chão meio que procurando lugar para baixar a cabeça, uma pessoa para escorar... Manja o teatro? Só que com uns capetinhas “mauricinhos”: tipo demônio “classe média”, nada de capiroto de pobre, aquele negócio escandaloso, risos. Num vai deixar a bispinha de sai justa... Vai saber (3)!
O negócio é que a coisa tava tão chinfrim que o Ratinho, que já viu que mexer com evangélico da IBOPE, resolver esculachar o Estevam... Assim do nada. Injustiça!
Eu que tenho memória de elefante, me lembro que já não é a primeira vez que o SBT avacalha com o casal 20 gospel. Lembra do Gugu?
Tio Hernandes não deixou barato não! Pagou geral para o Ratinho. Primeiro, botou a culpa no capeta (como sempre) e depois disse que ia desencapetar o Ratinho. Fedeu!
"Nós (evangélicos) estamos vivendo a palavra de I João 5:19 O mundo jaz do malígno. Satanás propicia todas as situações para que o inferno faça todas as coisas que ele queira. Só Deus sabe qual é a nossa luta para fazermos a Marcha para Jesus. Você fala que vai fazer qualquer tipo de manifestação que vá beneficiar o inferno, tudo está escancarado. Mas você vai falar alguma coisa de Jesus, o inferno se levanta. Ontem me falaram que o Ratinho "meteu o pau" nos evangélicos, que a gente expulsa demônio...porque ele me viu expulsando demônio e pediu para eu expulsar o demônio dele lá no SBT; de graça (se referindo as ofensas)! Mas se ele quiser eu vou, não tem problema não! Qual é o problema? Ele deve estar precisando".
E quem estiver sujo que se suje mais... Na pocilga do Ratinho!
Dados sobre "não conformistas" serão disponibilizados na rede pela 1ª vez.
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| Caso você não saiba, esta é a imagem de um "quaker". |
Registros de dissidentes religiosos, incluindo William Blake, Daniel Defoe e JS Mill, estarão "online" pela primeira vez.
Fonte: Telegraph

Deus ou Gênio da Lâmpada?
Hermes Fernandes é também culpado do que se faz aqui no Genizah
O assassino Guilherme Pádua sobre a mãe de sua vítima Glória Perez : "Eu beijaria os pés dela, deixaria ela me bater..."

“Já sonhei com esse momento. Acho que beijaria os pés dela, deixaria ela me bater. Eu ia ter para dizer para ela que o mesmo Jesus que consegue salvar um criminoso e fazer a vida dele ter sentido, é o mesmo que faz uma mãe que perdeu a filha fazer coisas maravilhosas”, disse Pádua, acrescentando que “o mundo precisa de perdão”.
Em liberdade desde 1999 e funcionário da Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte, Pádua encheu a entrevista de referências à crença evangélica, à qual se converteu na prisão. Questionado se a vida que levava foi o principal motivador do crime, concordou: “Acho que sim (…) Só queria saber de mulherada, droga, gandaia”.
Assim como havia feito em entrevista ao “Programa do Ratinho”, do SBT, em 8 de abril, Pádua se negou a dar detalhes do crime.
Ele repetiu que foi ameaçado pelo Twitter de ser processado se citasse o caso e que recebeu uma correspondência dos advogados de Glória Perez com um alerta oficial de que não pode falar sobre o crime. O ex-ator disse, no entanto, que tem informações que “para a maioria das pessoas seriam fatos novos” e que só a versão da acusação ficou conhecida.
Ele fez mistério sobre novidades do crime no livro que sua atual mulher, Paula Maia, que conheceu na igreja, acaba de lançar: “Que Amor é Esse? A história Real de Guilherme de Pádua”. “Talvez tenha coisas que você não está esperando. É igual a um filme, não posso contar o final”.
Igreja Mundial Renovada: Pede pra sair 02!
Pois foi assim mesmo, 02 saiu.
O "cambono" do Valdemiro Santiago abre um terreiro concorrente ao seu ex-patrão:
Igreja Mundial Renovada
Palavras de sabedoria do mais novo apóstolo do pedaço:
"A Igreja que fundei e abri e melhor do que a primeira de onde vim! A gloria será minha, a igreja é minha,eu sou o dono dela e ninguém me tira."
































