Homenagens aos personagens da blogoesfera!

Pr. Marcio de Souza resolveu atacar de fotonovelista / cartunista gospel e esta fazendo uns mimos de homengem aos seus blogueiros favoritos... Eu pedi o meu pra viagem! Risos.









Ah se o Reverendo Augustus vê isto! Ficou hilária, por conta do mote na hiena: Oh! Vida, o azar! Risos. (O tempora, o mores é a famosa frase de Cicero, traduzindo: Que tempos, que costumes!)


Marcio de Souza postou e Genizah ajuda a espalhar.



O Dom do Macedão, risos.


Dois cristãos estavam sobrevoando a cidade, quando o que está na janela diz:

- Eu tenho um dom diferente sabia?
- É mesmo? Indaga o outro.
- E qual seria este dom?
- Eu consigo por a mão para fora do avião e saber sobre qual igreja estamos sobrevoando.
- Serio?Isto é fantástico!!!
- Então me mostre.

O companheiro põe a mão e logo afirma:

- Assembléia de Deus.
- Como você sabe? Retruca o irmão.
- Senti a oração dos assembleianos! Fervorosa…
- Que legal! faz de novo!!!
- Ok, agora estamos sobre a Batista.
- Incrível! Como sabes?
- Senti o doce embalo do louvor dos Batistas.
- Novamente, isso é incrível…

O irmão colocou mais uma vez a mão para fora do avião e depois de alguns segundos, retorna-a para dentro cabisbaixo e assustado.

- E agora Irmão?
- Acabamos de sobrevoar a Universal do Edir Macedo!!!
- A é? E como sabes?
- Pegaram meu relógio, minha aliança e meu anel!!!



O Carlos Roberto Martins de Souza deixou aqui no Genizah



Lançamento Editorial Gospi (6)


As mentiras que os apóstolos contam.... (Risos)



Quem? Quem? Quem? Wilson Tonioli do Verticontes, claro.



O compromisso que até o diabo conhece...

Rubinho


"E SUCEDEU que, ouvindo todos os reis dos amorreus, que habitavam deste lado do Jordão, ao ocidente, e todos os reis dos cananeus, que estavam ao pé do mar, que o SENHOR tinha secado as águas do Jordão, de diante dos filhos de Israel, até que passassem, desfaleceu-se-lhes o coração, e não houve mais ânimo neles, por causa dos filhos de Israel." Js 5:1

O compromisso de Deus com o seu povo é sabido por todo o mundo espiritual. Menos por nós, é claro.

Há crendices de mais e fé, genuína, conhecimento de Deus e das suas promessas, reveladas na Palavra, de menos.

Essa passagem mostra só um dos exemplos, quando o povo chegou à Terra Prometida e os inimigos desanimaram (tiveram derretido o ânimo, em outra versão) ao verem o favor de Deus por eles.

Nem entre os da "escola da fé", que propagandeia a convicção no que Deus nunca disse, há, genuinamente confiança no que já temos em Deus pela graça de Cristo, pois vivem amedrontados que lhes caiam os céus sobre a sua cabeça, conforme não frequentem os cultos, não ofertem o que lhes foi exigido e outras "obras mortas" e exigências de líderes mais falsos que notas de dois e cinquenta.

Esses dias foi-me perguntado se "o inferno desejava a morte de Cristo". Eu digo que não. Nem de longe.

Tudo o que sempre fizeram o diabo e todo o terço dos exércitos de anjos caidos foram amedrontar Jesus para que Ele caísse nesse que é o maior mal da igreja de hoje e de sempre - temesse o seu sacrifício e poupasse a si mesmo.

A coisa toda foi a tentação de Jesus dar a meia volta e preferir a sua própria salvação, a negação da sua unção de ser a "oferta de Deus", a oferta pelo pagamento do nosso erro. Tudo o que o inferno queria era que Cristo não se oferecesse, não sofresse, não se desse até a morte. O que eles não queriam, precisamente, era que Ele morresse. Jesus deixou bem claro a procedência dessa tentação quando Pedro, ao ouvir sobre a previsão de como tudo se consumaria no ministério do Senhor, tentou dissuadi-lo da ideia. Aquilo viera (e vem sempre) do próprio Satanás"(Mt 16:23).

Os demônios, fizeram tudo o que puderam, tentaram aterrorizá-lo quando Jesus passou pelo "vale da sombra da morte" - que não é ainda a morte - é mais aterradora do que ela própria (É sabido que na Europa, antes da instauração dos campos de concentração de dos guetos, morreram por suicídio judeus em maior número dos que deram cabo da própria vida após isso).

Se os nossos inimigos souberam, posto que estiveram lá nos começos, que Cristo haveria de vir e, não olhando para a sua própria comodidade dar-se-ia para que hoje, todos os seus, fossem libertos de uma vez por todas da morte e das garras do inferno - e os expusesse ao desprezo - então não é plausível que desejassem o seu sacrifício.

É uma loucura, mas crer, até o diabo crê, na verdade que "ninguém nos poderá separar do amor de Deus em Cristo Jesus". O problema somos nós mesmos.

Se até o diabo sabe disso e os nossos inimigos todos, só falta que nós creiamos...


Rubinho Pirola pintando os canecos no Genizah



Pastor adultera por causa do acento


O que dizer? O acento causou todo o problema. Que fase...

Postou Zé Luís, com acento agudo no "e" e no "i", aqui no Genizah, que não tem acento nenhum, e portanto, não pode se justificar.



Malafaia afinou e mudou o discurso! Ah! Merrrmão!


No seu programa televisivo desta manhã, Silas Malafaia disse que a campanha dos 100x foi um tremendo sucesso, e arrecadou milhões com as ofertas de seus telespectadores. Embora insista em dizer que “não liga para as críticas”, Malafaia mudou o discurso e fez um novo desafio, mas desta vez mais comedido, talvez por - isto é incrível! - ter lido as críticas que lhe foram feitas, ou esteja preocupado com o rombo que a campanha dos 100x mais pode fazer na economia brasileira.

Afinal, se todo mês ele “liberar uma palavra” de que – no prazo de um ano - os contribuintes vão ganhar 100 x mais que o dinheiro ofertado, a já combalida economia mundial entrará no mais profundo e duradouro colapso. Como se já não bastassem os bancos e os terremotos. Desta vez, Malafaia foi menos, digamos, dadivoso: “liberou a palavra” de que aquele que contribuir com o seu programa neste mês, vai ter cura das enfermidades, vitórias na Justiça, prosperidade meia-boca, assim meio genérica, etc., enfim, todas essas coisas que normalmente acontecem na vida de qualquer pessoa durante um ano. Cá entre nós, a campanha dos 100x parece ter mais apelo popular, já que todo mundo sabe que o órgão mais sensível do corpo humano é o bolso, e poucas coisas na vida despertam mais as glândulas salivares do que o dinheiro fácil. Habacuque e os cassinos que o digam...

Malafaia ainda agradeceu algumas pessoas não crentes por serem grandes ofertantes, talvez esperando promover um concurso sobre quem contribui mais, os crentes ou descrentes (1).

O fato é que ele sabe manipular como poucos a camuflada diferença que existe entre fé e vontade de crer. Ainda que este seja um tema que mereça ser mais aprofundado, ter fé – do ponto de vista cristão – é algo bem diferente da vontade de crer. A fé é espiritual, verdadeiro dom de Deus, que concede ao homem a capacidade de ver além dos limites físicos do mundo material, e enxergar a sua própria miséria. A vontade de crer é emocional, e pode ser dirigida a qualquer coisa, não necessariamente mística, como acontece, rotineiramente, no conto do bilhete premiado. No caso da “palavra liberada” por Malafaia hoje, por exemplo, de nada vai valer o juiz decidir o processo nos próximos meses, conforme ele mesmo se havia proposto, já que a parte vai entender isso como uma resposta à oferta ao pastor. Assim, fica fácil a “palavra liberada” funcionar, já que o autoengano está sempre a postos para convencer o autoenganado de que um fato corriqueiro da vida é um suposto milagre. Se nem percebem que o discurso do “imune a críticas” mudou, uai...

A experiência mostra que nem sempre é possível juntar a fé à vontade de crer, como acontece com suas primas distantes, a fome e a vontade de comer. Se bem que – pensando melhor - elas nem são tão distantes assim, já que tem muita gente na igreja querendo juntar essas duas últimas priminhas, né não?

Vi no O Contorno da Sombra, do Dr. Hélio
Postou Zé Luís no Genizah, que quanto mais se esclarece, mais confuso se sente.


(1) Danilo opina: Se são os crentes ou descrentes que ofertam mais, não sei. Mas se a trivia fosse para escolher entre burros e inteligentes, quem seriam os maiores ofertantes de Malafaia... Ai era mole!

E aproveitando o post, Hélio esqueceu de mencionar, que mais uma vez, Malafaia reclamou dos "crentes irmãos dele": "São os que mais me criticam..."

Eu quero dizer que
tal afirmação é uma injúria descabida. Nunca soube de um crente em Mamon, irmão do Silas, portanto, vir a público criticar o mestre. Ao contrário, estão todos esperando os convites para o evento do Mike Murdock... O gróriiiia!




Fiéis esperam pela “ressurreição” de dois dos seus pastores

Os fiéis de uma igreja protestante do Oeste do Quênia rejeitaram, desde a semana passada, exumar dois dos seus pastores, mortos num acidente de trânsito, na esperança que eles venham a “ressuscitar”, informou nesta segunda-feira, fontes citadas pela France Press (AFP).

Patrick Wanjohi e Francis Kamau Ndekei, pastores da “Família do reino dos céus” (KSF), encontraram a morte num acidente de trânsito sobre a auto-estrada ligando a capital Nairobi à Nakuru (oeste), onde está baseada a KSF.

“Justamente que eles estão a dormir, eles não estão mortos “, estimou “o apóstolo” e líder da KSF, John Kimani.

Tal como Jesus foi ressuscitado no “terceiro dia”, após a sua crucificação, segundo o Evangelho, “o apóstolo ” do KSF, tinha anunciado a ressurreição dos dois pastores para quinta-feira passada, o que não aconteceu, noticiou o diário local The Star.

Assim, os caixões contendo os seus restos mortais foram depositadas no respectivo templo, onde fiéis, agrupados em centenas, fazem orações pelo “milagre” há muito esperado.

“As nossas orações continuarão até esta quinta-feira. Assim, se eles não retornarem à vida, vamos enterrá-los prometeu o “apóstolo” Kamani.

Fiquei sabendo pela @jessy_mara, editora do IchtusGate , Via Twitter.
Vi no O Galileu

Postou Zé Luís, editor do Cristão Confuso aqui no Genizah, mostrando que não é só aqui no Brasil que apóstolo faz besteira.



Justiça do Rio determina quebra de sigilo e bloqueio de bens do casal Garotinho e de Deborah Secco


A Justiça do Rio de Janeiro determinou nesta quinta-feira a quebra de sigilo bancário e o bloqueio de bens do ex-governador Anthony Garotinho (PR), da mulher dele, Rosinha Garotinho (PMDB), prefeita de Campos dos Goytacazes (RJ), e de outras 86 pessoas denunciadas pelo Ministério Público do Estado por improbidade administrativa.

A decisão é da juíza Mirella Letízia Guimarães Vizzini, da 3ª Vara de Fazenda Pública do Rio de Janeiro, que acatou liminar solicitada pelo promotor Vinícius Cavalleiro, autor da denúncia.

Garotinho, Rosinha e outras 86 pessoas foram denunciadas na última segunda-feira em inquérito que apura o desvio de cerca de R$ 58 milhões por meio de ONGs (organizações não governamentais) e empresas de fachada na época em que governaram o Estado.

Entre os denunciados, além do casal Garotinho, está a atriz Deborah Secco. Ela é filha de Ricardo Secco, que vinha sendo investigado pelas relações com a família Garotinho e é apontado como gerenciador de todo o esquema, tanto na contratação como no direcionamento de ONGs e responsável por receber o dinheiro.

"A ação foi baseada em provas já obtidas em outros processos. Estamos pedindo nesta quinta-feira a devolução do dinheiro desviado, além do pagamento de até R$ 176 milhões aos 88 réus. O bloqueio de bens é para assegurar o andamento do processo", afirmou o promotor.

As investigações duraram pelo menos três anos. Concluído o trabalho, o Ministério Público estima em R$ 58 milhões os prejuízos causados aos cofres públicos. Na denúncia, os promotores identificam uma conexão entre o dinheiro usado na pré-campanha do ex-governador à Presidência, e verbas que saíram do governo do Estado.

Segundo o MP, duas das empresas que contribuíram para a campanha, a Emprim e a Inconsul, receberam R$ 30 milhões dos cofres do Estado. Outra empresa, a Teldata, teria agido como intermediária do repasse de recursos das ONGs que prestam serviço ao Estado para a conta do PMDB.

O esquema, operado entre os anos de 2003 e 2006, começava com a contratação da FESP (Fundação Escola de serviço Público) por outros órgãos da Administração Pública Estadual --como as Secretarias de Educação, Segurança Pública e Saúde, o Instituto Vital Brasil, o Detran, a Cedae e a Suderj-- para a execução de projetos elaborados em termos vagos e imprecisos que habitualmente envolviam o fornecimento de mão de obra terceirizada.

Deborah Secco

Na época, o empresário Ricardo Secco, pai da atriz Deborah Secco, era suspeito de repassar aos beneficiários do esquema de licitações, via organizações não-governamentais, recursos do governo do estado, de acordo com as investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal.

O Ministério Público também vê irregularidades na participação da atriz em propagandas oficiais do governo do Rio. Em 2005, ela ganhou o título de "Mulher do Ano", concedido pela Fesp, que transferia dinheiro para ONGs a pretexto da execução de programas sociais.

A atriz se mostrou surpresa ao tomar conhecimento da denúncia e disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que não vai se pronunciar porque não sabe do que se trata e não foi notificada sobre a acusação. Ainda segundo sua assessora, Deborah está tranquila porque nunca se envolveu com política.

Além da atriz, outras cinco pessoas da família de Ricardo Secco estariam envolvidas no esquema de desvio de dinheiro, entre elas estão Angelina Direnna Secco, Bárbara Fialho Secco, Ricardo Fialho Secco e Silvia Regina Fialho Secco. O procurador-geral de Justiça, Cláudio Lopes informou que Ricardo Secco teria recebido R$ 1 milhão no esquema e repassado parte do dinheiro para diversas pessoas de sua família.





É Rir Pra Não Chorar



Eliseu de Lima

“Cantar é também pensar”. Diferente do que rola por aí a fora. É claro que existem as exceções. Mas outro dia, o negócio foi muito cabuloso: O grupo de louvor começou a tocar e cantar: “incendeia Senhor a tua noiva, incendeia Senhor a tua Igreja...”. Em seguida cantaram a música “faz Chover”. Durante quase meia hora a mesma coisa: “faz chover, faz chover, faz chover...” Eu falei: - Agora vai sapecar tudo! Dito e feito. Adivinhem qual foi a próxima música? - “Eu não preciso ser reconhecido por ninguém”. A mesma que diz: “tua fumaça me esconde”. Não tinha como não relacionar com o efeito da chuva no fogo do incendeia.

Podia até ser cômico se o comportamento da turma não fosse também um reflexo do que a gente ouve e canta. E o pior é que tem muita gente assim. Gente nem queimada ou incendiada pelo “incendeia” e nem lavada pela chuva do “faz chover”, mas sapecada.

Não quero polemizar. Licença poética à parte, mas acredito que podemos ser mais coerentes acerca do que cantamos. Fico pensando nos "não crentes" que vão aos nossos cultos. Nós criamos um linguajar que só a gente entende. E às vezes nem a gente entende! A maioria já ouviu a união feminina cantar: “Quando cheguei aqui meu Senhor já estava, no meio da igreja ele passeava, quando eu cheguei aqui meu Senhor já estava..” Daí vem um irmão com aquele solo: “mas contempla esse varão que chegou agora abre a boca irmão e dê um glória...”. É confusão na certa! Eis a questão: - Já estava ou chegou agora?

Já aconteceu comigo também, numa dessas, rolando o “louvorzão”, eu lá na frente, nos primeiros assentos, e a banda tocando... Sei que mandavam a gente fazer um monte de coisa: Pé pra cá, pé pra lá, vem pra cá, vai pra lá, correm pra esquerda, correm pra direita, fala pra quem ta perto de você... E eu lá, todo tímido, quando ouvi, como que dito especificamente para mim: - Sai do chão, você é livre!!

Todo mundo vibrava e aplaudia. Eu não tenho problema com o agito (até gosto), mas só que nem sempre a igreja está sentindo o que o dirigente de música está sentindo naquele momento. Que fique claro a todos: Não vamos transformar ninguém, nem por força, nem por chavões e nem por "ginástica aeróbica gospel", mas é do Espírito de Deus, em nosso meio, este papel.

Foi muito bom ouvir naquele dia que eu sou livre, mas pergunto: - Por acaso somos livres, porque cantamos o que todo mundo está cantando? Somos livres porque fazemos os movimentos e gestos propostos pelos ministros de louvor? É possivel adorar a Deus em nossas igrejas, cantando, louvando, sem ter que de forçar um clima ? Sem ginástica gospel ? Sem caras e bocas? Ou está difícil?


Em Eliseu de Lima, divulgado no Genizah (editado para a postagem)



Judas e a invenção do Evangelho Self-service


Hermes C. Fernandes


Para muitos, o beijo de Judas se tornou na marca da traição. Porém, devemos salientar que o beijo identificou o Traído, e não o traidor.

Depois de dar uma demonstração de humildade aos Seus discípulos, lavando-lhes os pés como um servo, Jesus voltou à mesa, e anunciou-lhes que dentre eles havia um traidor.

Todos ficaram pasmados, e perguntavam-no: - Senhor, quem é?

E de um a um, perguntaram: - Por acaso sou eu, Senhor?

Como Jesus identificou o traidor?

Segundo Mateus, Jesus disse: "O que mete comigo a mão no prato, esse me trairá" (Mt.26:23).

Pode parecer para nós um simples gesto, mas para os discípulos, meter a mão no prato do Mestre representava um atrevimento impensável, que só mesmo alguém dotado de personalidade irreverente seria capaz.

Meter a mão no prato significa servir-se a si mesmo. Tal era o caráter do discípulo traidor, que ele não se dispunha a servir ninguém, a não ser a seu próprio ventre.

Esse gesto aponta profeticamente para o surgimento de um tipo de cristianismo, onde as pessoas são estimuladas a viverem para si mesmas, buscando servir-se, em vez de servir à Deus e aos seus semelhantes. Basta ligar a TV, para nos darmos conta de que o Evangelho mais em voga em nossos dias é o Evangelho Self-service. Sem terem consciência disso, estimuladas pelos falsos mestres, as pessoas estão metendo a mão no prato do Mestre.

É interessante notar que há uma pequena variação no texto de João acerca desse episódio. De acordo com ele, Jesus identifica o traidor como "aquele a quem eu der o pedaço de pão molhado" (Jo.13:26). Imagino que ao ver Judas metendo a mão no Seu prato, Jesus o interrompe e lhe dá um pedaço de pão molhado no vinho de Sua própria taça. Judas não apenas quis se servir, mas sentiu-se à vontade para ser servido pelo próprio Senhor.

Pior do que servir-se a si mesmo, é servir-se do próprio Deus. É como achar que Deus existe em função de nossos caprichos e necessidades.

Ora, mesmo impactados por terem presenciado Seu Mestre servindo-os como um escravo, ninguém em sua sã consciência esperaria ser servido por Ele à Mesa. A lição que eles tiveram era que tinham que servir uns aos outros, e não esperar serem servidos.

Para avaliarmos o tipo de Evangelho que tem sido pregado em nossos dias, basta verificarmos o tipo de pessoas que ele tem produzido.

O genuíno Evangelho produz filhos cujo prazer é servir a Deus, servindo aos seus semelhantes.
O desevangelho, ou anti-evangelho (que é o Evangelho Segundo Judas) produz pessoas arrogantes, cheias de si, " cujo deus é o ventre".

Hermes Fernandes é um dos mentores da Santa Subversão Reinista no Genizah



Régis Danese afirma que a sua música ressuscitou um bebê!




- É possível uma música salvar vidas?


Para Régis Danese, sim. Famoso pelo hit gospel Faz Um Milagre em Mim, o cantor disse que sua canção de maior sucesso foi capaz até mesmo de ressuscitar um bebê que havia sido dado como morto ainda no período de gestação.

“Deus tem usado essa letra como instrumento para curar câncer, paralíticos e até ressuscitou uma menina que estava morta na barriga de sua mãe”, disse ele em entrevista para o jornal Música em Foco. De acordo com o cantor gospel, ao ouvir o CD do artista, a mãe da criança começou a louvar a Deus entoando o refrão “Entra na minha casa / Entra na minha vida / Mexe com minha estrutura / Sara todas as feridas...”, e o bebê, que já havia sido dado como morto, voltou a se mexer dentro do útero da mãe.

“Deus falou que iria usar a minha vida para quebrar barreiras... E tem usado minha música como instrumento. Hoje, essa criança da Igreja Assembleia de Deus, no Bom Retiro, em São Paulo, já está completando um ano. Também tem uma criança de 11 anos que tinha um câncer de medula e não andava. Depois que orei por ela enquanto ministrava em Limeira, ela andou para a Glória do Senhor!”, relatou Danese.

O cantor e compositor, que se consideram um radical por hoje ouvir apenas música gospel, já viu seu sucesso Faz Um Milagre em Mim romper as barreiras do mundo religioso. A canção foi gravada em ritmo de pagode pelo Pique Novo e como funk por MC Marcinho.


Postou Zé Luís, o Cristão Confuso, no Genizah.


Danilo Fernandes comenta: Se a letra da tal música do Zaqueu fosse ao menos fiel às Escrituras Sagradas (e verdadeiro louvor a Deus) e não apenas mais um hino antropocêntrico, como tantos outros hits gospel, esta notícia, talvez, me causasse apenas um leve enjôo, função da tristeza por mais uma manifestação de idolatria evangélica, agora musical.


Contudo, a soma de todos os erros em torno desta musica específica, do cenário musical gospel e das declarações acima são tarefa para um DRAMIN do tamanho do Brasil.


Será que temos refletido o bastante sobre a forma como o Evangelho do Reino têm sido pregado e como certas concessões sinceras que fazemos acabam contribuindo para este estado tão deturpado do entendimento?





Claudia Leitte: É melhor eu estar num trio elétrico do que numa igreja cantando música gospel


'Eu estou levando as pessoas para a luz', diz Claudia Leitte

Confira a entrevista de Claudia Leitte concedida a revista Rolling Stone:


Você diz não seguir religião alguma, mas é bastante religiosa. Depois de ficar famosa nenhuma religião se aproximou de você pensando que você poderia divulgá-la? Sim, com certeza. E isso te afasta mais da ideia de uma religião organizada?

Sim, porque eu não quero levar ninguém comigo pra religião nenhuma, de jeito nenhum. Eu quero cantar e ser feliz cantando, e dividir a felicidade com as pessoas. Eu acho que Deus não impõe. A moça que trabalhava lá em casa falava pra mim, "ah, meu pastor diz que eu não posso usar brinco". Como uma pessoa pode dizer isso? Que coisa mais ditatorial! Não pode usar brinco por quê? Deus vai olhar para o seu coração, não pro seu corpo. Deus vai estar lá se importando com as roupas que você usa? Quantas pessoas usam uma saia até o pé e são super, hiper promíscuas? Ou então um assassino, que mata uma pessoa e depois diz "oh, meu Deus, meu Senhor" e vai pra igreja orar com a Bíblia? Isso é muito louco: o brinco, a roupa, a religiosidade... Elas não definem o caráter de ninguém.

É difícil imaginar uma porta-voz melhor do que você para uma religião: jovem e casada, tem filho, é famosa, tem sucesso.

Eu quero ser é porta-voz de Deus, o que Deus fala através de mim, o tempo todo. Que eu seja mais Deus do que eu. É isso o que eu quero. O tempo todo eu acho que a gente precisa parar de brigar com a gente mesmo pra gente ser melhor.

Sua música também serve de pano de fundo para o que acontece com as pessoas que vão se divertir no trio elétrico: muita pegação, uma coisa muito sexualizada. Ao mesmo tempo, você é uma pessoa casada, com filho. Como você vê essa distância entre as pessoas e você?

Eu tenho uma responsabilidade maior como cidadã, porque eu tenho um microfone na mão. Eu acho que as pessoas são responsáveis pelas atitudes delas e o que eu faço ali em cima pode não mudar nada. O cara vai fazer o que ele quiser no meu show, independente do que eu faça ali. É melhor que eu esteja ali cantando se eu pensar que eu sou um exemplo. seria mais eficaz do que eu estar numa igreja cantando música gospel. "Eu estou levando as pessoas para a luz [risos]".

Mas eu não penso desse jeito. É muita pretensão eu achar que vou fazer um show e todas as pessoas vão ficar boas porque o meu exemplo é bom. Eu não sou um bom exemplo de nada, só tenho uma vida assim porque eu escolhi.

Mas o que você acha dessa cultura da pegação no carnaval?

Acho que cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é. Quer ir, fique à vontade, vá. Tudo tem consequência na vida. Eu escrevo muito sobre isso no meu blog. Cheguei numa festa aqui em São Paulo, no ABC, e tinham umas meninas lindas vomitando no lado do carro. Isso é bizarro!

Algumas vezes essas coisas viram para você também. Você repreende os rapazes da plateia que falam absurdos para você. Mas você também projeta uma imagem sensual. Como você impõe esse limite entre a percepção do público?

Não gosto de vulgaridade e isso está explícito. Por exemplo: eu não gosto de biquíni fio-dental. Eu não usaria isso no palco porque não me sentiria à vontade, acho que isso seria ser excessiva no palco. E as opiniões das pessoas vão sempre divergir, vão olhar pra mim como um poço de sexualidade. Outras, como uma figura fashion. E outras vão dizer que eu sou brega. Isso vai acontecer ainda que eu esteja com a saia até a canela, lá embaixo. É normal. Acho que eu sou bem resolvida, então isso talvez me dê uma segurança para abusar da sensualidade. Sou mulher, a minha música é sensual: eu vou cantar axé sem colocar a perna de fora? Já fiz show em Campos do Jordão e estava, sei lá, seis graus e eu suei no palco, por causa da luz, da movimentação. Nem combina, né? É uma coisa tropical. Tenho que ser tropicaliente. Eu gosto disso, eu gosto da sensualidade, da vulgaridade não.


Fonte: Revista Rolling Stone.

Publicado em:



A maravilhosa mensagem do evangelho.


Por Renato Vargens

Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para a salvação daquele que crê: primeiro do judeu, e também do grego." Romanos 1:16

A Epístola de Paulo aos Romanos é considerada por alguns como a Pérola do NT. Todos os seus 16 capítulos fazem com que cada um de nós desenvolva um estado de perplexidade quanto à grandeza, poder e magnificência de Deus. Sem dúvida alguma podemos afirmar que a carta de Paulo aos Romanos é uma espécie de Manifesto Cristão, de duração eterna. Ela tem percorrido os séculos e influenciado gerações.

Na minha persperctiva acredito, que todo cristão deveria conhecer bem a mensagem desta carta. A história registra que Crisóstomo, pregador do século V pedia que esta carta fosse lida para ele em voz alta uma vez na semana. Outros líderes, foram influenciados por esta epístola. Agostinho, não teria sua vida nas mãos de Deus se não fosse sua milagrosa conversão através da Carta aos Romanos. Lutero considerava o que há de mais puro no evangelho e lendo-a foi inspirado por Deus para se insurgir contra os caminhos enganosos que seguia a igreja no século XVI. John Wesley o maior avivalista da Europa teve seu encontro com Deus através desta carta. John Stott afirma que a epistola aos Romanos é o manifesto mais completo e coerente que se encontra no NT.

Ora, nela o apóstolo Paulo expõe todo o conselho de Deus; o pecado e a perdição do homem, a morte de Cristo para salvá-lo, a fé em cristo com único requisito para ser aceito por Deus, a obra do Espírito Santo para o crescimento em santidade, o lugar de Israel no propósito de Deus e as implicações éticas do evangelho. Alias este livro trata do evangelho!

Ao ler o livro de Romanos somos tomados pela convicção que o evangelho é muito mais que elucubrações humanas. De fato , as boas novas da salvação eterna ultrapassam todos as concepções naturais elaboradas pelos homens quanto ao que seja o evangelho, senão vejamos:

1) O Evangelho é de Deus. Cf. Rm 1:1; II Ts 1:08; I Tm 1:11; Rm 1:9; II Co 4:04; – Veja bem, o evangelho não é meu, nem tampouco de minha denominação, nem de particular elucidação. O evangelho pertence exclusivamente a Deus. O evangelho começa e termina com Deus. Com o que Deus é não com o que queremos ou pensamos necessitar.

2) O Evangelho é a mensagem de Deus para a humanidade. Aceita-lo é aceitar ao próprio Deus, rejeitá-lo, é deliberadamente dizer não, a oferta maior do coração deste Deus.

3) O Evangelho é o meio da graça de Deus se manifestar em nossas vidas e conseqüentemente em toda sociedade humana.

4) O Evangelho são as Boas novas de Deus. A palavra Evangelho significa “boa nova". Você já se deu conta que o homem tem uma grande atração por notícias? Na verdade existem centenas de agências especializadas em divulgar notícias. E o Interessante que a maioria das notícias que ouvimos sobre assuntos relativos ao homem e sua sociedade são ruins.: a violência, a ausência de Paz, o desamor o desequilíbrio social. Enfim, se repararmos, as novas que recebemos cotidianamente nem sempre são boas. Contudo mesmo em meio ao caos instalado na sociedade devido ao pecado, o evangelho continua sendo a grande e melhor notícia.

As boas novas do evangelho é que Jesus morreu na cruz em meu lugar. E ao morrer na cruz ele estava tomando sobre si todas as nossas iniqüidades (Is 53:02) , isto é , estava assumindo o lugar que era nosso, estava levando sobre si todas as nossas maldições, e proporcionando por intermédio do seu sangue reconciliação do homem com Deus. Colossensses nos ensina que Jesus Cancelou ( Eksaleipho – apagou) o escrito de dívida que era contra nós que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial. O texto diz que o Senhor removeu inteiramente encravando-o na cruz. O sacrifício de Jesus foi suficiente para perdoar todas as nossas transgressões e nos purificar de Todas as nossas iniqüidades. (Hb 9:14; Hb 10:11; Rm 5:8-9)

5) O evangelho não é uma discussão ou debate é uma proclamação!

6) O Evangelho são as boas novas sobre o que Jesus Cristo fez em sua morte e ressurreição. Em I Coríntios 15:3-4 temos uma definição infalível do Evangelho.O Evangelho é composto de três fatos:Cristo morreu;foi sepultado;ressuscitou dentre os mortos.Estes fatos nos apontam o amor imensurável de Deus. Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito pra morrer no meu e seu lugar. Cristo fez tudo isto movido por amor e graça. Isto ele fez, para nos tornar justos diante de Deus .Ele morreu para nos livrar da maldição, fazendo-Se maldição por nós. Sua morte foi em nosso lugar.

7) O Evangelho são as boas novas porque revela o jeito pelo qual Deus faz de uma pessoa injusta, um justo.

8) O Evangelho é a proclamação alegre da atividade redentora de Deus em Jesus Cristo a favor do homem escravizado pelo pecado.

9) O Evangelho não é o produto de uma igreja desnorteada que medita sobre a relevância teológica da sexta-feira santa. É pelo contrário Poder de Deus. Cf. Rm 1:16 – Isto porque, como instrumento do espírito Santo, convence (I Ts 1:05) e converte (Cl 1:06). Ele não pode ser algemado (II Tm 2:09). Embora sejam boas novas, sofre uma forte resistência por parte de um mundo rebelde.

Pense nisso!

Renato Vargens é conluiado no crime de Genizah



O que temos feito com Jesus?


Hermes C. Fernandes


Disse-lhes Pilatos: Que farei então com Jesus, chamado Cristo? Disseram-lhe todos: Seja crucificado. Mateus 27:22

Esta mesma pergunta deveria incomodar a todos os homens, diante dos quais Cristo fosse exposto. Não há como se isentar da responsabilidade. Enquanto Jesus estava nas mãos das autoridades judaicas, Pilatos não tinha qualquer responsabilidade. Mas agora, ao recebê-lo, quis esquivar-se, ordenando que o levassem a Herodes. Afinal, Jesus era Galileu, e, portanto, pertencia à jurisdição de Herodes.

Qual foi a reação de Herodes ao receber Jesus em sua presença? As Escrituras afirmam que quando viu a Jesus, “alegrou-se muito, porque havia muito que desejava vê-lo, por ter ouvido dele muitas coisas. E esperava que lhe veria fazer algum sinal” (Lc.23:8). Pelo que tudo indica, Herodes queria apenas entreter-se às custas de Jesus. Semelhantemente, há muitos em nossos dias que só buscam a Deus para entreter-se. Querem o espetáculo, os sinais, os milagres, mas não querem tomar uma posição com relação a Ele. A pergunta persiste: O que fazer com Jesus, chamado Cristo? Quando Herodes viu que Jesus não satisfaria sua curiosidade, “tratou-o com desprezo e, escarnecendo dele, vestiu-o de uma roupa resplandecente, e tornou a enviá-lo a Pilatos” (Lc.23:11). Por algumas horas, Jesus parecia um joguete nas mãos daqueles homens. Ninguém queria entrar pra história como responsável pela morte de um inocente. É interessante notar que a situação envolvendo Jesus foi capaz de reaproximar Pilatos e Herodes, que andavam brigados até então (v.12).

Não importa a sua opinião acerca de Jesus, e sim o que você faz com relação a Ele. Tanto Pilatos quanto Herodes tinham a mesma opinião sobre Cristo. Para ambos, Ele era inocente. Há muitas pessoas que estão na igreja por causa dos amigos que fez. Ali elas encontraram pessoas que pensam como elas. Pelo menos em alguns pontos, elas convergem. Às vezes gostam do mesmo estilo musical, do ambiente dos cultos, do carisma do pastor, mas isso não é suficiente. Não podemos usar Jesus apenas como ponte para unir pessoas diferentes. Ele não pode ser pretexto para a reconciliação entre os homens. Ele é infinitamente mais que isso. Ele é o único capaz de nos reconciliar com o Pai. Pilatos e Herodes aproveitaram o ensejo para rever sua desavença. Mas isso deveria acontecer para que se cumprissem as Escrituras. Veja que interpretação os crentes primitivos fizeram desse fato, ao levantarem unânimes sua voz a Deus em oração:“Senhor, tu és o que fizeste o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há. Tu disseste pela boca de Davi, teu servo: Por que bramam as gentes, e os povos pensam coisas vãs? Levantam-se os reis da terra, e os príncipes se ajuntam à uma contra o Senhor e contra o seu Ungido. Verdadeiramente contra o teu santo Filho Jesus, que tu ungiste, se ajuntaram, não só Herodes, mas Pôncio Pilatos, com os gentios e os povos de Israel” (Atos 4:24-27).

Não existe posição intermediária. Ou somos a favor dEle, ou contra Ele. Por isso, não devemos nos associar aos que são contrários ao Evangelho de Cristo, sob pena de estarmos unindo nossa voz à daqueles que O crucificaram.

Pilatos estava cercado de pessoas que queriam influenciar sua decisão. De um lado estavam os judeus, liderados pelos sacerdotes e anciãos, pressionando-o para que crucificasse Jesus. Do outro lado estava sua esposa, que lhe mandou um recado: “Não entre na questão desse justo, pois num sonho muito sofri por causa dele” (Mt.27:19). São tantas vozes que ouvimos, que não conseguimos ouvir a voz de nossa própria consciência. A voz de sua esposa representava a voz da emoção. A voz da multidão representava a voz da razão. Se desse ouvidos à emoção, e soltasse a Cristo, a multidão enraivecida promoveria uma rebelião, que chegando aos ouvidos de César, fatalmente resultaria em sua destituição do cargo de governador. Ele preferiu dar ouvidos à razão.

Então Pilatos, vendo que nada conseguia, antes o tumulto crescia, tomando água, lavou as mãos diante da multidão, dizendo: “Estou inocente do sangue deste homem. A responsabilidade é vossa” (Mt.27:24). Será que aquele gesto foi capaz de isentá-lo da responsabilidade?

Quantos estão lavando suas mãos, buscando uma posição confortável em cima do muro?

Eles dizem que amam a Jesus, que o admiram, mas na hora H, lavam suas mãos. Na verdade, estão crucificando-o novamente. Mas será isso possível? A Bíblia diz que sim. Há pessoas diante das quais Cristo foi exposto, e que, num certo sentido, foram iluminadas, provando o dom celestial, fazendo-se participantes do Espírito Santo. E tudo isso porque provaram a boa palavra de Deus, experimentaram os poderes do mundo vindouro, mas ainda sim, caíram. Tiveram a chance de tomar a decisão certa. Mas preferiram tripudiar, deixando-se levar pela voz da maioria. Deixaram-se pressionar pelas vozes dos inimigos de Cristo. Pois agora que caíram, não lhes é possível a renovação para o arrependimento, pelo simples fato de estarem novamente“crucificando para si mesmos o Filho de Deus, e expondo-o ao vitupério” (Hb.6:4-6). Não foi exatamente isso que Pilatos fez? Ele expôs o Filho de Deus ao vitupério público. Ele caçoou do Filho do Deus Vivo.

A maior preocupação de Pilatos era com a opinião da maioria. Como bom romano que era, ele talvez acreditasse no conhecido ditado: Vox Populi, vox Dei (A voz do povo é a voz de Deus).
E desde quando pode-se dar crédito à voz de uma maioria enfurecida, incitada por outros? Aquele povo que gritava, insistindo para que Pilatos crucificasse Jesus, era o mesmo que dias antes recebia o Salvador com mantos e palmas. Aquele povo era massa de manobra nas mãos das autoridades judaicas. Não foi à toa que Jesus, olhando do alto da cruz, rogou ao Pai que perdoasse aquela gente, que não sabia o que estava fazendo. Mas ao referir-se às autoridades judaicas, Jesus disse a Pilatos: “Nenhuma autoridade terias contra mim, se de cima não te fosse dada. Aquele, porém, que me entregou a ti maior pecado tem” (Jo.19:11). Portanto, Jesus não inocentou, nem às autoridades judaicas, nem tampouco a Pilatos.

As coisas não mudaram muito desde então. O povo continua sendo manipulado por autoridades inescrupulosas, que tudo quanto almejam é saciar sua sede por poder. Hoje, porém, com um agravante: o uso indiscriminado da mídia para se alcançar tal fim.

Entretanto, o juízo de Deus é exercido de maneira particular e individual. Deus não lida com turbas enfurecidas, mas com pessoas individualmente. Cada pessoa é um universo à parte. Nada mais insano do que seguir os passos de uma multidão para fazer o que é mal. Daí o mandamento:“Não seguirás a multidão para fazeres o mal; nem numa demanda deporás, acompanhando a maioria, para torcer o direito” (Êx.23:2).

Ninguém responderá por nós diante do Tribunal de Deus. Nossa sentença vai depender exclusivamente da resposta àquela pergunta: O que farei com Jesus, chamado Cristo? Não vai adiantar alegarmos que estávamos sendo pressionados por todos os lados. Ou que a tentação foi maior do que nós, ou coisa parecida. Quem houver recebido a Cristo como seu Salvador pessoal, terá a quem recorrer. Quem, porém, não o fez, será condenado, acusado de ter crucificado o Filho de Deus.

Duas perguntas diferentes: Quem crucificou a Jesus? E, por quem Jesus foi crucificado? De nada adianta entrarmos em controvérsias acerca de quem foi o responsável pela morte de Jesus. O que interessa não é se foram os judeus, ou se foram os romanos. Na verdade, foi a humanidade como um todo, a responsável por pregá-lO no madeiro. Entretanto, aqueles que O reconhecerem como seu Salvador, submetendo-se ao Seu senhorio, serão absolvidos desta acusação. Mesmo aquele que martelou os cravos que o fixaram na cruz (Lc.23:48). Em vez de se dizer que esses O crucificaram, será dito que por esses, Ele foi crucificado.

No final, quando todos estiverem diante do Tribunal Celestial, a humanidade será dividida em dois grupos: Os que lavaram suas próprias mãos, e os que tiveram seus pés lavados por Ele (Jo.13:5-8).

Hermes Fernandes é um dos mentores da Santa Subversão Reinista no Genizah




Chove peixe vivo no deserto da Austrália! Verdade!


Provavelmente jamais se ouviria falar da cidade de Lajamanu, na Austrália, se não fosse pelos acontecimentos da semana passada. Por dois dias seguidos, quinta e sexta-feira, choveu peixe.

Centenas de peixinhos brancos caíram do céu para total espanto da população local.

E para ter noção das dimensões do «espanto», interessa salientar que Lajamanu fica no meio do deserto de Tanami e que se pode andar centenas de quilómetros em qualquer direcção sem encontrar o menor indício de água, seja doce, salgada, com ou sem gás.

O espanto só não foi maior porque há registos de que já tenha ocorrido antes, em 1974, e mais recentemente, em 2004.

Para os meteorologistas, a única explicação para a precipitação piscosa é um tornado. Os peixes teriam sido sugados para o céu num qualquer canto do mundo e caíram em Lajamanu.

Mesmo assim, não houve registos de nenhum tornado nas imediações da cidade, de modo que o advento da chuva de peixe permanece um mistério.

Christine Balmer, moradora da cidade australiana, confirmou que os peixes ainda estavam vivos quando caíam do céu. «Graças a Deus não choveram crocodilos», afirmou.

Vi no TVI24 por indicação de @cantodojo no Twitter.
Postou o confuso Zé Luís aqui no Genizah, que comenta:

Se digo que Deus, para saciar a fome de seu povo, mandou um bando de cordonizes usando o mesmo método, certamente um ateu riria, caçoando da minha credulidade. E agora, que o que chove é peixe? Quem está rindo?



Cartas de STN & Associados aos seus aprendizes (3)



Andando pela vizinhança de uma sauna gay, achei mais um dos misteriosos bilhetinhos da STN & Associados. Já estou ficando encafifado. Preciso da ajuda de Sherlock Holmes.

Rev. Digão


Querido M,

Há um bom tempo temos observado sua performance, mas só agora resolvemos nos pronunciar. Você é formidável! Mas formidável no sentido medieval da palavra, porque você dá medo! Medo e pavor nesses arrogantes que acham que deveriam lutar pela sanidade. Ora, eles ainda não entenderam que, conforme a letra daquela nossa sinfonia famosa, mas que vocês chamam de funk pancadão (onde mais você acha que seria criada tal coisa?), tá tudo dominado. Você é um grande exemplo para os nossos acionistas aqui embaixo: tosco, mas gosta de se mostrar sábio, com aqueles diplominhas comprados; vaidoso até o tutano, como se isso fosse uma marca do Filho do nosso Inimigo; fala as coisas mais descabidas, próprias de nossos pupilos Aleister Crowley e Kenneth Haggin, com ares de sabedoria da Concorrência; engambela todo mundo, vendendo até geladeira para esquimó usando o nome do Cordeiro. Enfim, você é um grande enganador. Parabéns, você está contratado e imediatamente promovido!

Imagino que não deva ser difícil você enganar esses crédulos ocos que se acham religiosos, mas que não estão cobertos pelo Inimigo. Afinal, é tudo farinha do mesmo saco, não é mesmo? E, se o povo não tem pão, que seja farto de circo, é o que eu sempre disse, apesar de a frase ter sido roubada por um romano.

Continue assim. Rodopie, rodopie, gaste bastante com gel de cabelo e roupinha da última moda (é meio brega, até eu, daqui de baixo, vejo isso, mas tudo bem), xingue à vontade esses engessados filhos do Inimigo, que só querem saber de fidelidade àquele Livrinho velho. Só uma coisa te peço: não se meta com aquele barbudo do Lago Norte. Ele não se emenda! Depois de ter caído, ele continua falando daquilo que nosso Inimigo preza. E ele é inteligente, coisa que você não é, pois te falta tutano. Continue se associando às pessoas que te são parecidas. Isso fortalecerá você.


Um caloroso abraço,

Sá.


Reverendo Digão é pastor presbiteriano e conluiado no crime de Genizah



Livro na Lupa: Reformissão de Mark Driscoll



Danilo Fernandes


Como ultrapassar barreiras culturais para levar o Evangelho, sem comprometer o conteúdo? A resposta para esta questão é o modelo de evangelização que o Pastor Mark Driscoll chama de REFORMISSÃO.


Reformissão é um livro essencial para qualquer um que tenha um projeto de evangelização, ou seja: para todos os crentes.

Driscoll começa a construção de seu modelo apresentando passagens das Sagradas Escrituras capazes de ilustrar o seu corolário. Para tanto, nos apresenta esforços de superação transcultural na evangelização, começando pelo próprio Senhor Jesus, já na busca de seus colaboradores para levar as Boas Novas às subculturas marginalizadas de sua cultura: as prostitutas, os publicanos, os despossuidos, leprosos, além de povos e grupos desprezados.

Jesus pregou em sinagogas, mas priorizou os perdidos, os rejeitados e os indesejados, para quem Ele Se revelou de forma especial deixando claro a Quem veio. Mais do que isto, a certos personagens em extrema marginalidade em seu tempo, Jesus concedeu honras inimagináveis. Atitudes cujo impacto do preconceito não perderam a resistência com os séculos, sendo o esperado é que tais pessoas fossem rejeitadas pela maioria das igrejas contemporâneas.

Uma destas personagens honradas na “extrema marginalidade” foi a mulher samaritana à beira do poço de Jacó. Ali, Jesus rompeu muitas barreiras: (1) Nação imprópria (Samaria, terra de povo amaldiçoado por Israel); (2) local impróprio (entrada de uma cidade samaritana); (3) horário impróprio (período do dia em que o poço era freqüentado apenas pela escória da sociedade); (4) gênero impróprio (Jesus falou com uma mulher); (5) pessoa de profissão imprópria (mulher prostituta); (6) E ainda mulher gentia, impura, suja e velha.

A esta mulher, Jesus concedeu revelar: (1) Ser o Messias; (2) Estar próxima a destruição do templo (3) e o inicio de uma nova aliança com Deus; (4) envolvendo uma nova forma de se relacionar com o Criador. Quantos outros personagens bíblicos receberam tamanha honraria?

Mostrada a importância da superação transcultural para o IDE, assim determinada pelo próprio proceder de Jesus, Driscoll oferece três equações para caracterizar os movimentos principais de evangelização e os “tipos de cristianismo”:


Evangelho + Cultura – Igreja = Movimento Para-eclesiástico.

É o que ocorre quando cristãos ficam tão frustrados
com a igreja que tentam levar o Evangelho para a cultura, sem levar a igreja. O problema é que ao conectar as pessoas com Jesus, sem conectá-las as outras pessoas que seguem Jesus, estes ministérios deixam os novos na Fé em imaturidade teológica e sem incentivo ou recursos para produzir fruto e evangelizar outros.

Mark Driscoll diz: Os movimentos para-eclesiásticos tendem a amar ao Senhor e amar os vizinhos, sem amar os irmãos em Cristo.

Cultura + Igreja – Evangelho = Liberalismo

São as igrejas que querem ser culturalmente relevantes e se preocupam em se envolver com a cultura, negligenciando o Evangelho.

São os ministérios que ganharam relevância se envolvendo com o tecido social, político e cultural e levaram as pessoas às boas obras, mas apresentaram um “evangelho” de acomodação, que não leva à Fé pelo arrependimento, para uma verdadeira transformação.

Cristãos liberais tendem a denunciar os pecados institucionais, mas são reticentes ao comentar os pecados pessoais, por estarem em desacordo com o “senso comum” da sua cultura.

Para Driscoll, os liberais correm o risco de amar os seus irmãos e os seus vizinhos às custas do amor ao Senhor.

Igreja + Evangelho – Cultura = Fundamentalismo


Algumas igrejas estão mais voltadas para a sua denominação, tradição, arquitetura e governo do que para o Evangelho. Embora conheçam o Evangelho teologicamente, elas raramente o levam para fora de suas paredes.

Nestas comunidades as pessoas amam a igreja e seus membros, mas falham terrivelmente no amor as pessoas perdidas dentro da cultura em que se inserem e isto levanta dúvidas em relação ao seu amor por Jesus, visto que a ênfase do Mestre sempre foi o pecador...

Os pastores destas igrejas são esforçados em manter suas ovelhas longe do pecado, mas também do IDE de evangelizar o perdido.

São boas igrejas para manter as pessoas em seu meio, mas péssimas em preparar as pessoas para irem para FORA influenciar a cultura positivamente. Tendem com o tempo, a se perder num gueto que, invariavelmente, constrói doutrinas legalistas como uma barreira à cultura, mas que acabam se tornando uma barreira ao Evangelho.

É comum os cristãos fundamentalistas amarem ao Senhor e seus irmãos, mas não amarem seus vizinhos.

O desafio da cultura é um aspecto marcante do ministério do Pastor Mark, o que fica claro já pelo nome de seu ministério, Mars Hill, Colina de Marte ou Aerópago. O nome remete, naturalmente, ao episódio que mostra o Apóstolo Paulo construindo pontes entre a cultura grega e a judaica para levar o Evangelho.

A reformissão surge como uma proposta de evangelização que reúne os melhores aspectos dos três tipos de cristianismo tratados acima. Ou seja, a reformissão é viver a tensão de ser um cristão e uma igreja cristã culturalmente liberal, ao mesmo tempo que teologicamente conservadora, sendo impulsionada pelo Evangelho da Graça a amar a seu Senhor, a seus irmãos em Cristo e a seus vizinhos, sejam eles inseridos em que subcultura for.

Desafio grande, não?

Pois o Pastor Mark Driscoll encara o desafio com muita propriedade. Além de dissecar suas técnicas de evangelização, Driscoll apresenta as grandes questões apologéticas e a forma reformissional de superar barreiras, entre outras: sexo, pornografia, prostituição, masturbação, cultura secular, bebida, drogas, etc.

Driscoll, encara os desafios e as questões mais complicadas, e comumente polêmicas, com muita franqueza, bom humor, assertividade e, principalmente, com fidelidade às Escrituras.

A experiência da leitura é agradável. Mark é um camarada que se esforça para ser claro e acessível, por qualquer grupo e subcultura, mas sua teologia e seu proceder são absolutamente cristocêntricos. Recomendo fortemente!





Valdemiro Santiago reabre seu templo sede em São Paulo. Aquele que não tinha segurança e higiene.


O apóstolo Valdemiro Santigo de Oliveira reabriu ontem (3), com reformas, a sede da IMPD (Igreja Mundial do Poder de Deus) na rua Carneiro Leão, Brás, em São Paulo.

O prédio foi interditado pela prefeitura em 21 de dezembro do ano passado por falta de segurança e higiene, além de não ter alvará de funcionamento.

Desde o desabamento em 18 de janeiro de 2009 da sede da Igreja Renascer em Cristo, com vítimas fatais, a prefeitura tem sido rigorosa na fiscalização de templos e igrejas.

Quando a sede da IMPD foi fechada, Valdemiro, sem apresentar nenhum laudo técnico, contestou a avaliação da prefeitura de que o local colocava em risco a vida dos fiéis.

Desde o primeiro dia da interdição e até agora, Valdemiro se coloca como vítima de perseguição do prefeito Gilberto Kassab (DEM), que seria a personificação do mal. Ele chegou a ameaçar o prefeito com a convocação de um milhão de fiéis para um protesto defronte à sede da igreja.

Aproveitando-se deste momento pré-eleitoral, Valdemiro politizou o lacramento da igreja ao tentar se aproximar do presidente Lula, do PT, partido que é adversário do DEM.

Só não houve encontro entre os dois porque Lula ficou doente no dia em que estaria em um palanque ao lado do fundador da IMPD, no ABC paulista.

Durante a interdição, Valdemiro realizou cultos em locais como o estádio da Portuguesa e manteve a programação da igreja na Rede TV!.

Ele promoveu uma campanha de obtenção de recursos para as reformas da sede. O fiel que fizesse a ‘doação’ de R$ 153 teria em troca uma ‘rede abençoada’.

Valdemiro não informou se conseguiu arrecadar os R$ 23 milhões estabelecidos como meta da campanha.

O certo é que a IMPD está com os cofres cheios porque o religioso ofereceu à Rede Bandeirantes R$ 3 milhões por mês para ter o horário hoje ocupado pelo missionário R.R. Soares, da Igreja Internacional da Graça.

A Bandeirantes só não aceitou a proposta porque decidiu deixar de vender o horário nobre de sua programação a religiosos.

Enquanto isso, na Rede TV!, de madrugada, Valdemiro continua capitalizando a interdição: um clip mostrando-o em lágrima tendo ao fundo uma musiquinha que se refere o “ataque do mal”.


Divulgou Zé Luís no Genizah, que continua confuso em ver tantas informações disponíveis ao povo de Jesus, e este mesmo povo permanecer no erro.



Mulher, caminho que nos trouxe Deus


O único caminho que nos leva a Deus é o Homem Jesus Cristo
Porém, o caminho que nos trouxe Deus foi a Mulher.
O bom pastor só poderia entrar pela porta em Seu aprisco
Seria possível que viesse por outro caminho qualquer?

Antes de habitar em nós pelo Espírito Santo
Deus Se hospedou no ventre de uma mulher
Hoje Ele sopra aqui e em qualquer canto
Enchendo de graça a quem Ele quiser

Fez do Corpo da Mulher Seu santuário
Aconchegou-se bem perto do coração
Por nove meses Se fez solitário
Gerado em silêncio, sem chamar atenção

Ela é a vacina contra o mal da solidão
Sem ela o Éden não é jardim, mas só sertão
Ela é a esquina que leva à estrada do futuro
Ela é a menina que aponta o norte que eu procuro
E se alguém do futuro nos visitar vier
Em vez de pular o muro
Terá que passar pela mulher


Autor: Hermes C. Fernandes
Minha humilde homenagem na Semana em que se
comemora o Dia Internacional da Mulher


Hermes Fernandes é um dos mentores da Santa Subversão Reinista no Genizah



Silas Malafaia "passa a perna" em todo mundo!



Agora não tem mais jeito. Silas Malafaia só engana quem quer MESMO ser enganado. Na semana retrasada pedia – desperadamente - ofertas emergenciais aos seus espectadores, parceiros, colaboradores. Informava que não tinha como fechar o mês e pagar seus compromissos (o que aliais, ocorrendo com freqüência indica um comportamento inapropriado para um cristão, que deve saber viver segundo suas posses, ou a “briba” da Vitória Financeira exclui esta admoestação...). Seja como for, o autor deste artigo sugeriu que Silas vendesse o seu avião para saldar a dívida irresponsável.

Na semana passada, a emergência batia à porta. Ao que parece os tele espectadores não se sensibilizaram tanto com o pedido meloso ou faltou incentivo para a doação. A estes últimos, os mais gananciosos, Silas Malafaia prometeu uma benção de multiplicação da semente de 100X, buscando fechar a conta. Assista ao vídeo.

Passados apenas 7 dias da referida campanha emergencial, eu me deparo com a seguinte notícia no portal OGalileo:


Associação de Silas Malafaia compra área de 40mil m²

Nova sede do Ministério de Silas Malafaia é inaugurada

Foi inaugurada a nova sede da Associação Vitória em Cristo (AVEC), no Guerenguê, em Jacarepaguá (RJ), no dia 27 de fevereiro. Cerca de 400 pessoas prestigiaram esse momento e conheceram a ampla infraestrutura de 40 mil metros quadrados, sendo 8 mil de área construída, bem como suas modernas instalações, que servirão de suporte para o ministério do pastor Silas Malafaia, que não para de crescer na nobre missão de propagar o evangelho no Brasil e no exterior.


Leia a noticia completa em:





Ou seja, apenas uma semana depois, Malafaia inaugurava sua MEGA ESTRUTURA com direito a um tremendo rega-bofe.

Aviões, super sedes milionárias e pedidos chorosos por dinheiro na mesma semana.

Apenas as Sagradas Escrituras são capazes de explicar a razão de tantos cegos iludidos. É a vontade Soberana do Criador que decreta o fim dos que buscam a mamon:

Ele fará uso de todas as formas de engano da injustiça para os que estão perecendo, porquanto rejeitaram o amor à verdade que os poderia salvar. Por essa razão Deus lhes envia um poder sedutor, a fim de que creiam na mentira, e sejam condenados todos os que não creram na verdade, mas tiveram prazer na injustiça. 2Ts.2:10-12

Aos irmãos que seguem iludidos, só me resta clamar:

“Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará.” Efésios 5:14


Postou Danilo Fernandes no Genizah




DESCRIMINALIZAÇÃO DA MACONHA

PERGUNTA AO PASTOR:

Qual a sua opinião sobre a descriminalização da maconha? E o ato de fumá-la, seria um pecado ontológico ou deveríamos levar em consideração aspectos jurídicos, sociais, culturais, etc?

Reverendo Antônio Carlos Costa


O problema da maconha é que ela causa perda da memória e de uma outra coisa que não me lembro... (risos).

Brincadeiras à parte, esse é um dos motivos pelos quais sou grato a Deus por jamais haver me viciado em maconha. Ela parece deixar a mente humana mais lerda. Vejo isso na vida de amigos da minha geração. Deveria nos causar horror a ideia de prejudicar a parte mais nobre do nosso corpo, e de que tanto carecemos para servir a Deus. É pecado contra o ser, destruir sua parte mais excelsa.

Contudo, sou a favor da descriminalização do uso. Cheguei a esse ponto de vista, utilizando o princípio ético do mal menor. Quando estamos perante dilemas éticos, que demandam decisão que exigirá de nós a prática do que não é essencialmente bom, a nós nos cabe optar pelo que é menos ruim.

A forma como se combate a maconha é insensata e hipócrita. Ela carece de sentido porque põe na cadeia pessoas que não representam ameaça para a sociedade, aumenta o interesse em razão do fenômeno da atração do espírito humano pelo que é proibido, tem se mostrado ineficaz no mundo inteiro, lança a sociedade no relacionamento de risco com gente ligada ao crime organizado, esquece-se da lição deixada pela lei seca americana (a proibição do uso de álcool só serviu para aumentar o consumo e a ilegalidade) e investe mais dinheiro em repressão do que em prevenção.

Ela é hipócrita porque todos sabemos que milhares usam maconha e jamais serão dissuadidos por qualquer espécie de lei, só serve para botar na cadeia pobre e negro (um garoto de zona sul, com a mesma quantidade de droga portada por um pobre e negro, é visto como usuário, enquanto este é visto como traficante), convive com o consumo de bebidas alcoólicas e serve de fonte de lucro para aqueles que amam que dificuldades sejam criadas para a sociedade a fim de que facilidades sejam vendidas.

Resumindo, sou a favor da prevenção e contra a repressão. Prefiro ver pessoas recebendo a espécie de esclarecimento que têm recebido por meio da propaganda antitabagismo - que tem feito o consumo de cigarro despencar-, a vê-las sendo lançadas em cárceres por aqueles que depois irão para o bar da esquina, aliviar as tensões do dia, bebendo cerveja, tal como milhares de outras pessoas -muitas vezes para desgraça de si mesmas e de outros-, e que nem por isso, recebem do poder público e da sociedade, o mesmo tipo de tratamento que é dispensado ao usuário de maconha.


Antônio Carlos Costa é pastor da Igreja Presbiteriana da Barra (RJ) e presisdente do Rio de Paz


E os irmãos, o que acham?



O perdão


Ariovaldo Ramos


A paixão de Cristo foi a demonstração, na história, limitada pelas dimensões da história, do que aconteceu, por necessidade, antes da história.

A paixão de Cristo demonstra, limitada pela história, o castigo que a Justiça impôs a Deus, a comunidade eterna, por decidir perdoar o transgressor.

Custou muito mais caro do que na história se pôde demonstrar.

A paixão de Cristo fala do custo do perdão.

Nenhuma das criaturas perdoadas tem o direito de não perdoar.

Todo perdão que é proferido está incluso na conta que Cristo pagou e que sua paixão demonstrou. Porque tudo o que necessita de perdão é suficiente para que a existência sofra solução de continuidade, porque fere a Justiça.

Justiça não é um "deus", é uma demanda ética da qual o Deus triúno, por força do seu caráter, não pode se furtar.

Sem a paixão de Cristo nenhum perdão poderia ser proferido.

Por causa do demonstrado pela paixão de Cristo nenhum perdão pode deixar de ser proferido.

Não é mais a justiça que norteia o relacionamento entre as criaturas que foram perdoadas.

Nem é mais a justiça que norteia o relacionamento entre Deus e as criaturas que perdoou.


Em Ari! Logo Ari no Blog! Divulga Genizah



Me engana que eu gosto...


Hermes C. Fernandes


Uma boa campanha publicitária é capaz de transformar pedras em pão. E por incrível que pareça, o povo gosta de ser enganado.

A Pepsi tinha um refrigerante chamado Seven-up, que mesmo tendo relativo sucesso em outros países, foi um completo fracasso aqui no Brasil. Os clientes reclamavam que era muito fraco, com pouco sabor do limão. Preferiam o Sprite, da Coca-cola, mais forte e concentrado. O que a Pepsi fez? Em vez de colocar mais limão do Seven-up, mudaram o nome do refrigerante para H2OH!, e em vez de anunciá-lo como refrigerante, passaram a anunciá-lo como "água com leve toque de limão". Resultado: sucesso absoluto de vendas.

Outro exemplo é da cerveja Schincariol. O novo slogan desta cerveja é "Pega leve!", ótimo pra disfarsar o fato de que a cervejaria resolveu colocar mais água no produto.

E o banco "que nem parece banco"? Tudo pra disfarsar a incompetência de um banco que não consegue fazer a fila andar.

A igreja finalmente se rendeu ao marketing. E não era de esperar outra coisa, pois hoje em dia, tudo gira em torno do marketing.

Que tal usar o termo "sessão" em vez de simplesmente "culto"? Isso não atrairía mais espíritas à igreja? E que tal armarmos uma tenda na praia durante a passagem de ano, com uma placa escrita "Pai das Luzes", ou "Cabana de Yeshua"?

O problema é que tais estratégias marketeiras não passam de embustes. Não podemos usar a mentira como método pra se pregar a verdade. Não temos o direito de lesar quem quer que seja em nome de nossa fé.

Por causa de todo esse marketing imoral, a igreja cristã está perdendo a credibilidade junto à sociedade.

Urge resgatarmos esta credibilidade, pregando o velho e bom Evangelho da Graça e do Reino de Deus, de maneira transparente, honesta, sem segundas intenções.

Hermes Fernandes é um dos mentores da Santa Subversão Reinista no Genizah