A minha igreja entrou no reteté!!!


Ricardo Mamede


Sou batista histórico e tradicional, e como todos sabem, esses tais costumamavam afirmar categoricamente seguir a Bíblia, especialmente o Novo Testamento, zelando pela sã doutrina e sem se deixar "contaminar" por ventos, ou comichão nos ouvidos. Pois é, era assim...

Eu, e a Igreja aonde congrego, bem fixada, bem enraizada no Evangelho, sempre sóbria, prezando o culto racional (aquele de Paulo), nos sentíamos bem estabelecidos, bem resolvidos, completamente acertados com relação à liturgia. É bem verdade que a ordem do culto já não era aquela de outrora, podendo se dizer que aglutinaram-se novos costumes em razão do próprio dinamismo que a tudo rege. Afinal, tudo muda, essa é a tônica da vida. E nem sempre a mudança significa o aniquilamento do que antes havia, uma vez que é possível aprimorar-se algo, mesmo que seja a liturgia. O fato é que o culto se tornou muito mais movimentado: palmas, aleluias, glórias a Deus, "louvor" moderno, etc. Até aí tudo bem, pois ainda é possível afirmar que "tudo está sendo feito com ordem e decência".

É estranho como as heresias vão chegando sutilmente, como que apalpando o terreno, sondando... O heresiarca é hábil, manipulador, persuasivo. Ele diz, mas sem dizer realmente. Ele nega, sem de fato negar, mas deturpa a verdade , porque tira-lhe a essência. E é assim que o processo de desconstrução da verdade se consuma: muda-se a verdade dos evangelhos. A criatura passa a ser a "bola da vez".

Não se pense que o instrumento da heresia, o seu implantador, venha negando Jesus com palavras claras, ou que elimine a Pessoa de Deus. Não. Ele apenas suga a fé verdadeira das pessoas, tornando-as mortas.

Assim é na "minha" igreja. O assassinato da fé está ocorrendo com a implantação da teologia da prosperidade. O pregador promete a cada semana que "hoje será o dia da sua vitória" (ela vem? ) , insuflando nos incautos fiéis a ganância e a avareza. Ensinando-lhes - habilmente - que a vitória, seja qual for, vem por seu intermédio.

Esse processo de desconstrução da fé genuína caminha a passos largos. O triunfalismo impera. Prega-se o "eu posso vencer" , através de frases empacotadas trazidas prontinhas para que as pessoas repitam. É o mesmo processo da autoajuda. Ensina-se que o homem se basta, anulando-se a figura de Cristo. Mas as pessoas, em sua grande maioria não veem, pois elas estão cegas pela boa fé.

No mesmo pacote o heresiarca traz também os rituais - um deles é essa vã repetição a que fiz alusão. Outro, talvez o mais importante, seja a "quebra de maldições": nas pessoas, na igreja, nos objetos, no prédio, etc... Mais um vez vemos Cristo sepultado, o seu sacrifício anulado. O homem toma o lugar do Cordeiro. Dele vem o remédio para todos os males: do corpo da alma, da mente.

O homem cura, faz revelações... e a revelação única e verdadeira fica em segundo plano, pois as pessoas querem saber dele o que "Deus está dizendo". Então ele responde: "Deus está me dizendo que..."

Unções... muitas unções. De todos os tipos e gostos. O heresiarca, à maneira de um pequeno deus, distribui unções para todos. Quase como se dissesse: - "ninguém ficará sem unção, não se acotovelem!"

E tudo culmina, no final, com o reteté. Pessoas levadas ao transe, uns chorando, outros gritando em "estranhas línguas"; grunhidos. Muitos caindo, ao serem "ministrados" pelo ungido. Calma, eles estão caindo na unção...

Eu decididamente não quero essa unção. Rejeito a unção, dispenso o reteté; quero me manter na vertical, prefiro falar o meu idioma, uma língua inteligível.

Não preciso da unção de homem algum, pois tenho a unção de Cristo. Ele habita em mim desde o dia em que eu o aceitei, reconhecendo o seu sacrifício na cruz como propiciação pelos meus pecados, a sua filiação divina, a ressurreição ao terceiro dia e a sua ascensão aos céus.

Definitivamente não creio nessa batalha espiritual de caça aos demônios, pois não é esse o objetivo da Igreja de Cristo, mas pregar o seu " IDE". Afasto peremptoriamente a possibilidade de um crente ser possuido por demônios, pois acredito em um Deus Todo Poderoso: as trevas não coabitam com a luz. A unção adquirida com a conversão expulsa essas entidades malignas. Deus ampara. Não fosse assim, Deus seria fraco, logo, não seria Deus.

Esses, os tais, pregam um Deus que necessita da sua "ajuda". Um Deus claudicante. E eles veem anjos, determinam aos anjos em suas "sessões" para "cirurgiarem" as pessoas (sei lá o que isso significa). Eles bradam: - "enfia a espada anjo, enfia a espada!".

Eles sabem exatamente o momento em que o espírito santo desce sobre o povo: - É agora, ele está chegando! Sintam! Fechem os olhos! E a música ao fundo, sempre se repetindo, os mesmos acordes, a mesma canção...

O ungido se torna necessário, insubstituível, ele tem que orar por muitos. Ao término, a fila se forma - eles querem a SUA oração. Ele agora se transmudou em INTERMEDIÁRIO do Criador.

Não, eu não quero, pois já tenho um intermediário. Não preciso de santos ocos. Convém que eu diminua...

Sim, essa é uma IGREJA BATISTA TRADICIONAL, HISTÓRICA, podem acreditar.

Oooopa! Se alguém ficou sem unção, calma, pois terça feira tem mais...


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Fonte: A verdade liberta, o erro condena



Pirados do Islã!

Eu relutei em postar este vídeo com receio de ficar dando idéia pro Macedão, o Herodes brasileiro...







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Dica da Mary por e-mail



Heresia e Mozzarella, ou Genizah ao vivo.



Festa gospi? Risos. Menos!

Como vocês sabem o Genizah é uma quadrilha internacional. Hermes mora nos Estados Unidos, o Rubinho em Portugal e Danilo e Alan em São Paulo. Tem ainda o Leo no Peru e a Diane no Piauí.

Agora em dezembro o Rubinho vem a São Paulo e, dando um tempo no vinho português e no bacalhau está louco para se acabar na pizza de Sampa e conhecer os amigos virtuais e leitores do Genizah. Como bom descendente de italiano, arrumou logo uma desculpa para uma tarantela...

Como eu (Danilo) e o Alan Brizotti estamos em São Paulo já deu um quorum bão!

Então é isto. Estes 2/3 do Genizah vão se reunir numa pizzaria da zona sul de São Paulo para muita mozzarella e heresia. Bate-papo e alegria. Vamos falar de Deus, neste nosso estilão bem humorado que vocês já conhecem e rir muito das últimas novidades do absurdário gospel nacional. E vamos ver o que Deus faz e quem trás...

Esquemão bem descontraído, tipo cada um paga o seu (vamos ver se negociamos um desconto especial com a pizzaria) e no mais é muita comunhão.

Não fazemos a menor idéia de quantos vão querer ir, até para arrumar um lugar compatível para 20, 30, 50.. Sei lá.

Como dezembro tem muita festa de empresa, escolhemos uma segundona, começando naquele horário depois do trabalho.

Quem quiser vir neste encontro “vitorioso” do dia 14 de dezembro - segunda-feira, mande um e-mail para:

contato@genizahvirtual.com

Colocando no assunto HERESIA E MUSSARELA e informando se pretende vir sozinho ou acompanhado para podermos ver o local ideal. Resolvido isto, mandaremos e-mail a todos confirmando o local do encontro.

Irmãos que tocam um violão serão muito bem vindos...


PS:

(1)Veja bem, quando eu disse leitores, não inclui você, viu Infeliciano...



Não sou novela...




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Izidro veste a KARAPUÇA



Não é Aquele que supera todo o entendimento, mas é muito...



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Coisas que enviam para a caixa do Genizah



Resultado de um discurso manipulador



Raquel Coimbra


Desde que Silas Malafaia e Morris Cerrulo lançaram a “campanha da Unção Financeira dos R$ 900,00”, diariamente, é possível assistir Malafaia, em seu programa de TV, comemorando o RESULTADO POSITIVO das arrecadações. Segundo ele, dívidas foram pagas, congressos foram realizados e etc e etc.

É bom refletir sobre esse resultado! O que levou Malafaia a lucrar tanto assim? A resposta não é tão difícil de ser encontrada. Na verdade, o lucro financeiro é resultado de um “discurso” extremamente MANIPULADOR.

Não há como negar que a principal ferramenta de trabalho dos falsos mestres sempre foi e continua sendo a linguagem.

Os mercenários da fé apresentam-se como “senhores” do saber, dotados de uma “revelação especial”, quando na verdade não passam de meros sujeitos da linguagem, que vivem a apresentar suas ideologias. Essas ideologias, por sua vez, são apenas vãs filosofias.

É perfeitamente dispensável realizar, neste momento, uma análise discursiva profunda, impregnada de citações lingüísticas, haja vista que o objetivo principal desta abordagem é promover a reflexão. O que se pretende aqui é permitir que pessoas, mesmo que não estejam habilitadas a realizar uma análise textual, sejam capazes de perceber que determinados elementos do discurso estão nitidamente presentes nas “falas” de Malafaia e Cerullo conforme o vídeo a seguir:








Um discurso (verbal ou escrito) pode conter inúmeros tipos de manipulação. No caso deste apresentado no vídeo é possível perceber, claramente, pelo menos três:


1) SEDUÇÃO

Silas: “ ‘Crede nos meus profetas e prosperareis’ é o que diz a Bíblia. Então, escute o que o homem de Deus está falando com você. Tenho certeza de que Deus vai mudar a sua história e a história de sua família, a história de negócios, de posições na sociedade. Isso é muito importante!”

Cerullo: “Nesses últimos dias eu tenho uma unção especial que eu vou liberar sobre o meu povo. Algo que eu nunca, jamais, fiz antes. Eu vou liberar sobre eles uma unção financeira! Eu quero te dizer hoje: algo que nunca aconteceu antes na tua vida vai acontecer aqui, hoje, neste programa. Eu vou pedir em poucos minutos para Deus liberar a unção financeira sobre a tua vida”.

Silas e Cerullo levam seus telespectadores a fazer algo (ofertar) porque manifestam um juízo positivo sobre a competência do público, ou seja, mostram as “vantagens” de realizar o que eles estão solicitando.


2) TENTAÇÃO


Cerullo: “Existe um telefone aí na tela agora mesmo. Se você quer que Deus te dê a unção financeira dos últimos dias, eu quero que você pegue esse telefone, quero que você faça um compromisso para você semear R$ 900,00.”

Notem a condição para receber: “ Se você...”. Neste caso, o manipulador Cerullo propõe aos telespectadores (manipulados) uma recompensa. Ele deixa claro que se quiser receber a “unção financeira” terá que ofertar R$ 900,00.


3) PROVOCAÇÃO


Cerullo: “E você diz: ‘Morris Cerullo, nunca fiz isso na minha vida’! Será que Deus já fez uma promessa a você e essa promessa não foi ainda cumprida? E você está sentado na poltrona da sua sala e diz ‘Sim, Deus tem feito promessas para mim, mas elas nunca foram cumpridas’!”

Mais uma vez Cerullo impele o público a ofertar. Porém, desta vez, ele exprime um juízo negativo a respeito da competência dos manipulados ao mencionar que existem “promessas que nunca foram cumpridas”.

Diante do que foi acima exposto, mais uma vez, fica evidente a enorme facilidade que o ser humano tem de se dobrar frente aos apelos sedutores, tentadores e provocadores. Por outro lado, as verdadeiras ovelhas que estão seguindo a Jesus Cristo não dão atenção aos discursos manipuladores, por mais intensos que eles sejam.
De qualquer forma, é muito melhor, mais vantajoso e mais saudável lembrar sempre das palavras de Jesus Cristo, nosso Mestre Amado:

“O porteiro abre-lhe a porta, e as ovelhas ouvem a sua voz. Ele chama as suas ovelhas e as leva para fora. Depois de conduzir para fora todas as suas ovelhas vai adiante delas e estas o seguem, por que conhecem a sua voz. Mas nunca seguirão um estranho; na verdade, fugirão dele, porque não reconhecem a voz de estranhos.” (João 10.3-5)


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Raquel Coimbra é professora e reside em Amparo/SP.



Fardos Pesados



Levi Bronzeado


Esta palavra“fardo” transporta-me aos meus nove ou dez anos de idade, quando ao entardecer dos Sábados eu assistia a chegada dos burros do velho Augusto à minha casa em Alagoa Grande. Augusto era um velho magro de tez negra retinta, barbas e cabelos brancos sempre em desalinho, de expressão sisuda que lembrava mais as figuras rudes dos escravos dos meus livros de História. Nas madrugadas dos sábados, seus animais transportavam pesados fardos de roupas, que as costureiras de minha mãe confeccionavam para serem vendidas em dois bancos de feiras no meio da rua. À tardinha os burros voltavam com as volumosas cargas para minha casa, em um percurso de mais ou menos um quilômetro e meio intercalado por duas íngremes ladeiras.

A imagem dos burros do velho Augusto com pesados fardos sobre os lombos não me sai da memória. Eu no final do dia ficava sentado na parte mais alta da calçada da minha casa, como um habitual expectador das cenas violentas protagonizadas pelo velho ranzinza, que com seu longo chicote açoitava duramente os indefesos animais, a fim de que pudessem andar mais depressa e no rumo certo.

Os pobres e cansados animais, às vezes, não resistiam e caíam com os membros dianteiros ajoelhados sobre o chão de barro batido. Eles movidos pelo medo do chicote, logo retiravam de si as últimas forças a fim de chegar ao seu destino. Eu tenho a impressão de que em algumas dessas ocasiões cheguei a ver lágrimas brotarem dos olhos aboticados das infelizes criaturas, e chegava a perguntar para mim mesmo: Como era que aquele violento velho não via que aqueles fardos eram pesados demais para os lombos dos trôpegos animais?

Hoje, já na terceira idade, eu entendo perfeitamente o “porquê” daquela minha solidariedade infantil em me juntar ao sofrimento dos burros de Augusto: é que, depois de praticar perigosas travessuras de menino, quase sempre levava sonoras “surras” de minha mãe, com “chibata” de bater em cavalos; talvez, tenha sido por esta a razão que eu me associava à dor dos resignados animais nas sombrias tardes de sábados. De certo modo, também tinha uma tênue experiência daquele tipo de castigo em minha própria carne.

Aquelas cenas repetidas todo o entardecer dos sábados incutiram em minha consciência infantil, a noção do que era carregar “fardos pesados”. E, tudo isto, hoje me suscita a entender e refletir melhor sobre as palavras de Cristo: “O meu fardo é leve [...]”. Remeto-me aqui e agora a um outro “fardo pesado” que é o da “CULPA e do medo da punição”.

Os fardos pesados da culpa e do medo de ser punido levaram os nossos primeiros pais a se sacrificar todos os dias, com rituais e dolorosas penitências que mais pareciam uma flagelação. E eles sentiam cada vez mais a necessidade premente de pagar, de expiar algo, impondo a si mesmo práticas ascéticas e duras jornadas. Como quase toda criança do meu tempo fui forjado neste caldo fervente do medo do “chicote”.

Esta história de “fardo pesado” traz agora a minha lembrança uma emblemática e oportuna afirmação do eminente psiquiatra e teólogo Suíço Paul Tournier, em seu livro “Culpa e Graça”. Diz ele: “Por trás dos nobres propósitos de saudáveis pessoas, o doente Jó percebe um terrível julgamento, uma insinuação constante de que os males que o assolam são punições divinas! Mesmo nas exortações à fé, Jó sente uma acusação; quando Bildade lhe diz: ‘Mas se tu buscares a Deus, e ao Todo-Poderoso pedires misericórdia, se fores puro e reto, Ele, sem demora, despertará em teu favor, e restaurará a justiça da tua morada’ (Jó 8: 5-6). Bildade, evidentemente deixa entender que, se Jó não sara, é porque não implora ao Todo Poderoso, ou que ele não é obediente o bastante. Assim Jó replica (21: 27): ‘Vede que conheço os vossos pensamentos e os injustos desígnios com que me tratais.’

Há quinhentos anos, o "velho Augusto" apareceu em nossa terra, representado pela elite religiosa portuguesa. Sobre o lombo dos nossos ancestrais indígenas foi posto o "fardo pesado", na forma de um arremedo de cristianismo, que sob o chicote da catequese a ferro e fogo, conseguiu escravizar aquilo que o ser humano tem de mais precioso: " a alma".

Ainda hoje repercute em nossa cultura, o "fardo pesado" dessa dominação sutil e engenhosa, que à maneira de uma epidemia vai disseminando nas consciências um fugaz refúgio contra a punição divina: "a subserviência". Esta subserviência nada mais é, que a aceitação sem questionamentos de uma " insensata mensagem" brandida em "nome de Deus", cujo o escopo se constitui na negação do próprio Cristo.

“Deus vai requerer!” “É sua obrigação!” “Cuidado para não pagar o preço!”. Hoje, toda vez que ouço bordões como estes acima, vejo na minha imaginação o velho Augusto com o seu pungente chicote em punho ante seus indefesos e apavorados animais, espargindo a grande arma que subjuga o “espírito”: O MEDO.

E assim, pela vida afora, vamos levando sobre os nossos lombos o “pesado fardo” do "sacrifício" sob a égide do medo, que Cristo com tanto esforço quis aliviar. Tal qual os pobres e indefesos burros, entregamos nossas vidas aos desígnios de um outro "poderoso" que nos faz passar por autômatos. Coagidos à jurisdição alheia, que cerceia o direito do "livre pensar", entregamo-nos a pior espécie de ultraje e usurpação, que é: " a privação da faculdade de raciocinar livremente".

O mesmo Cristo que falou em Mateus 11.30: “...o meu fardo é leve”, foi o mesmo que mais na frente (Mateus 23, 4) citou indignado: “Atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem nos ombros dos homens; eles porém nem, com o dedo querem movê-los”.

Bem que os fardos dos animais do velho Augusto poderiam ser mais leves. Mas, nem eles (os jumentos), nem eu, na minha meninice, tínhamos coragem de ao menos encará-lo, esboçando um ar de reprovação. Calado e amedrontados ficávamos diante do temível e terrível senhor e seu indefectível “chicote”.

Era assim que todo o entardecer dos sábados, o pedaço de rua em frente à minha casa se transformava em um palco ao ar livre de uma peça teatral, que tão apropriadamente poderia ter este título: " Burros com 'fardos pesados' ante o seu violento domador".


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Ensaio por: Levi B. Santos - Guarabira, 20 de Julho de 2007




Natal: Celebrar ou não?


Hermes Fernandes

Tenho lido muitos artigos publicados na internet que são contrários à celebração natalina.

Argumenta-se que o Natal seria uma festa pagã, travestida de celebração cristã. O dia 25 de dezembro era o dia do nascimento do deus Sol, Mitra. Com a adesão do imperador romano ao cristianismo, a data foi cristianizada, tornando-se a data oficial de comemoração do natal de Jesus.

Para alguns, tudo isso não passa de paganismo. Algumas igrejas sequer comemoram a data. Preferem celebrar as festas judaicas, em um claro retorno às raízes hebréias, e à prática da Lei Mosaica.

Árvore de Natal tornou-se símbolo de idolatria; há quem diga até que sua silhueta lembra a imagem da Senhora Aparecida!

Ok! Antes de aderir a esse modismo, que tal ponderar um pouco? Tirando Jesus do Natal, o que sobra?

Não estaria isso à serviço do funesto império das trevas? Como se não bastasse a figura do Papai Noel a usurpar o centro das atenções, os cristãos resolveram dessacralizar a data.

Natal deixa de ser o nascimento de Jesus, e passa a ser... mais uma festa pagã. O deus Sol agradece. Estamos devolvendo a ele, o que lhe foi tomado.

Há projetos de lei nos Estados Unidos querendo acabar com o feriado de Natal, por acreditar que sua celebração fira a liberdade de culto, menosprezando outras tradições religiosas.

Muitos cristãos têm se manifestado lá em favor da manutenção do feriado natalino. Mas aqui, são os próprios cristãos que resolveram tomar a contra-mão, e se manifestarem contrários ao Natal. Em vez de cantatas, silêncio. Em vez de peças teatrais falando do nascimento do Salvador, vazio. Nada de presentes, nem Ceia Natalina, nem árvores...

Há, porém, uma contradição aqui. Os mesmos crentes que se recusam a celebrar o Natal, insistem em celebrar a passagem do Ano Novo.

Ora, se formos coerentes em nosso raciocínio, devemos adotar o calendário judeu, e deixar pra comemorar o novo ano mais tarde. Devemos adotar o ano lunar, em vez do solar. Nosso calendário solar honra o deus Sol! E o que dizer dos meses do ano? Deveríamos riscar de nossas folhinhas os meses de Julho e Agosto, pois os mesmos foram criados para honrar imperadores romanos que se diziam deuses, Júlio e Augusto.

E o que dizer dos dias da semana que honram o panteão romano? Pelo menos em inglês e em espanhol. Parece que nosso idioma saiu ileso dessa.

Os mesmos crentes que se negam a celebrar o Natal, por achar que é fruto do sincretismo entre o cristianismo e o paganismo, vão para as praias festejar a entrada do Ano Novo, e montam tendas ao “Pai das Luzes”, para tentar evangelizar os espíritas que vão fazer suas oferendas aos Orixás.

Ora, se Paulo pôde enxergar em um espaço cúltico (altar) oferecido a uma divindade desconhecida, um lugar de adoração ao Deus cristão, por que não poderíamos enxergar em uma data pagã uma oportunidade de adorarmos a Deus, dando-Lhe graças por nos haver enviado Seu Filho Jesus?

Desde já, desejo a todos um Feliz Natal e um Surpreendente Ano Novo!


Em tempo: a árvore de natal foi inventada pelo grande reformador protestante Martinho Lutero. Ele escolheu o prinheiro por ser a única árvore capaz de resistir ao intenso frio do inverno Alemão, sem perder suas folhas. As bolas com que enfeitou a primeira árvore natalina representava, segundo ele, os frutos do Espírito na vida cristã.


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Hermes Fernandes é um dos mentores da Santa Subversão Reinista no Genizah



Sobre a memória e a ação de graças!

Rubinho Pirola

Vivo assustado com a minha memória.

Não que me ache demasiado velho, mas reconheço uma certa falha seletiva no armazenamento de fatos que vivenciei.

O pior, é que não só os ruins passam-me do registro, mas os que nunca deveriam ser esquecidos, jamais.


Acho que isso está no DNA.

Falta de memória das coisas boas, as que Deus fez por nós, em nós e para nós e... ingratidão, coisas que andam juntas quase sempre.


Me lembro de certas fórmulas matemáticas que aprendi na infância, mas um livramento daqueles dignos de filme, me fogem sempre à lembrança.

Por isso é que o diabo, o nosso adversário, usa isso e sempre vem com aquela do "desta você não escapa", todas as vezes em que me vejo em dificuldades e provas.

Essa é a sua arma - uma das prediletas: fazer-me crer que essa prova, definitivamente é a maior delas. Como se Deus não me tivesse livrado de outras tantas, iguais ou até muito maiores.

E sofro inutilmente.


Por isso mesmo, por ter de vez em quando - por Deus, é certo - ter refrescada a memória, um hino, daqueles que são patrimônio histórico da igreja cristã, me abençoa imenso, aquele que diz: "Conta as bênçãos, conta quantas são, recebidas da divina mão..." e termina com uma determinada convicção: "...e verás surpreso o quanto Deus já fez!"

Nesse instante, sou animado. Encorajado por também uma verdade reavivada no meu íntimo: sou parte do único povo da terra, mais que vencedor, antes sequer de ter entrado nas batalhas.

Ganhadores, não por mérito ou por esforço, mas por decreto divino, por aquilo que a Bíblia chama "graça"!
Talvez por isso, Paulo insiste tanto sobre algo tremendo, sempre em todas as suas cartas, para que façamos, peçamos ou façamos conhecidas as nossas petições, embaladas por "ações de graça".

E para o quê? Para que Deus não fique magoado? Para que Ele não perca a fome, as horas de sono pensando: "Pôxa, magoei... esse povo não é me é agradecido"...?


Não. definitivamente não. A razão está no fato de podermos agradecer em tudo ("em TUDO dai graças") pelo mesmo motivo de que podemos ter certeza que Ele nos abençoará sempre, em qualquer circunstância...
porque na realidade Ele já o fêz.

Quando deu-nos Cristo (o cordeiro imolado antes da fundação do mundo), com Ele também já nos deu todas as coisas. E as vitoriazinhas cotidianas, miúdas (e que tanto nos apavaram), são só migalhas, sobras, daquilo que Ele, em Cristo já nos deu.

Essa é a lembrança que me abençoou nessa manhã fria e de nevoeiro aqui de Portugal.


"Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças" Fp 4:6



Rubinho é parte da quadrilha do Genizah e já está na fila da aposentadoria. Apesar de ter só (segundo ele afirma) 50 anos, já é avô profissional, pois já tem dois netos. Vive na Europa como missionário e dentro de dias, chega ao Brasil para tentar fazer uma revisão. Se não tiver de abrir o motor, já será uma grande coisa...



É SÓ PELA GRAÇA!


Pois a Lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por intermédio de Jesus Cristo. João 1:17

Durante o Grande Reavivamento Jonathan Edwards estava dirigindo uma grande reunião de oração com a presença de mais de oitocentos homens. Alguém lhe entregou um pedido de oração que vinha por parte de uma esposa (possivelmente de um dos participantes da reunião.) A esposa pedia que os homens orassem pelo seu marido pois ele havia se tornado “espiritualmente orgulhoso o qual fez dele uma pessoa desamorosa, orgulhosa e difícil.”. Imaginando que talvez o marido estivesse presente na reunião de oração, Edwards leu o pedido de oração e então pediu que se o homem descrito naquele bilhete estivesse presente que levantasse a sua mão para que o resto dos homens pudessem orar por ele. Trezentos homens levantaram as mãos!

Um principio fundamental no ministério de homens é reconhecer que mesmo que os nossos homens saibam que Cristo morreu pelos seus pecados, muitos, talvez a maioria, sinta-se extremamente sujo e pecador demais para ser amado por Deus. Não importa quão bom sejam os nossos programas, quão ricos sejam os nossos insights bíblicos ou quão bem sucedidos sejamos em ajudar os homens a melhor se conectarem, nosso ministério com os homens será um retumbante fracasso se a culpa e fracasso deles se transformarem em motivos para duvidarem do amor de Deus. À semelhança de Adão e Eva, a vergonha deles fará com que fujam de Deus a não ser que a sua caminhada com Deus esteja edificada sobre o portentoso alicerce da Graça.

Para mim, a única maneira onde verdadeiro crescimento espiritual toma lugar é ter a inabalável convicção de que Deus me ama incondicionalmente, a despeito do meu pecado. Apenas e tão somente dessa maneira é que meu coração pode estar livre para responder ao amor de Deus com o meu amor. Um ministério a longo prazo com os homens tem que alcançar seus corações. Essa é a razão pela qual temos que criar uma atmosfera nos nossos ministérios, onde os homens possam constantemente ser inundados pela maravilhosa Graça de Deus.

Seu, pelas almas dos homens,


Nélio DaSilva
Coordenador Nacional - Homens de Valor
Mocidade Para Cristo - Brasil





"O que as suas mãos tiverem que fazer, que o façam com toda a sua força" Eclesiastes 9:10. Mark Driscoll fala sobre masturbação!



Mais uma preleção fiel as Sagradas Escrituras de Driscoll sobre um tema polêmico. Masturbação é pecado? Não necessariamente.

Assista antes de dar um "piti" e nos esculachar... Risos.






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Divulgação Genizah



Ajude o servo de “deus” (im)Prudente a justificar tanto dinheiro na meia! Ele é inocente! Semi-ungido! Não toque nele!

Este moço "ora" que é uma beleza! Antes do jantar, depois do suborno... Não tem tempo ruim!





Propina (assim como corrupção) não é palavra que aceite muitos adjetivos. Propina boa, propina legal, propina de caixa dois, propina de campanha política, propina de futebol, etc.

Mas no “brasil” dos políticos parece que os adjetivos atenuadores da bandalheira são sempre bem aceitos. Então agora as “estorinhas” começaram... E os adjetivos vão sendo colocados para amenizar o que não tem explicação ética possível. Começa com o Presidente de República que tem sua experiência própria com mensalão a dizer que vídeo não prova nada... Tipo para ver se cola. Não colou e ele já recolheu sua viola. Mas basta esperar que outros adjetivos “panetonianos” virão. Provavelmente, até de líderes religiosos insuspeitos.

O (im)Prudente Leonardo do DEM (e da Sara Nossa Terra), na foto abaixo orando para o sucesso de sua eleição (à frente de seu professor e pastor que acabará de ungi-lo futuro deputado), diz que está sendo injustiçado. Teve bispo da Sara dizendo para não tocarem nele (afinal o homem é ungido!) Ele é servo de deus (resta saber a que “deus” ele serve)!


Vem adjetivo ai... E não duvido que cole na massa ímpia e corrupta. Mas será que os crentes vão se deixar enganar?
Afinal, há sempre uma boa explicação para um deputado "evangélico" entrar em um gabinete de uma autoridade e lá receber tantos maços de dinheiro que o mesmo seja obrigado a metê-los em todos os bolsos e, faltando espaço ainda meter alguns na cueca e nas duas meias:

1) Não havia envelopes na sala. É um gabinete de instituição pobre onde não há verba para a compra de envelopes.

2) Sem espaço em qualquer outro local da instituição, instalaram o caixa eletrônico no gabinete do presidente da casa e, como se tratam de nobres deputados distritais, há uma certa mordomia e o dinheiro não é entregue pela máquina diretamente, mas por um garçom que faz o meio de campo e, naquele dia, faltou envelope e a bandeja estava suja.

3) O (im)Prudente vendeu uma bezerra e um manto sagrado para o dono do gabinete e aquele era o dinheiro do pagamento. Tudo legal, mas como eles são deputados e a venda envolvia objetos religiosos não convinha fazer nota, declarar a venda no IR ou emitir recibo.

4) Aquele é o dinheiro da merenda do deputado. Como ele é baixinho e fraquinho (e evangélido) os outros deputados implicam com ele e o submetem a constantes tormentos físicos e psicológicos (bullying), sendo assim, o (im)Prudente esconde a graninha na meia até a hora do recreio.

5) Era próximo ao natal e o prudente decidiu encher as meias do papai noel com as doletas...

6) Aquela grana é da oferta do gasofilácio da catedral e o irmão que é membro da comissão de finanças da igreja conta e organiza o dinheiro, contudo, como era dia de votação na câmara, o deputado levou a oferta para contar no serviço durante a folga e o outro deputado evangélido ajudou...

7) O apóstolo hernadez não quis emprestar a “briba” dele com fundo falso para dólar e o irmão teve de por na meia mesmo.

8) A grana é fruto da cobrança de um empréstimo e foi recebido em dinheiro vivo porque o outro deputado (o devedor) fez um bingo beneficente lá na casa de oração dele e o (im)Prudente não ligou de aceitar os trocados em espécie para facilitar para o irmão.

9) Aquela grana é, na verdade, o dízimo do mês que a pedido do Rodovalho, seu pastor é para ser dado em dinheiro e o (im)Prudente foi trocar um cheque com o amigo.











10) A grana é para comprar um dossiê feito nas ilhas cayman que irá demosntrar por A + B / ¼ da ∑ Ω - ∞ / √ 3.1467 que todos são inocentes e tudo não passa da obra do cão!

11) Deixe você meu amigo leitor a sua justificativa para as imagens do vídeo.
Mas olha lá! Não basta uma justificativa qualquer! São obreiros do Senhor:

Procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade. 16 Evite as conversas inúteis e profanas, pois os que se dão a isso prosseguem cada vez mais para a impiedade. [...] 19 Entretanto, o firme fundamento de Deus permanece inabalável e selado com esta inscrição: “O Senhor conhece quem lhe pertence” e “afaste-se da iniqüidade todo aquele que confessa o nome do Senhor”. 20 Numa grande casa há vasos não apenas de ouro e prata, mas também de madeira e barro; alguns para fins honrosos, outros para fins desonrosos. 21 Se alguém se purificar dessas coisas, será vaso para honra, santificado, útil para o Senhor e preparado para toda boa obra. 22 Fuja dos desejos malignos da juventude e siga a justiça, a fé, o amor e a paz, com aqueles que, de coração puro, invocam o Senhor.
2 Timóteo 16:22 


Não sei porque me vem a mente que política e corrupção não são vasos de honra. Vocês concordam comigo?
 - Não mais não! O Prudente é um homem de deus... Ele faz o obra do Reino.Hum! Vamos ver qual foi a última obra que o irmãozinho fez pelo Reino:
 
Ele nomeou o Marco Feliciano cidadão honorário de Brasília! Isto mesmo. Marcola recebeu a homenagem, nas palavras do (im)Prudente do partido democratas (que democraticamente correm em direção ao esgoto a cada badalada do relógio enquanto, democraticamente, a direção decide se expulsam ou não o arrudão): Pelos préstimos realizados na alma de milhares de pessoas através de pregações e canções, pela força motivadora vinda da parte de Deus, que flui através deste vaso de honra (sendo o vaso, o sanitário, e a honra... vocês liguem os pontinhos).



 
Vejam os detalhes no
lojinha do Feliciano. Um “hermano” deste quilate realmente merece o benefício da dúvida, mesmo diante das dezenas de vídeos e documentos da descarada corrupção no Distrito Federal!

Eu não estou aqui para julgar ninguém. Deixa vir o julgamento da justiça. Afinal, como todos sabemos os crimes de “mensalão” são sempre investigados e julgados com brevidade pela justiça e os criminosos estão ai no xadrez para todos verem...


- Ops! Não estão não! Estão todos na política novamente e reeleitos? Mentira irmão! Para de levantar falso testemunho contra estes homens de “deus”!

 




Postou Danilo Fernandes, no Genizah , muito indignado com os fatos e com a inocência útil de alguns irmãos! 





Piada pronta



Rev. Digão




José Simão, colunista da Folha de S. Paulo (dentre outros jornais) sempre diz que o Brasil e o país da piada pronta. Tenho que concordar com ele, ao ler a notícia de que a Igreja (sic) Universal do Reino de deus (com minúscula mesmo) agora tem “ungido” lubrificantes KY para que a vida sexual do casal seja mais abençoada.

É ou não é piada pronta? É a própria definição do termo “sacanagem” em toda sua extensão!

Cada vez que leio uma patacoada dessas me sinto mais cansado, triste e infeliz. Não foi para isso que a obra de Cristo foi consumada na cruz. Não foi para isso que milhares, ou mesmo milhões de cristãos deram suas vidas (muitas vezes literalmente) em arenas, perseguições do Estado, fome e outras restrições. Não foi para isso que Hus, Savonarola, Wycliffe, Lutero, Calvino, Beza, Knoxx e outros arriscaram seus pescoços. Não foi pra isso que muita gente abandona seus lares, famílias e amigos e se arriscam mundo afora pregando o Evangelho.

Infelizmente a igreja evangélica foi tomada de assalto. Pouca coisa resta dela que permita usar o adjetivo “evangélica”. Está mais para um centro de entretenimento religioso, ou de auto-ajuda.

Não podemos mais ficar calados, em nome de uma pretensa “unidade”. Que unidade há entre Deus e os ídolos (2Co 16.16), ou entre luz e trevas? Que unidade há entre Edir Macedo, Silas Malafaia, Marco Feliciano, Waldemiro Santiago e cristãos genuínos?

O apóstolo (verdadeiro) Paulo certa vez escreveu à igreja asiática de Corinto: 9Já por carta vos escrevi que não vos comunicásseis com os que se prostituem; 10com isso não me referia à comunicação em geral com os devassos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo. 11Mas agora vos escrevo que não vos comuniqueis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal nem sequer comais. 12Pois, que me importa julgar os que estão de fora? Não julgais vós os que estão de dentro? 13 Mas Deus julga os que estão de fora. Tirai esse iníquo do meio de vós. (1 Co 5.9-13). É hora, portanto, de deixar esses falsos profetas falando às paredes e voltar nossos ouvidos ao Senhor.


***

Digão é colaborador do Genizah. Conheça o blog do Digão



PARA QUÊ, A IGREJA?

Julio Zamparetti


Quem é Jesus? Para que veio a este mundo? Numa só frase curta e grossa Jesus respondeu essas duas questões: “Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Marcos 10:45).

Cá eu com meus botões, fico a pensar: e eu, quem sou? Para que estou aqui? Bem... Observando o versículo acima citado, vejo que Deus fez-se homem para que como homem pudesse prestar aos homens seu serviço e sua vida que já dispunha desde os tempos eternos para o resgate de muitos. Assim fez-me nascer do Espírito para que por seu poder eu tivesse a vida contida nEle desde os tempos eternos, a fim de que possa dar a muitos a vida que dele recebi.

Assim disse o Mestre: “De graça recebestes, de graça daí”. O interessante é que tudo que de graça recebi resume-se numa única coisa: Nova Criação. O Pai simplesmente me fez nova criatura. Esta nova criatura, a exemplo de seu Cristo, foi chamada para servir aos outros o que antes recebeu do Pai. Não se trata de dar o que possuo, mas sim dar o que sou.

Deus ama porque é amor. Ninguém pode dar aquilo que não é. Pois somente o que somos podemos dar. Todas as demais coisas não nos pertencem. Nós apenas as administramos enquanto permanecemos neste plano terreno.

Doação é o nome indevido que damos ao ato de transferir a responsabilidade administrativa de algum bem que esta sob nossa mordomia. Pois tudo o que temos não nos pertence. Afinal “Ao SENHOR pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam”. Assim não nos resta nada a dar à humanidade, senão a nós mesmos.

Por isso Deus nos salvou. Pois só quem tem a salvação, pode dar salvação ao mundo. Eis aí o grande problema desse sistema religioso, em que todas as ações, ritos e crendices conduzem o fiel à preocupação em salvar-se a si mesmo.

Quando se fala em santificação, logo se pensa em atitudes que agradem a Deus, a fim de que, no final da vida, não sejamos rejeitados de sua presença na eternidade. Na verdade, deveríamos buscar a santificação, a fim de que vivendo santamente sejamos pontes para a santificação do mundo.

A Israel fora dado o Reino de Deus para que o mundo inteiro fosse abençoado por meio de Israel. Todavia Israel se fechou, confinando sua fé às obras da Lei, buscando justificar-se a si mesmo, pensando que assim garantiria seu pedaço do Reino dos Céus. INCRÍVEL!!! É exatamente o mesmo erro da igreja! Terá, Deus, que transferir seu reino, novamente, a quem lhe dê os frutos respectivos?

Não poderemos dar os frutos respectivos do Reino de Deus enquanto o Reino de Deus não estiver de fato em nós. Não daremos frutos de justiça enquanto não formos justos, nem daremos frutos de paz enquanto não formos pacificadores. Não poderemos dar ao mundo alegria pelo Espírito enquanto, pelo mesmo Espírito, não formos alegres. Acima de tudo, se não dermos tais frutos aqui e agora, não poderemos dar tais frutos no mundo porvir, pois é este o mundo que carece de tais frutos e para o qual Deus direcionou o serviço de sua igreja.

Jesus falou que todos nós seremos julgados pelo bem ou mal que fizermos. Alguém dirá: “ora, tudo bem, não são as obras que me salvarão”. E ainda citará I Cor,3:15: “se a obra de alguém se queimar, sofrerá ele dano; mas esse mesmo será salvo, todavia, como que através do fogo”. O detalhe é que o que fazemos apenas reflete o que somos. Esquece-se, este, de que nossas obras são temporais, portanto, o que lá vai queimar não sãos obras, mas sim o que tais obras representavam, não o que o sujeito fez, mas sim o que o sujeito foi.

Tudo bem, escaparás como quem escapa do fogo, como quem salva o corpo mesmo perdendo o olho. Mas viveste no mundo praticando más obras, deixando de ser a luz que devias ser para iluminar a terra. Não produziste os frutos respectivos do Reino. O mundo não sentirá tua falta.

***
Fonte: Blog do Julio Zamparetti



A Igreja Evangélica é legitimadora da corrupção



Henrique Moraes Ziller




A afirmação que se faz no título desse artigo fundamenta-se em cinco percepções acerca da presença da Igreja Evangélica na nação brasileira, relativamente a sua atuação.

Em primeiro lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque não a denuncia. Não concebe que deva encarnar a função profética, relega ao segundo plano as questões sócio-políticas, e não se manifesta sobre aquela que é a maior manifestação do mal nas terras brasileiras: a corrupção. Não há denúncia.

Em segundo lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque sua ação social substitui a ação do Estado, não denuncia a situação e não exige que o Poder Público desempenhe suas obrigações. Se por um breve momento a Igreja Evangélica Brasileira deixasse de realizar suas ações de assistência social, o País se tornaria um caos, imediatamente. A distribuição da renda, consubstanciada na distribuição de cestas básicas e demais ações similares, a recuperação e inserção social, consubstanciadas nos trabalhos das inúmeras casas de recuperação, a promoção do ensino, por intermédio de milhares de escolas confessionais, o cuidado com a criança, realizado por creches e pela própria Escola Dominical, tudo isso, são funções do Estado negligente que não as realiza. Na medida em que a Igreja Evangélica faz tudo isso – e jamais deve deixar de fazer – sem a devida e obrigatória participação do Estado, e não denuncia a gravidade do fato, está sendo cúmplice de governantes e parlamentares criminosos, que utilizam em benefício próprio os recursos que deveriam ser destinados a essas atividades.

Em terceiro lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque se associa ao Poder Público sem a crítica adequada. Seus líderes sobem nos palanques políticos, impõem as mãos sobre as cabeças de gente cujo pensamento está voltado apenas para seus próprios interesses e para o crime, dá e recebe condecorações de e para gente sem a menor credencial ética para isso, cede os púlpitos a bandidos, enfim, associa-se a gente que deveria estar presa, mas que usufrui da liberdade que o seu poder lhes permite adquirir. Aqueles que deveriam ser alvo de denúncia e profetismo por parte da Igreja são seus grandes amigos e aliados.

Em quarto lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque não desenvolve ações consistentes de combate à corrupção. E nem poderia ser diferente, visto que ela nem mesmo a denuncia. Enfrentar esse mal é obrigação, mas nada faz a respeito.

Em quinto lugar, a Igreja Evangélica Brasileira é legitimadora da corrupção porque a pratica desavergonhadamente.

À denúncia acima pronunciada segue-se, necessariamente, a proposta de ação.

1. Para denunciar a corrupção nos púlpitos, e perante a nação, obrigação inadiável da Igreja Evangélica Brasileira, é necessário colocar ordem dentro de casa: transparência das contas. Igrejas precisam publicar seus balancetes e prestar contas do que fazem com os dinheiros de seus membros, se quiserem ter credibilidade e autoridade para profetizar contra o mau uso dos recursos pelo Poder Público. Os líderes de igreja não podem submeter-se apenas à prestação de contas – inevitável e certa – diante de Deus. Precisam entender o momento em que o País se encontra e dar o exemplo. Transparência, eis a exigência.

2. A Igreja não pode deixar de fazer ação social,
mas tem que cobrar a ação do Governo, o emprego das verbas públicas nos programas sociais e as ações que promovam a distribuição de renda. Precisa-se, antes de mais nada, de informações acerca de todo o esforço que a Igreja Evangélica Brasileira está fazendo para amenizar a situação de dificuldade em que vive grande parte da nação. O Governo tem que conhecer a enorme dimensão dessas ações, e seu alcance. Trabalho que dá credibilidade para cobrar do Governo que faça a sua parte, em particular impedindo que o dinheiro público seja desviado para atender a interesses privados. A Igreja não pode substituir a ação do Estado, como ocorre hoje; esse esforço tem que ser complementar. O Estado tem a obrigação de zelar por seus cidadãos, a Igreja, de amar o próximo. O trabalho da Igreja não exime o Estado de sua responsabilidade. No entanto, a última coisa que se deve pleitear é a parceria na qual as igrejas recebam mais verbas públicas para a realização de ações de cunho social. Há generosidade e recursos suficientes para contribuir com as obras das Igrejas. Não se rejeitam parcerias com o Poder Público, mas elas só podem se estabelecer fundamentadas em sólidos sistemas de controle e transparência. Em parceria com o Poder Público, a Igreja tem demonstrado que é engolida pelo mesmo mal que assola a Nação.

3. Não há outra possibilidade, nesse momento, senão o rompimento radical com as práticas que a Igreja Evangélica Brasileira tem adotado em relação aos seus representantes no Poder Executivo e no Poder Legislativo. Se eles querem ir às igrejas, ou se mesmo já são membros, que se assentem nos bancos e ouçam, em silêncio. Se quiserem conversar com esse povo sobre política, que se marquem reuniões específicas para isso, e que nunca se tratem tais assuntos em cultos. Não se pode mais chamá-los aos púlpitos e impor sobre eles as mãos, manipulando a compreensão dos membros. Se querem oração que recebam-na nos gabinetes, pois o Deus que ouve em secreto em secreto os responderá. Pastores não devem receber condecorações das mãos de criminosos travestidos de prefeitos e parlamentares, há que se ter o mínimo de decência e discernimento.

4. A Igreja precisa adentrar o espaço público aberto a ela e a toda a comunidade. Participar dos Conselhos Municipais de Políticas Públicas criados por lei para exercer o controle das ações públicas em áreas como a educação, a saúde e a assistência social, entre outras. Pastores devem incentivar seus membros a participar, promover treinamento para eles, e facilitar-lhes o acesso a estas instâncias de participação política. Fazendo isso, a Igreja estará garantindo a merenda escolar para seus próprios filhos – e demais crianças de suas cidades, o salário adequado para os professores, os recursos para as entidades de assistência social, os programas de enfrentamento de moléstias, o dinheiro para a farmácia básica, entre tantas outras possibilidades. A legislação brasileira tem criado esses conselhos, dos quais devem fazer parte representantes da sociedade civil organizada. Espaço absolutamente adequado para a ação consistente da entidade que mais faz ação social nesse País, a Igreja Evangélica Brasileira.

5. Quanto à participação na corrupção desenfreada nesse País, já conhecida há tanto tempo, e vergonhosamente evidenciada, por exemplo, na CPMI dos Sanguessugas, é necessário, em arrependimento e quebrantamento, pedir perdão. Pedir perdão a Deus e à Nação, pois esperava-se muito mais da Igreja Evangélica Brasileira.

Sobre ela pesa duro juízo, por suas ações, por sua acomodação, por sua omissão cúmplice. Pois, ao invés de destruir as obras do diabo, tornou-se partícipe delas.



***
Enviado por e-mail para divulgação no Genizah

Henrique Moraes Ziller é membro da Igreja Metodista da Asa Sul, em Brasília – DF, é Auditor Federal de Controle Externo do Tribunal de Contas da União e Presidente do Instituto de Fiscalização e Controle http://www.adoteummunicipio.org.br/.


Muito honrado por divulgar este artigo aqui. Verdade dura. Proposta perfeita. Doa a quem doer!



O Evangelho que os "evangélicos" fabricaram.

Por Renato Vargens


Boa parte das mensagens pregadas nos púlpitos das igrejas evangélicas no Brasil, nos apontam o quão adoecidas se encontram nossas comunidades. Isto porque, as pregações de muitos dos nossos pastores tem sido rasas, sem substância, empobrecidas teologicamente, cheia de modismos, unções, decretos e comportamentos judaizantes. Junta-se a isto, o terrível fato de que vivemos numa época onde a "gospelização da fé" se faz presente em cada canto deste país.

Em nome do "gospel", muita gente tem vivido a vida nababescamente, ganhando milhares de reais, mercadejando a palavra da verdade. Assusta-me o fato de que alguns, em nome de uma espiritualidade cristã tem cobrado verdadeiras fortunas pra "ministrar" nas igrejas aquilo que pensam ser louvor e adoração.

Em nome de Deus e para Deus, tem gente, cobrando 5, 6 até 12 mil Reais por "ministração"! Ora, isso é uma aberração! Em um país de gente miserável e pobre, a igreja em vez de saciar a fome daqueles que anseiam por justiça e comida, comercializa a fé? Para piorar a coisa, já existem pastores cobrando pra pregar o Evangelho da Salvação eterna.

Que Cristianismo é esse? Que evangelho é esse? Ora, esse não é o cristianismo e nem tampouco o evangelho da Bíblia, e sim o evangelho que alguns dos evangélicos fabricaram! Infelizmente, a Igreja deixou de ser a comunidade da palavra para ser a comunidade da música descompromissada, repetitiva e extravagante! Triste não?

Ah! que saudade! da boa música, ministrada, cantada, com unção, cujo interesse era simplesmente engrandecer o nome de Deus!

Parece que nos últimos anos, a igreja brasileira se perdeu no caminho em direção ao trono da graça. Isto porque, as letras de algumas das nossas composições , são empobrecidas teologicamente, simplistas e sem "graça". Junta-se a isso, a ausência de oração, busca de Deus, consagração e compromisso com a Palavra. Para piorar, os meios de comunicação evangélicos tornaram-se amplamente manipuladores do povo de Deus imprimindo na mente de gente simples, valores que com certeza não são valores do reino.

Diante disto tudo, sou obrigado a confessar que prefiro não ouvir rádio evangélica. Não estou de forma nenhuma desfazendo deste veículo de comunicação, até porque, sei da importância dos meios de comunicação em massa, e louvo a Deus por termos alguns destes em nossas mãos, entretanto, prefiro ouvir bons cds de gente que com certeza está compromissada com evangelho, do que dedicar o meu precioso tempo a programações que manipulam a fé do povo de Deus.

Meus amados, a situação anda tão deprimente que já existe fã-clube de artista gospel. Sei ainda de algumas histórias de cantores que precisam de segurança pra andar em lugares públicos. Ora irmãos, mais uma vez eu pergunto que evangelho é este?

Ah! que saudade do tempo em que se cantava e entoava cânticos por missão! Reflitamos irmãos com sinceridade, será que a igreja evangélica está preocupada com a glória de Deus?

Ah, meu amigo, confesso que não agüento mais a efervescência da graça barata, o mercantilismo gospel, a banalização da fé. Não agüento mais, as loucuras e os atos proféticos feitos em nome de Deus, não suporto mais o aparecimento das mais diversas unções em nossos arraiais; isso sem falar da hieraquirzação do reino, onde apóstolos, paiostolos, príncipes e reis, tem oprimido substancialmente o povo do Senhor.

Chega! Basta! Quero viver e pregar o evangelho integral, quero ver uma igreja, santa, ética, justa e profética, quero ver uma igreja, que não se corrompe diante loucuras dessa era, quero ver uma igreja reformada e reformando, quero ver uma igreja verdadeiramente PROTESTANTE!

Soli Deo Gloria!


***

Renato Vargens é colaborador de Genizah



A qual deus os canalhas oram?

Alan Brizotti

A cena é repugnante: três políticos numa sala (deveriam estar numa cela) "orando" em agradecimento pelas "bênçãos" (eufemismo para "propinas") que uma suposta divindade lhes concedeu. Na tal "oração", utilizam largamente os termos de um evangeliquês cada vez mais distante da realidade de uma vida cristã genuína: "Pai, somos gratos pela vida do fulano..." O que se ouve no jargão dominante foi disparado à vontade naquele momento "espiritualidade bandida".

Num de seus aforismos, Carlos Drummond de Andrade, fulminou: "o voto, arma do cidadão, dispara contra ele". Senti sangrar meu peito. Em minha casa, vendo estarrecido pela TV, em pleno horário nobre, três "representantes do povo", evangélicos, destruindo a confiança do voto, a pureza da oração e, se não bastasse isso, sujando o nome de Deus.

Ano que vem é ano de eleição. O que nos aguarda? Tenho até medo do que alguns púlpitos nos mostrarão. Quantos monstros tatuados de príncipes? Quantos demônios caricaturados de anjos? Quantos alimentarão essa bandidagem "sagrada" que insiste em manipular a mente infantil do povo? O brasileiro, e toda sua fama de "esperto", ainda não conseguiu aprender a identificar e neutralizar esses ladrões de sonhos. Eles roubam nossas esperanças e pintam de roxo o "verde louro dessa flâmula".

A qual deus os canalhas oram? Tenho certeza absoluta que não é ao Deus da Bíblia! O Deus das Escrituras não é Deus de engano, de falcatrua, de politicagens, nem de indecências. Ele não têm falhas de caráter - é Santo! Esses pilantras maquiados com a tinta falsa do evangelicalismo safado oram ao deus que habita suas almas fétidas: o dinheiro, Mamón! São escravos da moeda. Filhos espúrios do belo. Anátemas. Condenados ao próprio surto megalomaníaco de poder.

A você que ainda sente alguma repugnância, insisto, rogo, clamo: não vote por conveniência. Não vote sem empreender uma pesquisa meticulosa da vida, e não da fala. Não vote por "indicações", o Brasil do QI (no popular, "Quem Indica") não é digno de ser a nossa pátria amada. Não vote por cabrestos, sejam eles políticos ou religiosos. Não eleja pequenos Lúciferes.

Quando for às urnas, leve consigo o rosto sofrido dos oprimidos. A dor das famílias vítimas de enchentes. As mães solteiras. Os trabalhadores da madrugada. Por favor, não vote nos canalhas que se escondem sob o manto traiçoeiro da doçura. Shakespeare dizia: "O indivíduo pode sorrir, sorrir, e ser um vilão". Não vote sem alma.


Indignado, assino!


***

Alan Brizotti com o Genizah revoltados com a banalização do cristianismo.













Joga pedra na Geni! Joga b2$#@ na Geni! (1)



Danilo Fernandes

O vídeo a seguir mostra
uma Joana Prado indignada por ter tido suas fotos de nudez explicita (publicadas na Playboy no início da década) e seus vídeos do tempo em que era a dançarina sensual (conhecida por Feiticeira) veiculadas, sem a sua aprovação, em um programa de TV do Ceará. Convidada a dar testemunho de sua nova vida de serva de Cristo neste programa, a apresentadora se sentiu ofendida por ter sua entrevista antecedida por uma exibição sensacionalista de imagens de seu passado de artista da sensualidade.

Ingenuidade da sua assessora de imprensa que não conferiu os detalhes da entrevista (Joana terminou por demitir a funcionária por conta do descuido).

É obvio que este passado de pin-up sempre será lembrado de uma forma grosseira em programas de qualidade sofrível e perfil “popularesco”, como é o caso. Aliais, se bobear, até em programas ditos "gospel” convém manter os mesmos cuidados e condicionar as entrevistas à proibição destas imagens indesejáveis.

Joana Prado está pagando o preço por seguir a Jesus. Quem conhece o casal pessoalmente (ela é esposa do lutador de MMA - antigo vale-tudo - Victor Belfort, também cristão) afirma que houve conversão. Alguns irmãos em Cristo seguem implicando com o excesso de marketing em torno de seus testemunhos, mas a maioria entende que, sendo os dois, pessoas públicas e empresários do ramo promocional, nada mais natural que seja assim.





Há poucos meses atrás, eu vi um anuncio de uma empresa de telefonia celular vendendo mensagens SMS das “últimas notícias da mais recente gravidez da Joana Prado”. Confesso que achei um negócio sem propósito, mas também não vi nem sequer a menor menção de termos de cunho religioso ou de sua identificação como cristã. Tratava-se de uma celebridade vendendo um serviço (um misto de dicas de gravidez e fofocas de celebridades) para o qual há quem pague. Sendo assim, não enviando as tais notícias para o meu celular e não colocando Jesus no negócio, bom para eles que precisam pagar as contas e podem explorar o que tem (eles são celebridades) com honestidade.

Quanto aos testemunhos do casal, eu vi alguns. Inclusive um ao vivo na igreja em que eles são membros, uma Igreja Batista no Rio de Janeiro. Foram testemunhos interessantes. Eles falam de arrependimento, de IDE e santidade. Naturalmente, tem de dar aquele desconto: Não faltam aqueles lugares comuns e chavões típicos dos novos convertidos... Também uma ou outra menção a uma influencia mais heterodoxa. Mas quem aqui já começou lendo C.S. Lewis ou as Institutas? Creio que ninguém! Quem não assistiu a um vídeo “gospel- profético-made-in-minas-com-direito-a-shofar-e- tudo" que atire a primeira pedra!

Eles são membros de uma igreja tradicional séria e houve conversão. Contudo, passado é complicado mesmo. Todos nós o temos. A maioria, diga-se, tem um passado de "pequeno príncipe" comparado a muitos homens e mulheres imensamente usados pelo Pai, conforme nos relatam as Sagradas Escrituras e os livros de história da igreja. Perto de assassinos, prostitutas, devassos, adúlteros, usurpadores, ladrões, feiticeiros e personalidades cruéis combinando “um muito” de cada uma destas “qualidades”, em geral, somos bons moços (as). O que falar de Paulo que contribuiu para o martírio de dezenas de cristãos, apenas pelo crime de seguirem a Cristo?

Passado é passado. Se nascemos de novo, não tem mais assunto quando o próprio Deus esqueceu dos nossos pecados pretéritos. Quem somos nós para trazê-los à superfície de novo? Mas trazemos. Paulo foi muito alfinetado. O ex-devasso Agostinho de Hipona (pilar da teologia cristã) também. Tanto assim que ele próprio se alfinetava primeiro, já por escrito, para dar menos margem ao falatório dos fariseus da época. Agostinho, antes de Cristo, foi um devasso, dado a bacanais e a bebedeiras. Pecados com potencial de lembrança imenso em nosso meio hipócrita. Então não vamos negar que enterramos os pecados “de vida passada” alheios, como faz Cristo, pois não fazemos assim. Nem os esquecemos, tão pouco os abandonamos! A maioria ainda briga com um “pecado favorito” escondido no escuro do armário embutido. Relutamos em entregar tudo a Jesus, que nos livraria desta luta, e também contribuímos negativamente ao trazer mais luta para a vida de nossos irmãos, graças a este nosso dedinho sujo...




Verdade seja dita, a maior parte (ou quase todos) os testemunhos de celebridades que “viraram a bandeira para o gospel” tem sido engodo nojento e exploração da fé alheia. Ou é marketing para incrementar os negócios do falso convertido ou serve para inflar ego de pastores que exploram (até comercialmente) o galardão da conversão celebre. O que mais eu vejo é pastor picado pela mosca azul de batalhar para ter um jogador de futebol famoso em sua igreja, ou um artista de TV. Na zona sul e oeste do Rio de Janeiro, isto é epidemia contaminando até pastores muito sérios. Os deslumbrados reverendos dedicam enorme tempo a estas conversões especiais, bem exploradas no púlpito e nas notas de jornais, em detrimento do rebanho “desconhecido”. Acham que este comportamento passa despercebido aos membros de sua igreja. Não passa e ainda gera problemas e desconforto. Pronto, falei!

Temos atrizes de filme pornô que continuam a fazer filmes deste tipo depois de "convertidas" e rainhas do axé que se especializaram em "visões" e cultos por telefone. Em geral, o que se vê são declarações de gente que diz não se arrepender do que fez no passado! Ora, houve conversão então? Não. Portanto, denunciemos para que seu péssimo exemplo não contamine o rebanho, mas de resto, temos de manter a mente aberta para não jogar sobre as “ex-celebridades” verdadeiramente convertidas em servos de Cristo mais este peso! Tenhamos a humildade de reconhecer que Deus escolhe quem quer, pois assim como o Evangelho é loucura aos homens, as escolhas de Deus seguem intrigando e escandalizando o mundo, em especial os cristãos! Um povo muito dado aos escândalos e a fofoca.

Querem saber de outro exemplo de conversão verdadeira de uma “ex-celebridade sexy” ainda mais impressionante do que o da Joana Prado? Um testemunho que hoje, mais maduro em sua fé, não tem vídeo para mostrar, nem entrevista na TV ou nas revistas dos artistas? Um testemunho que evita os convites para eventos pagos em igrejas ricas? Falo de Suzana Alves (ex-Tiazinha e atual serva do Altíssimo). Suzana fez o dobro do sucesso de Joana como dançarina e sexy simbol e hoje é figura freqüente em trabalhos missionários no sertão nordestino (e outros lugares pelo que me disseram) batendo de casa em casa, barracos sem luz e chão de terra. Veias abertas de miséria. Pois soube de uma Suzana que faz a Obra, sem alarde e sem se identificar, orando pelas pessoas, falando de Jesus, ajudando esta gente, etc. Quantos aqui encaram isto? Creio que poucos! Mesmo se for o caso de uma viagem rápida, tipo para viver uma experiência radical.


Eu não conheço esta nova Suzana Alves pessoalmente, mas conheci a Tiazinha quando ela foi ao Café do Gol, boate e café temático, do qual fui sócio juntamente com o jogador de futebol Romário (97-2000). Uma época em que eu também era gentio e candidato a celebridade local. Resultado: Minha surpresa foi maior do que a de quem a conheceu somente pela mídia. Da nova Suzana e destas novas atividades de serva, soube através da Tereza, esposa do Pastor Nelio DaSilva, meu amigo. Tereza viajou com ela e outras guerreiras do “Desperta Débora” nestas excursões santas (para as quais, o Silas Malafaia não levanta dinheiro em seus programas). Não tem vídeo para mostrar e nem fotografia (ao menos eu não as tenho). Eu também não vou mostrar fotos do passado da serva. Apenas uma mais recente para que vocês a reconheçam. Soube que, quando nova convertida, Suzana também escorregou num ou noutro chavão gospel, falou muita abobrinha e, como todos nós, falará ainda mais. Mas ai está uma nova criatura!

No fim das contas, falta-nos contar com a misericórdia de Deus, em nossa natureza caída, e esperar que o Espirito Santo termine a boa obra que começou em nossas vidas. Para os felizardos que não são celebridades, os percalços serão menores, pois ao menos não haverá ninguém para nos jogar na cara aquilo que já fomos, pelo menos não nos jornais e na TV!




NOTA

(*1) O título é parte da letra de uma música da famosa Ópera do Malandro, de Chico Buarque. A personagem Geni é uma prostituta (e também travesti) que era desprezada pela sua comunidade por ser a “mulher que dormia com todos”. De noite era procurada, mas de dia: - Joga pedra na Geni! Joga bosta na Geni! Um dia, surgiu um militar ameaçando destruir a comunidade onde vivia Geni. Contudo, o tal militar acaba se agradando de Geni e concorda em poupar a todos se Geni cedesse e dormisse com ele. Geni "pagou o resgate" e dormiu com o militar, achando que depois disto seria bem tratada pelo povo da cidade, afinal havia salvado a todos. Que nada! Passado o susto, tudo voltou ao normal e povo: - Joga pedra na Geni! Joga bosta na Geni! Geni confiou seu perdão aos homens e recebeu estrume em troca, nunca Amor.

Nesta outra história passada há mais de 2.000 anos em Samaria, outra pessoa em situação de desprezo público. Uma prostituta tão execrada por sua comunidade, que nem mesmo podia retirar água do poço junto com as demais pessoas, mas somente no horário de sol a pino quando o local ficava deserto. Para esta Geni, contudo, a história foi diferente. A velha prostituta desprezada por todos foi uma das primeiras pessoas a quem Jesus se revelou o Messias. Uma honra inimaginável. Depois deste encontro, a mulher samaritana, sempre o bode expiatório da sua cidade, tem sua vida mudada para sempre. A despeito do julgamento de sua cidade, seus pecados foram perdoados e ela passou o resto de sua vida a dar testemunho de nosso Salvador. Duas pessoas precisando de perdão. O Amor de Jesus foi a diferença. E o nosso amor de imitadores de Cristo, por onde andará?



Danilo Fernandes é herege por maioria de votos dos leitores de Genizah






Morre Leila Lopes pensando que vai para o Céu


O corpo da atriz Leila Lopes, encontrada morta em sua casa na madrugada desta quinta-feira (3), será enterrado na manhã de sexta-feira (4), no Cemitério Municipal 2 de Novembro, localizado no município de Esteio, Rio Grande do Sul.

A atriz se “converteu” e virou “gospel” após o evento descrito por ela mesma no vídeo abaixo gravado em um programa “evangélido”.





Há três anos, no ostracismo já há bastante tempo, a atriz, sem deixar sua igreja (?) faz um filme pornográfico e diz o quanto isto mudou completamente a sua vida e lhe abriu portas antes fechadas. Disse três vezes não se arrepender do que fez. Veja o vídeo:




Recentemente, após seu terceiro filme pornô, a atriz contraiu doença misteriosa (não teria sido a causa de sua morte segundo informações preliminares dos médicos). O vídeo a seguir fala desta sua experiência e de suas expectativas com Deus. Nos últimos dias, já em casa e recuperada, estaria sofrendo de um surto depressivo. Foram achados muitos remédios consumidos próximos ao seu corpo e cartas deixadas a membros da família, mas ainda não há confirmação de suicídio.






Sabendo disto tudo há pouco e tendo escrito um post sobre celebridades convertidas e/ou celebridades nominalmente convertidas, esta manhã, sem saber dos fatos relativos a esta triste morte, percebi a mensagem de alerta que nos deve levar a refletir muito neste dia. O tempo é agora. Não se engana a Deus. Uma vida nova se inicia quando encontramos Jesus, não há conciliação possível com os pecados de nosso passado. Está tudo limpo. Só o arrependimento inicia a Obra de Deus em nossas vidas, e eu, cá pra nós, nem nisto creio, mas na Soberania de Deus que pode, ou não, exercer misericórdia em nossas vidas, mesmo depois de nos arrependermos. Eu creio que fomos escolhidos desde sempre para este arrependimento, mas esta é outra discussão. Fato é: sem arrpendimento não se nasce novamente e sem nascer novamente não se chega a Vida. Disse Jesus. Não eu.


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Postou Danilo Fernandes, no Genizah
Depois de ler muito desaforo por conta deste post, tenho a dizer: Entendo que a cultura nacional tenda a santificar quem morre e a moça em questão nem esfriou direito. Eu não penso assim. Morri e renasci e não tenho a menor deferência pelo meu antigo ser. Cuspo no cadáver da minha vida antes de Cristo com o desprezo de quem não queria ter vivido esta vida sem Jesus. Não estou aqui para ser simpático e nem politicamente correto (apenas bem humorado). Estou aqui para pregar um Evangelho sem modismos, sem conversinha e, principalmente Cristocêntrico. Querem simpatia e mentirinhas doces e saborosas para fazê-los dormir bem e encorajá-los pela manhã? Procurem uma igreja simpatica. Há muitas por ai. Inclusive a que "converteu" esta pobre mulher. Quero ver se o bispo que a acolheu com tanta simpatia e um Evangelho sem arrependimento e sem Cruz será capaz de interceder agora por sua salvação? Creio que não, ele me parece muito ocupado agora tentando ficar fora do escândalo do mensalão do DEM que já botou em triste oração dois de seus pupilos. Finalmente, eu não estou sentenciando o fim eterno de ninguem! Não me arvorei este direito! Reparem bem no que está escrito! Apenas ofereci um fato ilustrado pelos próprios depoimentos da pessoa. A conclusão é para a reflexão de vida de cada um. Quem tem temor e conhece a Palavra saberá perceber a lição disto tudo. Para quem não tem este temor e não conhece a Palavra, fica a oportunidade de conhecer e fazer a reflexão necessária. Finalmente, o próprio título da mensagem é dado pela mesma, incluindo o gerundismo.



AVENIDA MANAUS MODERNA “UNTADA” E a pajelança gospel amazônica



Sérgio Aparecido Dias


Essa é pra acabar e pra arrebentar com o sabiá dentro do toco! Hoje, logo depois das 4 horas da madrugada (aí pelas 7:30...kkk!), eu liguei o meu televisor e, “sem-querer-querendo”, sintonizei no programa da “igreja” mundial do poder de “deus”. Preenchendo toda a extensão das 29 polegadas da tela plana, lá estava o “bispo” Leildo rodeado de um grande grupo de pastores e suas esposas, em frente ao Parque Jeferson Peres, próximo à ponte do Educandos, às margens da Avenida Manaus Moderna.

Luzes do parque ligadas, luzes dos postes da avenida ligadas, tudo escuro, pouquíssimo movimento de carros em plena terça-feira. Olhei pela janela da minha sala e verifiquei que o sol estava fortíssimo, de rachar taquara e fritar ovo no asfalto. Aí, os meus 5 neurônios (o Tico, o Teco e os Três Patetas) entraram em ação e me informaram que o programa tinha sido gravado às 4 horas da madruga. Bem pensado...se tivesse ido ao ar ao vivo, pessoas como eu perderiam a “bença”!

O “bispo” arengava: “esse evento abençoado deveria acontecer no dia 26, mas eu deverei estar com o “apóstolo” numa reunião nesse dia, em Minas Gerais, juntamente com outros “bispos”. Por isso Deus me revelou que eu deveria mudar a concentração de fé para o dia 28, e ungir a avenida no dia 24, digam todos glórias a Deus!!!” E o povo gritava e berrava os “glóriaaaaasssss!”

Isso foi dito no dia anterior à “ungição” da avenida Manaus Moderna, na sede da Mundial, por sinal a poucas quadras da “Catedral da Fé”, da Universal do Reino de Deus. Ambas as “Catedrais” ficam numa das áreas mais nobres de Manaus (...porque “deus” sempre nos colocará por cabeça e não por cauda...), no bairro São Geraldo, vizinho à Vieiralves (assim mesmo, tudo junto!), o mais caro metro quadrado da capital amazonense! E, a poucos quarteirões, fica a imponente “Catedral” da Igreja Internacional da Graça de Deus! Todo mundo embolado na reta final do campeonato da conquista dos bolsos e da arrecadação das fortunas necessárias, para sustentar os nababos do tele-evangelismo, para a compra de suas mansões, seus carros de luxo e seus aviões!

Do lado de cá da tela, muitíssimo indignado, tomando minhas goladas de café forte, assistia toda aquela palhaçada. O “bispo” e os “pastores” inclinados sobre cerca de 30.000 toalhinhas “sê tu uma bênção” (mas avisando que no dia da cruzada haverá cerca de 100.000), faziam a “demanda”, consagrando o “despacho”. Depois, um dos “pastores” conseguiu erguer um enorme frasco de vidro pescoçudo (aqueles, que são chatos na base e tem um pescoço de girafa), cheio de óleo. O óleo foi “abençoado” e se anunciou que se poderão distribuir algumas porções dele para os trouxas, digo, os “fiéis”, levarem pra ungir suas casas.

MAS ATEEEEENCÃO galera!!!! O “bispo” mostrou em sua mão um outro litro de óleo, de tamanho normal, que, depois de “consagrado” pelos obreiros amazonenses, será levado por ele à tal da reunião com o “apóstolo”. O “apóstolo” Valdemiro Santiago vai “ungir” o óleo (não me perguntem como!); em seguida, retornando para Manaus, o “bispo” vai derramar o óleo “ungido”pelo “apóstolo” no frasco de óleo “consagrado” pelos obreiros locais. Aí.....ah meu irmão, sai de baixo!!! Mistura pura de nitroglicerina com urânio enriquecido na Rússia! Esse óleo terá um poder multiplicado e fará coisas do arco da velha! É capaz até de fazer nascer cabelo na palma da mão! Bem...ele não afirmou isso, mas foi o mínimo que eu deduzí, pelo espalhafato do anúncio!

Muito bem, eles ungiram a Avenida Manaus Moderna, afirmando que todos que pisarem o trecho “untado” da avenida, no dia da “cruzada de fé”, nunca mais serão amaldiçoados, terão todas as vitórias, realizarão todos os sonhos e farão todas as conquistas. A “coisa” continuou, mas eu não tive mais estômago pra assistir. Liguei o computador, sentei-me à frente do teclado e comecei a martelar as teclas. Depois vou publicar no meu blog e enviar uma cópia para o GENIZAH. Quem sabe, talvez mande também para a NANI, a nossa querida “azedinha”. Espero que esteja “ungido” o suficiente para merecer uma publicação. Mas não vou comentar nada. Deixo ao encargo dos leitores essa diversão. Espinafrem à vontade, joguem pedras, bombas de efeito moral e, principalmente, aquilo que jogaram na Gení (da música do Chico Buarque, pesquisem no Google!); mas não no meu texto e, sim, nessa “cruzada de fé e milagres” das toalhinhas “sê tu uma bênção”.


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Sérgio Aparecido Dias (...e de quem mais poderia ser?!?) edita o blog Amazonia Viva


Eu não resisti em contribuir com estas fotos. Uma é uma "lavagem" do candomblé que é o tipo de sincretismo remetendo a esta palhaçada de ungir ruas e locais. A outra é uma pajelança apelidada de "ato profético" pela turma da daquela entidade religiosa que tem nome de bola que rola... rola mesmo! Para longe do Evangelho! Danilo