Amigo é coisa pra se compartilhar - Parte 2



Hermes Fernandes


Mostramos na primeira parte desta reflexão o quanto Paulo confiava em seu discípulo e amigo Tito. Sua confiança era tamanha que incluía até mesmo o cuidado pela subsistência de outros.

Confira:

“Quando te enviar Ártemas, ou Tíquico, procura vir ter comigo a Nicópolis, porque resolvi passar o inverno ali. Faze tudo o que puderes para ajudar a Zenas, doutor da lei, e a Apolo, para que nada lhes falte” (Tt.3:12-13).

Alguém já ventilou que houvesse uma animosidade ou rivalidade entre Paulo e Apolo. Ledo engano. Se assim fosse, Paulo não teria se preocupado com sua subsistência. E ainda que houvesse, isso demonstraria o grau de maturidade do apóstolo, a ponto de preocupar-se com a subsistência de um desafeto.

Percebemos também que não havia qualquer tipo de ciúmes de Paulo para com Tito. Em momento algum ele receou enviá-lo a Apolo.

Este tem sido um problema sério em muitos ministérios hoje. Os pastores têm ciúme exacerbado de ‘suas’ ovelhas, de ‘seus’ obreiros. Insistem em mantê-los presos no redil, temendo que encontrem pastos mais verdes.

Se Paulo estivesse centrado em seu umbigo ministerial, jamais teria se preocupado com o bem-estar de Apolo. Há uma passagem que deixa bem patente esta característica nele:

“Além das coisas exteriores, há o que diariamente pesa sobre mim, o cuidado de todas as igrejas (...) Eu de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas vossas almas, ainda que, amando-vos cada vez mais, seja menos amado” (2 Co.11:28; 12:15).

Como bom mentor, Paulo estava preocupado em trabalhar esta qualidade em seu pupilo. Jamais preocupou-se em puxar a brasa pra sua sardinha, mas preferiu espalhá-la para aquecer a todos à sua volta.

De onde provinha a confiança que Paulo tinha em Tito?

Tito o acompanhara desde o início. Foi seu companheiro quando desceu à Jerusalém para apresentar-se aos outros apóstolos. O fato de Tito não ter sido obrigado a circuncidar-se, por ser grego, comprovava que o cristianismo não era uma mera continuidade do judaísmo, mas algo totalmente revolucionário. Tito, portanto, era a prova e a testemunha da subversão provocada pela Graça.

Confira o texto:

“Depois, passados quatorze anos, subi outra vez a Jerusalém com Barnabé, levando também comigo a Tito. E subi por causa de uma revelação, e lhes expus o evangelho que prego entre os gentios. Mas particularmente aos que pareciam ter maior destaque, para que de maneira alguma não corresse, ou não tivesse corrido em vão. Mas nem mesmo Tito, que estava comigo, sendo grego, foi constrangido a circuncidar-se” (Gl.2:1-3).

E não só isso! Paulo o considerava um filho. Veja a forma carinhosa com que o apóstolo se refere a ele na abertura da epístola que lhe fora endereçada:

“A Tito, meu verdadeiro filho segundo a fé que nos é comum” (Tt.1:4a).

Apesar de todo o companheirismo entre eles, justamente na reta final de sua jornada, Paulo se vê sozinho. Onde está Tito, seu companheiro fiel? Não o traiu. Não lhe causou danos. Apenas o deixou na hora em que mais precisava. Paulo, então, apela a Timóteo, em busca de um ombro amigo.

“Procura vir ter comigo depressa. Porque Demas me abandonou, amando o presente século, e foi para Tessalônica, Crescente para a Galácia, Tito para a Dalmácia. Só Lucas está comigo. Toma a Marcos, e traze-o contigo, porque me é muito útil para o ministério. Quanto a Tíquico, enviei-o a Éfeso. Quando vieres traze a capa que deixei em Trôade, na casa de Carpo, e os livros, principalmente os pergaminhos. Alexandre, o latoeiro, causou-me muitos males; o Senhor lhe pague segunda as suas obras” (2 Tm.4:9-15).

O velho apóstolo, já prestes a ser executado, se sente só, abandonado por aqueles a quem ele dedicara sua vida. Demas nunca mais o procurara, trocando a causa de Cristo pelo apego às coisas do mundo. Crescente foi para a Galácia. Tíquico fora enviado por Paulo a Éfeso. Alexandre foi o que lhe causou mais dor de cabeça. Só lhe restou Lucas.

Mas de todos estes, quem mais lhe fazia falta, era, sem dúvida, Tito, seu filho amado. Quando não o encontrou em Trôade, saiu com tanta pressa de revê-lo, que acabou deixando pra trás sua capa e seus livros.

Acompanhado apenas de Lucas, o médico, Paulo pede que Timóteo venha, mas não venha só. Que traga consigo a Marcos, aquele mesmo que em outro episódio também lhe deixara, e contribuíra para o afastamento entre Paulo e Barnabé (At.15:36-39). Talvez o que Paulo realmente quisesse era evitar que Timóteo fizesse aquela longa viagem sozinho. Ele sabia o quanto doía estar só.

Como alguém que provocara o rompimento entre Paulo e Barnabé, poderia agora ser-lhe útil?
A esta altura da vida, Paulo já tinha experiência suficiente para entender mais da natureza humana. Por isso, se dispusera a perdoar a Marcos, possibilitando que retornasse ao seu convívio, e servisse de companhia a Timóteo.

À medida que amadurecemos, damo-nos conta de que não adianta tentar monopolizar nossos relacionamentos. Aprendemos que nossos amigos necessitam outras companhias além da nossa. Porém, devo admitir que é mais fácil compartilhar bens materiais do que amizades.

Não confunda lealdade com exclusividade. Amizade é como o ar que respiramos; a gente jamais deve descartar, mas buscar reciclar constantemente, enquanto partilha com os demais.


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Hermes Fernandes é também culpado do que se faz aqui no Genizah



Apertem os cintos! A enquête da mordaça gay sumiu!




O senado decidiu testar, através de uma enquête em seu portal, a aceitação popular ao projeto de lei (PLC 122/2006).

Mas da forma como a pergunta foi formulada veja aqui, estava era tentando induzir a votação, pelo erro, e ganhar cacife político para aprovar a insidiosa lei.

Deram-se mal. Centenas de blogs cristãos publicaram o alerta, bem como, milhares de e-mails forma disparados.

Contudo, estranhamente, a enquête foi retirada do ar na madrugada de ontem, justo quando a população alertada começou a se manifestar fortemente. Claro, que o povo reclamou o “sumiço”.

Clique para ampliar a imagem e confira as explicações do Senado.



Veja a seguir que o resultado da enquête indicava que a maioria votante disse NÃO à mordaça gay.



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Fonte das imagens: UBE blogs - reportagem Eliseu Antonio Gomes



Porque o meu blog se transformou em um blog apologético?



Renato Vargens








O Senhor tem me dado o privilégio de escrever. Pela graça de Deus tenho escrito livros, artigos e crônicas pastorais, que nos últimos anos tem abençoado milhares de pessoas nos mais diferentes países.

O meu blog possui mais de 530 artigos publicados nos mais diferentes temas, onde família, juventude, cotidiano, missão integral, cidadania e política, música e teologia se fazem presentes. Mais de 200 mil pessoas já leram os meus textos, deixando impressos em páginas digitais, milhares de comentários. Ultimamente, em virtude da apostasia evangélica, bem como as aberrações teológicas dos apóstolos da modernidade, tenho dedicado parte dos meus escritos a apologética, onde de forma séria e apaixonada tenho procurado defender a doutrina cristã. Entretanto, algumas pessoas ao longo dos últimos meses me têm escrito criticando a minha forma de defender a fé. Para estes, em nome do amor, eu não deveria apontar os desvios doutrinários das igrejas evangélicas e sim promover a unidade da Igreja de Cristo Jesus. Segundo estes irmãos, defender a fé não deve ser um ato prioritário do cristão, até porque, somente o Senhor é quem possui poder para julgar os corações dos homens.

Pois é, acabo de Chegar de Cabo Verde, África, onde tive o privilégio de pregar em um Congresso de Famílias. Ao caminhar pelas ruas da capital, pude perceber a existência de uma enorme Catedral da Igreja Universal do Reino de Deus. Sem titubeios perguntei a um dos pastores que comigo estava: O que eles têm pregado por aqui? O pastor demonstrando uma enorme preocupação respondeu: Um evangelho diferente do ensinado na Bíblia. Segundo ele, a IURD havia ressuscitado algumas práticas pagãs onde a superstição e o misticismo se faziam presentes jogando por terra o trabalho de décadas dos missionários cristãos.

Como inúmeras vezes escrevi neste blog, não sei fazer o jogo do contente, nem tampouco consigo fechar os olhos as aberrações teológicas do neo-pentecostalismo. Em virtude disto acredito que mais do que nunca a Igreja de Cristo precisa preservar a sã doutrina defendendo os valores inegociáveis da fé cristã. Isto posto, afirmo que a apologética cristã é um ministério indispensável a saúde do Corpo de Cristo.

A palavra "apologética" vem do grego "apologia", e significa "uma defesa verbal". O termo é utilizado oito vezes no Novo Testamento: At 22:1; 25:16; 1 Co 9:3; 2 Co 7:11; Fl 1:7,17; 2 Tm 4:16; 1 Pd 3:15. A apologética é a parte da Teologia que se encarrega de apresentar uma defesa da Bíblia contra toda e qualquer contestação que possa surgir por parte de qualquer pessoa. Nessa defesa podem-se incluir as ciências como: Arqueologia, Paleontologia, Biologia, Filosofia, Matemática, Física, Química, etc. (1)

Como bem disse Robson Tavares Fernandes a boa apologética é aquela que consegue englobar todas essas áreas de conhecimento de acordo com as necessidades, aplicando-as apropriadamente, com mansidão, temor e amor por aqueles que estão vivendo no engano.

Pois é cara pálida, dias dificeis os nossos! Por mais que alguns defendam o silêncio e a "polianização" da fé, não me é possível calar diante das distorções teologicas do catolicismo romano, do neo pentecolstalismo e outros tantos "ismos" mais.

Em virtude disto não exitarei em continuar defendendo a fé cristã apontando erros e dando nome aos bois.

Doela a quem doela, isto farei.

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Ó alma do caraças!!!



Rubinho Pirola


Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte? Rm 7:24

Alma gémea, alma penada… são tantas as conhecidas pela cultura popular…

Mas a que eu temo mesmo é a minha.

Aquela, velha, tão velha que, mesmo apesar do meu novo nascimento – milagre feito possibilidade por Cristo e uma nova consciência, a do Evangelho e dos seus feitos em mim – continuou a mesma um dia após essa grande experiência de fé. Foi o dia em que fui salvo por Deus.

É bem verdade que, desde lá, tenho visto transformação, à medida em que ela vem sendo exposta à Palavra e a acção do Espírito de Deus. Nesse sentido, venho sendo salvo, dia após dia, com muito choro engolido, gemido não confessado e com dores atrozes. Nessa experiência dolorosa, venho sendo salvo, deixando as deformações que me afastaram da imagem e semelhança de quem me criou. Mas,… se dou chance, apesar dos já cerca de 35 anos de vida cristã, levanta-se ela com a mesma força que tinha no dia em que permitiu Deus que eu morresse para o seu poder.

Mas não é fácil: essa impostora, engana, fazendo-me crer no que sente, vê ou toca, coisas passageiras e rejeita com todas as forças o que não se vê – justamente o que é para além do tangível – o amor e o compromisso de Deus por mim. E é aquela coisa: apela, grita, teima em não dobrar-se, nos tenta prender aos seus tentáculos e reduzir-nos a um pobre experiência meramente sensual. Se vejo, creio, se sinto, possuo, se ameaçada, teme, se algo vem de encontro ao seu gosto e prazer, então me é bom, confundindo o bom e o que é somente prazeroso. Num momento, estou apaixonado, noutro, frio como gelo. Num instante encantado, noutro, enojado. O que mudou à minha volta para além dos “sabores carnais”? Nada. Não da parte de Deus, que tem sempre (teve e terá) tudo sob as mãos!

“Desventurado homem que sou, quem me livrará dessa experiência de morte?” Perguntou Paulo a respeito dessa terrível realidade humana. Como nos vermos livres dessa manipulação existencial? "Graças a Deus por Jesus Cristo", acrescenta o apóstolo, que nos possibilita a viver pelo que cremos, não pelo que sentimos, nos sujeitando passivamente ao curso dessa alma, sempre enferma e feroz. E, sujeita, essa humana existência não é ruim, longe disso, mas há que crucificá-la todo santo dia… E isso cheira a pneu queimado. É sempre morte…

E completa: “nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito”. Ainda seremos salvos, por completo, quando esse corpo, coitado, na glória, será totalmente novo. É nisso que medito no dia de hoje e pelo que anseio.

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Rubinho Pirola acende o pavio aqui em Genizah e sai correndo.



That 70's show - versão GOSPEL




Morro e não vejo tudo!



Jesus me acode! Tô me acabando de rir!



Miséria! Vai ver o negócio é até bom! Mas que o cartaz é "cumplexo", isto é!




De todo modo, dá para ver pelo "elmo de ursinho rosa" que o negócio é inclusivo mesmo... e a boiolagem corre solta!




Dona Sula viu e não gostou não! Disse que se fosse na igreja dela este moço ia passar uns bons seis meses em discipulado com ela... Mas ôoo meigo, ligue não! Ia ser bom! Além de aceitar Jesus no tranco, ainda vais se deliciar com o bolo de aipim que só D. Sula sabe fazer....


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Por Danilo Fernandes, Genizah
Dica da Dianne a moça que distrai os guardas aqui no Genizah e se esconde na Manguita e, para quem, D. Sula já disse que só dá bolo de aipim em troca de cup cake...



Amigo é coisa pra se compartilhar - Parte 1


Hermes Fernandes


Não basta estar no lugar certo, com a intenção correta, se não nos fizermos acompanhar das pessoas certas.

Paulo, o grande apóstolo dos gentios, jamais se deu o luxo de trabalhar sozinho. Sempre o encontramos acompanhado, ora por Barnabé, ora por Silas, ou por Timóteo ou Tito. Talvez por conhecer a instrução dada por Jesus a Seus primeiros discípulos, para que fossem de dois em dois. Isso não apenas dava peso ao seu testemunho acerca de Cristo, como também lhe servia de motivação adicional em suas longas e perigosas jornadas.

Em 2 Coríntios 2:12-13, encontramos seu desabafo num momento em que se viu sozinho:

“Ora, quando cheguei à Trôade para pregar o evangelho de Cristo, e uma porta se me abriu no Senhor, não tive descanso no meu espírito, porque não achei ali meu irmão Tito. De sorte que, despedindo-me deles, parti para a Macedônia.”

Sem Tito para ajudá-lo, o apóstolo preferiu despedir-se dos irmãos de Trôade, e partir para a Macedônia. A pressa de Paulo em deixar Trôade foi tão grande, que acabou esquecendo lá sua capa e seus livros. Por isso, em sua epístola a Timóteo, pede que se lhe tragam tais coisas lá deixadas (2 Tm.4:13).

Chegando à Macedônia, Paulo reencontrou seu discípulo amado. Leia seu relatório, e perceba a alegria com que relata seu reencontro com Tito:

“Pois mesmo quando chegamos à Macedônia, a nossa carne não teve repouso algum, mas tudo fomos atribulados: por fora combates; por dentro, temores. Mas Deus, que consola os abatidos, consolou-nos com a vinda de Tito” (2 Co.7:5-6).

É interessante notar algo. Quando chegou à Trôade, devido à ausência de Tito, seu ESPÍRITO não teve descanso. Mas na Macedônia, com a vinda de Tito, mesmo com toda a tribulação, foi a sua CARNE que não teve repouso. Em outras palavras, seu espírito estava reanimado com a presença do amigo, ainda que “por fora” houvesse combates, e “por dentro temores”.

Pior do que a presença das lutas é a ausência de amigos. É melhor o cansaço da carne do que a exaustão do espírito. A amizade é uma espécie de elixir para a alma.

Será que se Paulo estivesse sozinho naquela prisão em Filipos, com as costas ensangüentadas, ele teria encontrado ânimo para cantar? Sua carne estava em frangalhos, mas seu espírito renovado, por ter ao seu lado Silas, outro dos seus fiéis companheiros.

Quando Tito ficou sabendo do desapontamento de Paulo por não encontrá-lo em Trôade, tratou de sair apressadamente ao seu encontro na Macedônia.

Entre Paulo e Tito havia uma afinidade de sentimento e de propósito. Confira as palavras do próprio Paulo acerca do seu pupilo:

“Por isso fomos consolados pela vossa consolação, e muito mais nos alegramos pela alegria de Tito, porque o seu espírito foi recreado por todos vós” (2 Co.7:13).

Repare bem nisso: Há uma recreação espiritual que só é possível pela presença de alguém com quem tenhamos afinidade de sentimento. Tem que ser algo recíproco. Qualquer bem que se fizesse a Tito, era como se fizesse ao próprio apóstolo. Recreá-lo era o mesmo que alegrar o coração do seu mentor.

Veja quanto apreço, confiança e expectativa foram investidos no jovem pastor. Possivelmente, Paulo o visse como quem daria continuidade ao seu ministério. Foi ele o enviado especial para recolher as ofertas enviadas pelos coríntios, o que comprova grande confiança.

“De maneira que exortamos a Tito que, como começou, assim também acabe esta graça entre vós”(2 Co.8:6)

Quanta confiança! Paulo sabia que Tito não se aproveitaria disso para explorar seus irmãos:

“Dou graças a Deus, que pôs a mesma solicitude por vós no coração de Tito” (v.16).

Definitivamente, seus corações batiam no mesmo compasso. O zelo pela obra de Deus lhes era comum. Ambos amavam as pessoas com a mesma intensidade, e a mesma disposição de servi-las.

Já no finalzinho de sua epístola, Paulo revela:

“Aproveitei-me de vós por intermédio de algum daqueles que vos enviei? Roguei a Tito, e enviei com ele um irmão. Aproveitou-se Tito de vós? Acaso não ANDAMOS NO MESMO ESPÍRITO? Não seguimos as mesmas pisadas?”( 2 Co. 12:17-18).

Afinidade de sentimento produz companheirismo, mas a afinidade de propósito produzcooperação. Ouça a veemência do seu testemunho:

“Quanto a Tito, é meu companheiro e cooperador para convosco” (v.23a).

Ser companheiro é caminhar junto, seguir as mesmas pisadas. Ser cooperador é trabalhar conjunto. Companhia e cooperação só são possíveis quando andamos no mesmo espírito.
Como podemos cooperar com alguém, sem que estejamos acompanhando-o? E como podemos acompanhar alguém de quem discordamos? Quando há discordância de propósito, a comunhão se torna impossível. Não me refiro aqui a pequenas discrepâncias de opinião. Nem sempre vamos concordar 100% em tudo. Mas no que tange ao propósito pelo qual estamos caminhando juntos, tem que haver concordância absoluta. “Andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?”, é a questão levantada pelo Senhor pelos lábios do profeta (Amós 3:3).

Também deve haver uma relação de absoluta confiança e cumplicidade.

Era Tito o responsável por confirmar o trabalho apostólico de Paulo, estabelecendo presbíteros de cidade em cidade:

“Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem o que ainda resta, e de cidade em cidade estabelecesses presbíteros, como já te mandei” (Tt.1:5).

Paulo jamais correria o risco de confiar uma tarefa tão importante a qualquer pessoa. O convívio entre eles era a garantia de que se podia confiar no outro sem ressalvas. Paulo sabia que Tito estava habilitado para terminar o que ele começara.

Cabia a Tito organizar, pôr em ordem, construir sobre as bases deixadas por Paulo. Imagine se Tito resolvesse lançar outro fundamento além do que Paulo já havia lançado. Seria um desastre. Mas esse risco sequer foi considerado. A confiança era absoluta.

Continua...

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Hermes Fernandes é também culpado do que se faz aqui no Genizah




Que feio, irmã!!!






Bíblia "pirata"!!!

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Fonte Tolices do Orkut via Jesus e meus 20 e poucos anos.



Saramago na fé dos outros é refresco!


Eurodeputado pede que Saramago renuncie à cidadania lusa


Lisboa, 20 out (Lusa) - O eurodeputado português Mário David pediu para José Saramago renunciar à cidadania portuguesa por se sentir "envergonhado" com as recentes declarações do escritor sobre a Bíblia.

No seu site pessoal, o vice-presidente do Partido Popular Europeu (PPE) escreveu que Saramago "há uns anos, fez a ameaça de renunciar à cidadania portuguesa. Na altura, pensei quão ignóbil era esta atitude. Hoje, peço-lhe que a concretize. E depressa".

"Tenho vergonha de o ter como compatriota! Ou julga que, a coberto da liberdade de expressão, se lhe aceitam todas as imbecilidades e impropérios?", questiona o eurodeputado.

No sábado, Saramago lançou o livro "Caim" e considerou a Bíblia "um manual de maus costumes, um catálogo de crueldade e do pior da natureza humana".

Após estas afirmações, houve reações de vários representantes da Igreja Católica e da comunidade judaica em Portugal, criticando Saramago e acusando-o de estar fazendo um golpe publicitário para promover o livro.

"Se a outorga do Prêmio Nobel o deslumbrou, não lhe confere a autoridade para vilipendiar povos e confissões religiosas, valores que certamente desconhece, mas que definem as pessoas de bom caráter", escreve ainda Mário David na internet.

Contatado pela Agência Lusa, o eurodeputado disse que as afirmações "são pessoais e não representam o partido" pelo qual foi eleito.

"Não estou interessado em entrar em polêmica", declarou, acrescentando que também não quer "contribuir para dar publicidade ao livro".

Questionado se já leu "Caim", respondeu: "Não li, nem vou ler, ou é obrigatório?", ironizou.

"Esta posição é pessoal e vincula-me só a mim. Nem sequer sou católico praticante, mas tenho o direito à indignação", justificou, acrescentando que se sentiu "violentado" pelas declarações do autor sobre a Bíblia, que, na sua opinião, são "atentatórias da consciência e sentimentos dos outros".


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Fonte: Agência Lusa - Dica do Pastor Felix


Como eu amo o valoroso povo português! É isto ai gente! Ameaçou tem de cumprir!

Como diz o provérbio: “Há três coisas que jamais voltam: a flecha lançada, a palavra dita e a oportunidade perdida”!

O medo é o Lula querer fazer do chapeleiro louco expatriado cidadão brasileiro...

Diga ao povo que fui!



Rio 2016



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Do Chargista maranhense Clovis Cabalau



A ilusão do aplauso


Alan Brizotti


“O que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou, o que dará o homem em troca da sua alma?” (Mt. 16.26)

No Talmude, há uma lição de profundidade impressionante: “O homem nasce com as mãos fechadas; morre de mãos abertas. Ao entrar na vida, ele deseja agarrar todas as coisas; ao deixar o mundo, tudo quanto possuía se foi”. A luta pela vida tem passagem certa pelo campo minado da ambição. A sociedade do espetáculo está sempre armada para abater aqueles que não trilham os luminosos caminhos da mídia. O professor Gabriel Perissé diz que estamos na "Idade Mídia".

A valorização dos holofotes tem criado uma sociedade de adoradores do espelho, uma legião de fantoches da propaganda que, em nome do sucesso, violentam a própria natureza do ser para priorizarem o não-­ser, a tirania do ter, o reinado dos desejos. Sucesso, do ponto de vista da Bíblia, é a vida oferecida e vivida plenamente para Deus.

Em Eclesiastes 9.13­-15, a Bíblia mostra uma importante lição de vida: “Também vi este exemplo de sabedoria debaixo do sol, que me pareceu grande: Houve uma pequena cidade em que havia poucos homens, e veio contra ela um grande rei, e a cercou e levantou contra ela grandes tranqueiras. Ora, vivia nela um sábio pobre, que livrou aquela cidade pela sua sabedoria. Mas ninguém se lembrou mais daquele pobre homem”. Esse relato incrível não se encaixa bem na mentalidade nababesca da pós­ modernidade. Como pode um homem salvar uma cidade de uma devastação militar e não receber títulos, honras, aplausos, adoração? Até no evangelicalismo narcisista de hoje esse exemplo é visto com certa ressalva.

O elogio da Bíblia é o maior prêmio: “...exemplo de sabedoria...que me pareceu grande”. A grandeza aqui não está na realização, mas no testemunho histórico, na conduta antes da conquista (“um sábio pobre”). A ilusão do aplauso e a sedução do reconhecimento podem nos levar à neurose da exaltação, à síndrome de Nabucodonosor (Dn. 4.29­-31), ao sentimento de que a nossa verdadeira missão se resume à mesquinhez do “agarrar todas as coisas”.

Que possamos orar como o Arcebispo François Fenelon: “Senhor, não sei o que eu deva pedir a Ti. Só Tu sabes do que eu preciso. Tu me conheces melhor do que eu conheço a mim mesmo. Oh, Pai, dá ao teu filho o que ele mesmo não sabe pedir. Ensina­me a orar. Ora Tu em mim”.

Que assim seja!

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Alan Brizotti é colaborador do Genizah e permanece lutando para manter-se no princípio de Jó.



Oração, verbo passivo!


RUBINHO PIROLA

"Mas tu, quando orares, entra no teu
aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto..." Mt 6:6

Reza é falatório para não ouvir. Como afirma Ruben Alves.

E como evangélico reza... achando que pratica coisa diferente. O nosso negócio é orar. E orar não é rezar, afirmamos nós.

Mas, de um modo ou de outro, o que temos visto é ladainha, reza e não oração.

Eu sempre fui encucado com essa coisa de orar, como se esse fosse o modo pelo qual o "Onisciente" fica sabendo de coisas que ainda não sabe.

Nós, cristãos, entendemos que se não orarmos, Deus não nos atende.

Orar é fazer Deus nos atender. Ou saber de coisas que não sabe.

Vai dai que usamos as orações para convertermos Deus. Fazê-Lo ser mais "bom", ou convertê-Lo às nossas causas.

E jejuamos, e imploramos, aprendemos técnicas para "dobrarmos" a vontade divina...

Ensinam-nos que devemos antes de orar, ofertar, sacrificar - via de regra - o bolso, a carteira e só ai, dizem eles Deus responderá. Faça isso e mais aquilo, chore, gema, implore, seja perseverante, incomode, perturbe,... para que Deus o ouça.

Se é verdade que Deus nos suprirá de comida, como a que dá aos passarinhos, ou vestimenta, em maior esplendor do que os lírios do campo (valemos mais que esses, disse Jesus!), enfim, dessas coisas e demandas da vida que nos seríamos acrescentadas na nossa caminhada, então não faz sentido algum, entendermos a oração como um meio de falar muito.

Mas as nossas orações ainda falam só de pão e vestimenta.

Somos maus e não temos coragem de dar pedra por pão, ou cobras por peixe aos nossos filhos, mas as nossas orações ainda são peditórios miseráveis de quem, desconhecendo o bom Pai que sabe dar do seu bom tesouro coisas boas aos seus filhos, não vive uma vida de fé e sim de ansiedade e obsessão.

Oração, entendo eu hoje, é um excelente meio para ouvirmos Deus. E estar com Ele. E para juntarmos-nos ao que Ele faz e tem feito - na nossa vida e na dos outros.

Orando, tornamos-nos parte do Seu mover. Afinando passo a passo a nossa vida com a Dele, como fazia Jesus durante toda a sua caminhada em carne.

Quanto mais me entrego à oração, mais sou, de fato, Dele. E Ele, meu. E isso nos transforma. Por isso mesmo creio que a oração mais poderosa que há é aquela que não muda, nem Deus, muito menos as circunstâncias, mas a nós mesmos.

Orar, não é uma prática de muito falar, mas de deixar-se aquietar.

Não há nada que se compara a ouvirmos Deus no silêncio do quarto, no secreto da vida. Mesmo que do lado de lá, nada vem, som nenhum e enfrentamos os nossos próprios barulhos que tanto abafam a Sua voz, como aqueles relógios de cabeceira que se tornam vivos, à medida que tudo se faz silêncio nas nossas noites.

Estar com Ele é ainda, a melhor coisa que pode ser orada a Deus.
Junto Dele, até as palavras são demasiadas...


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Segundo os inimigos do Genizah, o Rubinho devia mais era ficar de boca fechada!




Diga NÃO à lei da mordaça gay votando na enquete do Senado Federal



O Site do Senado resolveu jogar um balão de ensaio e testar a aceitação popular do projeto de lei (PLC 122/2006) .


Na enquete o Senado pergunta:

- Você é favorável à aprovação que torna crime o preconceito contra homossexuais?

(Repare a formulação maliciosa da pergunta!!!! Como se o projeto fosse este!)

Vá a página do Senado Federal e vote NÃO! Não para MORDAÇA GAY!


http://www.senado.gov.br/sf/senado/centralderelacionamento/sepop/


A enquete fica no lado direito do site, logo abaixo do "Fale com o Senado".

Perceba que até o texto de divulgação da enquete é tendencioso, rotulando de antemão os divergentes como preconceituosos.





A verdadeira "Marcha pra Jesus"


Hermes Fernandes


"Mas graças a Deus, que em Cristo sempre nos conduz em triunfo, e por meio de nós
manifesta em todo lugar o perfume do seu conhecimento"(2 Co.2:14).


Eis um dos versos bíblicos mais mal compreendidos pelos cristãos contemporâneos! Mas o que esperar de uma geração de crentes triunfalista e individualista, que pinça versos das Escrituras a seu bel-prazer, para justificar sua postura hedonista e egoísta? O que esperar de uma geração que sai às ruas numa marcha aparentemente dedicada a Jesus, mas que no fundo pretende ser uma demonstração de cacife político?

De acordo com essa visão distorcida, Paulo estaria dizendo que Cristo nos conduz pelo mundo vitoriosamente. Entretanto, o foco de Paulo não é a nossa vitória como indivíduos, mas a vitória de Cristo sobre seus inimigos. E adivinha que inimigos são esses?

Algumas traduções dizem que Ele "sempre nos faz triunfar". Porém, o texto grego diz que Ele nos conduz em triunfo. Pode até parecer que estamos trocando seis por meia dúzia. Entretanto, "fazer triunfar" e "conduzir em triunfo" têm significados bem distintos, e praticamente inversos.

De fato, a Bíblia nos garante que "somos mais que vencedores", e que "a vitória que vence o mundo é a nossa fé". Porém, esse verso em particular fala de outra coisa.

O que é que Paulo intentava dizer, afinal?

Primeiro, precisamos nos familiarizar com a palavra "triunfo". Trata-se do desfile triunfal que era promovido em Roma para recepcionar os generais romanos e suas tropas, quando chegavam de alguma campanha militar bem-sucedida.

Geralmente, o general ía à frente, em seu carro de guerra, exibindo louros em sua cabeça, seguido pelos soldados que ostentavam bandeiras e estandartes, e pelos prisioneiros de guerra, acorrentados pelos pés, mãos e pescoços.

Que posição Paulo imaginava ocupar na parada triunfal de Cristo? Será que ele se imaginava o general? Ou um dos soldados? Ou será que ele se via como um prisioneiro, um inimigo vencido, e que agora era exibido como troféu ao mundo?

Basta relembrarmos de sua conversão, quando ouviu dos lábios de Cristo: "Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa é recalcitrares contra os aguilhões" (At.26:14). Ora, os inimigos conquistados eram exibidos pelas ruas de Roma, acorrentados com aguilhões em seus pescoços. Qualquer movimento poderia ser fatal, pois esses aguilhões penetrariam no pescoço do prisioneiro, provocando um sangramento que o levaria à morte.

Seria por isso que Paulo usualmente se apresentava como "prisioneiro de Cristo" (Ef.3:1; 4:1; Fm.1; 2 Tm.1:8)?

Paulo se considerava um inimigo conquistado por Cristo. Era exatamente esta a imagem que ele tinha em mente ao declarar que estava sendo conduzido por Cristo em Seu desfile triunfal pelo mundo. Paulo era um exemplo de que Cristo é capaz de fazer a um inimigo Seu.

Em outras palavras, somos inimigos vencidos, e agora, exibidos ao mundo como troféus. Daí Paulo declarar em outra passagem: "Pois tenho para mim que Deus a nós, apóstolos, nos pôs por últimos, como condenados à morte. Somos feitos espetáculo ao mundo, aos anjos e aos homens" (1 Co.4:9). Os cidadãos que assistiam àquele espetáculo cruento sabiam que os últimos eram os condenados à morte.

E por mais paradoxal que pareça, somente os "vencidos por Cristo" podem ser considerados "mais que vencedores" por meio d'Ele.

Cristo nos conquista pelo amor! Não é pelo poder, pela força bruta, nem pela imposição, mas por Sua graça e amor.

E Suas correntes são tão poderosas, que podemos fazer coro com Paulo: "Pois estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor" (Rm.8:38-39).

A verdadeira "marcha pra Jesus" não acontece com data marcada, guiada por trios elétricos, ao som de gritos de guerra, mas acontece todos os dias, pelas ruas, avenidas, corredores de supermercados, shoppings, bancos, onde gente conquistada pelo amor de Jesus são conduzidas como amostras grátis do poder do Evangelho.

Desta marcha eu participo sem o menor recato.

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Hermes Fernandes é também culpado do que se faz aqui no Genizah



Toma ai o TOP!



Vai a lista dos blogs parceiros que mais mandaram visitas para o Genizah no mês de setembro. Pera ai! Mas não é 10? Tem 12 na lista... Aé? Então tá...


# 1 Pulpito Cristão


# 2 Pavablog

# 3 Renato Vargens


# 4 Nani & A Teologia

# 5 Tomei a Pilula Vermelha

# 6 Este mundo Jaz no Maligno

# 7PODCAST Irmãos.com

# 8 Bereianos

# 9 Hermes Fernandes

# 10 VemVer TV

# 11 Pastor Altair Germano

#12 Graça Plena


Aos 12, muito obrigado!




Eu tenho o "chamado"! Risos.

Clique para ampliar




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Fonte: KARAPUÇA , do cartunista IZIDRO



Karate Kid versão terceira idade?

Ivo Tucano


Idosos aprendem a cair "da maneira correta" quando forem assaltados!!!


Assim foi noticiando no jornal SBT NOITE. Uma determinada delegacia do RIO DE JANEIRO realizava um curso para idosos sobre prevensão e comportamento defensivo diante do assalto ou agressão. (O QUE INFELIZMENTE TEM ACONTECIDO A MUITOS IDOSOS PELO BRASIL TODO, NÃO SÓ NO RIO).

O que me chamou a atenção foi saber que estão ensinado até como os SIMPÁTICOS "VOVÔS E VOVÓS" devem cair no chão durante a investida dos bandidos!

É ISSO? Foi até divertido ver uma simpática senhora entretida ensaindo golpes de defesa com uma colega também de idade avançada... E o delegado, naturalmente, enfatizando o aspecto preventivo da ação. ACHO ATÉ BOA VONTADE DA "CHEFIA", MAS, PELAMORDEDEUS!!! QUE PAÍS MALUCO É ESSE, QUE AO INVÉS DE GARANTIR SEGURANÇA PARA NOSSOS IDOSOS E CIDADÃOS EM GERAL, PREFERE INVESTIR EM CURSO DE "KARATE KID" PRA TERCEIRA IDADE. CHEGAMOS A TANTO?

A TERCEIRA IDADE É UMA FASE LINDA, NA QUAL MUITOS IDOSOS VOLTAM A VIVER INTENSAMENTE DEPOIS DE TEREM CONTRIBUÍDO TANTO COM O PAÍS; DEPOIS DE TANTOS IMPOSTOS. E AGORA QUEREM DESFRUTAR DO DESCANSO, LAZER E É CLARO… SEGURANÇA. Não se meteram em cursos paramilitares que lhes garantam menor risco ao exercerem seus direitos básicos de ir e vir!

Coisa triste!

“Levantem-se na presença dos idosos, honrem os anciãos, temam o seu Deus. Eu sou o SENHOR." Lev 19:32 32

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Fonte: Blog do autor, com pitacos do Genizah.




Moedas Egípcias com a efigie de José corroboram texto sagrado



De acordo com matéria do jornal egípcio 'Al-Ahram', arqueólogos descobriram moedas antigas que trazem o nome e imagem do José bíblico.

Nele, que disse que as pedras iam clamar
Pr Marcelo de Oliveira

Seguem trechos do artigo [1]

Versos corânicos indicam claramente que moedas eram utilizadas no Egito na época de José. Em uma descoberta sem precedentes, um grupo de pesquisadores e arqueólogos egípcios encontrou um depósito de moedas da época dos faraós. Sua importância reside no fato de que ela fornece prova científica decisiva desaprovando a alegação de alguns historiadores de que os egípcios antigos não estavam familiarizados com moedas e que realizavam o comércio por meio de escambo.

“Os pesquisadores descobriram as moedas quando examinavam milhares de pequenos artefatos arqueológicos armazenados nos [cofres do] Museu do Egito. [Inicialmente] eles consideraram os artefatos como amuletos, mas um exame detalhado revelou que as moedas traziam cunhados o ano e seu valor, ou efígies dos faraós [que governaram] na época que foram cunhadas. Algumas das moedas são datadas da época quando José viveu no Egito e estampam seu nome e retrato.


Costumava haver um conceito errôneo de que o comércio [no Egito Antigo] era realizado por meio do escambo, e que o trigo egípcio, por exemplo, era trocado por outras mercadorias. Mas de maneira surpreendente, versos corânicos indicam claramente acerca da utilização de moedas no Egito na época de José.

O Dr. As’id Muhammad Thabet, líder da equipe de pesquisa, em relação a sua pesquisa arqueológica concernente ao profeta José, disse ter descoberto nos cofres da Autoridade de Antiguidades [Egípcia] e do Museu Nacional, muitos amuletos de inúmeras eras e de períodos posteriores ao de José, incluindo um que trazia sua efígie como o ministro do tesouro na corte faraônica egípcia.

O Dr. S’id Thabet acrescentou que ele examinou o sarcófago de muitos faraós em busca de moedas utilizadas como amuletos ou ornamentos, e que ele havia, de fato, encontrado tais moedas antigas egípcias. Essa [descoberta] impeliu pesquisadores a buscar e encontrar versos corânicos que falem de moedas utilizadas no Egito antigo, [tais como]: “E eles o venderam [ex. José] por um preço irrisório, um número de moedas de prata; e eles não lhe impuseram valor”. [Corão 12:20]. [Também,] Qarun [2] diz acerca de seu dinheiro: “Isso me foi dado por causa de certo conhecimento que tenho” [Corão 28:78].

Estudos... revelaram que aquilo que a maioria dos arqueólogos considerava uma espécie de amuleto, e que outros consideravam ornamento... é, na verdade, uma moeda.

De acordo com o Dr. Thabet, seus estudos estão embasados em publicações acerca da Terceira Dinastia, uma da qual afirma que a moeda egípcia da época era chamada um deben e que valia um quarto de um grama de ouro. Essa moeda é mencionada em uma carta por um homem chamado Thot-Nehet, um inspetor real das pontes do Nilo. Em cartas endereçadas a seu filho, ele mencionou emprestar terras em troca por moedas deben e produção agricultural.

Outros textos da época da Terceira Dinastia, a Sexta Dinastia e a Décima Segunda Dinastia mencionam uma moeda chamada shati ou Sat, cujo valor era igual ao de uma moeda deben. Também há um retrato de um mercado egípcio mostrando o comércio sendo realizado por meio de escambo, mas um de seus vendedores estica sua mão pedindo uma moeda deben em troca das mercadorias.

Estudos realizados pela equipe do Dr. Thabet revelaram que aquilo que a maioria dos arqueólogos considerava uma espécie de amuleto, e que outros consideravam ornamento é, na verdade, uma moeda. Inúmeros [fatos os conduziram a essa conclusão]: primeiro, [o fato de que] muitas dessas moedas foram encontradas em vários [sítios arqueológicos], e também [o fato de que] elas possuem formas redondas ou ovais e que possuem duas faces: uma trazendo uma inscrição, chamada de a face inscrita, e outra com uma imagem, chamada de a face esculpida.

“A descoberta arqueológica também está embasada no fato de que a face inscrita trazia o nome do Egito, uma data e um valor, ao passo que a face esculpida trazia o nome e a imagem de um dos faraós ou deuses egípcios antigos ou um símbolo a estes relacionado. Outro fato importante é que as moedas possuem tamanhos variados e são feitas de matérias diversos, incluindo marfim, pedras preciosas, cobre, prata, ouro etc.

500 destas moedas foram [recentemente] descobertas no Museu do Egito onde foram [originalmente] classificadas como amuletos e armazenadas de maneira descuidadosa em caixas fechadas.

Uma moeda [tinha] uma imagem de uma vaca simbolizando o sonho de Faraó acerca das sete vacas magras e as sete vacas gordas.

O pesquisador identificou moedas de muitos períodos diferentes, incluindo moedas que traziam marcações que as identificavam como sendo da era de José. Entre estas, havia uma moeda que possuía uma inscrição e uma imagem de uma vaca simbolizando o sonho acerca das sete vacas magras e as sete vacas gordas e as sete espigas cheias e sete espigas miúdas. Foi encontrado que as inscrições deste período antigo eram, geralmente, simples, uma vez que a escrita ainda estava em seus primórdios, e conseqüentemente, havia dificuldade para decifrar a escrita talhada por sobre estas moedas. Mas a equipe de pesquisa [conseguiu] traduzir [a escrita sobre a moeda] ao compará-la com os mais antigos hieróglifos conhecidos.

O nome de José aparece duas vezes sobre esta moeda, escrito em hieróglifo: uma vez o nome original, José, e uma vez seu nome egípcio, Saba Sabani, que lhe foi dado por Faraó quando este se tornou tesoureiro. Também há uma imagem de José, que fazia parte da administração egípcia daquela época.

O Dr. As’id Thabet pediu ao Conselho de Antiguidades do Egito e ao Ministro da Cultura para intensificar os esforços na área da história egípcia antiga e arqueologia, e a [promover] a pesquisa destas moedas que trazem o nome dos deuses e faraós egípcios. Isso, ele disse, seria capacitar a correção de conceitos errôneos correntes concernente à história do Egito antigo.

***
Fonte: A Supemacia das Escrituras via Point Rhema, do Pr. Carlos Roberto Silva
Notas:Matéria extraída originalmente do site: Latest - Middle East Media Institute Crédito da Tradução: Pr. Wellington Mariano Agradeço ao meu nobre amigo, Pr Wellington Mariano que apesar de suas inúmeras tarefas no SBT, traduziu este texto para o amigo [Marcelo de Oliveira] e também por expressar uma grande contribuição para o reino de Deus e, uma prova incontestável [para os críticos] da Inerrância das Escrituras. Pr. Carlos Roberto
[1] Al-Ahram (Egito), 22 de setembro de 2009.
[2] Esse é o nome corânico da personagem bíblica Corá.



TRANSCENDER - Ir além do que os olhos vêem



Hermes Fernandes


Transcendência não é fuga da realidade, mas um mergulho mais profundo nela, em busca de seu significado. Não tem nada a ver com uma hiper-espiritualidade, que se encerra dentro de si mesma, mas de uma espiritualidade que nos projeta para fora de nós mesmos.

Com os olhos iluminados, podemos enxergar o mundo de um novo prisma. Não há nada que deva ser considerado comum (At.10:15). As coisas ordinárias passam a ter valor extraordinário, pois são como que transfiguradas ante aos nossos olhos.

No evento conhecido como Transfiguração, os três discípulos escolhidos por Jesus para testemunhá-la, avistaram atônitos quando não apenas o rosto de Cristo se transfigurou, mas também as suas vestes (Mt.17:2). Não havia nada de especial na roupa usada por Jesus. Era confeccionada de tecido comum àquela região. Provavelmente foi costurada por sua mãe ou alguma costureira da comunidade. Porém, quando o Filho de Deus foi transfigurado à vista dos Seus mais chegados discípulos, Suas vestes resplandeceram como se fossem celestiais.

A realidade à nossa volta está impregnada de glória. Porém, nossos olhos carnais são incapazes de percebê-la. Necessitamos de olhos iluminados para discernir as coisas espirituais (Ef.1:18). Pensar nas coisas de cima não é ficar pensando em como será o céu, e sim, captar os sinais celestes em nosso cotidiano (Cl.3:2).

Passamos a ver Deus até nos momentos mais críticos e nas crises mais agudas pelas quais atravessamos. Tudo recebe um novo significado. A exemplo de Paulo, que da prisão escreveu aos Filipenses: “E quero, irmãos, que saibais que as coisas que me aconteceram contribuíram para maior avanço do evangelho” (Fp.1:12). Em vez de ficar amargurado, questionando a Deus pelo fato de estar preso injustamente, Paulo preferiu fazer uma leitura completamente diferente da situação, enxergando nela um propósito divino. Não é a realidade que muda, e sim leitura que fazemos dela. E é esta leitura que chamamos de transcendência.

Uma vida transcendente não pode ser centrada no próprio umbigo. Enxerga-se o evento particular em conexão com o todo. É o todo que confere um novo significado às partes. Por isso Paulo diz que todas as coisas cooperam em conjunto para aqueles que amam a Deus, e que são chamados segundo o Seu propósito (Rm.8:28).

Vivenciamos momentos de lampejo de transcendência. De repente, o que não fazia qualquer sentido é revestido de beleza singular. Foi num lampejo como esse que Paulo e Silas começaram a louvar a Deus, ignorando a dor causada pelas chibatadas (At.16:25).

A transcendência nos faz considerar o propósito de que todas as coisas e eventos estão carregados. As dores de parto são suplantadas pela vida que delas emergirá (Jo.16:21).

O melhor referencial de que dispomos para um estilo de vida transcendente é o próprio Jesus. Hebreus diz que Jesus só foi capaz de suportar a cruz, porque tinha em vista a alegria que lhe fora proposta (Hb.12:2). É sobre isso que profetiza Isaías: “...quando a sua alma se puser por expiação do pecado (...) Ele verá o trabalho da sua alma, e ficará satisfeito” (Is.53:10-11).

Até a maneira como encaramos a morte é afetada. Ela já não se constitui um inimigo invencível, mas algo natural que possibilita a emergência de novas gerações. O mundo não suportaria por muito tempo se novas gerações chegassem sem que as anteriores partissem.

Jesus disse aos Seus discípulos: É importante que eu vá, para que o Espírito Santo venha (Jo.16:7). Esta mesma consciência havia em João Batista, que em vez de sentir-se ameaçado com a crescente popularidade de Jesus, disse consciente: Convém que Ele cresça, e eu diminua (Jo.3:30).

Portanto, transcender não é alcançar um tipo de nirvana ou hiper-espiritualidade, e sim enxergar a importância de todas as coisas em conexão com o Todo e com Deus.

Isso nos possibilita ver Deus nos lugares e situações mais inusitados. A vida deixa de ser dividida em departamentos separados. Tudo se harmoniza. Não há dualismo. Não há mais distinção entre o que é sagrado e o que é secular. Todas as coisas são puras para os puros (Tt.1:15).

Podemos enxergar a beleza nas diversas manifestações culturais, entendendo-as como resultantes da graça comum. Imagine sentir a presença de Deus enquanto ouve uma canção de Tom Jobim, ou enquanto assiste a um balé no Teatro Municipal!

Se teus olhos forem bons, ressaltou Jesus, todo o teu corpo será luz (Mt.6:22-23). Esta é a experiência da transcendência.

Não se trata de descobrir onde Deus está, e sim, onde Ele não estaria. O Salmista experimentou tal sensação de transcendência, quando compôs o Salmo 139:

“Tal conhecimento é maravilhoso demais para mim; elevado demais para que possa atingir. Para onde me irei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua face? Se subir ao céu, tu ái estás; se fizer nas profundezas a minha cama, tu ali também estás. Se tomar as asas da alva, se habitar nas extremidades do mar, ainda ali a tua mão me guiará e a tua destra me susterá”(Sl.139:6-10).

Enxergar a vida deste prisma é como se tudo ao nosso redor se tornasse translúcido, transparente, banhado por um raio de luz que lhes intensifica o relevo, a estrutura e as profundezas.

A luz que ilumina a todos os homens (Cristo) não apenas passa roçando a realidade, mas a penetra e a revela como de fato ela é.

O convite do Evangelho é que o homem experimente em Cristo a verdadeira transcendência, discernindo o som de cada instrumento, enquanto se deixa extasiar pela melodia da orquestra.

Somente alguém que experimente isso poderia dizer: Toda a Terra está cheia da Sua Glória!


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Hermes Fernandes é também culpado do que se faz aqui no Genizah




Adoração de Gérson. Leve vantagem você também!



L. Rogério


Era 1976 quando o jogador da Seleção Brasileira, Gérson, protagonizou o comercial dos cigarros Vila Rica e cravou uma das expressões mais conhecidas e, infelizmente, mais praticadas no Brasil: "Gosto de levar vantagem em tudo, certo? Leve vantagem você também!". A frase deu origem à "Lei de Gérson" que se traduz em tudo aquilo que se faz na busca do benefício próprio, sem se importar com questões éticas ou morais.

É triste se constatar que o evangelho no Brasil, mesmo importando tantos modismos e heresias gringas, também faça uso das mazelas nacionais. Percebo isso não apenas quando o assunto é ofertar, e a máxima, chavão tão consagrado em nosso meio, volta à tona: "Aquilo que você ofertar, Deus lhe restituirá em dobro", ao que se segue com o grupo de louvor entoando vorazmente: "Restitui! Eu quero de volta o que é meu..."

Não! Já não basta-nos o simples prazer e privilégio de ir à Casa do Senhor adorá-lO pela Sua misericórdia e bondade. É preciso algo mais... um motivo "maior". Na busca ou na invenção de tal motivo, ouve-se de tudo:

"Venha para a Casa do Senhor, pois Ele tem uma bênção para você!"

"Vamos trabalhar para Jesus, irmãos, pois nossa obra tem uma recompensa!"

"E para você que é parceiro fiel de nosso ministério, vamos fazer uma oração forte..."

Perceba que na maioria dos exemplos acima há certa verdade, mas que pode ser sutilmente adulterada sob a pretensão de fé. Como diria meu professor Franko Júnior: "Um capitalismo disfarçado de fé".

Porém, a sutileza vem à tona e se desfaz quando vemos uma igreja que precisa justificar toda a sua adoração. Espera-se ansiosamente até que o pregador fale algo "positivo" para que se dê um brado de vitória. Os testemunhos de prosperidade vêm para atestar o bom investimento no Reino. Há ainda a garantia do retorno de todo o seu empenho quando canta-se: "Eu não morrerei enquanto o Senhor não cumprir em mim todos os sonhos que Ele mesmo sonhou pra mim".

Fico imaginando o que seria de Nínive se Deus não se arrependesse da promessa que fez pela boca de Jonas depois de sentenciá-la... ou dos israelitas que morreram no deserto e não entraram na terra prometida... e de todos os heróis do capítulo 11 de Hebreus que "viveram pela fé, e morreram sem receber o que tinha sido prometido" (v. 13). Bom, talvez o Rei Ezequias tenha cantado essa música depois que o Senhor mudou de ideia quanto à data da sua morte (II Re. 20).

Sim, eu creio que Deus é fiel, e sei que mesmo eu sendo infiel, Ele permanece assim. Porém, creio que Ele é Deus e se decidir não cumprir algo que tenha me prometido, quem exigirá dEle alguma explicação? Philip Yancey diz que explicações de Deus para nós é como tentar explicar a teoria da relatividade a alguém que não sabe o que é um átomo.

Não, Deus não é mentiroso. O que promete, cumpre. Mas preciso entender que Ele cumpre por amor à Sua palavra, e que não há qualquer garantia de vida enquanto Deus não cumprir, fosse assim, daria pra saber mais ou menos a data de nosso próprio velório, não é!? (rs).

O verdadeiro adorador não precisa de "incentivos" para adorar. Não me importa se o dia da minha vitória é hoje, pois "Deus marcou na agenda e não passa de hoje, não!" - minha adoração independe disso. Eu não preciso de mais uma pílula de ânimo de "eu sei que chegará minha vez". Também não quero fechar os olhos para os perdidos cantando: "Ainda bem que eu vou morar no céu" enquanto eles caminham a passos largos pro inferno.

Enfim, cansei de ser o queridinho de Jesus! Basta-me ser reconhecido como filho, mesmo tendo sido adotado. Que alegria ser co-herdeiro das bênçãos de Deus por Seu filho Jesus. Que privilégio poder chamá-lo de Abba! Toda glória seja Àquele que está guardando meu galardão. Pra mim, bastaria abraçá-lo.




Passo igreja em bom ponto. Freguesia feita. Dizimo em dia. Troco ou facilito.



Pastor Altair Germano



Depois da "onda" da Teologia da Prosperidade e da Vitória Financeira, ainda em plena ascensão nas Assembleias de Deus no Brasil, surge (ou ressurge?) as negociações (vendas, trocas e outras) de igrejas (várias estão em andamento, é só esperar para ver).

Atenção, isso é apenas a ponta do furúnculo ou do iceberg!

O pior ainda vai ser espremido e em breve virá à tona (de onde e de quem menos se espera).

É triste, mas é a realidade.


***
Altair Germano é pastor da AD e Vice-presidente do Conselho de Educação e Cultura do CEC-CGADB.



Diploma de "sem noção" gospel! Você precisa ter um!

O "curso é este aqui"

- Recebe ai vaso!





Genizah



SARAMAGO E SUAS ACUSAÇÕES CONTRA A BÍBLIA E O CRISTIANISMO



O polêmico escritor e dramaturgo português, José Saramago, afirmou em Penafiel que “a Bíblia é um manual de maus costumes, um catálogo de crueldade e do pior da natureza humana”. Para José Saramago, “Deus só existe na nossa cabeça”.

“Sobre o livro sagrado, eu costumo dizer: lê a Bíblia e perde a fé!”, disse o escritor, numa entrevista concedida à Agência Lusa, a propósito do lançamento mundial do seu novo livro, intitulado “Caim”, que ocorreu na cidade portuguesa.

“A Bíblia passou mil anos, dezenas de gerações, a ser escrita, mas sempre sob a dominante de um Deus cruel, invejoso e insuportável. É uma loucura!”, afirma o Nobel da Literatura de 1998, para quem não existe nada de divino na Bíblia, nem no Corão.

“O Corão, que foi escrito só em 30 anos, é a mesma coisa. Imaginar que o Corão e a Bíblia são de inspiração divina? Francamente! Como? Que canal de comunicação tinham Maomé ou os redatores da Bíblia com Deus, que lhes dizia ao ouvido o que deviam escrever? É absurdo. Nós somos manipulados e enganados desde que nascemos!” afirmou.

Saramago frisou que “as guerras de religião estão na História, sabemos a tragédia que foram”.

Considerou que as Cruzadas são um crime do Cristianismo, morreram milhares e milhares de pessoas, culpados e inocentes, ao abrigo da palavra de ordem ‘Deus o quer’, assim como acontece hoje com a Jihad (Guerra Santa).

Saramago lamenta que todo esse “horror” tenha feito em nome de “um Deus que não existe, nunca ninguém o viu”.

“O teólogo Hans Kung disse sobre isto uma frase que considero definitiva, que as religiões nunca serviram para aproximar os seres humanos uns dos outros. Só isto basta para acabar com isso de Deus”, afirmou.

Salientou ainda que “no Catolicismo os pecados são castigados com o Inferno eterno. Isto é completamente idiota!”.

“Nós, os humanos somos muito mais misericordiosos. Quando alguém comete um delito vai cinco, dez ou 15 anos para a prisão e depois é reintegrado na sociedade, se quer”, disse.

“Mas há coisas muito mais idiotas, por exemplo: antes, na criação do Universo, Deus não fez nada. Depois, decidiu criar o Universo, não se sabe porquê, nem para quê. Fê-lo em seis dias, apenas seis dias. Descansou ao sétimo. Até hoje! Nunca mais fez nada! Isto tem algum sentido?”, perguntou.

Para José Saramago, “Deus só existe na nossa cabeça, é o único lugar em que nós podemos confrontar-nos com a ideia de Deus. É isso que tenho feito, na parte que me toca”.

***
Fonte: Agência Lusa via [Eliel Gaby]


Que Deus tenha misericórdia desta alma... Pois se deixar solto, este especialista em cegueira, inclusive espiritual, vai fazer um sucessão na torradeira do capeta...



Vestibular Para Pastor Da Universal




QUESTÃO DE MATEMÁTICA

Rodrigo recebe de salário R$ 800. Seu chefe pagou a primeira metade do seu salário e depois lhe deu R$ 200. quanto falta para completar?

A)falta os 10% do dízimo
B)falta os 5% do pastor
C)falta os 6% da reforma da igreja
D)falta os 12% pra pagar a água benta da igreja


QUESTÃO DE FÍSICA

Um avião se encontra com uma desaceleração de 2m/s e está a 100m/s e há 200m de colidir com um prédio.
sabendo que a desaceleração máxima do avião é de 10m/s e que ele pode desvia em no máximo 15 graus. o que o piloto deverá fazer?

A)pagar o dízimo
B)pagar o dízimo
C)pagar o dízimo
D)todas as opções anteriores


QUESTÃO DE PORTUGUÊS

Na frase: "Luís estava se sacudindo de um lado para o outro" em que condição se apresenta o sujeito?

A)com o capeta
B)definitivamente com o capeta
C)com certeza com capeta
D)sem sombra de dúvidas com o capeta


QUESTÃO DE HISTÓRIA

Qual foi a evolução do homo sapiens?

A)Edir Macedo
b)capeta
C)R.R soares
D)sai dessa questão que não te pertence, sai, sssaaaiii, filho do cão


QUESTÃO DE BIOLOGIA

O sucesso de uma enzima há 36 graus celsius em uma reação química se deve ao fator de:

A)comparecer as reuniões da sessão do descarrego
b)ter feito pagamento do dízimo
C)a injestão da rosa milagrosa de sal contra o capeta, que só custa 500 reais na universal mais próxima
D)ter feito todos os sacramentos e ter pago apenas 10.000 reais


QUESTÃO DE GEOGRAFIA

Quem é o primeiro ministro dos Estados Unidos?

A)Edir macêdo
b)o capeta
C)R.R soares
D)o filho do capeta






TRANSFERIR - Deixando um legado para as próximas gerações



Hermes Fernandes

Esqueça essa história de que somos a última geração! Tal postura patrocina todo tipo de irresponsabilidade para com as gerações futuras, bem como para o meio-ambiente.

Uma das características da igreja primitiva era ser totalmente voltada para o futuro. Engana-se quem pensa que ela esperava que o fim do mundo acontecesse em seus dias. Os cristãos primitivos acreditavam que as profecias de Jesus acerca do fim daquela Era se cumpririam ainda naquela geração, conforme Ele mesmo havia declarado (Mt.24:34). Porém, isso nada tinha a ver com o fim do mundo, e sim com o fim de Jerusalém e do seu templo, principais ícones da Antiga Aliança.

Se fosse verdade que eles esperassem o fim dos tempos em seus dias, que sentido faria os seguintes versos?

“Para mostrar nos SÉCULOS VINDOUROS as abundantes riquezas da sua graça...” (Ef.2:7a). De quais “séculos vindouros” Paulo estaria falando, se acreditasse que tudo terminaria ainda naquele século?

“A promessa diz respeito à vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe – a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar” (At.2:39). Estas palavras foram proferidas no dia de Pentecostes, e estavam carregadas de perspectiva.

Mesmo na Antiga Aliança, encontramos pérolas como esta:

“...Eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam, mas faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos” (Êx.20:5b-6).

Considerando que uma geração bíblica equivale a um prazo de quarenta anos, mil gerações seriam pelo menos 40 mil anos! Se este texto foi escrito há mais ou menos três mil anos, logo, ainda teríamos, no mínimo, 37 mil anos pela frente.

Olhando deste ângulo, para as gerações futuras longínquas, ainda estamos nos dias da igreja primitiva.

Sei que alguns me refutarão dizendo que a expressão “mil gerações” é apenas figurativa. Ok! Então por que o milênio também não deve ser entendido como uma figura de linguagem?

Vamos chegar a um acordo? Tanto as mil gerações, quanto os mil anos apontados no Apocalipse são simbólicos. Entretanto, ambos apontam para um número extenso, seja de gerações ou de anos.

E por último, consideremos o que diz o sábio Salomão:

“Uma geração vai, e outra geração vem, mas a terra permanece para sempre.” (Ecl. 1:4). Independente da situação em que a terra chegue, isso não interferirá na dança das gerações. A terra permanecerá para sempre, sustentada pela Palavra do Seu Poder (Hb.1:3).

Desde o surgimento da Escatologia Dispensacionalista, que enfatiza a iminência da Volta de Cristo, a igreja passou a viver focada em seus próprios dias, sem preocupar-se com os séculos vindouros. Tudo é feito no afã de salvar esta geração atual. E quanto aos filhos? E os filhos dos filhos?

É por não acreditar no futuro, que os cristãos raramente se engajam em lutas pelo meio-ambiente. Pra eles, não faz sentido lutar por algo que esteja destinado a pegar fogo.

Cada recém-nascido é um sinal dos céus de que este mundo deve continuar.

Portanto, temos uma responsabilidade para com os que nos sucederão. É nosso dever transferir-lhes o conhecimento que nos foi legado, e o espaço que hoje ocupamos.

Nossa meta deve ser deixar para os nossos filhos um mundo melhor do que o que recebemos de nossos pais.

É claro que os problemas do mundo não serão resolvidos no prazo de uma geração. Mas temos que, ao menos, começar a levá-los a sério, e preparar o terreno para os que virão.

Costumo dizer que a geração dos meus pais abriu o caminho. A minha geração está a pavimentá-lo. A geração dos meus filhos o sinalizará. E os filhos dos meus filhos construirão no entorno da estrada.

Ou usando outra analogia: meus pais lançaram os fundamentos. Eu estou edificando sobre eles. Meus filhos farão o acabamento. Meus netos habitarão a casa.

Portanto, a restauração do mundo é um trabalho multi-geracional.

É sobre isso que profetiza Isaías:

“Os que de ti procederem edificarão os lugares antigamente assolados; e levantarás os fundamentos de geração em geração; chamar-te-ão reparador de brechas, e restaurador de veredas com moradias” (Is.58:12).

O mundo não chegou onde está de uma hora pra outra. Foram inúmeras gerações, cada qual dando sua parcela, seja para o bem, ou para o mal.

Uma sociedade devastada de geração em geração, deverá ser restaurada também de geração em geração.

Confira o que diz o profeta:

“Reedificarão as ruínas antigas, e restaurarão os lugares há muito devastados; renovarão as cidades arruinadas, devastadas de geração em geração” (Is.61:4).

Veja a importância de que o coração dos pais se converta ao coração dos filhos, e vice-versa, para que o trabalho de restauração do mundo não seja prejudicado.

Imagine se cada nova geração resolvesse começar do zero! E ainda: imagine se cada nova geração resolvesse destruir o que já fora feito pela geração anterior.

Quem age assim está querendo ficar com todo o crédito. É uma questão de vaidade e orgulho.
Deixemos que o salmista nos ajude a reforçar essa idéia, oferecendo-nos o modelo para que transfiramos para os nossos filhos o que nos fora confiado:

“Escreva-se isto para a geração futura, e o povo que está por vir louve ao Senhor” (Salmo 102:18).

“Uma geração louvará as tuas obras a outra geração; anunciarão as tuas proezas” (Salmo 145:4).

“Todos os confins da terra se lembrarão, e se converterão ao Senhor; todas as famílias das nações adorarão perante ele, pois o reino é do Senhor, e ele domina entre as nações (...) A posteridade o servirá; falar-se-á do Senhor às gerações futuras. Proclamarão a sua retidão ao povo que há de nascer, pois ele o fez” (Salmo 22:27-31).

“Mesmo quando eu estiver velho e de cabelos brancos, não me desampares, ó Deus, até que tenha anunciado a tua força a esta geração, e o teu poder a todos os vindouros” (Salmo 71:18).

“O que ouvimos e sabemos, e os nossos pais nos contaram. Não o encobriremos aos seus filhos; mostraremos à geração futura os louvores do Senhor, assim como a sua força e as maravilhas que fez. Ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e pôs uma lei em Israel, a qual ordenou aos nossos pais que a fizessem conhecer a seus filhos, para que a geração vindoura a soubesse; até os filhos que ainda haveriam de nascer, e eles, por sua vez, a contassem a seus filhos” (Salmo 78:3-6).

Percebe em cada um desses salmos a preocupação de Davi com a transferência do conhecimento para as gerações futuras?

Quando escrevo qualquer livro ou artigo, não penso apenas em meus leitores imediatos, mas naqueles que me lerão daqui a cinqüenta anos ou mais.

Vai chegar a hora em que terei que passar meu bastão, e o farei sem resistência, sabendo que terá chegado o momento de diminuir, para que outros cresçam. Esse é o momento de transição. Não deve acontecer abruptamente, mas paulatinamente, para que ninguém saia prejudicado. Seria como um gabinete de transição, ocupado pela equipe do novo presidente, antes mesmo de tomar posse após sua eleição. A equipe do presidente atual deve ser solícita para com os representantes do novo governo, a fim de que a nação não tenha que esperar muito tempo para que as promessas de campanha sejam cumpridas.

As novas gerações precisam do know-how que só os veteranos têm. E estes, por sua vez, devem ser pacientes para ensiná-los durante um tempo de estágio.

Quando a velha guarda sair de cena, os novatos já estarão prontos a ocupar seu espaço.

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Hermes Fernandes é também culpado do que se faz aqui no Genizah