Presente para sogra! Vai ser uma roubada! Literalmente!



Eu sei, eu sei. Menino mau... Feio! Mas é saudade dos garotos do pai estevam... Faz tempo que eles não vem aqui me xingar... Noize se apega... Criam-se lacios.... . E depois eles nos abandona assim, sem nem uma carta, um e-mail, SMS, uma maldiçãozinha... Hegere também tem coração!



transTORNAR para transFORMAR


Hermes Fernandes


Além de não conformar-se, isto é, ajustar-se aos padrões vigentes, o Evangelho do Reino provoca transformações profundas, tanto no indivíduo, quanto na sociedade.

No indivíduo, esta transformação começa pela renovação do seu entendimento, conforme lemos em Romanos 12:2. Portanto, parte do subjetivo. Sua cosmovisão é radicalmente afetada. A maneira como se vê, e como enxerga a realidade à sua volta muda drasticamente.

Ele passa a perceber-se como um pecador carente da misericórdia divina. Há uma expansão da sua consciência (Metanóia no grego , ou arrependimento em português). Sua avaliação de si mesmo e do mundo passa a estar em linha com a avaliação feita por Deus. Suas opiniões particulares se rendem à verdade revelada na Palavra.

A introspecção inicial dá lugar a uma nova cosmovisão. Embora parta do subjetivo, não pára aí. Ao sentir-se transformado por Deus, o indivíduo é comissionado e desafiado a trabalhar pela transformação do mundo. Daí o caráter objetivo e abrangente da transformação proposta pelo Evangelho.

A injustiça imperante na sociedade começa a causar-lhe náuseas, porque seu coração agora bate no compasso do coração de Deus. E ele não se contenta a ser um mero espectador da história, mas almeja ser um agente subversivo do Reino de Deus.

O Espírito do Senhor que passa a habitar nele, o impulsiona a trabalhar pela restauração dos lugares há muito devastados pelo crime, pela injustiça social, pela corrupção, pela promiscuidade, e por tudo o que degenera o ser humano (Isaías 61:4).

A transformação desejada é precedida por um TRANSTORNO.

Transtornar é bagunçar o que está arrumado, para então estabelecer um novo padrão. Para dar uma faxina nada casa, é imprescindível que se tire as coisas do lugar.

Os discípulos de Jesus foram acusados de transtornar o mundo (At.17:6). Onde o Evangelho chegava, havia sempre uma desordem inicial, um alvoroço, como o que aconteceu em Éfeso, quando os comerciantes amargaram um enorme prejuízo por conta do culto a deusa Diana ter sido desacreditado.

Como já devem ter percebido, gosto muito de estudar a origem etimológica das palavras.

Algumas traduções trazem o vocábulo “alvoroço” em vez de “transtorno”. A palavra “alvoroço”, tem a mesma origem de “alvorecer”. Quando se tocava o clarim da alvorada no acampamento do exército romano, havia um alvoroço, que logo era seguido pela ordem matinal, com todos os soldados devidamente enfileirados.

A trombeta de Deus tem sido tocada, onde quer que o Evangelho do Reino seja anunciado. O alvoroço causado pela proclamação da verdade é o prenúncio de que a aurora está prestes a raiar.

Esta transformação deve abarcar todos os campos do conhecimento humano, e todos os setores da socieade. A cultura, a ciência, a legislação, a educação, a família, nada fica imune ao fluir do Rio de Deus. E onde quer que ele passe, tudo revive ( Ez.47:9).

A igreja de Cristo não tem o direito de represar o rio da vida. Não somos lagoas de águas paradas, infestadas de micróbios e larvas de insetos. Somos o canal por onde passam as águas do rio de Deus. Deixemos, portanto, que elas desaguem no mundo, a fim de transformá-lo.

Uma religiosidade intimista, circunscrita ao indivíduo e às suas experiências, não poderá romper com os diques. O rio de água viva prometido por Jesus, flui do nosso interior, e não em nosso interior. O interior do homem é o ambiente de onde as águas transformadoras jorram, mas não é o ambiente onde elas devem desaguar.

Não deixe de acompanhar as próximas reflexões sobre o assunto. Indique também a um amigo.

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Hermes Fernandes é um dos mentores desta subversão aqui no Genizah




A extraordinária beleza da Cruz


Alan Brizotti

O madeiro, o homem, o sangue. Natureza e humanidade num encontro mortal. Um espetáculo macabro, com requintes do absurdo, mas curiosamente proporcionando beleza. Uma sinfonia onde a dissonância produziu melodia. Do embate amargo entre a truculência romana e a disponibilidade intrigante de um rapaz judeu, nasceu o baile da esperança. Coisas de um Deus detalhista, amorosamente artístico. Deus abraçou a cruz, mas permaneceu com os braços abertos, formando assim o majestoso canal por onde angústias e ódios podem esvair-se...

A cruz é o ponto exato da convergência dos contrastes. A mais aguda dor, na mais doce ternura. A mais apavorante cena, no enredo mais lindo. O frágil judeu espancado, revelando o "Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz" (Is. 9.6). No auge das trevas, a luz reclama. No alto da cruz, o Deus solitário grita, mas não é um grito, é meu nome que escapa. Benditos contrastes.

Nos ombros, o peso do mundo. Um caminhar lento, pesaroso, como se milhares de mãos no peito o empurrassem para trás. Ele avança. Sabe que eu preciso. É como o pai que mesmo humilhado na guerra diária da vida, engole calado, sabe que o filho precisa de pão. Quanto mais sobe o madeiro, mais humilhado fica o cordeiro.

Sede. O corpo avista a placa do limite. E já passou. Um líquido horrível apenas destrói o que já está em frangalhos. Fracasso? Não! Triunfo! O mais absoluto triunfo! A chave é virada na fechadura da graça. A porta está aberta. O véu perdeu a legitimidade. Não há mais fronteiras. O servo venceu. O humilhado é digno. Minha alma agora pode adorar. Caiu a cadeia que me sufocava.

Após a ressurreição, ele mantém suas feridas. Um lembrete mudo daquele limite. Ele anda pela vida nos encontros com seus amados. Transmitindo-lhes uma certeza: valeu à pena! Por causa disso, agora estou livre. Posso cruz-ar fronteiras! Posso olhar para dentro de mim. Agora, a Ceia do Senhor tem um colorido magistral: "fazei isto em memória de mim": posso olhar para trás livre dos temores do passado. "Examine-se a si mesmo": posso fechar os olhos, pois sei que os fantasmas dos sonhos mortos já não assustam. "Até que ele venha": posso aguardar o amanhã, o sol já não atrasa.

Como diz a letra de uma música antiga: "Sim, eu amo a mensagem da cruz". A extraordinária beleza da cruz transmite certezas ao meu caminhar. Seu legado anda comigo: perdão, graça, entrega, amor. É libertador ter a certeza feliz do Deus forte nos fracos. O amor é o outro nome da cruz.


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Alan Brizotti é conluiado neste crime do Genizah



O Casamento do Pastor Pilão


  














Os idiotas úteis do sistema



Pb. Geovani dos Santos



Os crentes de hoje parecem conformados com toda sorte de esquisitices e baboseiras que são vociferadas de muitos púlpitos como se fossem “verdades divinas” enviadas diretamente do trono do Altíssimo. Sem qualquer preocupação sobre o teor destas “verdades”, se estas encontram ou não respaldo bíblico-teológico, cristãos assimilam os jargões de tais líderes ou pregadores disseminando tais revelações e falsos ensinos deliberadamente, contaminando assim outros com o fermento do engano e da apostasia.

Se alguém fala ou pensa diferente de tais ensinos e procura abrir os olhos dos incautos através da palavra, demonstrando o que é verdadeiro;tais indivíduos hipnotizados pelo sistema e marionetizados pela mentira e engano dos seus líderes taxam essa pessoa de reacionária ou de polemista, afastando-se da mesma, considerando-a perigosa e criadora de casos.

Podemos comparar essas pessoas insensíveis à verdade e controladas pelos ensinos enganosos dos falsos mestres da igreja atual como os verdadeiros “idiotas úteis” do sistema, tomando aqui emprestadas as palavras do maquiavélico líder russo Stalin, que usava esta expressão para os que acreditavam nas suas mentiras e disseminavam a sua ideologia comunista canhestra. Veja o que diz Fontova:


“Stalin chamava de “idiotas úteis” aos tolos que acreditavam e repetiam as
mentiras sobre o sucesso do comunismo na URSS. Obviamente, esses idiotas não
moravam na URSS, talvez por isso tivessem tanta facilidade em elogiá-lo”.


No que diz respeito ao mundo evangélico, o que ocorre é algo quase parecido. Neste caso, os “idiotas úteis” são as membresias das igrejas ludibriadas por farsantes e charlatães que sob o pretexto de uma falsa piedade, manipulam estas massas com o simples objetivo de se locupletarem e, desta forma se perpetuar no poder às expensas dos dízimos e ofertas dos pobres coitados e desinformados crentes que deixaram de ler as suas bíblias.

Embora o comportamento de tais líderes seja notório e as denúncias contra os mesmos flagrantes, com até mesmo representações na justiça, o que é fato inegável. Prefere-se acreditar que os mesmos são vitimas de perseguição religiosa ou ideológica. Quanta ingenuidade!

Enquanto os nossos queridos irmãozinhos não abrirem o olho contra esses mal intencionados “obreiros da injustiça”, tornando-se bereianos, tais incontinências morais e éticas serão praticadas em nome do Senhor e do Evangelho.

Quanta falta faz o conhecimento das Escrituras Sagradas! Se a bíblia fosse lida e vivida de modo prático, todos estes equívocos que vemos em nossas igrejas hoje seriam destruídos ante o escrutínio da verdade. A falta de criticidade e de análise do conteúdo pregado e ensinado na atualidade por líderes cristãos de todas as correntes do Cristianismo, tem aberto a porta para o surgimento de modismos e ventos de doutrina sem precedentes na história do evangelicalismo mundial. Tal ascensão do erro em nossos indica plenamente o que Paulo declara em II Tessalonicenses 2.7:

“Com efeito, o mistério da iniqüidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém; então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação da sua vinda. Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo o engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos. É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem credito à mentira”.


Os acontecimentos de nosso tempo e todas as manifestações perceptíveis em nosso meio cristão, apontam para a realidade do cumprimento do quadro profético descrito por Paulo nos versículos acima. O retrato da insensibilidade no tocante à verdade bíblica autêntica e o abandono a passos bem largos da doutrina apostólica revelam o quanto o “mistério da iniqüidade” já está em plena operação e aumentará na medida em que se aproxima a nossa redenção.

Para alguns, ainda nos resta vociferar em tom judicioso que se arrependam do seu caminho de insensatez no que diz respeito a mentira que abraçam como verdade. Precisamos nos apiedar destes, como diz Judas:


“E compadecei-vos de alguns que estão na dúvida; salvai-os arrebatando-os do fogo” (Jd 22,23).


É por esta razão que convém continuar atacando a mentira e todo o comportamento contrário à sã doutrina. Sempre tendo em mente dissuadir os que estão no erro e permitir que adotem um pensamento bibliocêntrico, desenvolvendo nos mesmos criticidade e tino espiritual para avaliar o que é certo ou errado segundo as Escrituras. Contudo, sabemos que devemos assim proceder com espírito de mansidão e amor para com os nossos irmãos que estão nas garras de lobos vorazes travestidos de ovelhas. Lembrando sempre que somente o Espírito Santo pode convencer do erro aqueles que já estão enredados por ele.

Nossa luta, portanto, embora seja uma luta espiritual, posto que é travada contra as influências do erro que tem como seu mentor e arquiteto, o próprio Diabo. Por sua vez constitui-se uma batalha no plano das idéias, do pensamento. Daí a importância de estarmos preparados com todos os argumentos bíblicos necessários, tendo em vista resgatar estas almas preciosas.

Embora o estrago na seara do mestre perpetuado pelas raposas já seja quase irreversível, uma vez que desembocará num estado de apostasia cada vez maior, que é um sintoma do fim dos tempos, e desta presente dispensação; Resta, portanto, nos mantermos impávidos, empunhando sempre a espada do Espírito até que a trombeta ressoe e o rebanho do Senhor esteja são e salvo em seu aprisco eternal.

Para terminar deixo este pensamento para a reflexão de todos os que lerem este artigo:

“O mal está feito, senhores, mas não o aumentemos cada vez mais; ainda é tempo de emendar a mão.” — José Bonifácio de Andrada e Silva



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Autor: Pb.Geovani F.dos Santos
Fonte: [ Pensamento Cristão ] via [BEREIANOS]



Assembléia de Eus



Raquel Portugal



Acompanhando o meu filhote mais velho nas suas actividades escolares dei-me conta de que a iniciação à escrita / leitura, que se inicia com as vogais (i, u, a, o, e) e depois com os ditongos, acaba por se fazer com o desabafo de "ai" , "ei" e "ui". Depois do desfilar de lamentos passa-se ao "eu". Faço este comentário em jeito de graça, mas não deixa de ser curioso que o "eu" seja tão fácil de aprender a ler e a escrever, até porque a consciência do nosso "eu" começa bem cedo, afirmando-se, muitas vezes, nos primeiros anos de vida com a fase do "não". Ainda bem que a fase do "eu" aos "ais" e "uis" é passageira e logo se aprendem outras palavras, se bem que com "pás", "paus" e "pés" à mistura dificilmente se saia dos "ais" ;)

É importante conhecermos o nosso "eu", mas o peso que lhe damos tem de ter conta certa. Outro dia passei perto de um placa que indicava a direcção de um "Assembleia de Deus". Dias depois, passando no mesmo local, notei que alguém arrancara o "D" de Deus, lendo-se "assembleia de eus". Pensa nisto - é realmente fácil num sentido não literal deixar de ter Deus e sermos só um "eu" ou "eus" vazios que apenas entoam "ais" e "uis"... Só faz sentido ser uma assembleia de "eus" se estes estiverem a gritar "Eu" para colocar a sua disponibilidade a fim de ajudar, aprender e até mesmo para dizer, como no programa, "Eu não sei mais que um miúdo de 10 anos", ensina-me TU!

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Fonte: Luz Intemporal



O caráter TRANSgressor do Evangelho - parte 1



Hermes Fernandes

Já houve inúmeras tentativas de encaixar a mensagem do Evangelho dentro de um pacote ideológico, ou mesmo de identificá-la como uma filosofia. Mas dado o seu caráter subversivo, o Evangelho é transgressor por natureza. Ele não se submete às regras. Ele é livre, rebelde, e por isso, alvo de tantas contradições.

É perda de tempo tentar sistematizá-lo, dissecá-lo, ou expô-lo como uma receita de bolo. A Boa Nova do Reino sempre nos surpreende, indo além de qualquer definição.

Nesta série de reflexões, vamos buscar compreender o escopo do Evangelho através desete palavras iniciadas com o prefixo TRANS.

Oriundo do latim, o prefixo “trans” significa “ir além”, ultrapassar os limites pré-estabelecidos.


Transmitir Ir além de nós mesmos

Uma notícia que se preze tem que correr o mundo. Quanto mais quando se trata da mais relevante notícia.

O Evangelho é, por definição, uma notícia, mas não uma notícia qualquer. Ele é uma ótima notícia. É a partir da transMISSÃO desta notícia que a ordem é subvertida, e o Reino de Deus é estabelecido entre os homens.

Que grande privilégio nos foi concedido! Deus poderia ter confiado aos anjos a nobre missão de transmitir tal notícia. Em vez disso, preferiu correr todos os riscos, comissionando os homens.

Diz-se que quem conta um conto, acrescenta um ponto. Quem já brincou de telefone sem fio sabe muito bem disso. O recado dado pelo professor no pé-do-ouvido do aluno, ao ser retransmitido de aluno em aluno, vai se alterando, de forma que, ao chegar ao último aluno, seu conteúdo estará totalmente comprometido, não parecendo em nada com o que o professor disse ao primeiro portador.

Como garantir que a notícia não se corrompa na medida em que é retransmitida? Como manter seu conteúdo inalterável?

Paulo nos dá a fórmula:

“E o que de mim, através de muitas testemunhas ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros” (2 Tm. 2:2).

Está patente neste texto que a preocupação de Paulo é manter o conteúdo da mensagem inalterável. Em outra passagem ele diz: “O que eu recebi do Senhor, isso também vos entreguei”(1 Co.11:23a). Portanto, sua parte estava garantida. Restava agora garantir que os que a receberam, retransmitissem-na com total fidelidade.

Quais as precauções que Paulo tomou? Primeiro, o que ele dizia era sempre na frente de muitas testemunhas. Ele seguia radicalmente a instrução dada por Jesus aos Seus discípulos, de que o que houvessem ouvido dentro da casa, anunciassem de cima do telhado. Portanto, o anúncio do Evangelho deve ser feito publicamente, para que seu conteúdo seja protegido. Aquilo que se diz ao pé-do-ouvido, num lugar secreto, separado de todos, pode ser facilmente adulterado quando for retransmitido, sem que ninguém se dê conta. Ma se é dito abertamente, às claras, quem retransmiti-lo terá que fazer com precisão, para não ser confrontado.

Eis uma das diferenças básicas entre o Evangelho e as religiões de mistério que circulavam largamente nos dias da igreja primitiva. Tais religiões eram cheias de segredos, senhas, reuniões secretas em lugares separados, jargões que só eram conhecidos pelos iniciados, cerimônias misteriosas, e etc. O Evangelho vem na contramão disso tudo.

Nele, o mistério é revelado. O que foi sussurrado, deve ser proclamado em alto e bom som.

Segundo, Paulo pede que Timóteo seja seletivo na escolha daqueles que serão responsáveis pela retransmissão da mensagem. Todos podem ouvir. Mas nem todos estão aptos a retransmitir. Somente o que demonstrarem fidelidade à toda prova.

Quase dois mil anos se passaram, e apesar de todas as tentativas de se corromper o Evangelho, ele se mantém intacto. Basta que as pessoas se dêem o trabalho de comparar o que está sendo pregado, com o que está registrado nas Escrituras, contando sempre com o discernimento dado pelo Espírito Santo.

As pessoas só compram gato por lebre, porque são intelectualmente preguiçosas. Não querem conferir, como fizeram os crentes bereianos. Pra quem gosta de ser enganado, esse pseudo-evangelho que tem sido apregoado em nossos dias é um prato cheio.

Que tenhamos o mesmo propósito e compromisso dos cristãos primitivos em comunicar fielmente o que receberam do Senhor.

"O que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também tenhais comunhão conosco"(1 Jo.1:3a).

Nada de revelações extras! Nada de acréscimos, numa tentativa de enfeitar o pavão. E se um anjo do céu se meter a besta, trazendo-nos uma revelação suplementar, que seja maldito, conforme diz Paulo aos Gálatas (1:8).

O futuro do mundo depende da transmissão fiel do que temos recebido do Senhor. As próximas gerações nos agradecerão.

Acompanhe nossas reflexões ao longo da semana.

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Hermes Fernandes é um dos mentores desta subversão aqui no Genizah




Dança do "todo enfiado" na creche!

Nojento, deprimente, boçal...

E o pior é que muitos pais incentivam esse tipo de situação com seus filhos.

Quem não lembra dos programas de Raul Gil e similares, onde as crianças dançavam "na boquinha da garrafa" e "segura o Tchan"?

Essa pouca vergonha de expor crianças a situações assim, existe na maioria dos estados brasileiros.

Aí vem o IBGE fazendo pesquisa pra descobrir porque está aumentando o número de adolescentes grávidas...



Por que memorizar as Escrituras Sagradas?


1. Memorizar a escritura me ajuda a meditar

Memorizar as escrituras torna possível a meditação em lugares onde eu não tenho como ler a Bíblia. E a meditação é o caminho para um entendimento profundo.

Então se você quer meditar na Palavra dia e noite (Salmo 1:2) você precisa ter um pouco dela na sua mente.

2. Memorizar a Escritura fortalece a minha fé

A fé vem pelo ouvir da Palavra (Romanos 10:17) e isso acontece quando estou ouvindo a Palavra na minha mente.

3. Memorizar as escrituras me molda

Memorizar as Escrituras molda o jeito com que eu vejo o mundo, conformando minha mente com o ponto de vista de Deus em TUDO!

4. Memorizar as Escrituras me ajuda a consultá-la

Memorizar as Escrituras torna a palavra de Deus mais prontamente acessível para vencer as tentações do pecado, pois as admoestações e as promessas de Deus são o caminho pelo qual vencemos as mentiras enganadoras do diabo.

5. Memorizar as Escrituras me protege

Memorizar as Escrituras protege minha mente fazendo com que seja fácil pra mim detectar erros, e o mundo está repleto de erros porque o deus desse mundo é mentiroso.

6. Memorizar as Escrituras é uma fonte de ataque

Memorizar as Escrituras me capacita a golpear o diabo na face com uma força que ele não pode resistir. Isso pra proteger a mim mesmo à minha família de seus ataques.

7. Memorizar as Escrituras me ajuda a ajudar

Memorizar as Escrituras me fornece as melhores e mais doces palavras a serem ministradas a outros necessitados. Quando somos pegos de supresa por alguém em necessidade, nos falta ter a Palavra na nossa mente. Deus não quer que sejamos pegos de surpresa.

8. Memorizar as Escrituras aprimora o meu relacionamento com Jesus

Jesus fala comigo através da Bíblia e eu o respondo com oração.... Se isso estiver na minha mente podemos conversar em qualquer lugar!!!



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Por Onélio Cross (Post baseado em pregação de John Piper) em O Pai Nosso



Vou baixar a ripa nestes saduceus da vila tatu...


Eu chequei a conclusão que este negócio de Arca é o modismo gospel segmentado para o público mais burro de todos. Aquele grupo que acredita até em mula sem cabeça e saci pererê.

Não tem nem graça rascunhar um texto apologético qualquer para esta apostasia. Um papel de pão e um lápis gasto bastam. Mais do que isto é jogar pérolas aos porcos... Então eu vou é esculachar mesmo!
Tem golpe para todo tipo de gente. Afinal, o estelionatário de QI abaixo da média também tem que comer, não é não? Para estes, há os crentes (crentes?) de babador e chupeta (ops, shofar).

Uma gente digna de pena, analfabeta de Bíblia (por vocação ou opção, já que todos carregam uma debaixo do braço quando vão ao templo adorar... ops, a arca.) e que acredita em tudo o que lhe é contado...



Foto tirada por mim na EXPOCRISTÃ 2009


Eu, realmente, não tenho a menor paciência e nem respeito por este povo do gospel saduceu e a misericórdia me falta. Eu sinto muito, não me orgulho disto e oro a Deus para mudar isto em mim. Mas é fato. Nem sequer os vejo como irmãos em Cristo. Afinal, como posso ver alguém como tal se este mesmo alguém renega o supremo sacrifício de Jesus e fica pagando um king kong destes de quererem ser judeus, sem serem. E ficam ainda a adorar uns artefatos e a realizar cerimônias completamente estranhas ao judaísmo moderno, para eles (judeus) igualmente despropositadas!

Eu tenho um amigo dos tempos de colégio que é moel, o oficial credenciado para realizar a Bris milá (aliança da circuncisão). Ele gosta muito do blog e outro dia comentou comigo brincando:

- Oi Dan me apresenta este pessoal ai... Quem sabe sai guisheft? (negócio, em idish)

- Ah! Camarada, cortar o bilau este povo não quer não! Risos. Mas se você tiver um shofar e um arreio de segunda mão, acho que sai negócio!

Amados! Até a expressão “judaizante” é inapropriada. Não há nada de judaico neste besteirol, exceto alguns ícones perdidos no tempo e uma vontade grande de parecer diferente. Nem mesmo quando se trata do chamado judaísmo cristão messiânico. Pois para os judeus isto não existe! E parem de confundir elementos da tradição do povo judeu, com o estado político e a nação de Israel ou mesmo com judaísmo que não são a mesma coisa!

Vocês querem ser judeus? Tenho uma péssima notícia para vocês: Mesmo de acordo com o rabinato mais liberal, para você deixar de ser gói (gentio e insuficiente) tem: (1) prova de fé, (2) curso longo, (3) encontrar um número de judeus que presenciem (e concordem com) a sua cerimônia, (4) ir às águas (tem lá também, sabia não jacozinho da vila tatu?), e (5) muita comunhão e estudo da Torá. Já pensou? Você tem a NVI e não lê... Não estou conseguindo te enxergar lendo o shemot (êxodo) em hebraico... Nem mesmo aquela HAGADAH de PESSACH (páscoa *) em quadrinhos para crianças eu te vejo lendo...

Ih Jacozinho gospel! Tá ruim varão! Tem mais: Se você não casar com uma judia seus filhos serão gentios e a sua linhagem só será considerada judia após a terceira geração.



Fotos tiradas por mim na ExpoCristã (?) onde além de comprar a arca, podia-se comprar os acessórios, todos a parte (risos), incluindo as tábuas da lei da foto, fraldas ungidas e babador santo.




Ah! E esquece o camarão, o torresmo e a lingüiçinha. Não pode mais! Para você, agora, é só alimentos kosher. E falando nisto, não vamos esquecer da questão supra citada: o pinto. Para adultos tem anestesia, mas não é simpático não... Você já viu o instrumento de corte? Pesquisa ai na internet, risos. "Disanima" não jacozinho gospel! Um bom "caçador da aliança perdida" tem de ser "espada"! Desembanhada, mas espada!

Agora, Jacozinho, na questão do custo eu vou te aliviar. É só me mandar um e-mail que eu te arrumo um desconto bom. Mas já aviso logo, que vai sair por mais de R$ 900,00, de maneira que, se o caso é ser idiota, o Cerrullo sai mais em conta (e menos dolorido, risos).

Irmãos! Acordem! A Arca é um meio de estelionato, artefato de um golpe que consiste em retirar da arca umas miniaturas que são levadas pelos lesos para suas casas e devem retornar à seita com certa quantia de dinheiro para que a oferta na “mesa da proposição” se transforme em benção...

Leia aqui sobre os novos Herodes e adoradores idiotizados de arcas.

E para terminar, vai ai uma proposta malandra para vocês zoarem com estes pilantras... Da próxima vez que eles pedirem dinheiro para a arca paguem em schekel (não o novo schekel de Israel, mas a antiga moeda do templo, aquela moedinha de prata de "meio schekel" que todo judeu de 2000 -3000 anos atrás tinha de levar para o templo uma vez ao ano) . Sim, eu sei, não se encontra mais destas moedas por ai... Mas veja bem: Se a arca é FAKE , o schekel também pode ser... Gargalhadas!





Mas Jesus, percebendo a astúcia deles, disse-lhes: Mostrai-me um denário *. De quem é a imagem e a inscrição que ele tem? Responderam: De César. Disse-lhes então: Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. [Lucas 20:22-25]


***
Danilo Fernandes, o sacerdote do templo do esculacho.



NOTAS:

1) A moeda romana de uso obrigatório em todo o império não podia ser usada no Templo, nem para doação, nem para a compra de animais de sacrifício. Dai, haviam os cambistas entre os vendilhões do templo para trocarem moeda impura por moeda de Israel.


2) A HAGADAH é uma expressão literária judaica que se origina na tradição oral do povo. A mais "famosa", a HAGADAH PESSACH, é lida na noite de seder no jantar cerimonial judaico em que se recorda a história do Êxodo e a libertação do povo de Israel. A forma de Jesus de pregar por parábolas e uma derivação deste "contar estória" da tradição oral.


3) Sim. A imagem no schekel paraguaio é o papa Bento. Sabe como é... Este povo é tão chegado a um absurdo que eu fiz assim, o mais absurdo possível para o deleite dos manés!




GENIZAH TAMBÉM É CULTURA

Vídeo filmado e editado por 180sary





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Ó Narcisos...

"Portanto, meus amados, fugi da idolatria". 1 Co 10:14


Essa veio num bate papo com o meu velho amigo Paulo Júnior ontem em Lisboa, a propósito da idolatria forçada em torno dos líderes que acham que a glória dos seus feitos, na terra do "onde plantando-se tudo dá", é deles próprios e não de Deus: "No Brasil hoje, o mal menor é o culto a Maria. Essa, ao menos, era uma santa mulher de Deus!".

Quanto mais o rebanho evangélico cresce em número no Brasil, tanto mais cresce o narcisismo de líderes que chamam para si, uma honra que não merecem. E dá-lhe - promoção pessoal, babação, "confetes e firulas"...

Já nem põem os próprios nomes à entrada das salas de culto (antigamente, os nomes das missões, comunidades, os nomes tinham ao menos uma declaração de fé, algo da doutrina,...). Hoje, já têm as próprias fotos coladas ao nome da "agremiação".

Como aquele grande out door às portas de Lisboa, com a inscrição "Jesus é a solução" e (o que é que tem a ver uma coisa e outra?) a foto de um casal. Lógico, a dos "porta-vozes" celestiais, detentores exclusivos da marca (e deixa eu ficar quieto antes que venha alguém a patentear os céus, como propriedade exclusiva e direitos de marca!).
E bastava isso. Mas não lhes chega...

Não é preciso acrescentar mais nada... E durma-se com um barulho desses!



***
Rubinho Pirola é reu confesso em Genizah



Crianças vêem, crianças fazem...


Para pensar sobre a "professora"...






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Dica da @fabi_moreira no twitter



Isenção proFÉTIDA




Isenção profética


Hermes Fernandes


Devo deixar claro que sou apolítico, e jamais estive comprometido com qualquer partido ou ideologia. Nunca saí em defesa deste ou daquele sistema político. Fui chamado por Deus para pregar o Seu Reino e a Sua Justiça.

Conheço o trabalho de alguns expoentes da Teologia da Libertação, e os respeito profundamente. Entre eles, Rubem Alves, Frei Betto, Leonardo Boff, e outros. Se lêssemos suas obras desprovidos de preconceito, encontraríamos verdadeiras pérolas. Sigo a recomendação de Paulo que diz que devemos ler de tudo, porém reter o que for bom. Não subscrevo 100% de nada que tenha sido escrito ou ensinado por alguém, nem mesmo Calvino, que eu tanto admiro. Não compro pacotes fechados, nem doutrinários, nem ideológicos. Prefiro examinar as coisas de per si, e só reter comigo o que estiver de acordo com o espírito do Evangelho. Sou capaz de encontrar lírios no meio da lama. Por isso, presto tanta atenção na produção cultural secular. Detesto rótulos, e por isso, evito rotular quem quer que seja, e peço que não me rotulem.

Acredito que o marxismo levantou as questões certas, mas não encontrou as respostas corretas a estas questões. Questões que o Capitalismo preferiu varrer pra debaixo do tapete.

Mas também não vejo o regime socialista como um bicho-papão.

Prefiro manter-me numa posição de total isenção, o que me dá condição moral de denunciar as mazelas de qualquer que seja o sistema político. Sem esta isenção, perdemos a eficácia profética no mundo. Por conta disso, pude celebrar a queda do Muro de Berlim, bem como a Perestroika, mas jamais poderia concordar com o embargo à Cuba, responsável por manter a ilha de Fidel num atraso tecnológico de décadas. Celebrei a eleição de Obama, pelo que representa de avanço contra o preconceito racial nesse país. Mas não sou obrigado a concordar com sua política relativa ao aborto.

Foi este tipo de isenção que deu a Jesus a condição moral de elogiar um centurião romano por sua fé, sem com isso estar endossando o domínio imperial. Sem isenção, jamais João Batista poderia denunciar os erros praticados por Herodes. A falta de isenção produz profetas como Natan, que após dizer a Davi que desse continuidade ao seu projeto de construção do templo, se viu numa saia justa, ao ser ordenado por Deus a retornar ao palácio e dizer que não seria ele que Lhe edificaria uma casa. Imagine como deve ter sido difícil para o mesmo profeta chamar a atenção de Davi por haver pecado! Natan teve que apelar para uma parábola, em vez de ser direto, curto e grosso. Tudo isso por causa do seu comprometimento.

A igreja cristã tem que ser voz profética no mundo, e para tal, usando um português mais claro, não pode ter rabo preso com ninguém.

Achei vergonhoso o apoio irrestrito que alguns pastores americanos deram ao governo Bush, a despeito da morte de milhares de inocentes tanto no Afeganistão, quanto no Iraque. Embora ele se apresentasse como um presidente cristão, nenhum cristão teria que concordar com a sua política externa imperialista.

O Capitalismo selvagem pregado pela direita não tem moral alguma para falar contra o Socialismo/Comunismo. Não há mocinhos nesta história. Todos são vilões.

Se o Comunismo foi responsável pela morte de milhões de pessoas ao redor do mundo, o Capitalismo também tem sido, e todos os demais sistemas e regimes criados pelo homem.

Basta uma viagem à África para verificar do que o Capetalismo é capaz. São milhões e milhões de mortos e famintos, vítimas da ganância e da exploração dos países desenvolvidos. Sim, eu disse "capetalismo", pois isso que ele é.

Não sou partidário nem da esquerda, nem da direita. Se a esquerda produziu Lenin, a direita produziu Hitler e Mussolini.

Não há sistema capaz de produzir a verdadeira justiça preconizada pelo Evangelho. Todos estão fadados a fracassar. O mesmo Cetro de Cristo que derrubou o Muro de Berlim, também derrubará a ganância de Wall Street.

Por isso, em vez de optar entre o Comunismo e o Capitalismo, eu fico com o REINISMO. Acreditar que um sistema político poderá trazer justiça à terra é, no mínimo, ingenuidade. Só o Reino de Deus poderá transformar a sociedade humana.

E quanto aos mortos, desaparecidos e torturados durante a Ditadura Militar no Brasil? Quem foram os responsáveis? Sabe quantos pastores reformados desapareceram do mapa ou foram torturados? Quem vai clamar por eles? (Veja aqui)

Se no Comunismo se tem a partilha dos bens, em contrapartida, perde-se a liberdade. No Capitalismo preserva-se a liberdade (pelo menos em tese), mas os bens ficam concentrados nas mãos de poucos.

Só o REINISMO poderia trazer a liberdade e a partilha dos bens, porém, de maneira voluntária, fruto da consciência iluminada pelo Espírito do Evangelho.

Chamo de REINISMO a proposta vivida pela igreja primitiva, em que havia em todos abundante graça, expressada no cuidado recíproco, e no repartir do pão.

Cabe à igreja de Cristo ser paradigma para as nações, sendo uma espécie de amostra grátis, de workshop do Reino do Deus.

O que for bom, a gente aplaude. O que for ruim, a gente denuncia. Venha de onde vier!

***

Hermes Fernandes é um dos mentores desta subversão aqui no Genizah





Eu não quero a unção financeira de Morris Cerrulo e Silas Malafaia!



Renato Vargens


Caro leitor, pela segunda vez no programa Vitória em Cristo, exibido na Rede TV e dirigido pelo apresentador da Assembléia de Deus Silas Malafaia, no dia 04 de outubro de 2009, o pregador da unção financeira, Morris Cerullo solicitou em nome de Cristo uma “singela contribuição de R$ 900,00”. Segundo o profeta da prosperidade, os que aderissem ao desafio receberiam uma nova unção financeira.

A luz deste "humilde" pedido afirmo: Eu não quero a unção financeira de Morris Cerrulo. Eu não cobiço a unção da prosperidade de Silas Malafaia. Eu não desejo esse evangelho espúrio e manipulador que tira dinheiro dos meus irmãos. Eu não almejo trocar R$ 900,00 por bênçãos de prosperidade. Eu não desejo esse evangelho cabalístico e cheio de números. Eu não almejo a unção especial da prosperidade de homens que só falam em dinheiro. Eu não quero o enriquecimento mediante as ofertas do povo de Deus.

Caro leitor, este não é, nunca foi e jamais será o evangelho do meu Senhor. A graça do Senhor me basta, a sua providencia me é suficiente!

Chega, não suporto mais ver o comercio do nome de Deus, antes pelo contrário, anseio por ver o evangelho vivido por Lutero, Calvino, Jonathan Edwards, John Wesley, Spurgeon, Lloyd Jones entre tantos outros mais, sendo pregado de forma eficaz em nosso país.

Que o Senhor tenha misericórdia de sua igreja e nos reconduza novamente aos valores inegociáveis da sã doutrina!


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Renato Vargens é pastor da Igreja Aliança de Niteroi. Edita este ótimo blog que você deve conhecer e não aceita negócios com o Evangelho de nosso Senhor.


Para quem estava em marte...




Irmãos! Um milagre! Enquanto eu editava este vídeo acima (já famoso) surgiu na tela (no meio do vídeo), um profeta verdadeiro! Vejam! Ele "liberou" maldições sobre a vida do Cerrullo e do Malavéia.



Mas voltou esta semana... Eis outro vídeo sobre o assunto.









A corrida! Não para não!



Pr. Adolfino Ramos Aquino


Considere esta advertência, feita pelo escritor de Hebreus: “...corramos, com paciência, a carreira que nos está proposta” Hebreus 12:1.

Se existisse o vôlei ou o futebol na época do Novo Testamento, estou certo de que Paulo teria falado de jogadas e de bolas, mas, como estes esportes ainda não existiam, ele escreveu sobre as corridas. A palavra “corrida” vem do grego agon, de onde também se origina a palavra “agonia”. A corrida do crente não é um esporte, é sim uma corrida exigente e cansativa; às vezes, agonizante. É necessário um esforço gigantesco para terminá-la.

Provavelmente, você já percebeu que muitos não a concluem. Com certeza, já observou que há muitos ao lado da trilha. Eles costumavam correr – houve uma época em que mantinham o ritmo. Mas então chegou o cansaço. Não pensavam que a corrida seria tão difícil, ou foram desencorajados e intimidados por um adversário. Qualquer que tenha sido a razão, eles não correm mais. Podem ir à igreja. Podem colocar dinheiro na salva das ofertas e esquentar o banco da igreja, mas os seus corações já não estão na corrida. Eles se aposentaram antes da hora. A menos que alguma coisa mude, o seu melhor trabalho terá sido o seu primeiro trabalho, e eles terminarão se lastimando, terminarão desapontados, terminarão queixosos, terminarão como um peso se valor.

Em contraste, o melhor trabalho de Jesus foi o seu último, e o passo mais forte foi o seu último passo. O nosso Mestre é o maior exemplo de alguém que suporta. Paulo prossegue dizendo que Jesus “... suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo” (12:3). A Bíblia diz que Jesus “suportou”, implicando que Jesus poderia ter “desistido”. O corredor poderia ter desistido, ter se sentado, ter ido para a casa. Ele poderia ter abandonado a corrida, mas não o fez. Não abandonou por causa de mim e por sua causa também. Suportou tudo por amor e para nos salvar!

Portanto, não perca a coragem, pois ela traz uma grande recompensa” (10:35 BLH). Continue na corrida, afaste tudo que têm impedido você de prosseguir. Talvez tenha sido preconceitos, tradicionalismo, arrogância, orgulho, e até preguiça. Não é fácil, mas é preciso deixar tudo isso de lado. “Pois, como Ele diz nas Escrituras Sagradas: Um pouco mais de tempo, um pouco mesmo, e virá aquele que tem de vir; ele não vai demorar” (10:37 BLH).

Que tal, então, voltar a correr? Jesus está lhe esperando na linha de chegada!




Esqueçam as Olimpíadas no Rio! 2016 jamais chegará!



Hermes Fernandes


Se depender da interpretação que tem sido dada às profecias Maia, e algumas outras previsões apocalípticas, o Mundo como nós conhecemos deverá chegar ao fim no ano de 2012.

E pra quem tem pressa de saber como será, estréia em Novembro aqui nos Estados Unidos o filme '2012', repleto de efeitos especiais, e dirigido por ninguém menos que Roland Emmerich, o mesmo diretor de Independence Day e de O Dia depois de Amanhã. O que mais chama a atenção para nós, brasileiros, é a inclusão do Rio de Janeiro entre as cidades destruídas pela catástrofe mundial. Um dos cartazes do filme traz a estátua do Cristo Redentor se partindo. Logo agora que a cidade foi escolhida para ser a Sede dos próximos Jogos Olímpicos. Parece até ironia do destino.

Assista ao trailer e faça seu comentário. O que você acha? Estamos na contagem regressiva para o fim do mundo? A Bíblia embasa tal expectativa? Devemos confiar em fontes extra-bíblicas como as profecias Maia, Nostradamus, e outras?

E quanto à comemoração do povo carioca, terá sido em vão? Ora, se tudo acaba em 2012, adeus Copa do Mundo no Brasil em 2014, e adeus Olimpíadas em 2016.

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Hermes Fernandes é um dos mentores desta subversão aqui no Genizah







ESPIRITUALIDADE DINÂMICA


"O caminho da espiritualidade não se dá na direção oposta ao mundo. Foi ao mundo que Cristo nos enviou. Quanto mais céticas se tornam as pessoas, mais carecem do dinamismo espiritual daqueles que interiorizaram a vida de Cristo. Já é hora de sairmos dos retiros, dos mosteiros, das soníferas ilhas, dos cantos recônditos e do isolamento. É hora de voltarmos à cidade e exercermos o dinamus do Espírito a fim implantarmos o Reino dos Céus sobre toda terra."




Este é o mais novo livro de Julio Zamparetti Fernandes de quem já publicamos artigos ótimos como este aqui. Leitura recomendada para estes dias em que o Reino deixou de ser foco das pregrações na maioria das nossas igrejas. Saiba como adquirir o seu exemplar aqui.



Operando...



Um bêbado vinha passando em frente a uma destas igrejas adeptas da barulheira do Reteté e ouve aquela típica barulheira carismática. Intrigado, pergunta, ao diácono de plantão na porta:

- Rapá! Que zuada é essa?

- Ah irmão! É Jesus operando...

- Mas é sem anestesia, é?


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Comentário do Zé Luiz, do blog Reflexões de um cristão confuso (adaptado) no post “Deus Operou?”



As dores do ministério e o rio de Deus



Rubinho Pirola




Eu não gosto de sentir dor. Normalmente, ninguém gosta.

Para quem teve já um problema de saúde que deixou algumas sequelas que fazem do simples caminhar uma experiência algo dolorida, o tema ganha outra dimensão.

Nesses poucos anos de ministério (considero-o desde o momento da minha conversão por Deus aos 14 anos de idade!), o que mais tenho descoberto no seu exercício, são dores.

Lógico que (sem cair naquele triunfalismo imbecil e mentiroso que são temas de promessas de mentirosos ou superficiais pregadores que as negam) as dores, num cristão, são minimizadas ou suportadas pela perspectiva dessas não serem de maneira nenhuma desprovidas de propósito.

São com elas e, até por elas, que geralmente os frutos que tenho colhido me vêm às mãos. Afinal, não sofremos por nada, como não vivemos como filhos de Deus e cooperadores de Cristo de maneira vã, sem objetivo.

Ainda me lembro do dia em que despedindo-se de mim, a minha comunidade lembrou-me da promessa "Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos." (Sl 126:6), prevenindo a mim e a minha família que esse "chorando" não seria nunca um acidente na missão, mas parte integrante dela. Nada mais exato. Nada mais fiel e verdadeiro. Sem essa parte integrante de dois momentos - o semear e o colher - o choro nunca foi uma ausencia na nossa vida aqui na Europa. Choramos para sair, deixando a nossa zona de conforto (onde os pés alcançavam o fundo): casa, mais que emprego, carreira; aposentadoria certa; amigos; irmãos; pais; parentes... E choramos até para... voltar!

Agora que há uma perspectiva de um sabático, proposto pela Trans World Radio de seis meses no Brasil, fui supreendido pelo nosso amigo e companheiro de missão - o choro - vindo até mim e a esposa. O que seria algo fantástico a qualquer um que está (no caso dela há dois anos e meio sem ver os que ama e no meu, quase um), veio trazer um certo desconforto.

Como ele é presente... até numa hora dessas, pensei eu. Nas provações, nas lutas, mas até no que aparentemente deveria ser motivo de alegria.

É aquela coisa de vermo-nos numa terra diferente, amigos com a sua agenda onde dela já não somos parte, e muitas outras coisas que talvez muitos não se darão conta. Missionários sabem o que digo.

Como disse Caetano: "cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é".

Nessa Segunda feira última, recebendo um amigo, fui chamado à atenção por um texto curioso que cito abaixo. Nele, vemos inevitavelmente um paralelismo entre o rio de Ezequiel, que ele mediu e que tornava cada vez mais profundo à medida que progredia na caminhada e entre o rio que sai do trono, aquele lá de Apocalipse. E a constatação: "quanto mais profundamente vamos nesse rio de cura e que traz frutos abundantes - tanto mais distantes nos tornamos do trono, da fonte,... de Deus".

É isso que, afinal, podemos imaginar, aconteceu com Cristo na Cruz, quando bradou: "Pai, porque me abandonaste?".

Indo fundo na experiência missionária, o Filho do Homem, deixou-se ir pra cada vez mais longe do trono, de onde veio, de onde tinha tudo, de onde desfrutava do conforto e prazer.

O resultado? Está escrito que Cristo viu o fruto do seu penoso trabalho e foi satisfeito (Isaías 53:10-11). Não há resultado sem trabalho penoso. Não há colheita sem choro, uma coisa está ligada à outra. Pode anotar. E ficar esperto (e animado, se tem sofrido pela causa do Evangelho!).

Hoje, do alto dos meus 50 anos, tenho descoberto uma máxima que não é divulgado pelos picaretas da fé: se tudo corre bem, se tudo está tranquilo, se onde anda dá pé - onde não é preciso fé, vendo o que não se vê - tome cuidado!

Pode ser que esse não é o caminho, nem o lugar no rio de Deus.

"E saiu aquele homem para o oriente, tendo na mão um cordel de medir; e mediu mil côvados, e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos artelhos. E mediu mais mil côvados, e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos joelhos; e outra vez mediu mil, e me fez passar pelas águas que me davam pelos lombos. E mediu mais mil, e era um rio, que eu não podia atravessar, porque as águas eram profundas, águas que se deviam passar a nado, rio pelo qual não se podia passar. E disse-me: Viste isto, filho do homem? Então levou-me, e me fez voltar para a margem do rio. E, tendo eu voltado, eis que à margem do rio havia uma grande abundância de árvores, de um e de outro lado. Então disse-me: Estas águas saem para a região oriental, e descem ao deserto, e entram no mar; e, sendo levadas ao mar, as águas tornar-se-ão saudáveis. E será que toda a criatura vivente que passar por onde quer que entrarem estes rios viverá; e haverá muitíssimo peixe, porque lá chegarão estas águas, e serão saudáveis, e viverá tudo por onde quer que entrar este rio." Ez 47:3-9



***
Rubinho Pirola é reu confesso aqui no Genizah



Lugar Santíssimo




Não há porque lamentar diante do muro, ou em qualquer lugar.
Eis que o Lugar Santo pode ser onde tu estás.
Jesus veio ser o Tabernáculo de Deus.
O caminho, A Verdade e A Vida.

Não há o que buscar nas ruínas em que a Gloria de Seu Shekinah habitou.
O templo existiu e foi destruído por Sua própria Vontade Impar.
Vontade Que fez templo na carne Daquele que te salvou.
A mesma que te escolheu para habitação de Seu Espírito Santo.

Carne consagrada pelo perdão de todo pecado.
O Pai fez do Filho Aquele que leva ao Santíssimo Lugar.
Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida.
Ele é o tabernáculo real.
Ninguém chega ao Pai senão por Ele.

Quem conhece o CAMINHO se abriga em Seu Átrio
Em Seu sangue se justifica.
É digno do Pai.

Quem Rompe o véu da VERDADE
É o quebrantado, o manso
Chega ao Lugar Santo.

Come do pão da proposição
À luz do candelabro
Ceia a Palavra de Deus
À luz da revelação

O Transformado busca o santo.
Da VERDADE á VIDA
Revivido encontra o Pai
No Lugar Santíssimo


(Por Danilo Fernandes)






A SÍNDROME DO REI...


Caio Fábio


O rei tem direito a tudo [...] ou a quase tudo...

Na Bíblia, quando Israel pede um rei, a advertência de Deus pelo Profeta Samuel, era que o povo não sabia o que desejava ao pretender ter um rei humano...; pois, ao rei se daria tudo..., do melhor do campo às melhores mulheres..., do imposto ao serviço demandado..., e, sobretudo, se daria a alma a fim de cumprir caprichos e desejos do rei na forma de grandes obras e construções...; sem falar que a descendência do rei teria garantida a seqüência do poder real, de modo que um imbecil, criado e mimado como idiota, se torna o rei por vir...

Só que o ser ou se sentir rei é uma droga viciante...

Ora, tal fenômeno atinge a todos os que têm impérios ou reinados, não importando o tamanho, o âmbito e a natureza do sentir soberano da pessoa...

Na realidade, essa Síndrome de Rei, além de dar com freqüência em coração de políticos, empresários, gurus, bispos, autoridades religiosas, apóstolos carismáticos, mafiosos, bandidos muito fortes, médicos geniais ou arrogantes, advogados sempre vencedores, juizes arbitrários, e em toda e qualquer pessoa vaidosa e com muito poder — também ocorre em gente pobre e sem poder no mundo, mas que justamente por esta razão, assumem o poder como machismo... [no caso majoritário, de homens...]; que é a frustração do homem que nunca será Rei de muitos...; embora, no âmbito de sua casa, casamento e família, ele, esse homem sem poder para fora..., seja um déspota perverso..., seja um marido brutal..., seja um pai cheio de caprichos e regras..., seja um filho mandão..., seja um irmão superior..., seja um primogênito cheio de direitos de nada..., seja um medíocre aos seus próprios olhos..., mas, justamente por isto, amargurado até à morte..., enquanto massacra os pobres familiares ou subservientes em geral...; sim, em razão de sua raiva em relação à existência..., que não fez dele o rei que ele desejaria ser..., ainda que não saiba exatamente disso.

Amargura..., de um lado, no lado pobre e fraco; e adulação..., do outro lado, do lado rico e poderoso — são os dois maiores propulsores da Síndrome de Rei.

Ora, se você adiciona a isto ainda a Síndrome de Lúcifer, que é aquela que ataca o coração “ungido, carismático, messiânico”, o resultado é o nascimento de um Bispo, ou de um Apóstolo, ou de um Papa... — que são os Reis Ungidos... Sim, esses fazem a pior versão da Síndrome de Rei.

A Síndrome de Rei também ataca os muito inteligentes e ocupados, que sabem do seu valor, do valor do seu tempo, e, por isto, tornam-se extremamente exigentes em relação a tudo que diga respeito à sua eficiência...

Sim, tudo tem que existir para maximizar o potencial do Rei da Competência...

O fato é que desde que se desejou “ser como Deus” que não apenas a Síndrome de Lúcifer nos atacou..., de um modo ou de outro, mas, também, a sua versão mais terrena e imediata, que é a Síndrome de Rei.

Assim, simplificando, eu digo a você e a mim mesmo, que todos os dias temos que lutar ou estar apercebidos em relação à Síndrome de Lúcifer, ou, no mínimo, estar atentos à Síndrome do Rei, que é a obsessão de importância que ataca a todos os amargurados, a todos os adulados e a todos os muito capazes e importantes aos seus próprios olhos.

Quem não encontrar sinais de nada disso em si mesmo nunca, seja pela vida da pobreza amargurada e que se torna abusiva, seja pela via da adulação que cria um idiota, seja pela via da competência que cria um arrogante — então esse é varão livre e liberto, para além de toda tentação e egoísmo, e, portanto, não deve levar a sério nada do que escrevi, pois, não é para tal pessoa...; embora, sinceramente, eu diga a você: tudo aqui é para mim...

A única cura para esse mal é aquela que decorre da renovação diária da consciência, na busca de termos em nós mesmos o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, o qual, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação ser igual a Deus, antes a Si mesmo se humilhou, se tornou uma figura humana, e aceitou ser obediente até a morte, e morte de Cruz, pelo que Deus o exaltou, e lhe deu o nome que está sobre todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, tanto no céu quanto na terra, e toda língua confesse que Jesus é o Senhor, para a glória de Deus Pai.


***
Fonte: Caio Fábio



Bethany Dillon, crente, cantora cristã (e muito gata!).









Dica do Soli, conheça o site desta cantora cristã (e gata) canadense (ninguem é perfeito). Ih! Ela casou e agora mora no texas..., vi no twitter dela... kkkkk



Quebrado, mas não descartado


Eu estava na roda
quando quebrei
Não foi teu descuido
Disso eu sei
Eu que era frágil
E me descuidei

Sorte minha
tive tua mão a me aparar
Mesmo quebrado
Não me quiseste descartar

Tua roda, oleiro,
Não deixou de girar
Só um amor verdadeiro
pode me modelar

Que eu jamais me enrijeça
enquanto moldas meu ser
E a cada dia eu reconheça
O quanto tenho que aprender

E se de novo eu quebrar,
como um jarro de flores
que seja na roda do oleiro,
e não dos escarnecedores


Autor: Hermes C. Fernandes


***

Hermes Fernandes é um dos mentores desta subversão aqui no Genizah




"Espelho, espelho meu!"





Alan Brizotti


Características do pró$pero, segundo o ABC da pro$peridade


A. Abundante: com todos os trocadilhos infames que a palavra sugere.

B. Bispo: um degrau abaixo do paipóstolo. Mas não se engane, ele vai chegar lá!

C. Curandeiro: principalmente quando faltam 7 minutos para a meia-noite (Felizciano que o diga!)

D. Divino: o menino revela, profetiza, cura, exorciza e ainda determina, ave!!!

E. Esperto: bobo é o pregador que não cobra cachê...

F. Filhote de Cerullo: o sonho do menino é ser igual ao pai!

G. Gigante: é viciado em grandeza (o defeito do querubim, lembra?)

H. Hiperbólico: o exagero faz parte do seu show (é a espiritualidade Cazuza)

I. Incansável: tem reunião todo dia, e oferta também... sem falar na TV.

J. Já! determina que acontece!

K. só Konsigo Kontinuar rindo KKKKKKK

L. Levita: qualquer um que saiba cantar, tocar ou enrolar...

M. Malandro: tenta impor o jeitinho tupiniquim até em Deus ("Deus, faça o banco errar e, 'milagrosamente' milhões surgirem em minha conta!") .

N. Neopentecostal: sócio da igreja/empresa mais pró$pera.

O. Obediente: ele marcha pra Gezuz, conta tristemunho, paga todos os "desafios", e por aí vai...

P. Paipóstolo: é o iluminado! Aquele que já possui até Onipresença (está em todos os canais de TV, não adianta tentar se livrar) .

Q. Quadrilha: cinco ou mais paipóstolos "criando" o novo congresso da unção financeira.

R. Realista: ele gosta mesmo é do R$eal .

S. Sensitivo: ele sente arrepio, tem o olho ungido e sabe tudo do futuro!

T. "Toma lá, dá cá": não é o programa da Globo, mas sim sua irritante personalidade .

U. Ungido: é chegado num banho de óleo .

V. Violento: adora uma batalha espiritual, é adepto da vampirização teológica (é quase um Blade sagrado).

X. X-Man: todo mundo é herói. Todo mundo tem poder sobre o mal e pisa na cabeça do chifrudo! Tem até o raio-x de Deus nos olhos!

Z. Zangado: principalmente com blogueiros que escrevem sobre os paipóstolos!



PS: Se algum paipóstolo ficar "zangado", reclame com a Raquel, pois ao comentar o texto "ABC da Pro$peridade", deu-me a ideia de escrever esse. KKK

***
Alan Brizotti é colaborador do Genizah!



Fala ai capiroto!



Numa certa denominação universal, internacional ou mundial, um pastor expulsava um demônio:

- demônio, você gosta da bíblia?

E o demônio, ao microfone, urrava:

- Nãããoooo!!!

E o pastor:

- E dos crentes, gosta?

Ao que o derrotado respondia:

- Detestoooooo!!!

Aí o pastor se empolgou com a visão da platéia e perguntou:

- E de igreja de crente, você gosta?

E o demônio:

- Tenho ódio, medo, tudooooo!!!!

Aí o pastor não resistiu, e mandou ver:

- E desta aqui, você gosta?

Ao que o demônio respondeu:

- Desta aqui até que eu gosto, é a única em que me deixam falar no microfone, ora!

***
Fonte: Libertos do Opressor



O Santo Miar












Foguinho Puro viajou na maionese, esqueceu o atum e não sai de defronte da tela!





Você é bem sucedido no Reino de Deus?


Por Pastor Pedrão

Existem dois tipos de crentes, os consumidores e os produtores. O grande problema da igreja evangélica no Brasil é exatamente esse desequilíbrio, aonde o número de consumidores é algo assustador e poucos são os verdadeiros produtores.

Em geral, vemos as pessoas entrando nas igrejas exclusivamente em busca da satisfação pessoal. Pulam de igreja em igreja, sem firmar raízes e, o que é pior, não desenvolvem intimidade com o Senhor.

A melhor forma de buscar a intimidade com o Pai é o envolvimento no Reino de Deus através da Igreja, instituição criada e pertencente a Cristo.

De tempos em tempos, uso o púlpito para lançar um desafio a nossa igreja. Convido a todos a fazer um balanço pessoal e honesto através da seguinte pergunta:

- Se Jesus voltasse agora, você estaria no crédito ou no débito com Ele?

Tenho certeza que todos nós estamos devendo e poderíamos fazer muito mais pela congregação para onde Cristo nos direcionou para servi-lo.


Segundo Paulo em Romanos 15, quais são algumas características de um servo bem sucedido:


1º Ser Pessoal – no versículo 14 diz: Meus irmãos, eu mesmo estou convencido de que vocês estão cheios de bondade e plenamente instruídos, sendo capazes de aconselhar-se uns aos outros.

Neste mundo de indiferença, temos ou demonstramos ter bondade? Estamos plenamente instruídos? Somos capazes de nos aconselharmos mutuamente? É vital a participação nas atividades da igreja, bem como, desenvolver amizades espirituais, Você tem feito isso?

2º Ser Pastoral – V. 16 -de ser um ministro de Cristo Jesus para os gentios, com o dever sacerdotal de proclamar o evangelho de Deus, para que os gentios se tornem uma oferta aceitável a Deus, santificados pelo Espírito Santo.

O dever de pastorear mutuamente, notar os que estão ausentes, orar pelos irmãos, líderes, pastores, enfermos de nossa igreja, ter um coração disposto a ajudar e abençoar não cabe somente ao pastor da igreja, mas também a cada membro. Temos o dever de cuidar e amar o próximo, você tem pastoreado seus irmãos?

3º Ser um instrumento poderoso nas mãos de Deus – v, 18 Não me atrevo a falar de nada, exceto daquilo que Cristo realizou por meu intermédio em palavra e em ação, a fim de levar os gentios a obedecerem a Deus, pelo poder de sinais e maravilhas e por meio do poder do Espírito de Deus.

Quem era Davi? Um simples pastorzinho, franzino. Quem foi Jacó? Um grande mentiroso. Quem foi Moisés? Um gago medroso. Quem foi Elias? Um profeta que fugiu para uma caverna e pediu para morrer.

Eles são exatamente iguais a nós, a diferença é que eles se colocaram como instrumento nas mãos de Deus e o Senhor os capacitou, potencializou e mudou suas histórias e a história de suas nações, porque eles tiveram a coragem de servirem no Reino de Deus.

Você tem coragem de dizer “eis-me aqui”, usa-me conforme a tua vontade na tua igreja? Saiba que Deus irá te capacitar.

4º Não temer os desafios – v. 20 Sempre fiz questão de pregar o evangelho onde Cristo ainda não era conhecido, de forma que não estivesse edificando sobre alicerce de outro.

Será que Davi teve medo de Golias? Será que Moisés teve medo de conduzir o povo pelo deserto? Será que Pedro teve medo de dizer que era seguidor de Jesus? A resposta para todas as perguntas é a mesma: SIM. Contudo, eles não desistiram, tiveram medo, mas compreenderam que a batalha é do Senhor e que eles seriam única e exclusivamente instrumento nas mãos do Deus altíssimo. Você tem temido os desafios?

Quero desafiar você a se envolver em algum ministério de sua igreja ou comunidade. Você está disposto a aceitar o desafio de ser bênção na vida de sua igreja? Consumidor ou Produtor? Você está no débito ou no crédito com Deus? Está na hora de virarmos o jogo.


***
Pedrão Litwinczuk é pastor titular da CBRIO na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro RJ