Selo - Grandes Pensadores da Blogosfera”!


Recebi do Teóphilo Noturno o selo bacanérrimo acima, que foi idealizado pelo Rodrigo Magalhães do blog “Pensamentos Sobre a Vida”.

As regras pedem que eu escolha outros 5 blogs que condigam com a idéia desta premiação;


Entrar em contato com os blogs premiados (claro!);

Montar uma postagem explicativa, nos moldes desta;
Ter o link do blog que o indicou;

Manter o link do selo direcionando para o este post;

Apresentar os blogs homenageados.

Meus pensadores mui queridos e admirados são:





BUEMBA! Gato de Marco Feliciano reaparece em Recife


Depois de ter fugido da casa de seu dono, o “evangelheiro” Marco Feliciano, onde era vilmente torturado, como mostramos na reportagem do dia 23/04. Foguinho Puro, o gato, reaparece em Brasília Teimosa, no grande Recife.



Em sua nova casa, a soleira de uma famosa boate local, Foguinho tenta faturar o Whiskas Sache de cada dia fazendo pole dance para os freqüentadores do inferninho.

Segundo foi apurado pelo nosso correspondente local, Foguinho está feliz e afirma que a barra tá pesada, mas ao menos por lá os lobos se vestem como lobos e os cordeiros como tal. Procurado pela redação, Feliciano recusou-se a comentar.

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Por Danilo Fernandes, editor do Blog Genizah.



Unção do doido e do bêbado



Para derrubar esta cambada, só na Palavra!

Vejam mais duas barbaridades que pesquei no YouTube:



A Unção do doido. Primeiro a mulher endoida, depois o "pastor", por fim o doido sai correndo pela porta da igreja a fora. Esperamos que para sempre!





Aqui vemos um "pastor" americano totalmente bebado.



O Marketing do Mal


Por Danilo Fernandes


Outro dia eu estava relendo Marketing of Evil e, mais uma vez, constatei como o livro é bom e suscita debate e reflexão. Quem é cristão e adora apologética não pode deixar de ler. Assim, decidi não apenas fazer uma resenha comentada para meus leitores, mas levantar algumas bolas na área para ver se alguém chuta a gol...

Nas palavras do próprio autor, David Kupelian: “Eu chamei meu livro de Marketing do Mal porque é exatamente disto que ele trata: como filosofias, comportamentos e hábitos que esta nação – Estados Unidos - desde sempre abominou foram nas últimas três ou quatro décadas rearranjados, perfumados e embrulhados para presente de forma a serem vendidos para o povo americano como se fosse algo de valor”.

David Kupelian mostra como o marketing do mal ataca nossos sentimentos mais nobres e os usa a seu favor. Por exemplo, na propaganda de Marlboro, vemos o cowboy representando o espirito de liberdade e a coragem. Contudo, estes sentimentos são explorados e de tal maneira conduzidos que o americano médio é levado a afirmá-los não de uma forma construtiva, mas na compra de um pacote de cigarros na esquina mais próxima. Os exemplos são muitos, basta olhos para ver.

The Marketing of Evil descasca a maça reluzente representando a sociedade americana e revela o seu miolo pobre e fedorento mostrando como os americanos passaram a tolerar, a adotar e a até premiar comportamentos e crenças que teriam horrorizado seus pais e avós. O livro ilustra e acusa organizações e lobbies de interesses de engendrar campanhas articuladas que levaram a mudanças de 180 graus em temas como aborto, homossexualidade, religiosidade, pornografia, etc.

Fato é que tais mudanças não se manifestaram apenas no nível da tolerância a praticas não aceitas anteriormente, em muitos casos, a reversão transformou em marginais ou parias justamente aquelas pessoas dispostas a defender as posições que antes eram a da maioria da população. Leis anteriormente proibindo e penalizando certos comportamentos antes inaceitáveis, segundo a fundação judaico-cristã da nossa civilização, foram banidas e substituídas por outras, que se ainda não impõem tais comportamentos a todos, penalizam a quem demonstra qualquer forma de desaprovação a estes padrões, mesmo a mais simples expressão de opinião.


Nas palavras de Kupelian, grupos acobertados pelo estado e por segmentos da imprensa praticam ação violenta de intimidação e/ou ataque frontal a qualquer um que expresse opinião contrária ao grupo que defendem. Não se trata mais da defesa dos direitos do grupo A ou B, esta batalha pela liberdade de exercício de seus direitos civis e o reconhecimento de suas conquistas legais já foi devidamente ganha faz tempo. Agora a próxima fronteira é nos enfiar goela a baixo os seus padrões morais, a custa da espoliação de nossas próprias crenças e instituições.

Engendrados na onda dos seus interesses indizíveis, certos grupos combatem a eventual oposição com uma truculência que só se viu em estados policiais. Acham exagero? Vejam como as coisas evoluíram no exemplo a seguir:

A obrigação de aulas de religião nas escolas públicas é considerada incompatível com um estado laico. O currículo escolar federal obrigatório foi mudado nos Estados Unidos. Em um segundo momento, as aulas de religião foram proibidas nas escolas públicas, mesmo se eletivas. Diversas comunidades conduziram pleitos oficiais de consulta popular sobre o assunto. De nada valeu, mesmo em cidades com a população francamente apoiando o ensino religioso, as aulas foram banidas. As comunidades americanas podem decidir colocar certa matéria de interesse local nos currículos escolares das escolas públicas de suas cidades, como por exemplo, tópicos de agricultura, veterinária, direito de minorias, culinária, folclore e paganismo, história indígena local, medicina alternativa, etc., mas não podem ensinar nada escrito na Bíblia.

Tudo aceitável. Tudo laico e democrático. Contudo quem irá concordar com a prisão de alunos que decidiram orar em seu intervalo de aulas? Protestos violentos, queima de bandeira e ações extravagantes não são tão violentamente reprimidos como a oração nas escolas nos Estados Unidos de hoje. Basta consultar o assunto na internet e ver o turbilhão de casos de jovens expulsos de escolas, agredidos, presos, etc. por terem organizado grupos de oração em escolas públicas.

Lendo este trecho do livro, não pude deixar de me perguntar: Por que tanta agressividade contra a oração? Chego à conclusão de que o ódio não esta focado na oração em si, mas na mensagem por trás do simples ato de se dirigir a Deus. Para estes grupos isto é simplesmente inaceitável, pois implica declaração de posição a muitas outras questões que os defensores das causas escusas adotam: aborto, eutanásia, clonagem humana, suicídio assistido, ecumenismo religioso, novo conceito de família, casamento homossexual e toda aquela lista de compras pendurada na geladeira do capeta!


No livro, Kupelian esmiúça com coragem a evolução de questões cruciais na cultura americana ao longo dos últimos anos e a forma como os sinais de suas tendências terminaram por ser invertidos, entre outros:

- Como o ensino público aboliu o criacionismo e obrigou o darwinismo, em cuja essência há tanta margem para alegação de teoria cientifica quanto de crença.

- Como foi proibida a simples menção dos dez mandamentos na escola americana, mas colocou-se no currículo para crianças de 5 anos o ensino do homossexualismo como herança genética e tendência natural e irresistível.

- Como o divórcio se transformou de exceção à regra e atinge mais de 70% casamentos celebrados nestas últimas duas décadas.

- Como os valores sexuais foram tão minados que o próprio governo federal americano, conformado (ou determinado) orquestra campanhas com cartazes e vídeos tendo por alvo alunos de 10 anos para cima, da infame afirmação de aceitação social e moral do sexo para pré-adolescentes – faça tudo menos AQUILO – incentivando o jovem a praticar outras formas de expressão sexual – oral, masturbação solidária e outras - de forma a diminuir o interesse pelo coito.

Resumindo, para David K o marketing do mal é um tipo de guerra e o livro revela claramente as táticas de persuasão e as estratégias evasivas empregadas por aqueles dispostos a combater a raiz judaico-cristã da cultura da nação substituindo-a por uma cultura neo-pagã, divisionista e incentivadora do relativismo moral desde o berço.

E o Brasil? Ah! O Brasil eu deixo para vocês comentarem!



Danilo Fernandes é editor do blog cristão Genizah



Vou levar este selo comigo


Nestes dias de minha ausência on line, levo comigo este selo lindo carregando em si muito mais do que o desejo de incentivar pessoas e projetos para Cristo na blogsfera, mas antes de tudo, representando o verdadeiro AMOR da comunhão cristã emanando do trono de Deus.


Trata-se do selo “Oremos Uns Pelos Outros”, criado pela Sandra Veneziani em seu blog, “Ao Toque do Amor”.


Recebi este selo de duas pessoas muito amadas. Que o Senhor colocou diante de mim nesta minha aventura virtual. Não bastassem as bênçãos que seus trabalhos na blogsfera estão sendo em minha vida, os dois ainda me honram e me emocionam com sua generosidade:


. Teophilo Noturno (Geovane Souza), Este Mundo Jaz no Maligno


As regras de distribuição do selo são estas:


  1. Este selo é para cristãos comprometidos;

  2. Escolher, cinco pessoas (blogs) e oferecer o selo a elas;

  3. Se, comprometer a orar por cada uma delas (necessidades físicas, emocionais, ministeriais e espirituais);

  4. Avisá-las, deixando um recadinho, que está orando por elas.


Logo, esse selo NÃO É BRINQUEDO! Aceitei participar do compromisso e vou honrar as regras estabelecidas originalmente pela autora.


Aqui estão meus escolhidos:



  1. Lucas M Junior, da Comunidade Nacional de Blogueiros Cristãos.

  2. Leonardo Gonçalves, do Púlpito.

  3. Pastor Newton, do blog Pastor Newton Carpintero

  4. Ricardo Dondoni, do O PENSADOR

  5. Pastor Leandro Barbosa, do “EMEURGÊNCIA



O Plano de Deus incluia o pecado desde o início?




Muita discussão. Muito “pano pra manga” em mais este trecho de um sermão imperdível de John Piper. Na minha modesta opinião, o Jonathan Edwards desta geração.





Fonte: Orthodoxia. Tradução e legenda: Saulo e Lísia. Obrigado!



O espelho do Macedão



Esta imagem é a frente de um envelope para ofertas e dízimos, distribuido especialmente para a mais nova "campanha" da sessão do descarrego da IURD, o "espelho da fé".Segundo o pessoal da IURD, a fé é "a convicção de fatos que se veem pelo espelho" (Ao contrário de Hb 11:1).O que falta de conhecimento Bíblico, sobra em distorções para arrecadar mais "contribuiçõe$". Esse é o pessoal "universal" com estratégias universais...



Fonte: Por Ruy B. Marinho de Bereianos - Apologética Cristã Evangelica



A CORRESPONDÊNCIA HOMEM-NATUREZA


Por Antônio Carlos Costa


O ponto que precisa ser ressaltado é que devido a essa impressionante harmonia entre necessidades vitais e suprimento na criação, somos levados a acreditar que o homem está longe de ser uma criatura que ao longo do tempo se desenvolveu para se adaptar as condições estabelecidas arbitrariamente pela natureza. É justamente o contrário. A raça humana é concebida pelo seu criador para habitar em um planeta magistralmente preparado para atender as demandas tanto físicas quanto estéticas dos seres humanos.

Note que há sinais evidentes de que esse arranjo em hipótese alguma pode ser considerado mera casualidade. Esse planeta poderia ser caracterizado por um estado de completa anormalidade. Mas, observamos proporcionalidade. Isso é muito interessante.

Espanta-me o termostato da Terra. A temperatura não poderia ser outra - a sua alternância nas estações gera um encanto e prazer que nenhuma explosão cósmica despropositada seria capaz de criar. Observe o tamanho das árvores e dos frutos. Tudo poderia ser gigantesco, mal-cheiroso, grosseiro e feio. Porém, experimentamos harmonia em tudo. A coisa é gostosa, cheirosa, faz bem ao corpo e é bela. Quanto tempo o nada mais o acaso careceriam para criar um mundo como esse? O livro de Gênesis nos seus primeiros capítulos ensina justamente isso.

O homem só surge no cenário depois de tudo ter sido amorosamente preparado para sua chegada. O Criador cria uma correspondência entre o homem e a criação. Os seres humanos não nascem como uma “lousa em branco”. São feitos para chegar nesse mundo, bater os olhos nele e concordar com Deus dizendo: “Isso é muito bom”. No primeiro livro da Bíblia Deus é comparado a uma mãe que prepara o quarto para o bebê chegar.


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Antônio Carlos Costa é pastor da Igreja Presbiteriana da Barra, Presidente do Rio de Paz , autor de “Enquanto o Sonho não Nasce: Por que Deus adia a Realização dos nossos Sonhos?”, entre outros livros de sucesso, colaborador de diversas publicações, incluindo o Genizah e há dez anos apresenta o programa de televisão Palavra Plena.