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A sedução dos últimos dias!


Rubinho Pirola


Voltei de uma viagem à America que, dentre outras coisas, só confirmou o que já percebia: a grande religião, a que mais cresce em toda a terra, está pior e mais ativa que nunca.

E mais: Só ela pode vencer a ameaça muçulmana que paira sobre o futuro próximo da Europa e que apavora, tanto políticos como a nós cristãos.

Ela também é a que mais cresce, ainda mais que o Evangelho na America Latina - Brasil inclusive.

Assustadoramente, ganha adeptos não só entre cristãos, muçulmanos, hindús, como os de todas as outras fés ou confissões.

Uma religião que tem esterelizados casais, dimuindo-lhes o número de filhos, ao passar-lhes a ideia que as crianças são mais impedimentos ou perturbações do que dádivas divinas ou "heranças do Senhor"; também faz com que se adiem casamentos, celebrando-os cada vez mais tarde para viabilizarem carreiras e realizações profissionais ou acadêmicas, crescimento social ou mesmo, nem chegam a fazê-lo, aumentando entre nós o número de solteiros e gente solitária que desejam crescer nessa fé com obstinada perseverança, sem vermos diminuídos em nós o ritmo e a paixão rumo aos seus "iluminados galardões".

Por essa mentalidade de devoção, deixamos de hospedar, de socorrer, de cuidarmos dos interesses dos outros que não nós mesmos e, bem devagar, sutilmente, essa fé vai ocupando lugar nas mentes e corações. Sem que oficialmente mudemos de lado, vamos erigindo os seus altares.

Por essa crença, também negocia-se as consciências, noites de sono inocente, pelo peso, cada dia tornado menor à custa de entorpecentes possessões e conquistas.

Ela cresce ligeiro por todo canto e toma gente que corria com fidelidade dentro das nossas fileiras, perverte líderes, gente grande, gente pequena, pastores e pregadores de púlpito, de televisão, de rádio... que, outrora, eram fiéis às verdades bíblicas e delas, eram defensores corrompendo-as (e aos que os ouvem sem cuidados!) numa adulteração quase sempre à conta-gotas.

Está por trás da política, dos meios de comunicação de massa e até dos templos. E inspira famosos ou anônimos criminosos.

Não há hoje - podem analisar as pesquisas - religião que mais cresce de norte a sul como aquela que serve ao deus deste século: Mamon, nome aramaico para dinheiro, riqueza, opulência.

Para vencer qualquer fé ou consciência, basta acrescentar-se-lhe pouco a pouco as suas "bênçãos" ao pobre crente, repito - muçulmano (radical ou nominal), hinú, budista, espírita, cristão - evangélico, protestante, pentecostal, católico romano, ortodoxo,... e veremos o seu poder.

Fiquem espertos. E saiam dela, povo de Deus!

"Porque todas as nações têm bebido do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da terra se prostituíram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância de suas delícias. Ouvi outra voz do céu dizer: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos sete pecados, e para que não incorras nas suas pragas." Ap 18: 3,4


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Rubinho trouxe grande quantidade de muamba. Foi detido na alfãndega, deu despesa aos advogados da Bê e, dizem, aprendeu o que vem a ser cavity search... Será?
Teologia da Prosperidade 7360812843654032936

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