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Quando penso que sou trigo... sou joio



 Esdras Gregório

Quer sejam aqueles que estão entre nós, homens verdadeiros que na sua sincera humanidade deixam escapar uma inverdade, ou homens cínicos que na sua afetação se utilizam com maestria da verdade, a ministração do templo deve e há de continuar como sacrifício prestado de almas que vivem da igreja, ou dela absorvem a vida.

O trigo e o joio crescem nela, o bom e o mal a servem, ou nela se convêm. Mas do mesmo jeito que o mal no convívio com o bem, com o bem se parece; o bom que por incidente não deixa de ter em si um pouco do mal, pelos mesmos motivos ao mal se junta na luta da subsistência desta seara.

Nela, trigo e o joio crescem juntos, misturando-se, apropriando-se um do outro, tornando tênue a linha que os separa; mas inconfundível para Aquele que com foice ceifa, com graça soberana, o trigo que sabe que não passa de um joio, mas com justiça incorruptível queima o joio que pensa ser trigo.



Esdras Gregório autor de A arte dos Sofistas na Pregação Pentecostal, publicado pela editora Jeová Nissi.

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